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segunda-feira, 22 de abril de 2024

domingo, 6 de junho de 2021

THOMAS  MANN

Nasceu em 1875. Dele, como de muitos ao longo da história do homem,  se podem recordar coisas diversas.

É atribuída a este escritor alemão a frase - A palavra, por mais contraditória que seja, preserva o contacto: o silêncio isola-o.

Certeira, no meu entendimento, e então nos dias de hoje. Particularmente quando muito paleio contemporâneo vale zero, e serve não para diálogo verdadeiro e contraditório mas, apenas, para encher chouriços e manter clientelas controladas.

AC

sábado, 5 de dezembro de 2020

 A  PALAVRA

A palavra escrita é das pouquíssimas coisas que dura eternamente, mesmo que uns filhos da mãe da pior espécie façam fogueiras a queimar livros, ou cadernos (como a história recorda), ou destruam textos na NET.

Ter opinião própria, tentar perceber o que nos rodeia por cá e lá por fora, não estagnar, ser assertivo, coerente, intelectualmente honesto, e ser digno no reconhecimento do que pessoalmente se tem de corrigir, e melhorar.

E ter palavra, e coluna vertebral.

António Cabral (AC)

sábado, 23 de maio de 2020

ERA  SÓ  o  QUE  FALTAVA
Vem isto a propósito do que se vem passando não só mas sobretudo desde Janeiro passado e, muito concretamente, as inúmeras declarações e atitudes de vários dos principais titulares de orgãos de soberania. 
Então as últimas posturas, declarações ou diatribes, como se quiser, de António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa merecem reflexão acrescida.
Era só o que faltava um cidadão não poder conjecturar sobre as declarações públicas.
Era só o que faltava um cidadão não poder duvidar da boa fé de declarações de figuras públicas.
Era só o que faltava um cidadão ter que ouvir e comer as declarações de figuras públicas, e não poder pensar que, de tudo o que ouviu ou leu, poder ser parcialmente ou quase tudo mentira.
Era só o que faltava que um cidadão aqui e ali não pudesse cometer o erro da percepção deficiente.
Era só o que faltava um cidadão ficar manietado no seu pensamento porque um "importantão" se arroga a exclusividade de se interpretar a si próprio. Quase parece ditadura.
Era só o que faltava que a autenticidade tivesse dono.
Era mesmo só o que nos faltava, para o deboche público ser ainda mais ultrajante e nojento.
Querem à força impor o velho respeitinho?
Melhor será se se derem ao respeito.
Gestos, posturas, decência e discursos claros e em tempo útil,  precisam-se urgentemente!
AC