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quarta-feira, 27 de maio de 2026

TADINHO !
Supremo Tribunal Administrativo confirmou a extinção decretada em 2022. Defesa pondera recurso para o TC. Ex-secretário de Estado da Presidência avisa o Governo para atcuar "rapidamente" na liquidação.

Ao que se chegou em Portugal.
Tadinho do Berardo.

Refila para o Constitucional, e depois para o TEDH, e depois para a António Costa mais a Ursula mais a Kallas, e depois para a ONU.
Refila para o Trump, para o Xi, para o Putin e para o SUAREZ.

Isto não se faz, é assassinato de carácter, é assassinato de personalidade, é assassinato de cultura.

Refila Joe, não te fiques, vai-te a eles.
Tadinho dele, o que vai ser dele!
Um trabalhador, um lutador SEMPRE ao serviço de Portugal, SEMPRE, um homem sem dívidas etc.
AC

terça-feira, 18 de abril de 2023

BERARDO,  a Fundação,  o GOVERNO PS
O ano passado, creio que já se passaram 12 ou mais meses, o governo decidiu extinguir a fundação desta habilidoso madeirense.

Não tenho conhecimentos nem qualificações para me poder pronunciar se a medida de extinção foi certa, correcta, justa, ou não.

Uma coisa sei, esta criatura madeirense é das coisas mais inacreditáveis que existe na nossa sociedade, basta lembrar as (para mim) mescambilhas com a banca nacional e as acções compradas e as garantias, e as pouca vergonhas e trafulhices associadas.

Legitimamente a criatura mandatou o seu impagável advogado para recorrer. Recorrer para que tribunal? Lisboa? Setúbal? Almada? Porto?  Aveiro? Faro? Não senhor, recorrer para tribunal no Funchal.

Ora o dito tribunal anulou a extinção da Fundação José Berardo considerando, entre outras coisas, que o administrativo do Governo que tomou a decisão não teria competência para tal. 

Não faço ideia se tinha ou não. Se calhar o tribunal tem razão. Mas se a decisão tem designadamente este tão fácil e evidente fundamento para anulação dia decisão do governo, então porque não recorrer a um qualquer tribunal, aqui no Continente?

Não, teve que ser na Madeira, ele é madeirense! Pois!

Há coisas dos diabos, coincidências, e outras! É Portugal!
AC

domingo, 24 de abril de 2022

CONDECORAÇÕES

A concessão de qualquer dos graus das Ordens Honoríficas Portuguesas é da exclusiva competência do Presidente da República.
Ok, existe uma coisa designada por Conselho das Ordens, mas existe sobretudo a Lei, e o que aqui interessa é o seguinte:

LEI DAS ORDENS HONORÍFICAS PORTUGUESAS
(Com a redação dada pelo Decreto-Lei 55/2021 de 29 de junho)
Capítulo VI - Concessão das Ordens e Investidura
Artigo 46.º
Competência do Presidente da República
1- A concessão de qualquer grau das Ordens Honoríficas Portuguesas é da exclusiva competência do Presidente da República como Grão-Mestre das Ordens.
2- A competência referida no número anterior pode ser exercida por iniciativa própria do Presidente da República ou por proposta das entidades mencionadas no artigo 47º.
3- Sem prejuízo do disposto no número seguinte, o grau de Grande-Colar destina-se a agraciar Chefes de Estado.
4- O Grande-Colar pode ainda ser concedido, por decreto do Presidente da República, a antigos Chefes de Estado e a pessoas cujos feitos, de natureza extraordinária e especial relevância para Portugal, os tornem merecedores dessa distinção.
5- O Presidente da República pode conceder o título de membro honorário a colectividades ou instituições dispensando os requisitos previstos no n.º 5 do artigo 3.º da presente lei.

