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quarta-feira, 8 de julho de 2026

AINDA  a  RECENTE  GREVE  GERAL

A recente greve foi formalmente decretada pela CGTP e denominada geral embora, formalmente, não tenha sido geral pois a associação sindical UGT não acompanhou os seus companheiros de luta.

Portanto, formalmente, uma greve que só foi geral no paleio, não apenas mas basicamente vermelhusca.
E quanto à adesão real, certamente houve adesão fora do quadro CGTP mas creio que não tanta como a CGTP declarou. 
Mas mais do que o governo pateticamente desvalorizou

Além da greve dita geral, quer a CGTP quer os seus associados trataram de organizar mais umas greves e mais uns plenários. 
Os plenários não são greves mas, na prática, e por exemplo os professores, nesses dias não dão aulas.
Se forem os funcionários das escolas (os chamados não docentes) mas os professores estejam prontos para dar aulas não há aulas na mesma, pois os funcionários não abrem as escolas. Não é lindo?

Já aqui falei nas diferentes e diversas interrupções de aulas que tem atingido o meu neto que terminou há 8 dias o 2º ano de escolaridade.
Os professores voltaram a não dar aulas (Setúbal) várias vezes.
E o neto passou o tempo connosco nesses dias.

Relativamente a isto houve uma curiosidade, uma coisa que fiquei a saber.

A nossa mulher a dias (*), na realidade uma ou periodicamente duas vezes por semana (habitualmente ela vem só às 4ª F), uma senhora Moldava (está cá há 15 anos com o marido, um dos filhos e nora e os dois netos) de 60 anos, e que tem um jeito enorme para crianças, adora crianças, ficou espantada ao ver o nosso neto em casa sobretudo depois de perceber que se devia a greve/ não haver aulas.

"No meu país quase não há greves e as aulas não são interrompidas, há sempre outros professores para preencher faltas"

Vendo isto como "comprei"!

Apeteceu-me dizer-lhe - pois mas isto aqui é a Tugolândia, em que a greve e BEM tem proteção Constitucional mas, a par disto, por cá é tudo uma rebaldaria e uma palhaçada pegada, sem rei nem roque, fazem o que lhes aprouver, estão-se borrifando para as consequências a prazo para a sociedade.

Mas fiquei calado. 

AC

(*) o padreca diz que é a senhora que ajuda lá em casa)

terça-feira, 16 de junho de 2026

SERÁ ?

Será que um dia destes o SMN vai decretar uma greve não por causa das urgências, ou do INEM, ou porque Joana Bordalo e Sá está irritada como de costume porque nunca mais volta uma geringonça, ou porque a rede informática do SNS foi abaixo, ou porque Seguro não pára de nos adormecer com discursos bíblicos, mas porque o safado do estetoscópio afastou o método que a figura recorda?


AC

sábado, 6 de junho de 2026

GREVE,  DIREITO  CONSTITUCIONAL

Sim, a greve é um direito constitucionalmente protegido.

E assim deve permanecer.

O que não deve permanecer é a pouca vergonha, a desfaçatez e impunidade de associações sindicais e de vários sindicatos.

Marcaram greve geral para 3 de Junho, uma 4ª Feira. Apenas por uma infeliz distração, a CGTP (UGT não aderiu formalmente à greve geral) não tinha reparado que 4 de Junho era feriado. 

Como também, por exemplo em Setúbal, os professores do ensino primário não tinham reparado que o plenário marcado para 2 de Junho, 3ª feira (não ás aulas) era exactamente antes da greve geral.

E os funcionários das escolas não repararam também que a greve convocada para hoje 5 de Junho, 6ª feira, calhava a seguir ao feriado, e fazendo eles greve as escolas não podiam abrir e, portanto, mais um dia sem aulas. Linda semana!

Como dizia o Guterres, é fazer as contas ao extenssíssimo fim de semana para a rapaziada.

Desde o início das aulas em Setembro passado têm sido vários os dias sem aulas. Se não é do "cu" é das "calças".

Estamos a construir um excelente futuro. Mas a CGTP e sicários continuam arrogantemente satisfeitos.

Nas escolas defendem-se coisas interessantes, algumas de facto  importantes, mas aulas é que não. Folclore muito, aulas vamos tendo q.b.

AC

terça-feira, 2 de junho de 2026

É  PORTUGAL

Greve Geral - 3 Junho.

Feriado - 4 Junho.

Plenário professores na zona de Setúbal - 2 Junho.

Vários faltarão dia 5 Junho.

Como dizia o inarrável Guterres, é fazerem as contas ao delicioso super fim de semana assim conseguido.

