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sábado, 19 de setembro de 2020

 FISCO  e  COISAS  ANTIGAS

Ao andar a vasculhar em arquivos antigos, papel/ documentos/ livros, dei com este papel. 


E recordei a "estória" que lhe está subjacente. Vou contar, e por ela quem quiser pode dar-se ao trabalho de ponderar se, no presente, não se continuam a encontrar "cenas" semelhantes mau grado termos evoluído alguma coisa.

O então ministro das finanças chamava-se Miguel Cadilhe. Por razões que alguns se lembrarão, havia o rumor no último trimestre de 1988 de que à conta de coisas ligadas a Cadilhe o imposto “Sisa” iria aumentar bastante em 1989.

Com grande sorte consegui fazer a escritura do meu modesto andar T3 (que ainda continua a ser a residência fiscal) em 14 de Dezembro de 1988 num notário perto do  ISTécnico. E, simultaneamente, da garagem dentro do logradouro.

Dois anos depois apareceu um daqueles antigos e conhecidos postais que as finanças remetiam aos contribuintes a indicar que devia ir pagar a sisa da garagem.

Dois dias depois, bem lavadinho, barbeado, perfumado e de fato cinzento, impecável e bem engravatado, dirigi-me à repartição de finanças da residência fiscal. Depois de alguma espera, fui atendido, no balcão adequado ao tema, balcão ao lado de outro onde um homem do campo era maltratado pela funcionária que lhe disparou - não estou aqui para lhe ensinar a preencher esse formulário.

Essa mesma funcionária passou para o meu lado, e com o sorriso mais agradável deste mundo, perguntou-me ao que eu ia. Depois de relatar o meu problema e mostrar cópia do que a fotografia acima relembra, a simpática (para mim) senhora puxou de um daqueles livros enormes que antigamente por lá havia e, depois de muito folhear, veio toda contente e sempre sorridente - de facto isto está enganado, o senhor não tem nada a pagar - e no postal escreveu com letras maiúsculas - nada a pagar -   e rabiscou por baixo uma coisa que devia significar a sua assinatura /rúbrica. Pronto pode ir descansado!

“Minha senhora, estou-lhe muito grato mas, desculpará, como sabe, os funcionários públicos podem mudar de local de trabalho e se, daqui a um ou dois anos, aparecer outra vez um postal como este a dizer que devo sisa, e a senhora não estiver cá, quem irá acreditar que não fui eu que escreveu isso que agora apôs no postal? De maneira que, peço encarecidamente, que ponha o selo branco da repartição em cima da sua rubrica.

E assim aconteceu. E para abreviar a “estória” voltei a receber novo postal e de novo fui às finanças e aí me disseram que o problema tinha de ser resolvido no edifício negro em frente às Amoreiras em Lisboa.

E de fatinho, muito aprumado lá fui um dia, e bem recebido por um funcionário que, depois, e muito atencioso, me passou para um colega sentado à frente daqueles computadores gordos e antigos.

Esclarecido o meu problema, ele virou ligeiramente o computador de forma a que eu pudesse ler o que lá estava, tirei todos os elementos por ele indicados, e fiz com isso um requerimento a um director - geral, salientando que por lei e como era evidente na minha escritura, eu não tinha de pagar sisa nenhuma pela garagem uma vez que estava dentro do logradouro e a escritura tinha sido simultânea.

Passadas umas semanas lá tive a comunicação formal que não devia nada ao Estado.

Podem por aqui ver o que é esta máquina e não foi assim há tanto tempo. Uma lei que era clara, uma escritura clara e em poder das finanças mas.......................

E no presente? Pensem nisto.

Bom Domingo. Por aqui chove muito.

AC

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

UMA ESPÉCIE DE CENTENO
Não sei quem foi o génio que escreveu isto.... mas que tem piada....

