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segunda-feira, 23 de março de 2026

GALOS

O meu preferido, como é sabido e aqui muitas vezes profusamente documentado, é o Galo de Prata que foi prémio em 1938 atribuído à aldeia de Monsanto num concurso de aldeias de que aqui falei por diversas vezes, está guardado bem guardado, e tem uma réplica muito maior no topo da Torre de Lucano ou Torre do Relógio.

A réplica.

Mas há outros galos.
Por exemplo este da Cartier.
E há ainda os que cantam de galo mas não passam de uns parolos e patéticos. Uns galarotes pindéricos a dar-se ares de estadistas!
Viajam com o rei na barriga, e fazem figuras tristíssimas. 
Não contentes, regressam um bocadinho vexados, ou não?

AC

terça-feira, 16 de abril de 2019

OS LAPSOS
Todos temos lapsos na vida.
A questão pode ser a sensibilidade, a natureza dos lapsos.
A propósito de lapsos, que acontecem em todas as cores políticas, em todos os sectores da vida nacional, vem-me à cabeça a célebre frase - para os amigos tudo, para os inimigos nada, aos restantes aplique-se a lei.
No actual governo tem havido uma sucessão de lapsos.
Nos anteriores governos, em todos, houve lapsos também "interessantes".
Voltando ao geringôncico, os lapsos não têm importância alguma, basta que quem tem deslizes seja - amigo dele, se dê muito bem com ele, goste muito dele.
Eu por exemplo já tive lapsos. 
Ainda há dias, na pastelaria onde, religiosamente todas as manhãs vou tomar café com a minha mulher sempre que estou na residência fiscal, ao pretender pagar a rapariga disse - senhor António, (esta moda do 1º nome, espalhada por todo o lado) já paga que a patroa foi buscar moedas, agora ainda não tenho troco.
Bem, a conversa com os "residentes" foi mais demorada que o habitual, a caminhada ficou atrasada, pelo que acabei por sair mais tarde que o costume e ir então à caminhada. 
No regresso, mais de uma hora depois, ao entrar para o carro - F.......(saiu palavrão), não paguei os cafés e o bolo - pelo que fui pagar antes de me ir embora.
Mas não tenho tido lapsos quanto a pagamentos ao fisco, e para com toda a parafernália de instituições a quem, como qualquer um daqueles poucos cidadãos comuns que o fazem, tenho de periodicamente entregar uns euros. Nem concebi empresas beneficiando "inside information" ou nas vésperas de ter mudado de funções.
Claro que as pessoas "idosas" se esquecem de entregar as declarações no Tribunal Constitucional, ou de declarar que são sócios disto e daquilo, ou de pagar à segurança social, ou de muitas outras coisas a que estão obrigados e que, antecipadamente, sabem bem que têm de cumprir, pois faz parte dos cargos onde depois se pavoneiam.
Mas agora até já há quem assuma um cargo e, no dia seguinte, se demita, pois não sabia ao que vinha, não sabia do encargo e responsabilidades.
Lapsos............."my ass"...........
AC