O meu neto que está no 2º ano de escolaridade já se ri com tanta greve.

Depois admiram-se.

AC

quinta-feira, 21 de maio de 2026

SOU  MESMO  DISTRAÍDO

É frequente chamarem-me à atenção para esta minha característica.

Sou distraído.

Estou a falar disto agora a propósito da programada greve geral para 3 de Junho próximo.

Olhei para a minha mulher - oh querida, a CGTP desta vez marcou greve para meio da semana, não está colada ao fim de semana como é habitual.

Reparei logo que estava a ser olhado com ar condescendente e com o habitual e bonito sorriso.

"Ai António, és mesmo distraído, não reparaste que 4 de Junho é feriado, Corpo de Deus, e é 5ª Feira. Isso dá para faltarem na 6ª Feira e assim ficam com um excelente fim de semana.

Não disse mais nada.

AC

quarta-feira, 29 de abril de 2026

GREVE

Para variar, um dos meus netos (8 anos, 2º ano) amanhã não tem aulas.

Excepcionalmente não é colada a uma 6ª Feira ou a uma 2ª Feira, para terem um fim de semana mais catita . . . . . . 

Espera . . . . sim de facto amanhã é 5ª Feira mas . . . . . 

Ah, já percebi, não me estava a lembrar que 6ª Feira é feriado.

OK.

Continuem assim . . . . . Portugal do futuro agradece!

Deplorável, lamentável, que gentalha. 

Sim, as questões laborais têm muito que se lhe diga, não tenho dúvida que por exemplo o caso do projecto de nova lei laboral tem muito provavelmente vários contornos lastimáveis, inaceitáveis etc.

Do que li até hoje e certamente por deficiência da minha parte, ainda não consegui perceber com clareza (do governo e das centrais sindicais) quais são os aspectos concretos na legislação ainda em vigor que provocam por exemplo, o mau desempenho da nossa economia, a sempre evidenciada falta de produtividade, etc.

Mas façam o protesto sem o colar a um fim de semana. 

Pensem nos miúdos, pensem no que estão a fazer às crianças que são  os futuros adultos. 

O meu neto fica aborrecidíssimo sem as aulas, já não é a primeira vez que me diz - "oh avô, é outra vez sem aulas." Provavelmente não se vai esquecer disso. Aguardemos.

Mas, independentemente de CGTP e UGT terem quase certamente razão em algumas matérias, fica-me sempre muito a sensação de que gostam sobretudo é de falar e berrar para os da sua cor! Poderei estar a ser injusto, mas muitas vezes esta é uma sensação legítima.

AC

segunda-feira, 23 de março de 2026

E MAIS UMA VEZ . . . . 

o dia ficará marcado por mais uma greve de trabalhadores da Administração Pública

Sempre colada ao fim de semana, ora sai uma 6ª Feira ora sai uma 2ª Feira. 

Sim, há direito de vez em quando a um belo fim de semana, pois ATÃO!

👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

Sempre a melhorar! 

É continuar, vamos de vento em popa a caminho da cascata, ou do precipício, o trambolhão é capaz de ser grande mas, q'importa, NÉ ?!

AC

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Defeitos e virtudes do pacote laboral 
(Helena Garrido) (16DEZ2025)
(sublinhados e comentários da minha responsabilidade)

A greve geral foi precipitada, não pelas razões apontadas. 
E menos geral do que pareceu. A proposta de mudança da lei laboral tem muitos defeitos, mas também algumas virtudes.

Quando nos queixamos de existir um elevadíssimo peso de contratos a prazo entre os jovens (cerca de dois terços até aos 24 anos), temos de ter consciência que é o preço que pagamos pela relativa segurança dos contratos sem termo. 
Foi essa a fórmula que as empresas encontraram para garantirem uma eventual necessidade de reajustarem a sua capacidade produtiva, em resposta à procura. 

E, contrariamente ao que se possa pensar, quase 70% dos trabalhadores por conta de outrem têm um contrato sem termo, de acordo com os mais recentes dados dos Quadros de Pessoal
À medida que vão envelhecendo, os jovens vão integrando também esse grupo que beneficia de maior segurança no emprego, não se identificando, nos dados, uma preferência das empresas por manter eternamente as pessoas em situação de precariedade.

Apesar deste retrato, continuamos a ter um mercado de trabalho dual, mas cuja separação se faz mais entre público e privado e, num segundo patamar, entre os mais jovens e os mais velhos. 
Claro que não faz bem a uma comunidade criar rivalidades entre público e privado, mas é um facto que um funcionário público tem garantias absolutas de um emprego para a vida, o que não acontece com quem está no sector privado
 
Quem está no sector público pode não fazer nada que nada lhe acontece. Quem está no sector privado, se não provar que está a criar valor, arrisca-se a ser despedido ou “encostado”. Claro que no limite, este trabalhador do sector privado que nada faz pode acabar por ter como custo implícito a precariedade e até o despedimento do seu colega mais novo, mais barato de dispensar.