Artigo 47.º
Propostas para concessão de Ordens Honoríficas
1- O Presidente da Assembleia da República e o Primeiro-Ministro podem propor a concessão dos graus de qualquer Ordem a cidadãos nacionais ou estrangeiros.
2- A iniciativa das propostas apresentadas pelo Primeiro-Ministro pode partir de qualquer dos ministros.
3- A iniciativa das propostas de concessão da Ordem Militar de Avis é reservada ao ministro responsável pela Defesa Nacional, ouvido o Chefe do Estado-Maior-
-General das Forças Armadas ou os Chefes dos Estados-Maiores do Exército, da Armada ou da Força Aérea, consoante o ramo a que pertença o agraciado, sendo formalizada pelo Primeiro-Ministro.
4- Os Conselhos das Ordens podem propor a concessão de qualquer grau das respectivas Ordens, por iniciativa de qualquer dos seus membros ou no termo da apreciação das solicitações de agraciamento formuladas por quaisquer cidadãos ou entidades.
5- A concessão de qualquer condecoração a cidadãos estrangeiros, quando não seja da iniciativa do Presidente da República ou por proposta do Presidente da Assembleia da República ou do Primeiro-Ministro, é precedida de informação do ministro responsável pelos Negócios Estrangeiros.


Vem isto a propósito obviamente de condecorações. 
E, concretamente, sobre a polémica da intenção de Marcelo distribuir medalhas/ condecorações ás centenas/ milhares no âmbito das celebrações dos 50 anos decorridos sobre o 25 de Abril de 1974. 

Sobre isto, o semanário de Balsemão decidiu publicar, como é muitas vezes seu timbre, uma notícia que me parece não primar pelo rigor e pelo "objectivo dever" de informar com isenção. 
Refere uma coisa que Marcelo não terá feito - pedir um parecer ao Conselho das Ordens.

Mas, pelo que leio na lei, a notícia pode ser classificada como tendenciosa e até caricata. Marcelo não tinha que pedir parecer nenhum. 
O PR é o Grão-Mestre das Ordens, pode pedir se assim quiser, mas não tem que pedir parecer algum. 
Mas é o "Expresso"! Terá alguma coisa a ver com o passado ?

O que nestas coisas é também interessante no que respeita a Marcelo e ao tal Conselho das Ordens, é a lentidão para despacharem processos. 
O caso Berardo continua parado. 
Culpa da Covid-19, argumentam.
Será que as excelsas criaturas do tal Conselho se dão conta de certas coisas? 
Conhecerão palavras como, pouca vergonha, desculpa mal amanhada, desfaçatez, respeito pelos cidadãos?
AC

terça-feira, 21 de maio de 2019

CGD, bancos, BERARDO: o costume
O jornalista Miguel Pinheiro foi um dos vários que escreveu há dias sobre o assunto, no "Observador", sobre a última representação de Berardo. 
Se percebi bem, para o jornalista, Berardo não percebeu que mesmo em Portugal há limites, que o regime não pode sobreviver com Berardo a rir-se, que a criatura passou de empresário a inimigo nº 1 do regime, que a criatura passou uma linha invisível, que a criatura se tornou no símbolo mais notório do impasse do sistema. 
Discordo completamente do jornalista. 
O regime está apodrecido e vai continuar assim, eventualmente mudando moscas, e por isso se pode reagir ao que acima refiro com um - Ah, ah, ah - à Berardo.
Concordo com certas coisas que li em outras sedes.
Discordo de muitas mais.
Se o meu concidadão Berardo não me merece consideração alguma, enoja-me o clamor hipócrita de Marcelo, de António Costa, e de vários deputados e muitas outras criaturas. 
E aqui estamos, como de costume, uns tadinhos.
Ele, coitado, afirmou não ter dívidas, tadinho.

Em primeiro lugar atente-se na lei, na legislação e, portanto, tenham decoro e deixem-se de histerismos hipócritas.
Em segundo lugar, recordem todos os "medalhadores", sucessivos Presidentes da República, sucessivos chanceleres das ordens, sucessivos chefes das casas civil e militar da Presidência, e as inúmeras criaturas que ao longo de décadas, por baixo da mesa ou em lojas ou escritórios, foram sussurrando nomes para condecorar.
Em terceiro lugar olhe-se de facto aos milhares de condecorados, aos seus trajectos de vida e quantos foram de facto decisivos para o desenvolvimento e engrandecimento de Portugal.
Ou foi sempre para criar e aumentar a rede de contactos, salvaguardando o futuro de muitos e das suas famílias?

