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domingo, 6 de junho de 2021

THOMAS  MANN

Nasceu em 1875. Dele, como de muitos ao longo da história do homem,  se podem recordar coisas diversas.

É atribuída a este escritor alemão a frase - A palavra, por mais contraditória que seja, preserva o contacto: o silêncio isola-o.

Certeira, no meu entendimento, e então nos dias de hoje. Particularmente quando muito paleio contemporâneo vale zero, e serve não para diálogo verdadeiro e contraditório mas, apenas, para encher chouriços e manter clientelas controladas.

AC

sábado, 5 de junho de 2021

"CAMINHAR"  nos  ARQUIVOS  e  ETC

Ao andar a revolver arquivos, gavetões, baús, e coisas várias de familiares que já nos deixaram, traz saudades, momentos de algum abatimento, mas leva a olhar a vida de formas e perspectivas renovadas. E encontram-se as coisas mais curiosas.

Esta não tem valor especial, mas achei curiosa.

E de facto, para quê incomodarmo-nos com certas coisas?
A este propósito assalta-me por vezes a dúvida - "valerá a pena partilhar ideias, sugestões, angústias, as injustiças na sociedade, as coisas erradas dos poderes instalados, ou outras coisas, quando a esmagadora maioria quase não arrisca o dialogo construtivo, não arrisca comentar a não ser para denegrir, ou não comenta porque se regozija na sua soberba e superioridade moral e na sua verdade absoluta"?
AC

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A CULTURA do DIÁLOGO
Uns quantos, na política e não só,nos meios civis e militares, entendem que não deve haver diálogo. Manda quem está no poder e PRONTOS!!!!

Outros, encontram vantagens (eu também) em, antes da decisão, se estudar, se ouvir, se ponderar, sobretudo com quem tem legitimidade formal para ser escutado, consultado.
Mas em Portugal a casa nunca está arrumada.
Andamos sempre aos trambolhões, de um lado para o outro, sem definir de uma vez por todas o que tem de ser arrumado como matéria de Estado, e aquilo tudo e é muito e que tem de, forçosamente, ficar para a pura e legítima e democrática luta política. Aquilo que tem de ficar para ser observado por diferentes visões de como melhor encontrar soluções.
Isto dito, já tínhamos tido os que - é assim e pronto - agora vejo no presente cada vez maiores indícios de voltarmos ao pantanal Guterres, o tal que nem por cima nem por baixo.
Já nos bastava ter uma quantidade de Socráticos no poder, para começarmos a pouco e pouco a entrar no diálogo infindo com todos. Sócrates continua, está Guterres de volta?
Portugal merecia melhor, muito melhor.
AC