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segunda-feira, 1 de junho de 2026

V I C T O R Y

"VICTORY BELONGS TO THE MOST AUDACIOUS"

Como imensas vezes aqui refiro faço escassa companhia ao televisor.

Abro algumas excepções, por exemplo, usar a tecnologia e voltar atrás para ver algo para que me chamaram à atenção.

Foi o caso de ir ver/ conferir uma bacorada histórica vertida por Pacheco Pereira num programa que creio é semanal em que debate com a Leitão por exemplo. 

Às tantas falou de Joana d'Arc e de. . . . . . Átila. 😡😡😡😡

Átila, que acordou do seu sono profundo para vir uns centos de anos depois à luz do dia. Diz o povo que no melhor pano cai a nódoa, mas esta é calinada de grosso calibre. O Ephemera pode esclarece-lo.

Está a ser também o caso de gastar algum do meu tempo a ver pedaços de alguns dos jogos de ténis, no torneiro de Paris, no famoso Roland Garros.

A frase em sub - título é de lá.

E de facto a tenacidade do brasileiro Fonseca é impressionante. Um verdadeiro tomba gigantes.

E pensando nela estive a matutar em alguns políticos nacionais de todos os quadrantes e personagens = figuras e figurões.

Tudo por audácia e com audácia, por exemplo:

- o deputado Fabien deve ter-se inspirado nesta frase para tecer os seus últimos e inarráveis números na Assembleia da República

- a inarrável senhora do bichos também nela se terá inspirado para vomitar as suas mais recentes propostas quanto a alojamento para os bichinhos

- o deputado Rijo nela se inspirou certamente

- o ministro Luís Neves deve ter a frase à cabeceira da cama para o inspirar para os contactos com a comunicação social

- o PM nela se terá inspirado - as instituições a funcionar, disse

-  a ver pelos super longos discursos que anda a fazer por todo o lado o Presidente da República não se inspirou numa frase tão curta e clara

- e parece-me óbvio que certos personagens que por aí andam com a PJ e MP no seu encalço nela se inspiraram tal a audácia com que  prosseguiam as suas vidinhas

- de certeza que Mourinho nela se inspirou

- Berardo sempre nela se inspirou, esqueceu-se que o STA também

- Sócrates também deve ter a frase à cabeceira da cama tal o nível de audácia

- não tenho dúvidas que Brilhante a tem sempre na mente tal a escala planetária dos seus comentários

ETC.

Bom dia e bom início de semana

Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida

Boa sorte

AC 

sábado, 12 de outubro de 2024

quinta-feira, 8 de junho de 2023

TÉNIS e IGUALDADE de GÉNERO

Ténis, torneio Roland Garros: 

- competição feminina, bastam dois "Sets" para eliminar adversárias. Em caso de empate, recorrem a um terceiro e pronto.

- competição masculina, bastam três "Sets" para eliminar adversários. Em caso de empate, recorrem a um quinto e pronto.

Igualdade de género? Hum . . . . . 

AC

terça-feira, 15 de junho de 2021

4  HORAS  e  11,............4  HORAS  e  10

Quem me segue já se apercebeu que tenho alguma aversão aos canais de televisão nacionais. Vem isto a propósito de desporto.

Já sei que começou o tal campeonato de futebol, dito Europeu, e dito de 2020, agora levado a efeito devido à pandemia. E, segundo me dizem, com injeções de futebolês intermináveis. Insuportável. Pelos minha parte, e sempre que puder, tenciono ver os jogos da nossa selecção, tal como tenciono ver a final, como sempre tenho feito.

Ah, o título do post ?

Simples, dei-me ao trabalho de estar a ver o Eurosport, e vi as fantásticas partidas de ténis em que, ao fim de 4 horas e 11 minutos o Nadal caiu e, ao fim de 4 horas e 10 minutos da final o grego Tsipras também caiu ás mãos do mesmo algoz!

Agora, ao Sérvio, falta-lhe ganhar mais duas finais de "Grand Slam" para igualar o "velhote" Federer. Ao Nadal falta um. O nº mágico é 21!

AC

sábado, 8 de setembro de 2018

TÉNIS.  US OPEN 2018
Sou de há muitos anos um fan deste desporto.
Pratiquei-o até 2001, nunca passei de um medíocre jogador. 
O meu falecido irmão sim, era bastante sólido, ganhou vários torneios internos na instituição a que pertencia.
Conheço bem as regras do jogo. 
Desconheço, porque nunca as li, as regras escritas que guiam os árbitros em competições internacionais as quais, pela experiência televisiva de jogos de ténis (sobretudo Wimbledon, Roland Garros e o USOpen, me parecem muito claras quanto a comportamentos dos jogadores.
Como em outros desportos, verifica-se ao longo dos anos que jogadores e jogadoras houve que foram punidos por comportamentos menos criticáveis do que outros praticaram.
Como no futebol, condescendência, o fechar dos olhos, etc.
Vem isto a propósito da final do USOpen que segui pela TV, entre uma jovem promissora de 20 anos que ganhou em dois sets e a veterana Serena Williams.
O árbitro, o mais que conceituado e experiente português Carlos Ramos, deu a Serena Williams várias advertências/ castigos, e tudo começou com uma advertência porque o treinador de Serena estava a enviar-lhe sinais tácticos. Porventura ela nem terá reparado na maior parte. Uma coisa é certa, as câmaras mostraram por duas vezes esses sinais. Curiosamente, depois do descontrolo de Serena, as câmaras nunca mais focaram o seu treinador. Por acaso uma coincidência?
A coisa escalou de intensidade, e um castigo forte foi dado, atribuindo a Naomi Osaka um jogo de borla.
Serena explodiu, pediu intervenção de supervisores, chorou.
O que esperava a atleta depois de insultar o árbitro, dizendo-lhe de forma ordinária que ele lhe tinha roubado um ponto, e que lhe devia desculpas?
Ficou-me a sensação que Serena esboçou o jogo cretino do  "género" e etc. 
Creio que o devia ter evitado, sendo como era até há pouco uma notável atleta.
Quanto à japonesa de 20 anos o tempo dirá, mas cheira-me que vamos ter uma nova campeã dos "courts de ténis".
Apesar da palhaçada, foi uma bela final. 
"Américo Tomás dixit", gostei.
AC