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quinta-feira, 10 de abril de 2025

SERMÕES

Tivemos, entre outros, o Sermão da Sexagésima, Sermão de Santo António aos Peixes, Sermão Contra as Armas da Holanda, Sermão dos Escravos e, por exemplo, a Carta a D. Teodósio. 

Presentemente, bombardeiam-nos com sermões do tipo vacuidades,  sermões da demagogia, sermões de ética republicana, sermões da superioridade moral.

É a vida, já dizia o "pastoso".

AC

terça-feira, 2 de abril de 2019

2  ABRIL
A Lusa recebeu um novo comunicado conjunto dos partidos CDS, PSD, PS, PCP, BE, com referência ao comunicado de 1 de Abril (que referi em post anterior), em que informam ter havido uma nova reunião entre as cinco direcções partidárias, e em que voltaram a estar presentes as direcções dos respectivos grupos parlamentares. 
Dessa reunião resultou um consenso geral, no sentido de que, os partidos irão investigar junto do mercado, com urgência, da possibilidade de contratar estadistas. 
António Costa (AC)

terça-feira, 5 de março de 2019

NÃO HÁ QUE DUVIDAR......
Políticos - gastam-se, discutem, enervam-se com irritantes.
Estadistas - gastam-se, discutem, enervam-se com importantes.
(baseado no "Marcelo dixit", à chegada a Angola)
Está explicado o triste quadro em que vivemos, de alto a baixo na hierarquia do Estado, titulares de orgãos de soberania, autarcas, e por aí fora.
AC

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

COISAS"GIRAS" LIDAS/ OUVIDAS POR AÍ
O Presidente Marcelo continua igual a si mesmo.
Entre outras coisas, quer políticos mais confiáveis......
Não é giríssimo???
Mais coisas giras.........parece que a CP vai receber 80 milhões para assegurar o serviço público!
Sobre as últimas recomendações de Marcelo para o ano que entrou, também ouvi coisas giríssimas como por exemplo, o imperador César referindo que Marcelo falou na linha de Costa. 
Será que algum deles terá ficado interiormente incomodado com esta comparação?
Ainda no tema, temos uns a elogiar os avisos de Marcelo, outros a reconhecer-se na mensagem dele, outros a identificarem-se com ela (a mensagem), outros ainda a partilhar das preocupações de Marcelo.
Isto é tão giro, tão engraçado, tão..........como dizer,......... chega a ser ternurento.
Mas já estão noutra, TODOS, ele há sempre o futebol, a Cristina, o Montenegro, o bombeiral revoltado, os anúncios de obras e investimentos em catadupa, o Pedro Marques a ver se ganha lugar no bem bom, o Vara que está quase mas ainda não, os OCS cada vez mais maravilhosos, a desonestidade intelectual e política a jorrar em abundância.
Um fartote. 
AC

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O ANALFABETO POLÍTICO
Era bom que a maioria dos portugueses ouvisse isto.
Baseado em texto de Bertholt Brecht.
António Cabral

quinta-feira, 13 de abril de 2017

QUE INIMIGOS da DEMOCRACIA?
O maior inimigo da democracia não é o confronto, nem de ideias, nem de opiniões, nem de conceitos para a resolução dos problemas da sociedade.
É o conformismo, o imobilismo, o politicamente correcto.
Não é certamente a inquietação, antes a resignação.
Agora, na vida real, como se combate o conformismo, o imobilismo, a resignação?
Como se inverte esta terrível bovinidade que alastra em Portugal e em muitos Países na Europa? 
Como se combate democraticamente este estado de coisas, que ajuda a surgirem os demagogos?
Não me parece que seja, não propiciando alguma abertura para cidadãos desligados dos partidos concorrerem nas eleições, nas listas para autárquicas e legislativas.
Não me parece que seja continuando, em Portugal, com este sistema de justiça que, entre outras coisas, propicia o apoderar do sistema político pelo económico e financeiro.
Não me parece que seja alterando a legislação para piorar o estado de coisas referentes aos desmandos que foram e serão praticados em certas autarquias.
Não me parece que seja boicotando as nomeações para órgãos que formalmente são independentes.
Não me parece que seja mentindo aos cidadãos, constantemente, negando-lhes as explicações detalhadas sobre as decisões dos governos.
AC




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

FINGE!!!!!!!!!!!!!!
Porventura sem correspondência real, mas conta-se que um padre desesperado, por sentir que já não acredita em Deus, pede audiência ao Papa.
E confessa-lhe - " eu já não acredito em Deus,......estou desesperado,......que devo fazer? "
Resposta do Papa - "finge"

Presente esta história, atentando no meu desgraçado País, olhando à catadupa de tristes acontecimentos, de desgraças, de contínua ausência de rumo, de demagogia e mentiras, a que se soma estes políticos de todas as cores e estes candidatos a presidentes da República que visitam hoje hospitais, porventura amanhã os desvalidos que dormem nas arcadas do terreiro do Paço, continuo farto desta gentinha toda.
E HÁ MUITO QUE DEIXEI DE FINGIR!!!
AC

