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sábado, 24 de fevereiro de 2024

GOVERNO ESTÁ ATENTO

Todos os governos, sem excepção, independentemente da cor, estão SEMPRE ATENTOS. Repito, TODOS.
Atentos às famílias, aos profissionais de todas as profissões, aos funcionários públicos, às forças de segurança, aos militares das forças armadas, sobretudo a todos os que podem fazer barulho nas ruas.
Depois, a realidade demonstra exatamente o oposto.

Mas então os de Costa . . . . 

AC

segunda-feira, 19 de junho de 2023

CPI  TAP
Não vi praticamente nada. Não estou, portanto, em condições seguras para detalhadamente me pronunciar. Conversei alguma coisa com um bom amigo que, para lá da amizade, é uma pessoa sensata, decente, equilibrada, e não é politicamente facsioso. Confio na sua apreciação genérica, e retenho alguns aspectos concretos do que me foi relatando.

Isto dito atrevo-me a afirmar :
- Creio que o objecto central era analisar com profundidade a gestão política da TAP, entre 2015 e o presente,
- Analisar, portanto, a gestão política sendo certo que nesse período, desde o final de 2015 até hoje, temos como primeiro responsável dessa gestão sempre o mesmo político, António Costa, e os seus sucessivos governos,
- Analisar factos e não narrativas,
- Grande parte das audições passaram ao lado do objecto da CPI,
- No essencial, creio que nada se concluirá de especial quanto a essa maravilhosa gestão política, nada se saberá de importante, o tempo foi muito gasto com telenovelas várias.
- Creio que nem um rato vai aparecer pois, naturalmente, existe um grande esforço para manter inalteradas as narrativas.

Como sempre, admito estar rotundamente enganado. A verificar-se em meados/ finais de Julho próximo que me enganei, darei então a mão à palmatória, como sempre tenho feito, e sempre fez um grande matemático, que não tinha medo de errar porque sempre pronto a reconhecer, e corrigir.

Tenham uma boa semana, saúde, e boa sorte.
AC

domingo, 21 de maio de 2023

REPRODUZO COMO RECEBI
(sublinhados da minha responsabilidade)

Tenham um bom Domingo. Saúde.
António Cabral


"TAP"
(A MINHA MÃE NÃO É UMA PUTA)
Vinte anos durou a minha ligação à TAP como comissário de bordo. Iniciei o curso em Janeiro de 1973 e estive quase todo o tempo em longo curso.

Nesse ano era administrador da companhia o Eng.º Vaz Pinto, um senhor de competência, educação e trato com os funcionários. Amiúde visitava as secções, inteirava-se dos problemas, ouvia sugestões e no fim do ano…repartia lucros.

Claro que no ano seguinte, instalada a bandalheira e o caos provocado por gentalha menor, corja oportunista, ao serviço de interesses que nada tinham a ver com a aviação, não surpreendeu que a administração fosse toda corrida e substituída por conselhos de revolução, sucessivas comissões de trabalhadores, e lacaios partidários de todas as cores e feitios.

E começou a desgraça da TAP.
Da célebre ponta aérea entre o continente e as colónias ultramarinas afim de fazer regressar milhares e milhares de portugueses e da qual poucos já se lembram, foi possível ver o inexcedível brio e dedicação à causa de todos os sectores da companhia unidos na humanitária operação
Fiz muitos voos de ida e volta em condições apenas possíveis graças à boa vontade e solidariedade do pessoal da TAP, tanto no continente como nas províncias ultramarinas.
Aqui também os governos acharam que não tinham de ressarcir a TAP pelos prejuízos. Afinal a companhia era deles.

A TAP nessa altura possuía 4 Boeing 747 que vinham cheios até às costuras e que as ditas comissões de trabalhadores, (na prática quem mandava) com grande visão estratégica resolveram vender aos paquistaneses
Nunca se soube os contornos do negócio e os porquês, mas passados todos estes anos e depois de observar como a TAP tem sido administrada não é difícil adivinhar o destino do dinheiro.

Entretanto um psicopata qualquer e o governo de então, resolveram acabar com os Boeing e adquirir Lockheed L-1011
Além da transformação de hangares, ferramentas, gruas, pessoal qualificado e especializado na marca Boeing, a Lockheed fabricante de aviões comerciais, tinha os dias contados porque só iria produzir aparelhos para uso militar. No curto prazo ficaríamos a chuchar no dedo com falta de peças. E assim foi.

E o voo da TAP rumo à desgraça continuava.

Depois da agitação do PREC, as administrações eram escolhidas pela cor do partido do poder
Podia ser um comandante….da Marinha, (por duas vezes) um tio de Cascais que foi fazer a festa de aniversário a Nova York e lá vai um avião cheio de convidados, um outro labrego ao qual descobriram milhares de contos em caixas de sapatos debaixo da cama, até à chegada da comitiva brasileira com grande experiência em falências.

Depois a hipotética venda a “idóneos” colombianos, a seguir americanos que compraram a TAP com dinheiro da TAP, mais a firma de autocarros que nada percebia do negócio e pelo meio a Swissair que acabou por falir, tudo fruto da grande visão estratégica dos governos e por fim a nacionalização

Tanto andaram, que só no estrangeiro conseguiram “achar” alguém que se sujeitasse a ser pau mandado no sentido de acatar ordens, seja do primeiro-ministro, do ministro, ou de qualquer lacaio de serviço. Saiu-lhes na rifa uma pouco disponível francesa, que para o efeito se prepara, e bem, para esfolar mais uns milhões aos nossos bolsos.

Na minha provecta idade lembro a CUF, Lisnave, Cimpor, PT, Petrogal, a ANA, o Borges e Irmão, o banco Totta & Açores e muitas joias da coroa que por maldição e má governação foram parar a mãos estrangeiras. E nós portugueses cada vez mais pobres.

A sina da TAP está traçada na palma das mãos daqueles que durante anos a delapidaram e continuam a roubar.

Para os trabalhadores da empresa, fiéis e dedicados, a TAP foi uma mãe que nos deu colo e mundo, alimentou-nos, a nós, aos nossos filhos e em muitos casos, netos. 
Deu-nos a conhecer destinos de sonho, tratou-nos sempre com carinho e quando dela mais necessitávamos não se fazia rogada. 
Estava lá, nos apoios sociais, no infantário, nas actividades desportivas, nos patrocínios, nas férias, enfim, na nossa vida.

Como disse a TAP é para os milhares de pessoas que nela trabalham e dela dependem como uma mãe e não, mas definitivamente não, a puta que os chulos do governo, de todos os governos, pretendem que ela seja.
Mas do alto dos meus setenta e cinco anos sempre soube e afirmei que até as putas merecem respeito.

Jorge Moita Fazenda (20.4.2023)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

A PROPÓSITO DE UM DEPARTAMENTO QUE…
UNS DIZEM SER DA DEFESA NACIONAL,
OUTROS APENAS DAS FORÇAS ARMADAS,
OUTROS, ACINTOSAMENTE, DA TROPA.

De há muito que em Portugal se dizem e lêem as coisas mais diversas e em muitos casos mais opostas sobre a Defesa Nacional DN). 
Se de há muito que vários militares periodicamente se agitam, sempre respeitando a velha fórmula "calados no activo muito activos na reserva e reforma", de há muito que vários civis igualmente se agitam, as mais das vezes com vergonhosa desfaçatez, para não ser mais duro.

O video de cima talvez retrate bem o estilo de certas sumidades que por aí se arrastam.
Mas sumidades da treta, sempre resguardados pela seita e assim se eximindo de prestar contas na Assembleia da República sobre a podridão que grassa há décadas naquele edifício no alto do Restelo mas que a sua gestão (????) vergonhosamente empolou.

Será que o intrujão mor não lê o Diário de Notícias? Será que os deputados não lêem o Diário de Notícias?

Com descarada desfaçatez argumenta-se que foi pela sua acção que agora se investiga nos lugares próprios.

Lamentavelmente nenhum deputado, nenhum jornalista sério lhe pergunta como explica atrasos de meses da tomada de decisões. 
Nenhuma criatura o questiona porque não perguntou sobre o que se passava e era já notícia pública. 
Ou o sujeito não se podia deslocar ao local do hospital, observar, interrogar-se? 
Não terá autorizado mais despesa mas perguntou porque se estava tudo a encavalitar?

Há tempestades perfeitas como os dilúvios recentes sobre várias regiões do país, há a tempestade perfeita relativa a Coelhos e companhia, e há a continuada chuvada de descaramento inaudito.

Como diria um conhecido escritor - uns trastes!
AC

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

A MAIORIA ESQUECE DEPRESSA, EU NÃO 
A maioria esquece depressa, eu não. 
A maioria pouco ou nada raciocina. 
A maioria continua convicta que o dinheiro cai do céu.
A maioria continua convencida que os outros na Europa têm a obrigação de nos sustentar.
A maioria acreditou que a austeridade era só com o sacana do Passos Coelho, agora a página foi virada, e estamos outra vez no progresso.
A maioria deve considerar que agora com a Elisa lá é que isto vai para a frente. Esperem pelo orçamento UE aprovado.
A maioria esganiça-se agora com os aumentos anunciados de estrondosos 2 a 19 €. Obviamente que o não poderem dar mais é culpa do Passos Coelho.
Mas o papagaio do reino já comentou e disse ........"vamos esperar"
AC

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

PORQUE  me  REVOLTO,  há ANOS
Devem existir uns milhares como eu, revoltados com o curso do País, que se vem desgraçando, melhor, que o têm desgraçado sobretudo e exponencialmente desde que começaram a escorrer para cá os milhões da Europa. Minha opinião, naturalmente.
Traços de, grande demagogia, mentira, intrujice, pouca ou nenhuma vergonha, este geringôncico (refiro o 1º com papel passado mas o também o 2º sem papel) governo tem demonstrado à saciedade.
Mas há traços que se verificaram em todos os governos anteriores, mais nuns que outros.
O intrujão-mor entre outras falácias iniciou-se anunciando com trombetas e fanfarra que ia virar a página da austeridade. Viu-se, e está a ver-se, de cada vez que saem relatórios.
Vem isto a propósito do estado a que chegámos em alguns sectores e áreas da vida nacional. Os concursos na área da ferrovia voltaram à estaca Zero, pelo que parece quereria obra ao preço da uva mijona. A ministra Leitão anuncia quase com pompa que a maioria das autarquias já acedeu a receber mais competências, esquecendo-se convenientemente a criatura que a maioria dessas transferências são basicamente "pintelhos" como dizia o outro. Quem decide onde construir um centro de saúde ou uma escola, por exemplo? A Sra. Leitão nada diz sobre isto, exactamente porque esse poder continua em Lisboa. Tudo da mais pura vigarice.
Não sou economista, "esperto" em finanças, nem jurista, procuro pensar sempre pela minha cabeça e hoje em dia quase desconfio da minha própria sombra.
Isto para dizer que, tendo em fraca conta a maioria dos OCS nacionais (e muitos internacionais), como tenho em má conta consultores e papagaios vários das áreas económicas e financeiras, ainda assim leio assiduamente jornais dessas áreas bem como os internacionais.
Pouco percebo do assunto, mas vou matutando e tentando perceber se certas coisas andam ligadas a "fake news" ou se enfeudadas a favor deste ou daquele, ou contra.
Leio e fico mais convencido do que já andava: António Costa, Centeno (agora aparentemente menos considerado) Leitão, Siza e quejandos, são uns intrujões políticos.
Página da austeridade virada uma OVA.
Às vezes aparecem uns queridos até a falar no preço dos chichis de um ministro das finanças.
Creio que bem melhor andariam se ponderassem na muita merda que se faz por aí, e que pagaremos bem caro. 
Pagaremos bem caro e não falta muito para se começar a verificar.
AC