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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

MUITO  ANGUSTIADO
Estou muito angustiado.
Hoje é o último dia das transferências . . . . estou muito angustiado!
AC

domingo, 14 de janeiro de 2024

ESTADO.  AUTORIDADE  do  ESTADO
Dizem por aí que, "em 2023, saíram diariamente do rio Tejo cerca de sete toneladas de amêijoa-japonesa, o que perfaz um total de aproximadamente 2.550 toneladas. Destas, de acordo com a Polícia Marítima, terão sido apreendidas cerca de dez toneladas. Uma percentagem ínfima de um negócio ilegal que já extravasa a fronteira e que até já foi referenciado na Polónia".

Dizem também por aí - É uma ou a mais rentável de todas as atividades que se fazem ilegalmente naquele curso de água e que é explorada, de acordo com os investigadores contactados pelo Negócios, por "máfias". A amêijoa, que é vendida para países como a Espanha, França, Itália, Países Baixos ou Polónia, não é, no entanto, caso único. Há também redes organizadas que se dedicam à captura e venda de espécies muito valiosas, como são a corvina e, sobretudo, o meixão, ao qual as comunidades piscatórias, conscientes do seu valor comercial, apelidam de "ouro do rio".

Há quem indique que - "apanhar amêijoa-japonesa no Tejo pode ser mais rentável do que traficar droga". "No tráfico de droga, a moldura penal pode acabar numa condenação mínima de oito anos, para além da apreensão de bens e diversas restrições envolvendo várias gerações de familiares. Na amêijoa, o risco é bem menor. Os materiais utilizados são apreendidos, assim como os bivalves, mas condenações, de quatro ou cinco anos, são sempre suspensas por igual período. Ainda por cima, nos tribunais, há muita gente que desconhece a gravidade deste delito. Há funcionários judiciais e até magistrados que só muito recentemente se começaram a aperceber da gravidade destes casos".

Portanto, com base nisto, ilegalidades várias, imigração ilegal, fuga ao fisco, atentados à saúde pública, exploração de seres humanos, e à mistura a criminalidade diversa.
A GNR, a Polícia Marítima, as autoridades nos ministérios, das finanças, do ambiente, da economia, a ASAE, etc., desconhecem estas coisas? Porque não se acaba com isto?
E o panorama diário que se avista da ponte Vasco da Gama?
E não se sabe onde habitam (????) as centenas de criaturas romenas, asiáticas brasileiras e outras?
Sabe-se isto e muito mais.

Aqui está mais um excelente exemplo do não exercício da autoridade do Estado, da inoperância de diversas autoridades.
Falência completa, nas barbas de centenas de concidadãos em Alcochete, Seixal, Montijo, Rosário, Samouco, etc.

Mais um excelente exemplo do controlo de fronteiras, da integração de estrangeiros. etc.
Depois admiram-se.
AC 

sábado, 19 de setembro de 2020

 FISCO  e  COISAS  ANTIGAS

Ao andar a vasculhar em arquivos antigos, papel/ documentos/ livros, dei com este papel. 


E recordei a "estória" que lhe está subjacente. Vou contar, e por ela quem quiser pode dar-se ao trabalho de ponderar se, no presente, não se continuam a encontrar "cenas" semelhantes mau grado termos evoluído alguma coisa.

O então ministro das finanças chamava-se Miguel Cadilhe. Por razões que alguns se lembrarão, havia o rumor no último trimestre de 1988 de que à conta de coisas ligadas a Cadilhe o imposto “Sisa” iria aumentar bastante em 1989.

Com grande sorte consegui fazer a escritura do meu modesto andar T3 (que ainda continua a ser a residência fiscal) em 14 de Dezembro de 1988 num notário perto do  ISTécnico. E, simultaneamente, da garagem dentro do logradouro.

Dois anos depois apareceu um daqueles antigos e conhecidos postais que as finanças remetiam aos contribuintes a indicar que devia ir pagar a sisa da garagem.

Dois dias depois, bem lavadinho, barbeado, perfumado e de fato cinzento, impecável e bem engravatado, dirigi-me à repartição de finanças da residência fiscal. Depois de alguma espera, fui atendido, no balcão adequado ao tema, balcão ao lado de outro onde um homem do campo era maltratado pela funcionária que lhe disparou - não estou aqui para lhe ensinar a preencher esse formulário.

Essa mesma funcionária passou para o meu lado, e com o sorriso mais agradável deste mundo, perguntou-me ao que eu ia. Depois de relatar o meu problema e mostrar cópia do que a fotografia acima relembra, a simpática (para mim) senhora puxou de um daqueles livros enormes que antigamente por lá havia e, depois de muito folhear, veio toda contente e sempre sorridente - de facto isto está enganado, o senhor não tem nada a pagar - e no postal escreveu com letras maiúsculas - nada a pagar -   e rabiscou por baixo uma coisa que devia significar a sua assinatura /rúbrica. Pronto pode ir descansado!

“Minha senhora, estou-lhe muito grato mas, desculpará, como sabe, os funcionários públicos podem mudar de local de trabalho e se, daqui a um ou dois anos, aparecer outra vez um postal como este a dizer que devo sisa, e a senhora não estiver cá, quem irá acreditar que não fui eu que escreveu isso que agora apôs no postal? De maneira que, peço encarecidamente, que ponha o selo branco da repartição em cima da sua rubrica.

E assim aconteceu. E para abreviar a “estória” voltei a receber novo postal e de novo fui às finanças e aí me disseram que o problema tinha de ser resolvido no edifício negro em frente às Amoreiras em Lisboa.

E de fatinho, muito aprumado lá fui um dia, e bem recebido por um funcionário que, depois, e muito atencioso, me passou para um colega sentado à frente daqueles computadores gordos e antigos.

Esclarecido o meu problema, ele virou ligeiramente o computador de forma a que eu pudesse ler o que lá estava, tirei todos os elementos por ele indicados, e fiz com isso um requerimento a um director - geral, salientando que por lei e como era evidente na minha escritura, eu não tinha de pagar sisa nenhuma pela garagem uma vez que estava dentro do logradouro e a escritura tinha sido simultânea.

Passadas umas semanas lá tive a comunicação formal que não devia nada ao Estado.

Podem por aqui ver o que é esta máquina e não foi assim há tanto tempo. Uma lei que era clara, uma escritura clara e em poder das finanças mas.......................

E no presente? Pensem nisto.

Bom Domingo. Por aqui chove muito.

AC

quinta-feira, 12 de março de 2020

A Pouca Vergonha neste Desgraçado PAÍS
A pouca vergonha, entendimento meu naturalmente, alastra neste desgraçado País.
Ora é um locutor num canal TV que ganha mensalmente dezenas de milhares de euros, ora é um dito treinador comprado por 10 milhões de euros por clube em falência técnica como aliás todos provavelmente,  ora é um jogador comprado por 20 milhões de euros, ora é uma loira que diverte palhaços e basbaques que lá vão cozinhar ou ser entrevistados e de que dizem auferir milhão/ milhões anuais.
Mas onde é que conseguem gerar tanto dinheiro?
Ninguém pergunta, ninguém se indigna, sou só eu?
Ninguém questiona porque é que a banca cobre tudo isto como imagino que seja o caso?  E a troco de quê? A TROCO de QUÊ ??
Que poucas vergonhas, que compadrios, que esquemas, que promiscuidades?
Mas é tudo isto normal? É NORMAL?
Então oh, PAN, CHEGA, BE, PCP, LIVRE, IL, VERDES?
Sim porque, CDS PSD e PS são capazes de saber como isto se faz e acontece ao longo de anos e anos, e caladinhos ficam.
Ou estou enganado?
AC

terça-feira, 28 de maio de 2019

A BENIGNIDADE de um certo SOCIALISTA
Parece, se vi bem as notícias, que um certo secretário de estado, parece que irmão de uma importantíssima figura do PS, a propósito da inacreditável coisa da GNR + Fisco no Norte de Portugal Continental, terá dito umas preciosidades do tipo - pensaram num objectivo benigno..............Tão benigno que foi logo cancelado.
Inacreditável?
Claro que não. O PS no seu melhor.
Desgraçado país com gentalha desta estirpe.
AC
O ESTADO a QUE ISTO CHEGOU
Leio depois de almoço uma série de online.
A alarvidade desta gentalha que nos esmaga diariamente, que nos espolia com a aprovação dos gordos e anafados da cor bem entrosados em diferentes e múltiplas instituições e clubes de amigos à mesa orçamental sentados, é cada vez mais estratosférica.
E depois atiram-nos por exemplo, com questões reputacionais.
Cambada de vigaristas.
O descaramento dos Costas Centenos e seus lacaios chega ao ponto de querer cobrar dívidas na estrada. Acabo de ver que o escabroso atingiu tal ponto que parece mandaram cancelar a coisa.
E ninguém vai preso.
Eu sei que anda aí muita cambada com dívidas vergonhosas, mas....
Depois os riscos reputacionais, quando a realidade é para tentar que não se percebam as teias urdidas em décadas democráticas, ligando gentalha de todas as cores.
Tudo a roubar.
Da maneira que isto está é mesmo para seguir para Bingo.
O estado em que isto está. 
Mas o povão gosta, como se viu neste Domingo: o das sonecas obrigatórias e programadas a ter um eurodeputado.
Rio a continuar a não perceber, Cristas a não se ver ao espelho e não corar de vergonha, tio Jerónimo a achar que as pouca vergonhas dos seus acólitos e familiares foi tudo invenção da reação, a actriz contentinha a encenar um mau teatro onde ninguém paga bilhete, e o intrujão-mor contentíssimo vai-se a ver poucos mais votos teve o partido que a vitória poucochinha.
Desgraçado país.
AC

