Emmanuel Macron está “pronto para salvaguardar certas capacidades, de modo a tornar o trânsito possível” no Estreito de Ormuz, afirmou esta terça-feira à ABC News. O Presidente de França reforçou não querer “participar num confronto com qualquer país”, mas destaca esta prioridade entre críticas dirigidas a Donald Trump, momentos após um encontro com o seu homólogo norte-americano.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Emmanuel Macron está “pronto para salvaguardar certas capacidades, de modo a tornar o trânsito possível” no Estreito de Ormuz, afirmou esta terça-feira à ABC News. O Presidente de França reforçou não querer “participar num confronto com qualquer país”, mas destaca esta prioridade entre críticas dirigidas a Donald Trump, momentos após um encontro com o seu homólogo norte-americano.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
TRUMPICES, OCIDENTALICES . . . . .
Prorrogou o prazo ao mesmo tempo que a cabeça oxigenada garantia sucessivas coisas e designadamente que o acordo estava quase, que o Irão estava ansioso pelo acordo, etc.
domingo, 12 de abril de 2026
TAKE . . . . TAKES . . . .
Creio não estar muito enganado que nestas coisas de filmes, filmagens para cinema há uma sucessão de TAKES . . . . vão-se filmando cenas que no final se juntam e dá filme.
Creio que é mais ou menos isto.
Estou a referir isto porque ontem e neste Domingo houve /há mais uma sucessão de TAKES ou melhor, não é bem uma sucessão, é tudo em catadupa, quase não dá para acabar de ponderar com calma qual o significado real, concreto, do anteriormente dito para as TV.
Estamos assim numa sucessão rápida de TAKES . . . . ou melhor, Trump 1, Trump 2, Trump 3, Trump 4, Trump 5, Trump 6, Trump 7, Trump 8, Trump 9, Trump 10, Trump 11, Trump 12, Trump 13, Trump 14, Trump 15, . . . . Trump 295 . . . . . Trump 518, . . . .
Enfim, onde é que vamos parar?
AC
quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
ORMUZ
O Irão está a controlar a passagem da navegação pelo estreito de Ormuz. Deixa passar muito poucos navios e ameaça fechar o estreito de vez.
Se percebo o que por ali vai, o Irão já terá deixado passar alguns navios "amigos".
O meu melhor amigo militar que é um almirante reformado dizia-me esta tarde que gostava de perceber como as coisas se andarão a passar por lá.
Por uma razão simples, que tem a ver com questões jurídicas no âmbito do comércio internacional por via marítima.
Se tivermos em conta que, por exemplo, em 1960 apenas um terço da frota comercial originariamente grega navegava com bandeira do país.
Se, por exemplo em 1971, as bandeiras de conveniência (esta é uma das questões a ter em conta no presente) serviam de cobertura a quase 30 % do transporte marítimo de mercadorias.
No âmbito das "bandeiras de conveniência" cabe uma variedade de realidades diversificadas.
E o certo é que cada navio tem uma nacionalidade.
Temos em cima da mesa a identidade do navio e a personalidade no plano jurídico. E existem critérios que definem - os navios têm a nacionalidade do Estado cuja bandeira estejam autorizados a arvorar.
Uma coisa é certa: a prova da nacionalidade de um navio é fornecida pelos papéis de bordo. E creio que a questão - para onde vais levar o petróleo - é determinante.
Deve ser engraçado de assistir.
Além de que, escondidas em várias das muitas ilhotas que existem na zona do estreito devem estar muitas lanchas do Irão e vedetas rápidas com mísseis de médio alcance. Bons para danificar gravemente qualquer navio. O cretino do Trump parece ainda não ter percebido onde se meteu.
António Cabral (AC)
terça-feira, 17 de março de 2026
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Texto da lavra de um português que prefere ficar incógnito.
E aqui se recorda um curioso e oportuno
Apontamento Histórico...
Em 2026 o mundo parou devido ao controlo de algo que Portugal controlou por mais de 100 anos.
O Estreito de Ormuz foi de Portugal desde 1515 a 1622.
O domínio sobre esta passagem foi um dos pilares da estratégia de Afonso de Albuquerque para estabelecer o Império Português no Oriente.
Afonso de Albuquerque compreendeu que, para controlar o comércio de especiarias no Oceano Índico, era necessário dominar três pontos-chave: Áden, Malaca e Ormuz. Primeira tentativa (1507): Albuquerque atacou a Ilha de Ormuz e começou a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória. No entanto, devido a uma revolta dos seus próprios capitães, teve de abandonar a posição temporariamente. Consolidação (1515): Albuquerque regressou com uma força maior e consolidou o domínio português, transformando o Reino de Ormuz num estado vassalo da Coroa Portuguesa.
Os portugueses construíram o imponente Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz. A partir dali, controlavam quem entrava e saía do Golfo Pérsico:
* Sistema de Cartazes: Qualquer navio que quisesse navegar na região precisava de uma licença paga aos portugueses (o cartaz).
* Alfândega: Ormuz tornou-se uma das fontes de rendimento mais lucrativas para o império, devido às taxas alfandegárias cobradas sobre cavalos, seda e especiarias.
O domínio português durou cerca de 107 anos, mas terminou devido à ascensão de novas potências e alianças locais:
* Aliança Anglo-Persa: O xá persa Abbas I desejava expulsar os portugueses, mas não tinha frota. Ele aliou-se à Companhia Inglesa das Índias Orientais, que forneceu o apoio naval necessário.
* A Queda: Após um cerco intenso em 1622, a guarnição portuguesa rendeu-se. A cidade de Ormuz foi praticamente destruída e o centro de comércio foi transferido para o continente (Bandar Abbas).
sexta-feira, 6 de março de 2026

A fotografia em baixo, mostra melhor o estreito de Ormuz.