É em cima deste retrato geral que acontece a greve geral. 
E é a partir dele que vemos que, mesmo que existisse muita vontade de aderir à greve, boa parte dos trabalhadores não teria condições para o fazer sem arriscar ficar sem emprego
Claro que isso é um factor de desigualdade. Mas a questão é se, de facto, existiam assim tantas pessoas com vontade de aderir à greve geral de dia 11 de Dezembro e que não o fizeram por medo. 

Os dados sobre o consumo de eletricidade revelam que houve menos empresas a fecharem do que, por exemplo, a redução do trânsito podia fazer crer. 
E nunca saberemos se tal foi por medo ou apenas porque essas pessoas não quiseram aderir à greve. Não nos podemos esquecer que o país virou politicamente à direita.

Dito isto, a proposta de alteração da legislação laboral tem o pecado original de não ter uma racionalidade obvia

E, embora tenha algumas virtudes, elas ficaram submersas em medidas que dão incentivos opostos aos que, em princípio, desejamos para a comunidade, como seja empresas que geram mais valor acrescentado para pagarem melhores salários, trabalhadores com melhor e mais formação e um melhor equilíbrio entre a vida profissional e familiar, tendo ainda em vista também o aumento da natalidade.

Eis alguns exemplos com efeitos nos custos salariais, na formação e no equilíbrio entre vida familiar e profissional.

No caso dos custos, temos o banco de horas individual, que sendo susceptível de reduzir o rendimento dos trabalhadores, significa menos custos para as empresas. Tal como abrir a possibilidade de redução da categoria de um trabalhador, via aprovação tácita da ACT, também se traduz em menos custos. E ainda a possibilidade de fazer outsourcing logo após um despedimento coletivo, quando agora só o podem fazer passado um ano. É isso que queremos? Incentivar empresas que baseiam a sua vantagem competitiva em salários baixos? NÃO

Outro tema é o da formação. De acordo com a proposta do Governo, as exigências de formação são reduzidas para 20 horas anuais no caso das micro-empresas, quando agora são 40 horas para todas. Numa altura em que já se sabe que as necessidades de formação vão ser muito significativas e relacionadas com o choque tecnológico que estamos a viver, de IA e robotização, faz sentido reduzir as obrigações de formação? NÃO 

E, embora não esteja no âmbito da legislação laboral, porque não criou o Governo medidas para incentivar a formação dos próprios empresários, sabendo-se que tendem a ter qualificações inferiores aos dos seus trabalhadores. PORQUÊ? Ainda que muitos ditos empresários sejam provavelmente uns labregos!

Finalmente toda a matéria relacionada com a parentalidade. 
Numa altura em que as empresas e os governos gostam de dizer que promovem o equilíbrio entre a vida familiar e profissional, que sentido faz reduzir os direitos de quem tem filhos com menos de 12 anos ou com deficiência? (Das maiores burrices)
Estas medidas não têm apenas efeitos na redução dos custos das empresas, afectam também o quadro de incentivos relacionados com a natalidade. Claro que podemos dizer que não é por isso que vamos ter mais ou menos filhos, mas tudo conta.

No meio deste conjunto de medidas, que são difíceis de entender (eu não entendo) face aos efeitos adversos que têm em matéria de política económica, há algumas que vão no bom sentido. 

Por exemplo, a simplificação dos processos de despedimento – tudo o que for desburocratizar tira custos, esses sim, que não beneficiam ninguém. O alargamento dos serviços mínimos no caso das greves também é uma medida positiva que poderia até ser alargada à educação. Também a redução do que se considera dependência económica de 80% para 50% vai no bom sentido. E finalmente a possibilidade de se pagaram os subsídios de férias e natal em duodécimos atinge dois objetivos: o de aliviar a pressão financeira sobre as empresas e, ao mesmo tempo, contribuir para a literacia e responsabilidade financeira dos portugueses.

O candidato presidencial António Filipe, em entrevista ao Observador, opôs-se a essa medida com argumentos errados – dizendo que teria efeitos nos aumentos salariais, o que não corresponde à realidade. Compreendendo aparentemente que não era assim, usou depois o argumento mais vulgar de que as pessoas contam com esses subsídios para fazerem face a despesas especiais. 
Ora isso é exactamente o que queremos combater, não queremos que os portugueses sejam incapazes de gerir o seu orçamento. 
Queremos que saibam colocar de parte o dinheiro necessário para pagar o seguro do carro ou fazer face a uma despesa inesperada. 

Precisamos de promover a literacia e não a iliteracia e a irresponsabilidade financeira, igualmente patente em quem prefere o reembolso do IRS a pagar apenas o que deve ao Estado todos os meses. Perdemos até a sabedoria popular que nos ensina que “pagar e morrer, o mais tarde que puder ser”. Na verdade, a empresa deve-nos aquele dinheiro que só paga nas férias e no Natal, tal como o Estado nos deve o reembolso que recebemos em Maio sem juros.

Um outro argumento que tem sido usado para criticar a legislação laboral está relacionado com o facto de estarmos a viver uma situação especialmente favorável no mercado de trabalho, com o emprego em máximos. 

O raciocínio é este: se está tudo tão bem, porquê mudar a lei. 
A questão é exactamente essa. 
É quando a conjuntura é favorável que devemos mudar as regras com o objetivo de tornar menos grave os efeitos de uma crise, nomeadamente em matéria de perda de empregos. Uma legislação laboral mais flexível pode gerar mais desemprego numa situação de crise, mas salvar mais empresas que irão reagir mais rapidamente a contratar, assim que a economia começar a recuperar. 

Ou seja, a duração do desemprego é reduzida o que tem menos custos para todos – os trabalhadores perdem menos qualificações, as empresas morrem menos e o Estado paga menos tempo subsídios de desemprego. A dúvida que se levanta é se esta legislação vai ao encontro desse objetivo. Para o conflito que gerou, esta lei acaba por reduzir custos do trabalho, mas não parece criar grande flexibilidade laboral.

Um outro argumento que não corresponde à realidade é que a AD e o Governo não colocaram o tema em campanha ou no programa. 
Pode não ser tão explícito quanto os críticos desejariam, mas está lá, no próprio programa eleitoral e no do governo. 

Já não faz qualquer sentido o primeiro-ministro utilizar como argumento que as mudanças são para que os jovens possam sair do seu emprego quando quiserem
O líder do PCP Paulo Raimundo ficou obviamente sem resposta quando perguntou ao primeiro-ministro qual o artigo que impede uma pessoa de sair do seu emprego para outro.

Também não faz qualquer sentido, em véspera de greve geral, o primeiro-ministro acenar com subidas de salários médios e mínimos a perder de vista, seguindo o princípio da promessa: se definires um objetivo não definas a data, se definires a data não definas o objetivo. 
Como Paulo Ferreira explica bem neste texto, a promessa acaba por ser pouco ambiciosa, usando a ilusão de que todos sofremos com taxas de crescimento compostas, para fazer crer que é muito generosa.

Tudo isso revela que o Governo reflectiu pouco sobre a legislação laboral que propõe, sobre os seus efeitos no mercado de trabalho, mas também nos rendimentos e até na vida familiar. Pode ser boa ideia aceitar a sugestão do candidato presidencial Marques Mendes, no debate com Catarina Martins, e apresentar uma pacote que inclua não apenas a legislação laboral mas também medidas alargadas aos rendimentos e a matérias fiscais.

O problema desta proposta de alteração da lei laboral é que aquilo que gera controvérsia traduz-se em medidas de política económica com incentivos perversos e evita mudar o que, podendo ser igualmente controverso, poderia de facto gerar mais flexibilidade, como aconteceu na mudança de 2012. 
O Governo ficou no meio da ponte e acabará por ficar com uma lei que teve os custos da instabilidade social com benefícios que podem ser nulos ou mesmo transformados em custos, ficando nós com uma lei pior do que era.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

PATÉTICO
"A grande maioria dos portugueses está a trabalhar" e a greve geral é "inexpressiva"- Leitão Amaro

INEXPRESSIVA ?

A CGTP fala numa forte adesão nos hospitais, educação e transportes. Relata várias empresas encerradas. O PCP falava, logo de manhã, em greve histórica. 

Como sempre aconteceu, como sempre acontece, seja que cor for que esteja a governar, os sindicatos extremam para o seu lado, os governos para o oposto.

Ontem à tarde começaram a parar algumas coisas.

A CGTP/ PCP tem mais força (creio) nos médicos e enfermeiros na grande Lisboa, hospitais, ensino primário e secundário, transportes os mais variados que só por si impedem muitas pessoas de se deslocar e portanto incrementa as ausências.

Mas uma coisa me parece: não foi quase de certeza a maior manifestação de sempre, mas houve muitos protestos em várias áreas do país que não apenas a grande Lisboa, Porto, distrito de Setúbal.

Protestos bem expressivos em muitas cidades e vilas sr Leitão Amaro. Inexpressiva a sua avó!
PATÉTICO, para não ser mais violento e mal educado.

Desde Junho petulantes e inábeis, e em vez de tentarem arranjar uma legislação que alterasse algumas coisas que porventura necessitarão de  ajustamentos mas que não creio precisem de ser drásticos, andaram estes meses com incompetência e arrogância. Têm aí o resultado.
Não passamos disto. 

AC

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

GREVE

Greve geral convocada para hoje, 11 de Dezembro de 2025.

O que paralisou? Transportes, que ontem ao fim do dia já não funcionavam em muitos lugares.

Funcionalismo público, em diferentes sectores.

Escolas primárias e secundárias.

Os meus netos mais novos sem aulas. Só hoje, 11 DEZ? NÃO! Amanhã não terão aulas. Bom fim de semana a começar ontem de tarde, 4ª Feira, e vai até 2ª Feira 15 de Dezembro. Catita!

Respeite-se o direito à greve. Já aqui falei disso e com realce para o normativo da CRP. Deve respeitar-se, e eu respeito.

O que não respeito é tibiezas, cinzentismo, coisas que se observam nas declarações merdosas perdão medrosas dos putativos candidatos a Belém que leio nos jornais.

O que não respeito são os governantes que fingem nada de gravoso estar explícito nas propostas de alterações à legislação laboral. 

Como não respeito viradores de páginas.

O que não respeito são os ortodoxos que tudo manipulam, quando não mentem mesmo, descaradamente.

O que não respeito são os vigaristas de todas as cores, TODAS, e não só de algumas cores: NÃO RESPEITO os VIGARISTAS que EXISTEM em TODAS as CORES IDEOLÓGICAS, nem ALGUNS VIGARISTAS FORMALMENTE TITULARES de ÓRGÃOS de SOBERANIA.

Tenham um bom feriado 😎

AC

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

GREVE  GERAL  11 DEZEMBRO
. . . . . . . . 
contexto. É uma das áreas que nós mantemos. No fundo, fixar serviços mínimos para aquelas determinadas carreiras estão a dizer que há utentes de primeira e utentes de segunda. Há alguns que têm direito a utilizar transportes e há outros que não têm", disse José Manuel Oliveira, coordenador da Fectrans, à TSF.

O critério para definir os mínimos é, muito provavelmente, no mínimo estranho.

Mas para mim o notável e nada que espante em certo tipo de gente é o que decorre das palavras deste senhor - nada de transportes, ZERO transportes!

Ou interpretei mal este senhor coordenador da Fectrans?

Claro que querem os transportes todos parados, milhares de trabalhadores ficam sem possibilidade de se deslocar, de ir trabalhar se assim quiserem. Claro que estatisticamente aumenta a adesão à greve.

Continuem assim, vão no bom caminho, ENGORDEM cada vez mais o execrável (opinião pessoal naturalmente) Ventura/ Chega.

AC

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

António Filipe não fará campanha no dia da greve geral
Candidato presidencial diz que não se trata de fazer greve, porque "ser candidato a Presidente não é propriamente um posto de trabalho". Não terá ações de campanha, mas estará junto a piquete de greve
.

Muito bem, a seguir o exemplo do seu chefe partidário.
Nenhum deles fará campanha. POIS!

AC

sábado, 6 de dezembro de 2025

A  ANUNCIADA  GREVE  GERAL

GREVE.  DIREITO À GREVE.
O que estabelece a nossa Lei Primeira?
Estabelece isto:
E ainda bem que está aqui muito claro que por lei outra se não pode limitar o âmbito dos interesses a defender.

Mais isto é uma coisa.

Outra coisa, para mim naturalmente, é a extraordinária desfaçatez e impunidade com que uns quantos dirigentes sindicais se decidem a tentar paralisar o país todo em 11 de Dezembro isto para não falar na quantidade de gente que faltará a 12 de Dezembro, já agora!
Na escola pública de um dos meus netos (7 anos), é frequente a professora faltar!
Sempre dá um fim de semana catita.

Falo em desfaçatez não porque não haja legitimidade para defender greve. Falo em desfaçatez sobretudo por se insurgirem para que sejam assegurados serviços mínimos.

Tenho um cunhado médico, já reformado mas que ainda faz trabalhos num hospital e tem clínica particular com outro, a mulher é enfermeira e têm duas filhas médicas e, CLARO, há sempre um bom fim de semana a partir de final de 5ª Feira antes de greves à 6ª Feira. As greves das 6ª Feiras são sempre bem vindas! Olha agora a começar à 5ª Feira.
Claro que assim, mais genuína e convictamente se protesta contra  planos governamentais. Ou se protesta porque sim.

Se foram as centrais a fazer o que bem entendem é a democracia a funcionar. De resto . . . . . 

Com as greves e particularmente o que está anunciado, quem sofre mais?
Sofrem as lojinhas de bairro, sofrem alunos, sofrem os mais humildes, sofrem os pequenos negócios.

Na minha opinião, as centrais sindicais (e compreende-se) e sindicatos aproveitaram algumas bacoradas protagonizadas pelo governo e concretamente pela ministra da tutela.
REPITO: algumas bacoradas. 

Nem perco tempo a ir ver em detalhe as propostas de alterações á lei laboral.
Basta-me atentar em 10 cêntimos de aumento seja no que for para me dar a medida da IMBECILIDADE, ARROGÂNCIA do governo e da ministra.

Creio que a greve terá pouco a ver (terá também) com “condições de trabalho”, mas tem sobretudo com o poder excessivo das cúpulas sindicais e com a CRETINICE do governo a que se junta a IMBECILIDADE, ARROGÂNCIA de muitas associações patronais que continuam a não querer meter na cabeça que não é com milhares de zangados que vamos a qualquer lado. Mesmo eles e as empresas.

Os sindicatos e as centrais sindicais representam quem e o quê actualmente? Quantos sindicalizados?

E questiono-me também sobre a representatividade das associações patronais quando é certo que a estrutura empresarial nacional tem escassas grandes empresas mas tem sim umas quantas médias e milhares de pequenas.

Uns e outros representam de facto quem?

Creio legítimo afirmar que persiste muita máquina corporativa e muito  envelhecida.
Há muito ruído e muita gritaria que me atrevo a supor que não tem completo respaldo no mundo laboral.
Mas um fim de semana grande . . . . . é sempre fixe.

A UGT parece ter na direcção uma militante importante do PSD. Logo andam pot aí dedos apontados - vêem, até ele discorda do governo.
Não é preciso ser do PSD ou do PS ou do PCP.
Basta ser pessoa decente para torcer o nariz a certas coisas.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. 
Depois concordo ou discordo, argumento se me apetecer.
Respeito sempre mas não me venham com cá chamar grande social-democrata a certas criaturas. Há sempre certas criaturas que anos mais tarde se esquecem de certos passados e passam a estar sempre do lado CERTO. Pois.

A Constituição da República e bem, como acima recordei, tem bem explícito o que respeita ao direito á greve.
Mas era bom que de uma vez por todas os governantes (PS, PSD, outros) se deixassem de bacoradas ainda que quando é o PS não faz grande mal, viram páginas!
E era bom que no mundo do trabalho também se deixassem de cassetes.

As presentes alterações laborais têm provavelmente normas muito discutíveis.
Tenho as maiores dúvidas que o que no presente se quer fazer seja melhor caminho.
O governo devia atentar seriamente no ruído que por aí vai.
Creio que parte da indignação é justa.
O governo devia, creio, suavizar certas normas que, muito provavelmente só tem respaldo em ideologia conservadora que devia ser afastada.
Enfim, não saímos disto.
Oxalá esteja enganado, mas continuamos alegremente a caminhar para o precipício.

Ah, só mais uma coisa: a greve vai ter uma grande adesão.
Sabem porque?
Não vai haver transportes, pois é um dos sectores mais dominados por PCP e alguma esquerdalhada extrema.
reclamarão grane sucesso!

E a todos os que faltarem no dia 12?
Acontece-lhes alguma coisa? 
Querem lá saber menos um dia de ordenado, ficam com fim de semana alargado!

Outra coisa: serviços essenciais parados, famílias presas, doentes prejudicados, empresas sufocadas, miúdos sem aulas, sabem o que é?
É a democracia a funcionar.
Depois, a seguir, berram porque o execrável (opinião pessoal naturalmente) Ventura cada vez tem mais apoiantes.

Não passamos disto: uns a fingir que defendem a economia e o país, e outros a fingir que defendem a liberdade.

Mas uma coisa me parece continuar a ser evidente: estamos quase na cauda Europeia, somos pouco eficientes, patrões e empresários temos poucos mas sim gabirus, salários miseráveis, e muitos contentes com a imigração ilegal porque a economia precisa. Trabalhadores (ou escravos) a dormir (ou empilhados) em contentores, e tudo sempre muito bem avaliado, e assim se demonstra a inclusão nacional.

Ah, somos os melhores dos melhores, diz o palrador patético!

Ai se eu pudesse fugir daqui!

Tenham um bom Sábado
Saúde e boa sorte.
António Cabral (AC)

sábado, 22 de novembro de 2025

COMO  DE  COSTUME

Como de costume mais uma greve à 6ª Feira. Nesta 6ª Feira.

Podia ter sido decidida para ocorrer a meio da semana mas, como é óbvio, só se defende dignamente a democracia, o 25 de Abril, a sociedade portuguesa, à 6F ou à 2F

Sempre para dar um fim de semana melhorzinho!

Uma greve numa 3ªF, 4ªF ou 5ªF não defende a democracia. ÓBVIO.

Aos meus netos mais novinhos que periodicamente ficam sem aulas vou explicar-lhes isto, vou explicar como se defende bem a democracia. Apenas à 6ª Feira, excepcionalmente à 2ª Feira.

Depois admiram-se que o execrável Ventura e associados engordem, e que cada vez mais famílias façam esforços imensos para tirar os filhos da escola pública.

Mas é claro que é Passos Coelho que deu e continua a dar cabo da escola pública.

Ah, quanto à greve geral anunciada para Dezembro próximo, por agora agendada para 11 de Dezembro, há por aí sinais já claros de tentar que sejam dois dias, 5ª e 6ª Feira, 11 e 12 de Dezembro. Dá um fim de semana muito mais simpático.

AC

sexta-feira, 16 de maio de 2025

ESTES  POLÍTICOS . . .
O ainda presidente da Câmara Municipal de Gaia, de processo em processo, de recurso em recurso, acabou por ter uma condenação "basicamente definitiva" do Tribunal Constitucional, confirmando a perda de mandato por condenação pelo crime de peculato por uso indevido de um carro do município a que vinha presidindo. (deve ser o único . . . )

Como de costume em Portugal, com escassas excepções, o autarca manifestou-se agora, publicamente, para anunciar a sua renúncia ao cargo em Junho próximo, ao mesmo tempo que voltou a invocar a sua inocência, a designar a decisão do TC como errada e, por isso, vai apresentar recurso para ser apreciado no plenário do TC; chamam-lhe "em conferência".

Ah, e claro que assume missão cumprida!
E, como sempre acontece em Portugal, está de consciência tranquila.

Uma das palavras que mais adoro na nossa língua é - desfaçatez.

Portanto, a criatura sente-se injustiçada, e vai mais um recurso e, julgaria um cidadão comum - se se sente inocente, se ainda há lugar a mais recursos, então há que aguardar, certo?

O cidadão comum, ao verificar que afinal ele não quer esperar pela justiça e renuncia, é capaz então de reflectir melhor e pensar - se renuncia mesmo dizendo-se inocente e de consciência tranquila, então, pode pensar-se que se calhar é para minimizar estragos e não está assim tão limpo?

Pois, mas o cidadão comum é uma coisa, é um simples comum, enquanto alguns autarcas estão muito acima dos comuns concidadãos.

Os comuns concidadãos andam nas filas de espera dos autocarros, andam à espera que haja comboios, andam nas urgências, etc.

Enquanto os "senhores" (??) andam de Lexus, de Mercedes, de BMW, de Audi, quando em serviço e. . . . quando em família. 
Uma maçada, coitados!

Bom início de fim de semana.

Eu começo o meu com o neto de 7 anos cá em casa, não tem aulas porque . . . . há mais uma greve. 
Para não variar . . . proporcionando-lhes fim de semana alargado, pois então.

Saúde e boa sorte.
AC

quinta-feira, 15 de maio de 2025

AS  GREVES
O meu neto que celebrou 7 anos em Março passado, não teve aulas na 3ª feira da semana passada.  Mais uma vez!
O "famoso" (???) STOP fez com que isso acontecesse.
Confesso que me espantou não terem convocado a coisa para uma 2ª Feira, ou uma 6ª Feira, como usualmente acontece. Adiante.

Adiante? 
NÃO, vai não ter aulas outra vez nesta 6ª feira, 16 de Maio.
6ª FEIRA! Bom fim de semana, certo?

Já por diversas ocasiões abordei este tema, as greves.
O Constitucional direito à greve é indiscutível (opinião pessoal, naturalmente) mas, creio, requer alguma ponderação sobre o que vem sucedendo nos últimos 25 anos.

Desconsidero a patética verborreia recente de Pinto Luz.
Não me custa nada a admitir, MESMO NADA, que algum patronato, NÃO TODO, adoraria que não existisse esse direito constitucional.
Se isto corresponder a alguma realidade . . . cabecinhas muito DEPLORÁVEIS.

E não estou a falar disto porque Luís Montenegro palrou que se tem de alterar a lei da greve.

Falo nisto porque olho há anos para as greves que têm sido convocadas e cumpridas. E não tenho dúvida que quando é o PS que está no governo as greves são um pouco diferentes. Mais aligeiradas.
É malta de esquerda é a nossa malta, mas muitas vezes fazem políticas de direita!!

Não tenho dúvida alguma de que muitas greves são convocadas sobretudo com nítido perfil político: Greve porque sim, contra a direita que está no governo. E então agora perto de eleições . . . .

Vão-me ficando dúvidas se a convocação de muitas das greves se prendem exclusivamente com a genuína REPITO, GENUÍNA defesa dos legítimos interesses de trabalhadores. 
Vão parecendo, crescentemente, quase só instrumentos de luta política.

E então no campo dos serviços públicos brada aos céus.
Depois venham falar de competitividade, de crescimento, de economia e desenvolvimento.

Não tenho certezas absolutas em praticamente nada na vida mas, no plano das funções do Estado, do que ao Estado cumpre assegurar aos cidadãos, tenho dúvidas se não se deveria ser mais rigoroso em certos aspectos da lei da greve.

Passei de carro em certas zonas de Lisboa e vi o resultado da "concretização" de serviços mínimos. DEPLORÁVEL.
Neste aspecto particular, tenho a sensação que o grosso do cidadão comum está completamente desamparado.

No caso concreto da CP, a verificação de constantes atrasos, carruagens insuficientes, comboios a abarrotar, greves praticamente todos os meses, avarias constantes, etc., são certamente motivo mais que suficiente para se avaliar, SERIAMENTE, 
- o que os sucessivos governos têm feito á CP e pela CP, 
- a gestão da CP dos últimos 30 anos, 
- e a lei da greve.

Como sempre, admito poder estar a ver mal as coisas.
AC

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Trabalhadores da CP cumprem terceiro dia de greve sem serviços mínimos, não há comboios a circular
O Tribunal Arbitral refere que não decretou serviços mínimos nas greves na CP, porque a empresa alertou que uma circulação de 15% não garantia a segurança física dos passageiros
.

Li há poucos dias esta notícia.
Ao que parece, três "pimpões" decidiram que a concretização da greve na CP estava lindamente dentro da legalidade. Nenhum reparo, parece, surgiu das "excelências".

O árbitro presidente, sobre quem algumas pessoas me dizem coisas simpáticas pois até conheceram o pai dele, aqui na velha Aldegalega, é um jurista que tem certamente méritos que não se contestam.

Milhares de pessoas estão certamente agradecidas aos três "árbitros" pela gentileza que lhes concederam, e que é a generosa possibilidade de, em vez de andarem nos comboios como muitas vezes na sua labuta fazem (ia dizendo habitualmente) terem a satisfação de respirar o ar puro durante horas nas longas filas de espera em que puderam ver as cores dos autocarros e imaginaram o seu interior, pois lá dentro dificilmente conseguiam entrar.

Chegar a horas ao trabalho?
Levar filhos às escolas?
Ir á consulta médica?

Irrelevências, para os ditos juízes arbitrais.
Excelências que terão usado os seus pópós como habitualmente, quiçá algum até pago pelo chamado Estado.

Mas mais, quer as milhares de pessoas que se viram e continuam a ver privadas dos excelentes comboios da CP, deviam estar ainda mais agradecidas aos doutores juízes arbitrais.

Porquê? 
Porque, tal como foi noticiado, não foram decretados serviços mínimos pois a sê-lo, os poucos comboios que assim fossem mandatos circular não estariam em condições de segurança.
Como se vê, privilegiaram a segurança das pessoas.
E ainda há quem se insurja contra a CGTP, os sindicalistas e a própria CP. Uns ingratos.

Ingratos não, pior que isso, uns autênticos fascistas, que não percebem que estas greves nada têm de política porque sim.

Política apenas porque é a direita que está formalmente no poder?
Qual quê, nada disso.
Houve tão só a manutenção da garantia do direito à greve, não foi nada de político, nem por se estar a poucos dias do 18 de Maio do corrente.

Juridicamente está tudo certamente limpinho limpinho.
Além de que o interesse da CGTP era, apenas, questões laborais e segurança dos milhares de utentes.

Em suma, do meu ponto de vista naturalmente, CGTP, sindicatos filiados e até a própria CP tudo fizeram para a salvaguarda dos milhares de utentes. Tão só.

E assim se prossegue com crescentes lucros na CP, lucros iniciados por Pedro Nuno Santos.
Quê? