Na revista Visão de 30 de Julho de 2014 recordavam-se cenas do embate entre Seguro e Costa pela chefia do PS.
O tal PS acerca do qual agora se ouvem uns balidos a dizer que o PS está outra vez unido.
Entre essas recordações uma das que sobressaía era a acusação de que a facção que apoiava António Costa era o PS dos interesses e dos negócios coisa que, como bem se sabe, nada corresponde á realidade! Basta ver SIRESP e outras delícias mais recentes.
António José Seguro, depois de 10 ou 11 anos de retiro da vida política activa ou seja,
* fora da política activa, partidária,
* passar anos entretido a ensinar e a aprender as dificuldades e as delícias da vida empresarial,
* mas sempre prosseguindo (LEGITIMAMENTE) no aumento da sua rede preparando o democrático assalto à presidência,
até que, depois de observar patéticos aspirantes a Belém, decidiu vir unir (palavras suas) os concidadãos portugueses ocupando o topo da pirâmide do Estado. Teve a maior votação de sempre do regime democrático.
Não igual às votações tipo Coreia do Norte como no tempo da outra senhora!
Não faço ideia se neste momento a mulher já lhe terá dito algo do género - eu bem te disse para só nos dedicamos a tratar das nossas empresas, cuidarmos dos outros ensinando, tratarmos dos filhos e deixar a política activa para os outros, viver a vida.
Mas não me ouviste, e agora vê o vespeiro onde te vais meter, num mundo enlouquecido em que nada controlas. E cá dentro podes controlar pouco.
Vais ser um Tomás moderno como foi o tolo do Marcelo.
Vais ter de engolir as patetices que se ouvem por aí sobre a nossa política externa.
Vais ter rapidamente berbicachos com o governo e a AR, aquilo vai rebentar depressa, mais depressa do que julgas, e se estás á espera de andar a viajar como o tolo do Marcelo nem penses que vou andar nisso. Se fores ao Papa ainda vou, ou a um banquete em Belém mas só de vez em quando.
Ah, outra coisa, não fico uma noite sequer lá em Belém, e toma cuidado com alguns que se mostram agora tão teus amigos.
Ah, e outra coisa importante, ficas a saber, evita encontros com o Costa em que eventualmente eu esteja por perto, que não estou para o aturar.
António Cabral (AC)
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