Em Agosto, numa pequena cidade, caía uma chuva torrencial, e há vários dias que a cidade parecia deserta.
Fazia tempo que a crise vinha fustigando o lugar, todas as pessoas com dívidas e a viver à base de créditos.
Por fortuna chegou à cidade naquele dia chuvoso um milionário cheio de dinheiro, e entrou no único e pequeno hotel lá do sítio, e pediu um quarto, pondo uma nota de 100 Euros em cima da mesa da recepcionista, e subiu pois, disse - quero ver todos os quartos para ver se algum me agrada.

- O chefe do hotel agarrou a nota de 100€ e saiu correndo para pagar as suas dívidas para com:

- O talhante.

Este, pegou na nota e saiu esbaforido para pagar a sua dívida para com:

- O criador de porcos.

A seguir, o dos porcos, saiu também a correr para ir pagar o que devia ao:

- Moleiro, o fornecedor de rações para os animais.

O dono do moinho pegou na nota e foi a correr liquidar a sua dívida para com:

- A Maria, a conhecida prostituta da rua, pois há bastante tempo que não lhe pagava, dados os tempos de crise em que até ela oferecia serviços a.......... crédito.....

A prostituta com a nota de 100 € na mão saiu para a rua afogueada e foi ao:

- Pequeno hotel, onde costumava levar os seus clientes e onde não pagava há tempos os quartos, entregando a nota ao dono do hotel.

Nesse preciso momento, desceu o milionário que acabara de ver todos os quartos, informando o dono do hotel que, lamentavelmente, nenhum dos alojamentos o satisfazia, pelo que em seguida pediu de volta a nota de 100€, deu meia volta e saiu porta fora.

Naturalmente, ninguém ganhou um chavo, mas naquele preciso instante toda a cidade viveu momentos de desafogo, sem dívidas,  olhando o futuro com muito mais confiança, até porque tinham acabado de "virar a página"!!!


AC

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

ECONOMIA,  FINANÇAS,  IMPOSTOS
A propósito deste assunto vale a pena recordar uma boa tirada de Natália Correia, décadas atrás (4 Dezembro 1983), e que me parece continuar a manter actualidade, desde essa altura sem interrupções - "Antiquíssima sabedoria fiscal que recomendo ao senhor ministro das Finanças: o bom pastor tosquia as ovelhas sem lhes arrancar a pele".
AC

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FA, HOSPITAL, FINANÇAS, e CAMBADA de MALANDROS
Ainda não há muito tempo, as Forças Armadas (FA) detinham mais do que um hospital, o da Marinha que entretanto foi comprado aparentemente para vir a ser "um "charme" qualquer, o Exército com mais do que um em Lisboa e pelo menos mais um no Porto, e a Força Aérea com o seu na área onde, depois de muitas complicações corporativas, administrativas, indecisões, etc, foi localizado o hoje designado Hospital das Forças Armadas (HFA). 
O único das FA, em Lisboa, e que qualquer cidadão comum pensaria que a reorganização em causa teria sido um bom e importante passo na estrutura das FA.
Engano puro, pelo que se vai vendo desde que formalmente o dito cujo hospital foi decidido.
Passa-se os olhos pelos OCS e descobre-se que, sob os olhos do  patético ministro da chamada defesa nacional, o HFA estará num estado comatoso em certas áreas logísticas, certas áreas estruturais.
Aparentemente, nos últimos 3 anos terá havido sucessivas retenções orçamentais por parte do patético mago das finanças, mago que com todas as cativações e sorrisos patéticos leva a brilhantes resultados nas contas públicas mas, também, brilhantes resultados como no HFA. Lista sem fim em sectores do Estado.
Pesquisa-se, e recorda-se que o patético anterior PR, Cavaco Silva, se despediu das FA na sua qualidade de comandante supremo das FA (CSFA) precisamente no HFA. Caucionou portanto a situação, e lá estiveram alguns do costume a dar-lhe sorrisos e prendinhas.
O actual CSFA ri muito, fala muito, "selfiza-se", mas a realidade do "seu" hospital é, pelos vistos uma lástima.
O governo, e concretamente o homem dos "bluejeans" e o seu amigo Azeredo continuam impantes, e foram ao dia do Estado-Maior General das FA (EMGFA) anunciar mundos e fundos para as FA. Entretanto, o HFA está pelos vistos uma lástima. 
Incoerências? NÃO SENHOR, um ESTADISTA!
Outra coisa interessante é ver, e creio que muito justamente, a Associação dos Oficiais das FA (AOFA) insurgir-se veementemente  contra este estado de coisas.
Igualmente interessante, é continuar a observar o ensurdecedor silêncio de uns pantomineiros que tinham mais do que obrigação profissional de se insurgirem contra o estado em que está o HFA. Antes de 2015 não se calavam, e em várias ocasiões fizeram muito bem. 
Agora, que a cor é sua, e outras ligações, fecham-lhes a boca. 
É sempre edificante registar estas coisas.
É o que temos, mas como cidadãos poucos merecemos
E os militares portugueses e as suas famílias não merecem ser assim tratados.
Será que em poucos dias, ou semanas, NÃO MESES, digo dias ou semanas, as verbas de milhões serão descativadas?
AC

