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segunda-feira, 15 de julho de 2024

quarta-feira, 29 de março de 2023

COMÉRCIO. 

PEQUENO COMÉRCIO. COMÉRCIO DE BAIRRO.

COMÉRCIO DE PROXIMIDADE E TRADICIONAL.

Dizem por aí alguns tidos como referência que, por exemplo em Lisboa e concretamente na Baixa Lisboeta e mais precisamente nas suas quatro principais ruas, 1/4 das lojas não abriu desde a pandemia.

Pessoalmente olho para as restantes ruas da Baixa Lisboeta (as várias transversais por exemplo, que não referem) e o panorama não difere muito. Como razões para isto, falam na especulação imobiliária, subida das rendas para níveis exorbitantes/ irrealistas e, obviamente, que o poder de compra da maioria dos cidadãos portugueses cada vez deixa mais a desejar.

Muitos a começar no intrujão-mor e seus apaniguados defendem que o turismo é a salvação da nossa economia. Mas quem anda pela Baixa Lisboeta que turismo e que turistas observa?

Uma esmagadora maioria é chinelada e indigentes de mochila às costas. Os que chegam nos cruzeiros pouco deixam cá, e a maioria dos que por aí se observam idem, pois chegam com programas pagos.

Atractividade da capital? 

Descaracterização da cidade?

E a identidade que existia do nosso comércio tradicional, onde pára?

Lembranças como se vê por toda a Europa, bugigangas horríveis etc.

É isto o grande desenvolvimento?

Se deixarmos a Baixa Lisboeta e rumarmos ao Martim Moniz, ou à rua da Madalena, ou avenida Almirante Reis, ou Arroios, etc., encontramos o quê?

Uma descaracterização monumental, um comércio discutível na mão de asiáticos os mais diversos.

E se rumarmos ao Porto? E a Braga? E a Setúbal? E a Castelo Branco? E à Maia? E à Amadora? E a Loures? E a Almada? E a Beja? E a Alcácer do Sal? E aos dormitórios que ladeiam  o IC-19?

Progresso, desenvolvimento, harmonia!

AC

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Não somos todos iguais, somos todos da mesma massa, mas não saímos todos das mesmas fôrmas.
Mas todos os cidadãos devem ser iguais perante a lei, sem excepções, o que no nosso país cada vez mais se comprova que assim não acontece.

Uma convicção de há muito.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

SEMPRE os MESMOS
Porque será?
Acabo de ser chamado à sala - vem cá depressa - lá fui, dei com os mesmos de sempre, sempre os mesmos a defender a mesma seita de sempre.
Isto não tem fim. É um nojo.
Podem muito, de facto. 
Quem? Ainda não perceberam?
Vim a correr escrever isto. 
Alguns perceberão.
AC

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

INSPIRAÇÕES
Portugal sempre inspirou muitos e muita coisa.
Por exemplo
Será que o que se vem passando nos últimos 10 anos inspirará uma nova série mafiosa, tipo SOPRANOS?
É que há casos diários.
AC

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

"Os Lusíadas" e o presente
Periodicamente, passo os olhos por livros ou parte deles, dos vários que tenho em casa. É o caso da obra "excelsa"
Nela encontro sempre algo que me mostra o retrato actual do meu País. Observar o debate parlamentar da tarde de hoje contribui para as certezas que se têm há muito. E, portanto, aqui vai:
Por exemplo:
Canto II, VI
Pergunta-lhe depois.........
...............
...............do peito lhe desterra
Toda a suspeita e cauta fantasia;
Por onde o Capitão seguramente
Se fia da infiel e falsa gente.