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A pouca vergonha
Vejo por aí muita gente a gozar com o último texto publicado no DN por aquele a quem muitos chamam, por exemplo, o pai da democracia portuguesa, o pai disto e daquilo, etc. Refiro-me ao ex-presidente da república Mário Soares.
Pessoalmente, e não é de agora, tenho este meu concidadão em muito fraca conta, não esquecendo no entanto as várias coisas positivas que liderou. Mas este último artigo é de facto confrangedor, porventura ainda mais que outros anteriores.
Mas numa coisa me parece que ele tem toda a razão, concretamente ao elogiar o actual líder do PSOE em Espanha.
Não conheço o senhor. Mas a avaliar pelo que recentemente fez, merece respeito, e que se siga o seu trajecto político. Mas trata-se de um bom prenúncio.
Fez só, SÓ, uma detalhada declaração de interesses, com cópia de documentos da sua vida pessoal. E nada escrito à mão, ou com gralhas, ou rasuras, ou mentiras, ou 2ªs cópias.
Um documento escorreito, que evidencia um modo de estar na política. A seguir com atenção.
Comparando com quem por cá o elogia, com os deputados todos, com todos os titulares de órgãos de soberania actuais e passados, e outros políticos, fica-me a a confirmação da categoria de toda essa gente miudinha. Um nojo, essa elite que se governou/ governa que nos desgovernou/ desgoverna.
Ah,..........sussurram-me ao ouvido, isso é da estrita vida privada das pessoas....além disso os juízes do TC não têm tempo para se ocupar dessas declarações......POIS!!!!
Tribunal Constitucional? Tribunal....quê?   Desgraçado País.

........é isto e nada mais,..........pintassilgos, tenho a certeza, não são pardais.
AC

sábado, 27 de setembro de 2014

No País com cada vez mais imparidades
Estão sempre a "azucrinar-me" os ouvidos - olha que nos outros países, Holanda, Bélgica, Espanha, Reino Unido, EUA, mesmo nos nórdicos, também existe corrupção, compadrio, a salada russa negócios e política, não é só cá, se calhar nem somos dos piores, olha Angola, Líbano, Brasil, etc".
Concedo. Mas, resmungo, nesses países, creio,  o sistema de justiça é mais célere, creio que pelo menos em boa parte deles a pouca vergonha das prescrições não é como cá, além disso, com os males dos outros posso bem. Importa-me o que se passa dentro de casa.
E, depois, o malfadado acordo ortográfico dá sinónimos que antes não eram usados se é que existiam.
Ora vejamos um exemplo. A fotografia mostra uma luva de borracha a boiar no Tejo.
Bem, isto digo eu. Porque se for a certos sítios, teoricamente cheio de pessoas de honra, de probidade, de ética republicana, etc, tipo daqueles que segundo me disseram se espalharam no aeroporto em Macau e a mala abriu-se e era só patacas para uns certos senhores, ou naqueles sítios onde se criam "ongues" ou nos outros que emprestam apartamentos em Paris, nesses sítios dir-me-ão: o senhor está enganado, não é uma luva, está a ver só a de cima, que o mesmo é dizer, portanto, luvas, despesas de representação, honorários, despesas de deslocação, ordenado disfarçado, tickets de almoço, contribuições compensatórias, abono de família.
A língua está cada vez mais traiçoeira.
AC

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

No País com cada vez mais imparidades
Neste desgraçado País, também as condições meteo têm andado.........parvas!
É um facto. Hoje, designadamente em Lisboa, tem caído água a cântaros.
Chamaram-me há pouco à sala, e observei videos amadores mostrando verdadeiros rios em zonas de Lisboa.

Para quem tenha tido a possibilidade de andar pelo estrangeiro, por razões profissionais e por conta própria, por exemplo na Bélgica, Holanda, e em vários locais da costa Leste dos EUA, sabe por experiência própria lá vivida o extremo cuidado com que, PERMANENTEMENTE, se apanham as folhagens, se desentopem sarjetas e escoadouros.

Naquelas terras, ás vezes também surgem problemas com as chuvadas, mas é sobretudo as ocasionais subidas do nível dos rios que acarretam mais transtornos ás populações.

Por cá, é o que se vê. Por exemplo, um segurança levantando grelhas metálicas e, com a mão, retirando punhados de folhas.
Por cá, se na serra da Estrela cai mais neve, lá ficam as estradas interditas. Portugal no seu melhor.
Eventos, cocktails, inaugurações, não alteram este ritmo horrível, de décadas. Desgraçado País, desgraçados cidadãos que tudo isto têm de suportar, a par das vaidades e muita incompetência das chamadas elites.

Vários comentadores e jornalistas salientam que está na moda bater nas elites, nos políticos.
Pela minha parte não alinho nisso. Todas as minhas indignações e a assertividade contra as podridões instaladas decorrem dos factos. Não avalio propaganda, marketing, anúncios, assobiadelas para o lado. As pessoas devem ser avaliadas pelas acções, pelas omissões, pelas inações.

Aprendi profissionalmente, que se deve elogiar o que for caso disso, e apontar de seguida o que requer correção/ melhoria. Procuro assim fazer.

Isto dito nada mais,............pintassilgos não são pardais!!

AC

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Num País com cada vez mais imparidades
As imparidades sobre que venho meditando perante vós, caros leitores, não são as dos registos bancários, ou dos registos nas seguradoras. Como referido antes, é sobre “PISSOAS”,……sobre a “NATA” (??????), …….que sempre se locupletou, e continua a desgovernar este desgraçado País. A nunca se considerar as pessoas, apesar dos protestos acalorados na Assembleia da República, ou nos berros nos desfiles pelas ruas, ou nos comentários nos órgãos de comunicação social.
Eu aponto sempre baterias a 1700 para cá, pois que 55 anos depois houve o terrível terramoto, e nem mesmo assim os germes, as bactérias, os micróbios, as “pestes”, tudo muito nefasto, desapareceram. E a história mostra o nosso “fado”. Triste, lamentável, deplorável.

Enquanto cidadão no activo, a trabalhar, alguns por vezes me sugeriam que eu era pessimista, que devia acreditar mais nas pessoas. Até tinham ás vezes a lata de me dizer para me preocupar apenas com a "minha redoma”. Tudo na sequência das minhas muitas dúvidas quanto a políticos, governantes, titulares de órgãos de soberania, chefes militares, etc.
Naturalmente, como ser imperfeito, nem sempre observei correctamente o que me rodeava. Mas, o decorrer do tempo se encarregou de ir mostrando quão perto da realidade estavam e estão imensos entendimentos meus adiantados antes de muitos factos e acontecimentos. 

Reorganização, das forças armadas, da administração pública, da legislação diversa. Um olhar mais cuidadoso à CRPortuguesa. A Banca. Os negócios, a justiça, a saúde e a educação. Mas à cabeça, a justiça como a questão nº 1 numa sociedade que se queira equilibrada, equitativa, justa, com igualdades de oportunidades.
Sempre na perspectiva de olhar a processos na sociedade portuguesa, olhar ás pessoas. Porque para processo de decência, é imperativo que a ética comande a política, que esta comande o direito, e o direito comande a economia.
Tal como sempre tem sido em Portugal, não é verdade?

Somos todos da mesma massa, mas não saímos todos da mesma forma. Por isso mesmo, a imperatividade da mesma igualdade perante a lei, que aí é que se mede a tão gritada igualdade. Como sempre se tem visto, não é?

Sempre a atirarem-me à cara que sou tratado como igual entre iguais Depois actuam como actuam. Eu e milhões de concidadãos, iguais entre iguais. Dá vontade de rir, tratam-nos como parvinhos e depois atiram discursatas.
Reafirmando que tudo o que fazem é para não nos alarmar, para estarmos descansados. Como sempre se vai vendo, na actualidade por exemplo. Que descanso.

Tratam-me como parvinho.
Pois continuo a afirmar o que digo desde sobretudo 1983 mas com mais enfase a partir de 1991. Não me merecem consideração nenhuma. A palavra dessa malandragem é ôca, vale ZERO.
Aposto que Setembro próximo vai ser um mês de muitas surpresas (????). Já o disse antes, já andam por aí muitos muito contentinhos com isto tudo.

Estamos no País das imparidades (ah, mas nos outros países também há problemas….pois), do rigor, e da transparência.
Olhe-se à lista de protocolo do Estado, e de alto a baixo, sinceramente, quais dos actuais titulares merecem alguma reconsideração quanto ao valor da respectiva palavra?

Para não maçar mais, para terminar, estou a chegar à conclusão que tenho de voltar à instrução primária. Porquê? Porque somo: 10 000 milhões, com 4 900 milhões, com 3 577  milhões (fora os milhões ainda não confessados) e dá-me um resultado. 
Mas ouvi na televisão - não, não se pode somar assim, está tudo certo!!!!!
Não há dúvida, tenho de voltar à primária. Além de que, na próxima vez que for à frutaria da D Olga, em vez de lhe pagar, lembro-lhe o crédito que mereço pelo meu irrepreensível comportamento de anos, e nem preciso de dizer mais nada!!!

Pois caros leitores, este que se assina com os seus 66 anos tem o já confessado problema de não conseguir a fórmula concreta que indique como se sai disto. Vou meditar, e vou começar pela constituição. Hei-de voltar, vou fazer um interregno. Obrigado se me quiserem continuar a visitar. E vou voltar mais à fotografia. 13 Setembro, data chave.
AC (António Cabral)