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terça-feira, 12 de maio de 2026

PAVÕES  e  PARDAIS
Há por aí tantos....que nos olham pesporrentes, e outros que nos viram as costas, porque para suas excelências (??) somos comuns, humildes.

AC

domingo, 21 de julho de 2024

De Acordo Com Certos Doutos da Nossa Praça
De acordo com alguns eu corro o risco de ser considerado tolo. Porquê?

Porque não questionando propriamente a necessidade de termos imigração - ai que o país pára, gritam eles - questiono como as coisas estão.

Questiono os doutos que peroram muita coisa da boca para fora mas não os ouço a falar de coisas concretas, como por exemplo:
- a questão da língua (conheço Ucranianos e um cozinheiro nepalês que aprenderam português); sim deviam ter de aprender português,

- a questão da habitação, sim, é vergonhoso como milhares vivem (???) alojados aos montes,

- não se insurgirem particularmente contra o/s anterior (es) governo/s Costa que deixaram chegar tudo ao estado deplorável e de absoluta indigência e falta de humanidade como se vê por todo o Portugal Continental,

- não se interrogarem sobre o diferencial entre o valor do subsídio de desemprego e outros subsídios e o que se paga no âmbito turístico/ hoteleiro,

- a inacreditável ausência de fiscalização das viaturas que se observam conduzidas por imigrantes por exemplo, na zona de Vila Nova de Mil Fontes ou no distrito de Setúbal que conheço razoavelmente.

Claro que os doutos que carimbam como tolos todos os concidadãos que, como eu, questionam educadamente as coisas como INFELIZMENTE elas se observam no dia a dia, estão satisfeitos da vida, pois há décadas com condutor pago por nós (os tolos) todos (se algum imigrante sem seguro lhe bater no carro isso é irrelevante para ele, carro do Estado) e vivem certamente fora da Mouraria, da Avenida Almirante Reis, de Almada, de Vila Nova de Mil Fontes, de Alcochete, do Barreiro, ou da Serafina, etc. etc. etc.

Enfim, os doutos certamente defendem que deviam os salários em Portugal ser muito mais altos mas, depois, não os ouço discutir os salários que pagam por exemplo no hotel onde estou (nos hotéis por todo o lado).

É preciso é muito turismo e turistas, o que se paga aos funcionários . . . bem,. . . . isso não é problema dos doutos, certo?
Tal como a formação que lhes é dada e onde, certo?

Enfim, o Portugal dos doutos, dos superiores, dos ungidos pela ciência e conhecimento e dentro das bolhas do amiguismo.

Os milhares ou milhões de cidadãos como eu que, entre outras coisas, está cada vez mais preocupado com extremismos e populismos, que procura olhar às coisas da vida sem sectarismos e com o máximo de rigor e clareza, que vive feliz no nosso regime mas muito preocupado com o desnorte geral que por aí se observa, são tolos, não é?

Tenham uma boa tarde de Domingo.
Ás 1630 vou outra vez para a praia.
AC

domingo, 29 de agosto de 2021

A  GOVERNAÇÃO  MODERNA  DELES
Pelo que se ouve por aí ainda não alcançámos em Portugal uma governação moderna
Se bem percebi o que li como atribuído a um socialista muito conhecido não pelas melhores razões (opinião pessoal, naturalmente),  os valores socialistas não estão ainda presentes em todos os cantinhos de Portugal, não têm sido respeitados nem pelo actual inquilino do Palácio de Belém nem, imagino eu, por muitos portugueses. Uma maçada, senão mesmo uma enorme desfaçatez! 

Uma das coisas que achei engraçada, foi a referência a que havia um grupo de tantos ministros desde há pelo menos 20 anos de onde poderia ter saído alternativa a Marcelo para a presidência. 
A criatura esqueceu-se de um pormenor: esqueceu-se de referir e lamentar que a maioria desses tais preferiu entregar-se aos negócios privados. Uns mariolas, que se esqueceram dos tais valores socialistas! Particularmente um, pequenino, matreiro, voraz pelo negócio e pelo dinheirinho, que nunca esteve para aturar o pântano!

Se bem percebi, creio poder concluir que a boa governação moderna será atingida quando, na Presidência da República, na Assembleia da República, no Governo, em todas as câmaras municipais, todas as freguesias, todas as empresas públicas, todos os órgãos de comunicação social, todas as chefias das Forças Armadas desde os chefes até aos postos de Capitais de Fragata/ Tenente-Coronel, todas as chefias das forças de segurança, todas as chefias das erradamente chamadas "secretas", todas as chefias principais da Polícia Judiciária, todas as chefias do Ministério Público, todas as chefias das instituições do sistema de justiça, todas as chefias da proteção civil, todas as centrais sindicais e todos os sindicatos, (devo estar a esquecer-me de muita coisa), quando tudo for "cor de rosa".

Aí sim, depois de tudo estar bem seguro pelos ortodoxos do artigo 6º, aí sim, Portugal terá atingido a democracia plena, a liberdade plena, a verdade socialista reinará e, nessa altura Portugal todo estará ungido da famosa ética republicana socialista da I República que tão bons resultados trouxe ao País. Essa República que abriu caminho a uma curta ditadura militar e logo a seguir a Salazar e depois Caetano. 
Umas jóias de rapazes.
A bem da Nação, disse.
António Cabral (AC)

Ps: como a memória da maioria dos meus concidadãos é péssima ou inexistente,  recordarei que a criatura que refiro foi várias vezes ajudante de Estado, pulava anos atrás e quase dava beijinhos ao chefe, e é um dos serventuários que o chefe usa para dar caneladas públicas enquanto ele, o chefe, elogia e aplaude quem finge gostar mas a quem manda dar as caneladas. Como se fossemos todos muito burros e não percebêssemos estas jogadas. Infelizmente, nisto, ele têm muita razão, e por isso ele reina desta maneira e por isso o acham tão habilidoso.

Tenham um bom Domingo.

sábado, 26 de junho de 2021

A  TESE  DE  SANTO  AGOSTINHO
A tese de Santo Agostinho é - um Estado que não se reja pelos princípios de justiça acaba por se converter num grande bando de ladrões.

Lembro isto a propósito do que me aconteceu relativamente a estacionamento, onde o sinal indicando proibição de estacionamento estava praticamente escondido. Além de uma viatura daquelas comerciais, enormes, que na altura o tapava. Paguei a multa na hora e reclamei. Até agora já lá vai um mês ninguém me responde.

Mas há mais exemplos deste vergonhoso Estado. É experimentarem dirigir alguma questão a uma ARS, ou delegação de saúde, ou uma ordem profissional, etc., e verão o mimo de respostas que passado muito tempo vos darão, em duas modalidades, a do ensurdecedor silêncio ou conversa redondinha que nada explica ao que fora perguntado.

Máquina do Estado completamente capturada, na maioria (há umas quantas excepções) dos casos por indigentes, incompetentes, arrogantes no seu poderzinho funcional.

Uma das excepções que tenho, é/ foi a explicação clara, detalhada, e esclarecedora e indicadora de como fazer uma determinada coisa, da parte de um funcionário da AT. Liguei por telefone, ás 0900, e fui logo atendido. Magnificamente atendido, uma excepção confirmando a regra deplorável. Sim, porque tirando algumas excepções ……
AC

segunda-feira, 5 de abril de 2021

A  PROPÓSITO  de  PEDANTES
Em qualquer democracia, mesmo na nossa que vai resvalando devagarinho muito mais para o formal, os militares juram perante a Bandeira Nacional do respectivo país. 
É assim também em Portugal, os militares juram perante o Símbolo Nacional (CRP, Art. 11º) e não juram nada a Presidentes da República, à Assembleia da República ou aos deputados, aos Governos e Primeiro-Ministros. E, como estabelece a nossa constituição, as Forças Armadas estão subordinadas aos Órgãos de Soberania (CRP, Art. 275º, nº 3) e ao serviço do povo português (CRP, Art. 275º, nº 4).
Há por aí uns pedantes de linguagem sofisticada e sempre a beber do fino que parece confundirem subordinação com submissão. Claramente não entendem a diferença, confundem sonhos e desejos  com realidades. É no que dá o inchaço de vaidade e vacuidade.
AC

sábado, 19 de setembro de 2020

 FISCO  e  COISAS  ANTIGAS

Ao andar a vasculhar em arquivos antigos, papel/ documentos/ livros, dei com este papel. 