Ou então 
Canto X, LVIII
.......
Quem faz injúria vil e sem razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a vitória verdadeira,
É saber ter justiça, nua e inteira. AC

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES. E não só!!!
As fundações. Ou um dos cancros da nossa sociedade. 
Outro de enorme importância, está corporizado nos vários fundos imobiliários que, presumo, ganharão rios de dinheiro (sou favorável ao lucro) mas, aparentemente, nem sequer pagam IMI.
Mas, focando-me nas fundações, uma das maiores criticas que faço ao governo de Passos Coelho é que, creio, deixou quase intacto este "pormenor" da sociedade e da vida política.
É um cancro, com metásteses no PSD, no CDS, no PS. 
Porque de facto, muita retórica houve, sempre, nestes três partidos, mas as clientelas dos três e mais umas franjas que por aí se roçam nas paredes disfarçando, porque também lá têm as mãozinhas na massa, sempre trataram que tudo ficasse basicamente na mesma. Porque os tugas depressa esquecem, e os media,........bem,.......adiante.
A realidade é que os dinheiros públicos desaparecem como a areia nas mãos dos meninos.
Uma das muitas dificuldades que um cidadão tem é tentar descobrir as coisas que estão camufladas nos sucessivos OE, nos relatórios de muitas instituições, como por exemplo a Inspeção-Geral de Finanças, e aperceber-se ao menos de umas migalhas das que escorrem aos milhões ou flutuam por aí. Escandaloso, senhores sucessivos primeiros-ministros. Custa, dá muito trabalho, mas é muito bom. E depois existem aqueles que me vêm dizer - ah você é muito duro com os políticos -........
AC

sábado, 6 de junho de 2015

FORROBODÓ
É um termo popularucho, mas identifica bem a pantominice que grassa em várias camadas sociais e em certos grupos. Em síntese, numa série de senhoras e senhores que se intitulam de elites.
Portugal sempre teve muitas, basta ir à história, começar em 1700.
O que se pode chamar senão isso, a um esganiçado pequenino que reclama exemplos europeus do passado para corrigir o presente e o futuro, como se ele não tivesse contribuído para este presente anquilosado?
O que se pode chamar senão isso, a ele que não conseguiu entrar na galeria dos "importantões" ainda que sempre se tenha roçado por bons cadeirões, e vai daí, espuma vingança e dá apoios a quem por desinteresse total lhe poderá vir a outorgar a tal galeria?
O que se pode chamar senão isso, a um senhor que não cabe num Clio e, portanto, só grandes carros alemães para o transportar, até porque mais depressa vai ao e vem do Norte, fazendo pelo caminho as negociatas angelicais "pro bono"?
O que se poderá chamar senão isso, ás prováveis combinações entre todos os bancos, entre todas as gasolineiras, e etc?
O que se poderá chamar senão isso, ao desaparecimento de milhões, ora porque não sabe, ora porque a culpa foi da crise, ora porque os governantes foram mauzinhos, ora porque o contabilista se enganou nas contas, ora porque os reguladores lá iam jantar a casa, ou jogam todos golfe?
O que se poderá chamar senão isso, aos tumultos futebolísticos, sendo para mim tumultos os propriamente ditos e que nunca acabam, bem como as transferências, os ordenados, as compras de jogadores e treinadores, por clubes que parece estarem falidos há muito tempo e, relativamente ao que, nenhum português normal conseguirá perceber de onde vem o dinheirinho?
Portugal está cada vez mais doente, mas teimam em dizer que não.
AC

domingo, 30 de novembro de 2014

POIS!
"suum cuique tribuere"
Dos meus longínquos tempos de Faculdade lembrei-me disto.
A tradução é mais ou menos - "a cada um aquilo que lhe é devido"

Mas também me martela constantemente a cabeça, isto - "para os amigos TUDO, para os inimigos nada, para os outros a lei".

Porque será que a minha mente, tortuosa certamente, desde há muito tempo insiste comigo que estou perante frases sinónimas?
E que os últimos meses nacionais, parecem querer confirmar?
AC

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A porcaria
Volto a colocar estas fotografias, "postadas" em 22NOV passado. Face ás notícias dos últimos dias e em particular as anunciadas na rádio durante a manhã de hoje, desculparão mas parece-me que o meu "amigo" corvo marinho faz gosto em ajudar-me no que penso disto tudo.
AC
 Fez a porcaria, ainda que pareça não ser crime; é uma ave.
 Mas afinal é uma ave especial, um passarão......que se regozija com a porcaria que fez e continua a fazer........
E, pelos vistos, ainda se zanga porque lhe chamam à atenção. Estes passarões que andam por aí à solta!!!!
AC