segunda-feira, 12 de março de 2018

A PROPÓSITO de PATRIMÓNIO e INFRA-ESTRUTURAS
Como se sabe, a sociedade (não é só a nossa) está cheia de pantomineiros, que governam bem a vida, encostando-se a este e aquele, ou a esta ou aquela loja, ou a esta ou aquela sinecura, ou conseguindo encaixar-se nos quadros de..., etc.
Veio isto a propósito do património edificado e de infra-estruturas, que, num muito modesto contributo, há anos que venho dando conta através, designadamente mas não só, de fotografias. 
Não é por caso que se fazem 60 000,00 km em 20 meses.
Mas vem também a propósito dos "cancros" que no âmbito em apreço vão sendo enumerados mas também ainda por causa de pantomineiros que dizem coisas como esta - .......em património, o trabalho mais importante é o invisível, silencioso e sem festas mediáticas....... Ás vezes é tão invisível que nunca se vê (i.e. Mafra)
Do que se vai vendo ao longo dos anos, e sabendo-o porque o vou observando com os meus olhos (i.e. no alargado Vale da Varosa
de que já bastante se tem feito, a realidade é que me parece continuar a haver muita capelinha, muita intriga, muita coisa escondida por vergonha, muita escondida por desleixo, muita incompetência, e muitos "piquemos" garrotes financeiros dos sucessivos ministros das Finanças. 
É o que temos. Esperemos que quase nada caia.
Somos cada vez mais vítimas de governantes, de titulares de órgãos de soberania, de políticos, que nos mentem e nos roubam.
AC

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

QUE MAUZINHOS
Não querem lá ver. 
Tudo tão positivo, tão bom, tão fantástico, tão lindo e prometedor,  tanta página virada, e a malvada da DBRS não alterou o "rating" da NAÇÃO!!
Talvez para equilibrar o favor anterior em que artificialmente nos manteve à tona de água com estabilidade no meio do lixo, prefere continuar a passar ao lado da tendência seguida pelas outras agências, e mantém Portugal, tal como tem feito desde o início da crise, um nível acima de "lixo". Creio que é isto.
É pá, isso é indecente, então e o trabalho do Centeno, agora que até está a concorrer ao Eurogrupo, e as mirabolantes conversas do intrujão-mor cá dentro e lá fora?
Bolas, que maus.
É importante realçar que com 2 anos de governação reformas estruturais = ZERO.
É importante lembrar, também, aquele pantomineiro chamado Paulo Portas que um dia sem nenhuma vergonha na cara deu aquele vergonhoso espectáculo das folhas com reformas elaboradas em letras garrafais. 
Parece que o aldrabão perdeu as folhas, Passos Coelho aceitou e, portanto, em 2011/ 2015 houve também muitas reformas estruturais mais ou menos = ZERO.
Andamos nisto e assim continuamos - cantando e rindo!!!!
AC

terça-feira, 21 de março de 2017

O BCE e PORTUGAL
(Actualizado ás 1900H)
Acrescento ao meu post, que era a partir do "Vitinho" o seguinte: isto está a ficar engraçado, o PR segundo acabo de ver no Expresso online, terá desautorizado as indignações. Uau, eh, eh!!!