Isto dito, depois de usar a tecnologia para ver a palhaçada na AR, concluí que Berardo não foi o único palhaço, ainda que a postura do dito comendador foi/ é condenável.
Mas foi directo e frontal, um bocado ordinário.
Mas, e os sacripantas que por lá têm passado?
Directos e frontais?
NÃO, muito doentes, muito amnésicos, mas muito educadinhos venerandos e agradecidos, muito respeitadores, agiram sempre dentro da lei, não se riram na cara dos deputados, só para dentro riram e gozaram com os deputados e com a AR, e já fora do hemiciclo riram ás bandeiras despregadas.
O jornalista, tal como outros senhores e senhoras, interrogaram irados, ofendidos - como é que isto é possível?

Claro e obviamente que é possível, como foi possível as bancarrotas, as fraudes nos fundos, as fraudes nos subsídios, as fraudes em concursos públicos conhecidos, os contratos por ajustes directos, etc.
Claro que a democracia tem regras, tem por vezes até coisas que nos repugnam mas não esqueçamos que o que Berardo tem feito, o tem concretizado a coberto do tecido legislativo, habilidosa e ardilosamente tecido ao longo de décadas.
Uma das normas que impuseram no País e há explicação para isso, ou se há, é que as malfeitorias têm de ser demonstradas e desmascaradas pela máquina do Estado. 
Claro que, em paralelo, de há décadas, que os meios humanos e técnicos são cada vez mais insuficientes para combater a corrupção e o colarinho branco, os desvios de dinheiros.
Os filhos da mãe, que não pagaram/ não pagam à segurança social, que corrompem/ corromperam, roubaram e continuam, que receberam/ recebem subsídios de milhões, não tem de explicar como vivem faustosamente alardeando pobreza perante o fisco.
Um espectáculo este Portugal.

Uma das preciosidades que se julga importante cá no burgo e vai abrindo a boca a espaços, acha que a legislação que permite os Berardos vai ser alterada. Que a AR, tão indignada que está, vai reagir.
Reajo como o Berardo - ah, ah, ah!!!!

Berardo riu-se, o presidente da comissão parlamentar também se foi sempre rindo, pateticamente.
Ilustrativo de tudo isto.
Como creio que alguém sugeriu, se o tivessem expulso da sala, com cobertura TV então teria havido um módico de dignidade.
Que pouco existe em S.Bento.
Escreveu o jornalista o que escreveu.
Já o disse, respeito mas discordo completamente.
É um dos muitos que sabe perfeitamente o que se passa há décadas na sociedade Portuguesa.
Um dos inícios logo nos finais dos anos 80 passados, foi a tragédia do Fundo Social Europeu, que engordou gente e gente, muito conhecida, e acabou por dar em nada.
Os hipócritas que hoje dizem que o País está chocado com a representação de Berardo na AR, que há que respeitar as instituições, deviam ter tratado de contribuir para alterar todo este húmus podre. Não o fizeram.
Não, viveram calmamente, engordando a barriga e os bolsos, com uma despudorada e descarada ausência de vergonha na cara.
Viram, participaram, olharam para o lado, o tal - saber viver.
Mas hoje estão tão indignados com a falta de respeito perante as instituições. Foram ministros e cooperantes mas hoje estão tão indignados.
Atentado ao estado de direito?
Como diria o outro, vão à outra parte, cambada de ordinários.
Ah, e oxalá apertem com o Berardo, pode ser que ele assim desmascare alguns safardanas.
Não acredito que isso aconteça, mas........
AC

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A PALHAÇADA e a DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA ATINGIU NÍVEIS ESTRATOSFERICOS
(retirado da NET)
"Tentei ajudar os bancos numa altura de crise"
Joe Berardo garante que quis ajudar as instituições bancárias através do pagamento de prestações. O empresário madeirense disse ainda que foram os bancos que sugeriram o investimento no BCP."
AC

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah,........
Até me dói a barriga de tanto rir!!!
".......BCP, Novo Banco e CGD avançam com processo contra Joe Berardo".........
AC

terça-feira, 27 de novembro de 2018

PARA MUITO DO QUE VEJO, SÓ ME APETECE DIZER..
ABÓBORA.............
Acham que exagero?
Querem um exemplo?
Por um lado vejo condenação de um desgraçado por causa de meia dúzia de euros. 
Já o Joe Berardo continua impante a levar uma vidoca, enquanto, segundo se lê por aí, continua com centenas de milhões por pagar à CGD.
E não é dívida de há um mês! Tem ANOS.
AC