Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 8 de maio de 2026
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
AC
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Neste caso certamente que os peiesses não diriam/ dirão que César se apropriou do trabalho inicial e planeamento de Mota Amaral.
António Cabral (AC)
sábado, 21 de junho de 2025
quarta-feira, 11 de junho de 2025
domingo, 8 de junho de 2025
Presidente do PS reage à saída de Marco Martins da liderança da Concelhia de Gondomar com críticas indiretas ao antigo autarca. Declarações de Carlos César ao JN marcam novo capítulo da tensão interna no partido a nível local.
“O Marco Martins foi um bom presidente de Câmara, mas, como várias vezes acontece, há políticos que têm grande dificuldade em sair dos cargos que ocuparam muito tempo e que conflituam com os seus sucessores. Foi o caso”, afirmou Carlos César, numa declaração ao JN que marca uma tomada de posição clara da direção nacional do PS num processo que tem gerado forte contestação interna.
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
CARLOS CÉSAR
Este meu concidadão Açoreano é, como todos nós, um homem com virtudes/ qualidades e defeitos.
É uma criatura curiosa, como todos nós, seres humanos.
É um espertalhão. É hábil.
Uma influente pessoa nos Açores disse um dia ao meu melhor amigo militar, almirante reformado que, a par dos méritos de Carlos César, uma das inteligentes coisas que fez e o popularizou, foi tirar da gaveta onde encerrados estavam, vários processos e projectos congelados do tempo Mota Amaral, e descongelou-os.
Mas é, também, um grande vigarista político, como muitos que andam por aí, de todas as cores, de todas as cores!
Por circunstâncias da vida profissional, o meu amigo almirante teve oportunidade de com ele conviver pouco mais de dois anos. Esse meu amigo ficou com uma ideia/ esboço do que é Carlos César.
Esse meu amigo, ao tomar posse do cargo militar importante para que fora nomeado pelo então Chefe do Estado-maior da Armada para, no dizer desse chefe, ver se poderia normalizar/ recuperar a imagem que a Marinha tivera no passado naquele Região do país e estava naquela altura de algum modo em mau momento, apresentou cumprimentos protocolares às diferentes autoridades da Região, nomeadamente e em primeiro lugar, ao então presidente do governo regional dos Açores, exactamente, a Carlos César.
Nessa apresentação de cumprimentos protocolares, e para sua enorme surpresa, depois da conversa inicial/ habitual em circuntâncias semelhantes, Carlos César ouviu desse almirante - senhor presidente, fui nomeado para servir o meu país aqui nos Açores.
Como sabe, não existe nenhuma subordinação minha para com o senhor, não estamos na mesma linha hierárquica mas, senhor presidente, sempre que precisar, sempre que quiser, independentemente do motivo, chame-me, estarei sempre disponível, a Marinha e a Autoridade Marítima nas pessoas do Comando da Zona Marítima e da Autoridade Marítima Regional estão sempre disponíveis e ao serviço da Região Autónoma dos Açores.
O decurso da passagem do tempo demonstrou um bom relacionamento pessoal entre Carlos César e esse meu amigo.
Ocorreram diversas audiências formais a pedido de Carlos César onde, depois, no final, estavam os OCS locais (informados pelo governo regional) a tentar apertar o meu amigo o que nunca conseguiram, como aconteceram algumas informais (à saída não havia OCS).
Vem tudo isto a propósito das mais recentes declarações públicas de Carlos César.
Carlos César terá afirmado mais ou menos isto - Montenegro só vê problemas.
Creio que, em boa medida, quando se ouvem as diatribes de Montenegro ou do seu inarrável adjunto Hugo Soares, é basicamente isso que fica. Sintomático o toque recente de António Lobo Xavier quanto ao modo como o PSD anda em promessas de muito pouca valia.
Mas, típico em Carlos César, como extraordinário e hábil vigarista político que é, este rosáceo Açoreano parece só ver o Portugal cor de rosa. Não há problema algum, em lado nenhum.