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

PAÍS de FAZ de CONTA,
MAIS UM, das CENTENAS de EXEMPLOS  
Presumo que milhares/ milhões de concidadãos andem a receber  um texto/ mail assinado por um tal de Manuel Gonçalves Cecílio.

No meu caso, foi directamente para o lixo.
Mas, aposto, vai haver muitos dos meus concidadãos que lhe vão dar alguma atenção.
Aspectos que isto me evoca:
> o meu computador não está a filtrar adequadamente a "jorda" que vem através de electrões coxos;
> o fisco e concretamente o tal de Cecílio está a borrifar-se para aquela minudência que é o RPDG; 
> os vários cidadãos/ contribuintes sem computador/ internet, receberão cartinha do tal de Cecílio?
Bem, estou a gastar muito tempo com cretinos.
AC

segunda-feira, 4 de junho de 2018

IMPOSTOS
Os aldrabões que nos governam (a sério??) arrotam postas de pescada constantes afirmando - não senhor, não há aumento de carga fiscal.
Do intrujão-mor ao seu assessor sem Tino, venha o diabo e não escolha nenhum.
Tenho um vulgar Seat Leon. 
Não é Porsche, Bentley ou brinquedo do género, não, é o mesmo carro do ano passado. Tem dois anos, troquei de carro ao fim de 14 anos.
Fui pagar o IUC e, claro, aumentou relativamente ao ano passado.
É mais o problema do CO2,  e mais a p*** que os pariu a todos.
Não levem a mal, mas ando completamente farto destes vigaristas todos. 
Ainda por cima, há bocado, entrei na sala e estavam a rir-se (com muita razão, acho) de uma criatura que perorava acerca da telenovela Sporting, e dizia que era amigo do Bruno!!! 
É também amigo do PR.
O que um cidadão tem de aturar. "PRONTOS", estou mal disposto
AC

sábado, 13 de janeiro de 2018

A PROPÓSITO DO NOSSO PRESENTE....
No fundo no fundo, o que é Portugal?

A percepção que parece muitos terem é que isto é e está maravilhoso! Um País maravilhoso!!!!
> O 2º ou 3º País mais endividado do mundo.
> Governado pela maçonaria.
Só isso explica, por exemplo, que o governo socialista de José Sócrates tenha nacionalizado o BPN e fartando-se de dizer que o BPN era coisa dos "gajos do PSD" (creio que com muita correspondência com a realidade). Mas, como havia tutano de irmãos de todas as cores partidárias incluindo PS, não nacionalizaram a SLN, mais tarde Galileu. CERTO?
> Cada vez com mais desigualdades

> Cada vez com mais indícios de corrupção
> onde todas as broncas estão a acontecer sem doer a quem deveria doer; o caso de Tancos é um dos muitos que é emblemático. E o PR a engolir, como eu esperava iria acontecer.
> continuando o governo / fisco a desculpar milhões de euros em IRC e outras dívidas aos grandes, sem um PIO de BE e PCP, sendo que o PS, o tal arauto da igualdade e da página virada, assim procede pela calada.
É o que temos mas poucos merecem.
AC


sábado, 11 de março de 2017

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A PROPÓSITO do IMOBILIÁRIO e do IMI
Os rapazes que actualmente nos desgovernam, na senda dos anteriores mas piorando, ditam garrotes fiscais vários. Mas sempre numa de estabilidade fiscal!
Acham que o que estudaram pode não ser verificado face ás realidades do nosso País.
Salvo melhor opinião, não há nada como confrontar as medidas da sucessiva banditagem com a realidade.
Como acontece com todas as famílias, a marcha inexorável da vida faz com que as pessoas nos vão deixando.
É das realidades da vida pensar o que fazer com o que cá deixam. Em muitos casos, infelizmente, pois Portugal sempre foi um País pobre, deixam pouco ou nada, algumas vezes só chatices e dívidas.
O grupo dos que deixam muito é muito pequeno.
Conheço directamente um caso, em que uma pequena vivenda com basicamente quase 50 anos, numa cidade pequena, ficou vazia em 2010. A dona faleceu.
Como o Portugal da III República assim o incitou, eu e restantes herdeiros tendo cada um modesto e normal andar T3 (não há muito acabado de pagar ao banco)  decidimos colocar em venda o imóvel. Houve logo quem dissesse que valia mundos e fundos. 
Eu, com o meu famoso nariz empinado, logo disse o que pensava, sobretudo tendo em conta a avaliação das Finanças de 2009 (que nem lá foram a casa), e a realidade que se adivinhava (menos para os restantes familiares).
A avaliação por parte do Fisco só dava vontade de rir; a localização, e mais isto e aquilo.
Na família, "a casa está muito boa nem precisa de obras". Completa ausência de noção das realidades.
A realidade é que, se não surgisse de repente uma família aflita, porque ao lado da casa (paredes meias) onde viviam montaram uma tasca/ bar com barulheira até altas horas, a casa continuaria por vender, mesmo que se tenha a pouco e pouco descido o montante inicial. Foi vendida por essa razão, apenas e com muita sorte para nós, e por menos 30% do preço definido em Outubro de 2010. Seis anos depois!
Ah, e não precisava de obras. 
Pois não, é só ver ao fim de 3 meses o que lá têm feito, pinturas, reparações várias, etc. Ver como está agora, que se mudaram finalmente para lá.
Isto dito, estou a imaginar que este governo e os sucessivos, sejam de que cor forem, vão tratar de em acelerado mandar fazer reavaliações à distância, no gabinete, para todos e qualquer bem imobiliário, de rico ou de remediado. 
Pois é preciso chupar, como recomenda a famosa Estrela Serrano.
Mas numa coisa concordo com ela: porque carga de água, as brutais mansões que se encontram no Algarve, nas montanhas do Centro e Norte do País, que têm os alicerces em solo português, não hão-se ser fortemente penalizadas no plano fiscal lá porque estão em nome do offshore do sobrinho? Há que chupar nesses.
AC 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

DO TEMPO PRESENTE
A banda dos impostos
toca música sem parar
são poucos os dinheiros
tanto temos que pagar

AC

sábado, 24 de setembro de 2016

FALTA DE VERGONHA NA CARA
Não é, de longe ou de perto, um mal nacional. Embora com o mal dos outros possa eu bem.
Lá por fora, diariamente, pouca vergonha atrás de pouca vergonha. Não sei se é isto que também dá alento aos canalhas cá na TugaLândia.
Uma ex-comissária da União Europeia, Neelie Kroes, que parece ter sido apanhada como estando à frente de uma offshore, teve a lata de vir dizer - a offshore só funcionou em 2000 e, por lapso, ficou aberta - É de facto preciso ter muita lata!!
AC

Governo, PS, Fisco, Sócrates, contas bancárias
Anda por aí muita polémica acerca da possível norma que permitirá à autoridade tributária olhar para dentro das contas bancárias. Fala-se num limite de 50000,00 €.
Tenho dúvidas diversas sobre esta matéria. Estou convencido, por outro lado, que a gentinha que foge ao fisco, que trafulha, que corrompe, que declara rendimentos ridículos e leva vida faustosa, não vive com continhas de 50000,00€. Vive com muito mais, vive de contas lá fora, suas ou de amigos e testas de ferro.
Na fase de lento regresso ao PREC de 1974 e 1975 empreendido por António Costa e as suas artistas preferidas, não me espanta que tudo se tente fazer para regressar a esses tempos em que propriedade privada, respeito pelo trabalho, liberdade real e não a proclamada, eram valores desprezados e muitas vezes violentados.
Nesta fase da vida nacional não me espanta nada do que acontece.
Não me espanta a total ausência de vergonha na cara de muita gentinha que por aí se pavoneia impune e alarve, roçando a canalhice. Desde o patético que se atreve a vomitar - "ele que se cuide" - ao despudor do que proclama que não - "sabia que tinha que declarar isto" - à fila imensa de criaturas que constantemente arrotam grandes valores mas seguem a música do cantor Phil Collins - "faz o que eu digo, não o que eu faço".
Como nada me espanta que um dos maiores farsantes que veio à luz em Portugal critique anúncios de medidas que, tudo indicia, o podem vir a prejudicar. Muita coerência neste caso.
É Portugal actual. Desde o cimo do prédio até ao chão ainda falta um bocadinho, estamos a passar o 5º andar, e está tudo muito bem!!
António Cabral (AC) 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014