E recordei a "estória" que lhe está subjacente. Vou contar, e por ela quem quiser pode dar-se ao trabalho de ponderar se, no presente, não se continuam a encontrar "cenas" semelhantes mau grado termos evoluído alguma coisa.

O então ministro das finanças chamava-se Miguel Cadilhe. Por razões que alguns se lembrarão, havia o rumor no último trimestre de 1988 de que à conta de coisas ligadas a Cadilhe o imposto “Sisa” iria aumentar bastante em 1989.

Com grande sorte consegui fazer a escritura do meu modesto andar T3 (que ainda continua a ser a residência fiscal) em 14 de Dezembro de 1988 num notário perto do  ISTécnico. E, simultaneamente, da garagem dentro do logradouro.

Dois anos depois apareceu um daqueles antigos e conhecidos postais que as finanças remetiam aos contribuintes a indicar que devia ir pagar a sisa da garagem.

Dois dias depois, bem lavadinho, barbeado, perfumado e de fato cinzento, impecável e bem engravatado, dirigi-me à repartição de finanças da residência fiscal. Depois de alguma espera, fui atendido, no balcão adequado ao tema, balcão ao lado de outro onde um homem do campo era maltratado pela funcionária que lhe disparou - não estou aqui para lhe ensinar a preencher esse formulário.

Essa mesma funcionária passou para o meu lado, e com o sorriso mais agradável deste mundo, perguntou-me ao que eu ia. Depois de relatar o meu problema e mostrar cópia do que a fotografia acima relembra, a simpática (para mim) senhora puxou de um daqueles livros enormes que antigamente por lá havia e, depois de muito folhear, veio toda contente e sempre sorridente - de facto isto está enganado, o senhor não tem nada a pagar - e no postal escreveu com letras maiúsculas - nada a pagar -   e rabiscou por baixo uma coisa que devia significar a sua assinatura /rúbrica. Pronto pode ir descansado!

“Minha senhora, estou-lhe muito grato mas, desculpará, como sabe, os funcionários públicos podem mudar de local de trabalho e se, daqui a um ou dois anos, aparecer outra vez um postal como este a dizer que devo sisa, e a senhora não estiver cá, quem irá acreditar que não fui eu que escreveu isso que agora apôs no postal? De maneira que, peço encarecidamente, que ponha o selo branco da repartição em cima da sua rubrica.

E assim aconteceu. E para abreviar a “estória” voltei a receber novo postal e de novo fui às finanças e aí me disseram que o problema tinha de ser resolvido no edifício negro em frente às Amoreiras em Lisboa.

E de fatinho, muito aprumado lá fui um dia, e bem recebido por um funcionário que, depois, e muito atencioso, me passou para um colega sentado à frente daqueles computadores gordos e antigos.

Esclarecido o meu problema, ele virou ligeiramente o computador de forma a que eu pudesse ler o que lá estava, tirei todos os elementos por ele indicados, e fiz com isso um requerimento a um director - geral, salientando que por lei e como era evidente na minha escritura, eu não tinha de pagar sisa nenhuma pela garagem uma vez que estava dentro do logradouro e a escritura tinha sido simultânea.

Passadas umas semanas lá tive a comunicação formal que não devia nada ao Estado.

Podem por aqui ver o que é esta máquina e não foi assim há tanto tempo. Uma lei que era clara, uma escritura clara e em poder das finanças mas.......................

E no presente? Pensem nisto.

Bom Domingo. Por aqui chove muito.

AC

segunda-feira, 20 de abril de 2020

PLÁGIO
Quase parece plágio.
Explicando.
Na I República, tão  do agrado dos PS um importante da altura vociferou - a doutrina é esta, a república para os republicanos, de alto a baixo, desde ministros até aos seus regedores.
Depois do 25 de Abril de 1974, paulatinamente, o seu grande líder e ideólogo e os seus vários correligionários instituíram a famosa doutrina - para os amigos tudo, para os inimigos nada, para os outros aplique-se a lei, e sedimentaram-na, como salta cada vez mais à vista. 
Recordo que numa fase inicial da I república já Sardinha reconhecia que  - o Estado em Portugal se estava a tornar um Estado sectário.
Lembrei-me disto face ao presente.
AC

quarta-feira, 10 de abril de 2019

sexta-feira, 8 de julho de 2016

AS PS (nos outros partidos há equivalentes) e o respeito pelos outros.

A 20 de Junho passado publiquei este post (em baixo reproduzido) a propósito de uma pequenina criatura. No caso, é do PS, mas em outros partidos, em diversos sectores da vida nacional, existem criaturas que obedecem à mesma categoria de seres a não seguir os péssimos exemplos que periodicamente nos mostram.

segunda-feira, 20 de junho de 2016


A pequenez da desfaçatez
As pessoas não devem ser diferenciadas em função da condição social, e de muitos outros aspectos que a CRP define e consagra, e muito bem. E também não devem ser estigmatizadas em função do seu aspecto físico.
Mas podem, e em meu entender devem, ser apreciadas pelas suas acções, pelas suas inações, pela demagogia, pela incoerência, pela ausência de vergonha na cara.
Muitos políticos, muita gentinha que se torna escrutinável por força de funções e cargos, tem a mania de recorrer ao facebook e Twitter para comentar a vida nacional.
É o caso da senhora Gabriela Canavilhas. Que depois de escrever o que no mínimo me parece um disparate, veio comentar posteriormente que era só um desabafo.
Vi algumas vezes está política a andar a pé em Ponta Delgada. Já não tinha impressão favorável sobre a sua pessoa, baseado nas intervenções públicas sobretudo no âmbito político.
Agora confirmo que tudo condiz com a sua fraca estatura física.
E nem quero meditar se por trás destas tontices não está outra vez no auge a intenção do PS de agarrar mais órgãos de comunicação social. O bicho socretino anda nervoso. Sobretudo agora quando irá ser nomeado outro director do Público.
AC

PS: falha minha concerteza até porque aqui na aldeia não me apetece andar a ver muita coisa na NET, mas não descortinei comentários especiais sobre o ajuntamento promovido pela Fenprof por parte das tias Roseta, Catarina, e tios Nogueira, Jerónimo, Arménio. E a tia Apolónia não terá estado no evento? Estou preocupado.

Num blogue que acompanho com regularidade fiquei a saber que D. Canavilhas terá protagonizado uma "cena", mais uma, daquelas que sempre demonstram eloquentemente a grandeza deste tipo de criaturas.
Não estou a ver que quem contou a recente historieta tenha inventado.
Parto do princípio que corresponde globalmente à realidade e, mete cão ou cadela e cocó do animal de estimação. Que a senhora não terá apanhado, porque foi na relva e não no passeio.  Portanto, para esta criatura, as crianças não brincam na relva. Nem adultos atravessam relvados. 
Uma categoria. Civismo e respeito pelos outros!!!!
A propósito destas "tias", estou a lembrar-me de uma outra, por acaso também do PS, muito conhecida, loira e beiçuda, daquelas e daqueles de todos os partidos que cá chegam para quase todos os fins de semana descansarem das agruras do Parlamento Europeu e/ou dos corredores de Bruxelas. Essa senhora, um dia, em 2004 ou já 2005, aeroporto de Lisboa, preparando-se para ir para a sala de embarque, ficou muito enxofrada porque o funcionário do raio X lhe pediu para tirar o cinto do casaco - "Lá nunca me obrigam a fazer isto".
E são estas e outras criaturas semelhantes, eles e elas, que se pavoneiam por todo o lado ajudando a enterrar mais este desgraçado País.
Sempre puros, muito éticos, muito responsáveis, mutuo democráticos, sempre a pensar nos de baixo, sempre a lutar por nós.
Muitas vezes tão à pressa que não limpam a trampa que deixam fazer (e a que vão fazendo com as suas diatribes e mentiras?).
AC