O que é que Vitor Constâncio está lá a fazer?, terá perguntado Marcelo.
A resposta de qualquer concidadão, simplório, mas com coluna vertebral e não cartilagens /colagénio - "está lá a tratar da vidinha, como fez toda a vida".
Marcelo não sei se gostou da notícia sobre as pressões do BCE para que a Comissão UE entale Portugal. 
Já o Presidente mostra-se muito indignado, o que certamente agradou ao seu amigo Costa.
Terão sido atiradas para o ar as palavras "inaceitável" e "inacreditável". Pois!!!
Mas talvez valha a pena olhar a coisa entre o mauzinho e o realista.
A Comissão e o BCE estão a tremer das perninhas com as iras e indignações dos actuais titulares de órgãos de soberania.
Só um desmiolado não percebe que empurrar tudo para 2017 ajudou e muito à engenharia financeira, designadamente, mas não só, quanto ao famoso défice.
Lá por Bruxelas e Frankfurt, aquelas meninas e meninos, estão-se borrifando para países pequenos como Portugal. Esta parece-me ser uma realidade nua e crua. Se puderem esmifram-nos até ficarmos pele e osso. É vergonhoso, é contrário à inclusão, etc. É verdade.
Agora, independentemente do que maldosamente tentam sempre fazer com os "piquenos" (Ferreira Leite dixit), a verdade é que não são burros e fazem contas.
Só por cá é que julgam poder sempre enganar com chacotas, afectos, gritaria, mentira, demagogia.
O resultado está quase à vista.
Independentemente do ainda presidente do Eurogrupo estar a largar bojardas a toda a hora, a frase assassina - "Não se pode gastar todo o dinheiro em mulheres e álcool e, depois, pedir ajuda“ tem muita aplicação em Portugal. 
Olhe-se ás rendas escandalosas, à EDP, ás barragens, ás fundações, e tudo o mais que os véus das investigações vão indiciando. 
É que lá por fora, embora sendo uma grande cambada da pior espécie, também conhecem as velhas frases:
> nada define mais o terceiro-mundismo de um País do que a sobrevalorização do futebol no contexto geral dos problemas do País ( e digo eu, é só olhar ás injeções inacreditáveis de futebolês todos os dias)
> "Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo; Podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; Mas não vos será possível enganar sempre toda a gente"
AC

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A BANCA PORTUGUESA
Anos atrás, muita crítica se ouviu a uma descabelada frase de Manuela Ferreira Leite sobre jantar música e quem pagava.
Realidades da vida concreta, disparadas de forma crua. Realidades nas quais se tropeçam no dia a dia da nossa vida quotidiana, apesar da falta de vergonha na cara de certa gentinha, e da soma de mentiras como por exemplo ouvi esta tarde na AR, não só mas designadamente por parte do intrujão mor.
Vem isto a propósito do BPI. Andam sempre aí muitos de peito cheio, mas na realidade avançou quem tinha dinheiro.
Banca nacional? Dinheiro e força nacionais?
É melhor tentar rir, pois isto está a pouco e pouco um horror sem fim.
AC
PS: e o melhor é ir aproveitando a vida......Deixo o exemplo deste pitéu, feito por cozinheiro de alto gabarito, e que papei há dias na minha mesa da figueira, na aldeia. E vejo vários da minha profissão a fazer o mesmo, e só fazem bem. Daqui os cumprimento.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

OH DIABO!!!!!!

Hoje, como me apercebi que havia uma "cena" sobre a "BANCA", onde iam botar discurso várias das mais variadas personalidades e, designadamente, alguns titulares de órgãos de soberania, gastei algum tempo a ver o que as TV foram mostrando.
Quedo-me num detalhe, que deve ter obrigado a sorrisos amarelos por parte do messias no papel de PM, e de todos os seus esganiçados acólitos, ao mesmo tempo que alguém no PS deve ter ido comprar, à pressa, e distribuir disfarçadamente, pastilhas para a azia.
Não é que o PR, numa linguagem diferente, mais elaborada, mais cuidadosa, mas que, espremida, parecia que estava a falar o jornalista da RTP1 sobre quem, há dias, o PS saltou a pés juntos????
Oh que maçada, não se poder fazer o mesmo ao PR. AINDAAAAA!
AC

quinta-feira, 3 de março de 2016

A sociedade portuguesa está cada vez mais doente?
Eu creio que continua a agravar-se o que vem de há décadas.
Exemplos?
1. O Parlamento, a Assembleia da República, é a dita casa da Democracia. Dentro daqueles paredes, se devem discutir as "nossas coisas". Por exemplo o OE. Pois verifica-se que, para este OE2016, ele foi ali discutido na generalidade. Mas, de acordo com o Expresso de 27 Fevereiro passado, delegações técnicas do PCP tiveram/ têm/ terão reuniões em cada ministério. Lê-se que pelo menos um ministro irá ter /teve essa reunião antes de discutir as coisas na AR na fase da especialidade. E por aí fora! O melhor do - e por aí fora - e ainda de acordo com o Expresso, o PCP conta assim equilibrar as coisas tendo presente as estratégias negociais entre BE PS e Governo!!! Ora digam lá, não é giro?
2. Os cargos em democracia, sejam eles os cargos públicos, e de muitas outras instituições, são periodicamente preenchidos pelos mesmos que estavam ou por outros, em sucessivas eleições, de periodicidade estabelecida para cada cargo. É uma das características da democracia. Agora, quando os resultados de uma dada eleição é quase 100%, ou quando só concorre sempre o eterno senhor, ou, como acontece também, fica aí mais uns tempos que assim não vais incomodar para outro lado importantíssimo, então provavelmente o estado em que isto tudo anda está, de facto, um pouco putrefato.
3. De vez em quando é preso um certo tipo de pessoa. Parece constituir uma grande espantação para muitos concidadãos. Mas são os que não tem memória, infelizmente milhões, e que acreditam que se pode levar vida faustosa sem dinheiro, pois ano após ano essas pessoas só tiveram prejuízos declarados nas finanças. Claro que é tudo estranho mas, também, porque passam tantos anos sem consequências para o que se via parecer não fazer muito sentido. "Malgré" a socialite durante anos e anos.
4. Maria Luís Albuquerque está no centro de todas as atenções políticas e mediáticas. Segundo se lê, a senhora garante não haver incompatibilidade legal. NENHUMA. O que, adicionalmente, acho espantoso nisto, é o coro de certos figurões a falar de transparência e outras coisas. Pessoalmente, esta aceitação de cargo cheira-me mal. Mas quem terá que provar haver ou não alguma lei ferida, creio que não é a senhora em causa mas também não alguns dos que, segundo se sabe, têm a família bem aconchegada. Transparência para uns, translúcido para outros. Para o povão, negritude completa!
5. A EDP está uma lástima. Então não é que baixou os lucros em 12%, segundo se escreve por aí? E tentar baixar a pequenina dívida para 16,5 mil milhões de euros? É obra! Imaginem quanto era há 5 anos!! Sim, leram bem, é o que vem em jornais.
6. O actual governo oxigena a democracia. Mortágua dixit! Mas, ai, ai, se venderem o Novo Banco o oxigénio desaparece logo, e toca de colocar a venda da garrafa de oxigénio, pois fica só anidrido carbónico.
7. O Ministro da Saúde, diz-se, tem andado a fazer contas de somar e dividir. Dizem por aí que já chegou à conclusão que passar a estar em vigor as 35 horas no seu ministério vai fazer disparar a despesa. Como tudo isto é curioso. Porque engraçado não é.
TUDO ISTO É TRISTE, TUDO ISTO É FADO!
AC