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segunda-feira, 22 de abril de 2024

EXACTAMENTE

(VISTO/ LIDO POR AÍ)

Por uma vez sejamos inteligentes e façamos alguma coisa por Portugal e os portugueses. A começar com o que enviamos para a China e os PLP. As câmaras de comércio, os consulados e o AICEP não servem só para jantaradas. Deles se espera que sejam úteis e façam o melhor por Portugal. Muitos já o fazem. É preciso alargar a rede e cultivá-la com critério, controlando o que de mau sai de Portugal para o exterior. E aí é fundamental o papel do Ministério da Economia. Não sejamos tolerantes com a mediocridade. Ainda que seja da nossa cor política.

AC

sábado, 25 de novembro de 2023

PORTOS.  PORTO de LISBOA.
Num intervalo de tarefas e outros assuntos, estive a divagar interiormente com os meus botões, sobre coisas da vida, perspectivas, e às tantas dei por mim a pensar em desenvolvimento do país, exportações, etc.
E lembrei-me de portos, quer Sines quer Lisboa, até devido a um amigo que profissionalmente trabalha nos dois.
E com ele devo almoçar dia 6 do próximo mês.

Estive a olhar para o de Lisboa, que comecei a conhecer melhor no início dos anos sessenta do século passado. E assisti a modificações, uma das maiores sendo o que resultou em consequência da Expo 98.

O porto de Lisboa é sem dúvida um dos que mais vital papel desempenhou e desempenha na economia portuguesa.

Interessante olhar à sua história.
Condições de navegação e abrigo óptimas.
Do que julgo saber, por exemplo os Fenícios andaram por cá, e terão criado na margem Norte do Tejo uma colónia - Alis Ubbo - mais tarde ocupada pelos Romanos.
Seguiu-se a Olissipo  e mais tarde Olissipona.

O período Árabe seguiu-se á ocupação Romana. 
O comércio com o exterior incrementou-se.
O estuário do Tejo oferece condições extraordinárias, nesse capítulo e em espaço estratégico.
Na odisseia dos Descobrimentos o porto de Lisboa teve papel determinante.
Estaleiros navais, construção de embarcações diversas. 
Até ao final do século XVI o porto de Lisboa tornou-se um importante entreposto comercial Europeu.

O porto de Lisboa aí está, o majestoso Tejo desce por ele até ao Atlântico. 
Desde 1887, altura das grandes obras  de modernização, o porto tem crescido. 
Dos últimos anos persistem algumas interrogações ou indefinições, como a questão dos contentores, por exemplo. 
E, correlacionadas, as questões de como aproveitar áreas da margem onde se situam, Montijo, Barreiro, Seixal, Almada, etc.
Aguardemos, pois a tormentosa questão "aeroporto" terá também impacto sobre o porto.
AC

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Ah........OLHA  QUE  SURPRESA
De acordo com o nosso Instituto Nacional de Estatística (INE) no passado mês de Fevereiro tivemos mais um excelente exemplo do bom caminho que andamos a percorrer.
De acordo com o INE, as exportações de bens cresceram 20,3%, metade do valor de crescimento das importações: 42,3%. 
Entre vários aspectos salientados pelo INE deixo apenas estes: 
> aumentos observados nas exportações e importações de fornecimentos industriais (+30,8% e +44,2%) 
> e aumentos nas importações de combustíveis e lubrificantes (+133,5%; +97,8% face a 2020).
Naturalmente brilhante, um sucessivo virar de página.
AC

domingo, 11 de fevereiro de 2018

......TEJO,.......VVRODÃO,......PORTAS do RODÃO...........
Por lamentáveis razões, se tem falado desta parte do desgraçado Portugal.
Foi preciso mais uma escandalosa poluição para uns deputadozinhos irem lá acima passear de barco.
Não foi precisa essa tragédia para aquilatar da pobreza ministerial no ambiente.
Quando lá passei em Setembro passado estava um dia lindo, rio limpo. Fui inclusive descobrir umas ilhotas a jusante das Portas do Rodão onde vagueiam........cágados. Como mostra a 1ª fotografia
AC 

sábado, 30 de dezembro de 2017

NÃO HÁ DINHEIRO, 
NÃO HÁ PALHAÇOS.

NÃO HOUVE DINHEIRO, 
NÃO HOUVE PERNIL,
MAS HOUVE e HÁ PALHAÇO.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MAR. PORTOS. EXPORTAÇÕES.
Aparentemente, com este OE 2016, a história de construir/ instalar um terminal de contentores na zona do Barreio perto da ponta em frente à base aérea do Montijo, já teve melhores dias. No passado recente, com a anterior governação, parece que se preparavam para isso, para ali o sediar.
Como em tudo na vida, aquela eventual localização terá vantagens e inconvenientes, e eu sou um quase ignorante em questões portuárias e sobretudo no que se refere a estudos das acções do rio, sedimentações, necessidades de dragagens. Quanto a este último aspecto, a coisa seria certamente um sorvedouro de dinheiro.
A desgraçada sensação que me fica, década após década, é que este dito País de marinheiros mais não passa de um manhoso País de banhistas, e ainda por cima pouco sabendo de natação e sendo muito inconscientes com as coisas do mar.
Ah, de vez em quando, como aconteceu agora com a eventual cena de Cavaco Silva poder presidir a um conselho de ministros, há quem tenha a lata de escrever que esta criatura sempre tem manifestado grande interesse pelas coisas do mar.
O actual e os ex-PM, a recordar  Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates, Passos Coelho, o que têm em comum?
Muito frenesim mediático, muitas inaugurações ás vezes até de coisas já semi-inauguradas, uma enorme demonstração periódica de falta de sentido de Estado. A que se pode acrescentar, como mostraram os anos passados, muita nomeação de "boys e girls", escassa ou nula coordenação dos respectivos governos e uma ausência de dignidade e parcimónia na gestão da coisa pública.
Além disso, a par de uma variante entre desconhecimento absoluto ou parcial de dossiers, têm ainda em comum o constante esquecimento da posição geográfica do País e, como a sua acção foi demonstrando, geo-política e estratégia para eles tudo um pântano de conhecimento.
Conjugar portos e ferrovia é coisa que continua a estar no estado que se vê. Houve até uns anúncios de assinaturas de protocolos tempos atrás entre autarcas, etc.
No vernáculo popular, tudo continua a demonstrar que não passam de uns patetas. Só não esquecem os jogos por baixo da mesa e o acautelar da vidinha.
AC