Em minha opinião é muito por isto, e o "isto" é o mundo português dos dois lados das barricadas e que pouco diferem, que estamos como estamos.
E estamos mal, e cada vez pior. Opinião pessoal, naturalmente.
Não me parece que Carlos César seja ajuda relevante, ainda que faça afirmações como - o PS não é dono do país, nem o único a ter as melhores ideias ou a ter sempre as boas ideias.
AC
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
EXACTAMENTE, 1 000 % de ACORDO
"O presidente do PS tem mostrado, mais uma vez, a sua total inutilidade política. Tem mostrado que não é capaz de fazer pontes e que a sua única especialidade é o tiro ao alvo.
Em linguagem de carroceiro, populista e em registo de metralhadora descontrolada. César é hoje um dos elementos de sistemático desprestígio do PS junto de eleitores que precisem de ser convencidos a votar nos socialistas". (Revista Sábado, 28OUT2021)
Confirmo o nível da criatura, conheci-o alguma coisa.
AC
terça-feira, 11 de agosto de 2020
EpEl presidente de los socialistas portugueses bate todos los récords de enchufismo
Su primo, su esposa, su hijo, su nuera y su hermano ocupan cargos políticos en el organigrama nacional o en el regional de las islas Azores, de donde procede Carlos César
Francisco ChacónSEGUIRCORRESPONSAL EN LISBOA Actualizado:09/04/2019 16:36hGUARDAR3
El presidente del Partido Socialista portugués, Carlos César, bate récords dentro del escándalo de enchufismo que abochorna a los ciudadanos de a pie por el descaro con el que el Gobierno de António Costa ha montado toda una trama familiar.
Su primo Francisco Fernandes Gil fue designado administrador de la empresa pública Navegación Aérea de Portugal (NAV) y el propio primer ministro ratificó el nombramiento en 2016, a instancias de dos ministros socialistas: Pedro Marques, de Planificación e Infraestructuras, y el mismísimo Mário Centeno, de Finanzas y hoy también presidente del Eurogrupo.
Pero no queda ahí el asunto porque toda la familia directa de Carlos César, originario de Ponta Delgada (Azores), está colocada en puestos del Gobierno regional de las islas. En todos los casos, saltándose los mecanismos relacionados con los pertinentes concursos públicos: su esposa, Luisa César, preside la Casa de la Autonomía (pues Azores es, junto con Madeira, el único enclave autonómico existente en Portugal); su hijo en la estructura regional del Partido Socialista; su nuera como adjunta de la secretaria del Gobierno regional y el hermano reclutado por el exministro de Cultura para el actual Ejecutivo.
A Carlos César no se le ha ocurrido otro argumento de defensa que apelar a la tradición de su familia y, de hecho, recordó que su bisabuelo y su bisabuela ya estaban en su día involucrados en cargos políticos.
Con el clan César, sube a 48 el número de cuñados, esposas, primos y demás enchufados en uno u otro puesto de la Administración socialista, tanto en su estructura nacional como en la del archipiélago de las Azores.
La polémica no cesa y se alzan cada vez más voces que claman contra semejante red de nepotismo. Los portugueses miran al presidente de la República, el conservador Marcelo Rebelo de Sousa, quien ya ha dejado claro que «esto se tiene que acabar» y hasta promueve un cambio en la legislación para evitar que se repita.
¿Y el primer ministro? Pues resulta que António Costa no le concede demasiada importancia a esta situación, como asimismo acaba de subrayar el ministro de Asuntos Exteriores, Augusto Santos Silva.
Se cumplen, por tanto, las palabras pronunciadas hace unos días por el líder del principal partido de la oposición, el conservador PSD, en vista de que Rui Rio declaró en Oporto: «Lo peor de todo es que al Partido Socialista le parece normal».
Los ciudadanos lusos, hartos del deterioro en la Sanidad y en la Educación, ponen ahora el grito en el cielo a causa de este panorama de corrupción, cuando faltan menos de seis meses para las próximas elecciones legislativas.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
O Presidente Marcelo continua igual a si mesmo.
Entre outras coisas, quer políticos mais confiáveis......
Não é giríssimo???
Mais coisas giras.........parece que a CP vai receber 80 milhões para assegurar o serviço público!
Sobre as últimas recomendações de Marcelo para o ano que entrou, também ouvi coisas giríssimas como por exemplo, o imperador César referindo que Marcelo falou na linha de Costa.
Será que algum deles terá ficado interiormente incomodado com esta comparação?
Ainda no tema, temos uns a elogiar os avisos de Marcelo, outros a reconhecer-se na mensagem dele, outros a identificarem-se com ela (a mensagem), outros ainda a partilhar das preocupações de Marcelo.
Isto é tão giro, tão engraçado, tão..........como dizer,......... chega a ser ternurento.
Mas já estão noutra, TODOS, ele há sempre o futebol, a Cristina, o Montenegro, o bombeiral revoltado, os anúncios de obras e investimentos em catadupa, o Pedro Marques a ver se ganha lugar no bem bom, o Vara que está quase mas ainda não, os OCS cada vez mais maravilhosos, a desonestidade intelectual e política a jorrar em abundância.
Um fartote.
AC
terça-feira, 6 de novembro de 2018
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Aqui há tempos, salvo erro a 5 de Outubro p.p., o director do Diário de Notícias escreveu um texto acerca de Tancos, Azeredo Lopes e etc, e a dada altura tem nesse texto duas frases giras - ...Cercado por microfones, César enveredou por conversa mole, com aquela convicção de alguns políticos de que se afoga a curiosidade com o bocejo..... - ......Pobre Carlos César, de tanto querer adormecer outros, caíra em sono profundo. Respondeu estremunhado: "Nã... Se o ministro da Defesa Nacional tiver responsabilidade sobre essa matéria evidentemente que terá de retirar as consequências....."
Vem isto a propósito do que se passa na actualidade.
De há décadas, milhões e milhões de dívidas a farmácias.
Olha-se para os OCS e parece que todos acham isto normal, uma situação transversal a todos os governos e a todos os partidos. Todos bocejam e, talvez por isso pintem as unhas na AR, antes de ir comer uma sandocha de preço "exorbitante" no self-service de S. Bento.
Olha-se para o sector da energia e começam as "galambadas" para adormecer o pessoal.
Olha-se para o BE e o PCP e verifica-se que não têm problemas nas costas, nem nos joelhos, dobram-se imenso e ajoelham.
Olha-se para o PAN e não se percebe, se o deputado dança, conta gaivotas por metro quadrado, ou observa os flamingos em volta da base aérea no Montijo.
Olha-se para a lista de apoiantes do sempre eterno homem do Montepio e ele e todos sempre devotados ao bem público.
Olha-se para tudo isto à nossa volta e ele é Ronaldos, Eusébios e outros jogadores, e todos mas todos sempre ao serviço dos cidadãos.
Não dá bocejo, já só dá náuseas, vómitos.
AC
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Vai por aí uma onda de indignação acerca de Cavaco Silva, concretamente sobre mais um livro de memórias.
Indignação "à esquerda", ainda que muitos de outras áreas incluindo actuais titulares de orgãos de soberania venham a ler o livro e o considerem desprezível, livro e autor.
Como pessoa, como cidadão, nunca me despertou simpatia.
Mas ao longo da sua vida profissional e política fez também várias coisas que me repugnam.
Só para lembrar, como cidadão eu continuarei a ter as maiores dúvidas sobre, a legalidade das suas casas e obras no Algarve, as aventuras de compra e venda de acções não cotadas em bolsa. Eu, imaginando que as quereria ter comprado, não o podia ter feito.
Voltando ao folclore do momento, e à revolta dos socialistas proeminentes que por aí circulam.
O que se lê e é capaz de corresponder à realidade, parece que vários dirigentes socialistas se manifestaram de diversas formas, e são unânimes em criticar a "falta de sentido de Estado" do antigo Presidente da República pelas considerações negativas que faz dos políticos com quem privou nos seus mandatos presidenciais.
Fica desde logo a pergunta: se fossem positivas ficavam caladinhos, ou diriam na mesma, que não devia estar a escrever sobre os políticos com quem privou? Adiante.
Não comprei o livro ou livros anteriores deste autor, nem vou comprar o que é agora comentado, não perco tempo a ler certas coisas.
Pelo que se lê nos OCS, parece que Cavaco Silva tem no livro "mimos" como - António Costa, é um "hábil profissional da política", "um artista da arte" que empurra os problemas de fundo da economia para a frente.
Mas, não me digam que afinal é mentira?
Ah e que - o ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes era pessoa desagradável.
Pessoalmente não o conheço, mas pelas aparições, postura e declarações nas diversas vezes que foi chamado à AR as quais fui seguindo pela TV, não me parece que Azeredo Lopes seja de facto criatura simpática. Adiante.
Deve haver respeito nas relações institucionais, dizem que Edite Estrela assim terá comentado.
É coisa com que concordo, e até recordo as excelentes relações institucionais que, dizem, sempre existiram entre o então presidente Mário Soares e o "gajo", perdão, o então PM Cavaco Silva.
Edite Estrela, é uma daquelas criaturas que periodicamente defende bons princípios, mas só de vez em quando, para não maçar as pessoas.
Quando dizem que Cavaco Silva se manifesta de forma pouco elegante, eu concordo INTEIRAMENTE e mais, até acho que se é condescendente ao dizer só isso. E neste caso não estou a fazer ironia, é mesmo o que penso.
Mas o que mais me vai deliciando são as críticas vindas de Carlos César.
Fala por ele, apenas, mas também pelo seu amigo de Faculdade?
Nunca será confessado - Conversas privadas, sobretudo envolvendo titulares de órgãos de soberania e líderes partidários, não devem ser trazidas a público.
Mas uma das maiores delícias das indignações de Carlos César, a fazer fé nos OCS, é a referência que faz ao actual Presidente da República, lembrando que ele (PR) já disse que não escreverá este tipo de livros - com revelações dessa índole e com comentários dessa natureza e estaríamos numa situação muito difícil. Os mais altos dignatários do Estado, os primeiros-ministros ou líderes partidários, nunca mais poderiam falar com um Presidente da República sobre assuntos que considerassem do mais elevado interesse nacional, porque seriam objeto da devassa e da delação presidencial. Veneno Puro, à César.
A terminar, e já gastei tempo demais com o autor criticado e com estes politiqueiros indignados que nenhuma consideração suscitam, por esse mundo fora o que conheço é políticos escreverem memórias e deixarem correspondência e documentos vários que mais tarde contribuam para a clarificação da história dos respectivos países. E por isso Torre do Tombo, Bibliotecas e arquivos nacionais por esse mundo fora.
Como não conheço nem virei a conhecer o todo do livro e dos anteriores, desconheço se Cavaco Silva escreveu e escreve sobretudo na perspectiva que atrás refiro. Duvido.
A última nota que deixo é que, concordando que quase de certeza a elegância não enforma o "escrito", por outro lado, a irritação de certos meninos agora muito indignados tem a ver com a brutalidade com que Cavaco Silva, provavelmente de acordo com o sangue de homem do povo de origem simples e modesta que lhe corre nas veias, imprime ás considerações negativas sobre vários pantomineiros, mas relativamente aos quais o cidadão comum ao olhar a vida nacional nomeadamente nos últimos 30 anos pensa, coçando a cabeça - o homem deve ter grande parte de razão no que diz deles.
Última frase - Cavaco devia, definitivamente, comprar um espelho lá para casa.
António Cabral (AC)







