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segunda-feira, 15 de março de 2021

PANDEMIA.  VACINAS

Vai por aí e por essa Europa fora alguma algazarra, ou será alguma guerra, ou confusão, ou desnorte?

Para um determinado desfecho, sobre seja o que for na vida, raramente mas muito raramente há só um parâmetro a concorrer para esse dado desfecho. Para um acidente marítimo, desastre ferroviário ou rodoviário, descoberta científica, etc., há sempre mais que uma causa.

Nesta questão da "Astrazeneca" que, tanto quanto julgo saber tem uma grande comparticipação do Reino Unido, creio que há mais do que um factor para o imbróglio do presente. Até ao momento quase 40 casos estranhos em diferentes países foram reportados com, aparentemente, ligação a num dado lote da dita vacina. No dizer de um especialista nacional, e tendo em conta os cerca de 17 milhões já ministrados, esses quase 40 casos representa qualquer coisa como 0,0 e depois muitos zeros acabando num 8.

Alguma coisa deve haver, porventura uma deficiência de fabrico desse lote. Mas, creio bem, muitos na UE aproveitam isto para guerra com o Reino Unido............ ou não? Outras farmacêuticas estão a aproveitar isto para um joguinho sujo por baixo da mesa...........ou não?

Enfim, interesses, interesses, mas o ser humano comum......que se lixe!

AC

sábado, 5 de dezembro de 2020

A  VACINA

Chove vozearia acerca da vacina, acerca do esforço monumental que todas as farmacêuticas a nível mundial fizeram para ter vacinas antes ou pouco depois do final deste Dezembro.

Nenhuma vacina até hoje foi conseguida em menos de um ano como agora estas. Não sou negacionista, mas acho isto muito interessante. Tal como, assim que a produção de máscaras passou a funcionar em grande - "USEM MÁSCARAS É FUNDAMENTAL". Anda a metralhar nos OCS que é preciso confiança, que a vacina é gratuita, de confiança, que todos se devem vacinar, e o plano de vacinas vai aparecer.

Sinceramente, quando não se conhecem ainda nenhuns resultados da 3ª e última fase a que as farmacêuticas estão obrigadas, sendo certo que em tão pouco tempo os resultados derivam da menor quantidade de pessoas que se voluntariou para ser vacinada, quantidade brutalmente inferior ao que aconteceu com outros medicamento e vacinas (não houve tempo para testar em muita gente), parece-me legitimo que uma pessoa normal se questione sobre tudo isto.

Acresce que, quando se sucedem Exas a enaltecer a coisa então dá mesmo para matutar no assunto. Agora foi o ex responsável pela DGS - Ouvido no Fórum da TSF, o também professor jubilado da Escola Nacional de Saúde Pública defende que a confiança vai ser essencial em todo o processo. "Para aceitarmos sermos vacinados, sem resistências não razoáveis, temos de ter, de facto, confiança nesta vacina", reconhece Constantino Sakellarides.

O antigo dirigente da DGS sublinha que é importante "entender" que este é "um produto licenciado" e que esse "licenciamento é feito através de um processo muito rigoroso por um regulador credenciado, independente de outros interesses e tecnicamente competente para o efeito". A Agência Europeia do Medicamento articula-se de várias formas com o Infarmed, e a "informação de confiança sobre tudo o que diz respeito à vacina" provém dessa fonte, explica Constantino Sakellarides. (sublinhado meus)

Para quem já andou anos no estrangeiro, e sabe como se comportam grandes agências e países, sempre por interesses, e quando se sucedem as loas como agora com Salellarides, bem, é caso para fazer uma pausa e meditar.

AC

terça-feira, 17 de novembro de 2020

 VACINA  ???????????????
Lê-se - Anúncio da Moderna sobre vacina provoca recordes em Wall Street. O título da farmacêutica Moderna valorizou cerca de 10%.

Mas qual é a admiração?

Nenhum "jornalistazinho ou zinha" tuga se interroga com a rapidez com que virá uma vacina. Virá, assim o dizem copiando outros sem uma mínima reflexão, em Dezembro?, certamente Janeiro próximo? Nenhuma destas criaturinhas tugas se digna ir ver as medidas temporais, ou passos vários no desenvolvimento e experimentação, as autorizações de todas as anteriores vacinas e ............comparar, reflectir. 

Vacina em Janeiro 2021?????????????

Acredito que a conjugação de esforços entre farmacêuticas acelere,  encurte prazos mas.............muito jogo bolsista e preparação de contratos para compras astronómicas é o que é. BOLSAS!!!!!!

Até o manhoso Tedros veio já dizer qualquer coisa mais sobre a vacina, e que tal e coiso.............

As farmacêuticas todas a ganhar rios de dinheiro, como todos os produtores de máscaras estão também. Lembram-se de quando se dizia na OMS e por cá - não é preciso máscara? 

Lembram-se quantas semanas demorou até - é muito importante usar máscara.....POIS!!!

Como eu, acredito que pensa muito mais gente, mas os nossos queridos Costas e quejandos e os nossos queridos e queridas jornalistas..........E aquela coisa curiosa, uma precisa de -75º C, outra apenas o nosso frigorífico 8º C, uma tem resultado óptimo de 90 %, outra de 92 % e outra de 94,5 ? Não é interessante?

AC


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SNS, HOSPITAIS, FARMACÉUTICAS, O COSTUME
Cada dia que passa mais se confirma a aldrabice do virar de página.
Antes tivemos os obreiros (!??!) que tinham gosto em fazer mais do que o recomendado lá de fora.
Agora temos outro tipo de pantomineiros, os super aldrabões.
O aldrabão francês Moscovici faz enormes elogios ao desempenho de Centeno e companhia.
Estará atento, por exemplo a desorçamentações, cativações e não pagamentos?
Quase todos os dias aparecem casos.
As farmacêuticas, os laboratórios, as empresas fornecedoras de material médico, estarão a arder com uma pequena "maquia".
Segundo a Apifarma, registou-se um agravamento de 111,7 milhões de euros da dívida total (mais 14%), face a dezembro de 2016 (794,4 milhões de euros). 
Em Dezembro 2016, convém lembrar, já a geringonça tinha um ano, agora já passou os dois anos. Mas ainda deve ser culpa do inefável Passos Coelho.
Aparentemente a dívida dos hospitais aos laboratórios e às empresas de dispositivos médicos ascendia a 1.212 milhões de euros no final de 2017, já depois de um pagamento de 400 milhões de euros proveniente do aumento de capital destes hospitais.
Claro que o ministro, um dos que se tem mostrado mais habilidoso na retórica e no falar doce, já tinha anunciado que iria despejar 1,4 mil milhões para a regularização das dívidas aos fornecedores do setor. 
Aparentemente, em Dezembro de 2017, a dívida global dos hospitais públicos à indústria farmacêutica totalizava 906,1 milhões de euros. Deste valor, 664,6 milhões de euros corresponde a dívida vencida (superior a 90 dias), o que representa uma subida de 26,4% em relação a 2016. 
Parece que existe uma legislação europeia que determina que o Estado pague em 30 dias, quando muito em 60 dias. Como se continua a ver. Como dizia o Sócrates - isso não interessa para nada!
Haverá pois um agravamento de 111,7 milhões de euros da dívida total (mais 14%), face a dezembro de 2016.
Página virada, claro. Esqueceram-se foi de dizer o livro a que pertencia a página.
António Cabral