GALOS
O meu preferido, como é sabido e aqui muitas vezes profusamente documentado, é o Galo de Prata que foi prémio em 1938 atribuído à aldeia de Monsanto num concurso de aldeias de que aqui falei por diversas vezes, está guardado bem guardado, e tem uma réplica muito maior no topo da Torre de Lucano ou Torre do Relógio.
Mas há outros galos.
Por exemplo este da Cartier.
Por exemplo este da Cartier.
E há ainda os que cantam de galo mas não passam de uns parolos e patéticos. Uns galarotes pindéricos a dar-se ares de estadistas!
Viajam com o rei na barriga, e fazem figuras tristíssimas.
Não contentes, regressam um bocadinho vexados, ou não?
AC



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