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domingo, 7 de junho de 2026

Republico texto já com algum tempo

Os  LUSÍADAS
Eu e o meu especial exemplar; fotografias tiradas na ocasião de uma maravilhosa e recente conferência sobre Luís de Camões, numa escola de ensino secundário, para que fui convidado, e proferida pelo Professor Doutor José Bernardes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
António Cabral  
 (AC)

terça-feira, 16 de setembro de 2025

sábado, 17 de maio de 2025


Os  LUSÍADAS
Eu e o meu especial exemplar; fotografias tiradas na ocasião de uma maravilhosa e recente conferência sobre Luís de Camões, numa escola de ensino secundário, para que fui convidado, e proferida pelo Professor Doutor José Bernardes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
António Cabral  
 (AC)

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

CULTURA

. . . . . 
Os casos vi que os rudes marinheiros,
Que tem por mestra a longa experiência,
Contam por certos sempre e verdadeiros,
Julgando as coisas só pela aparência,
E que os que têm juízos mais inteiros, 
Que só por puro engenho e por ciência
Vem do mundo os segredos escondidos,
Julgam por falsos ou mal entendidos.
. . . . . . 
(Lus., V, 17.)

AC

quinta-feira, 2 de maio de 2024

Grande LUÍS, lembrar-se-ão de Ti ?


                XX

Eis aqui, quase cume da cabeça

De Europa toda, o reino Lusitano,

Onde a terra se acaba e o mar começa

E onde Febo repousa no Oceano.

Este quis o céu justo que floreça

Nas armas contra o torpe Mauritano,

Deitando-o de si fora; e lá na ardente

África estar quieto o não consente.

(Canto III, estrofe XX, Os Lusíadas)

Antonio Cabral

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

C A M Õ E S
Nota prévia: apetece-me escrever umas linhas sobre este português ilustre. Por várias razões.
- Em casa tenho dois exemplares de "Os Lusíadas".
Um, um livro mais simples, e é este.
Outro, é um verdadeiro tesouro.
Capa extraordinária mas o mais extraordinário está dentro e a isso irei mais à frente.

- O modo como Costa e o seu governo olharam para a celebração que é devida a Camões e sobre a qual pairam nuvens negras. porventura porque o monstro faz muito surf?

(intervalo; já retomo)



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

"Os Lusíadas" e o presente
Periodicamente, passo os olhos por livros ou parte deles, dos vários que tenho em casa. É o caso da obra "excelsa"
Nela encontro sempre algo que me mostra o retrato actual do meu País. Observar o debate parlamentar da tarde de hoje contribui para as certezas que se têm há muito. E, portanto, aqui vai:
Por exemplo:
Canto II, VI
Pergunta-lhe depois.........
...............
...............do peito lhe desterra
Toda a suspeita e cauta fantasia;
Por onde o Capitão seguramente
Se fia da infiel e falsa gente.

Ou então 
Canto X, LVIII
.......
Quem faz injúria vil e sem razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a vitória verdadeira,
É saber ter justiça, nua e inteira. AC

sábado, 26 de maio de 2018

Esperança no  futuro da Pátria
Tinha Luís de Camões, por variadas demonstrações, mas até pela forma como acabou a sua obra, Os Lusíadas, nas duas últimas estâncias do canto X.
...............................
CLV
Para servir-vos, braço ás armas feito,
Para cantar-vos, mente às Musas dada;
Só me falece ser a vós aceito,
De quem virtude deve ser prezada.
Se me isto o Céu concede, e o vosso peito
Digna empresa tomar de ser cantada,
Como a pressaga mente vaticina
Olhando a vossa inclinação divina, 

CLVI
Ou fazendo que, mais que a de Medusa,
A vista vossa tema o monte Atlante,
Ou rompendo nos campos de Ampelusa
Os muros de Marrocos e Trudante,
A minha já estimada e leda Musa
Fico que em todo o mundo de vós cante,
De sorte que Alexandre em vós se veja,
Sem à dita de Aquiles ter inveja.

AC

terça-feira, 22 de maio de 2018

LUÍS de CAMÕES, "Os Lusíadas"
Em tempo de prémio Camões, passei parte do dia a ler passagens várias do meu exemplar, uma edição especial, 2ª edição, de 1972, por ocasião das comemorações do IV centenário da publicação de "Os Lusíadas".
A 1ª edição fora publicada em 1960, por ocasião das comemorações do 5º centenário da morte do Infante D.Henrique. 
AC

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

PORQUE SERÁ,  QUE CONTINUA TÃO ACTUAL ??

Quem faz injúria vil e sem-razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a vitória verdadeira,
É saber ter justiça, nua e inteira.


Os Lusíadas, canto X, LVIII, página 344, do meu exemplar de capa de carneira, 1972.


António Cabral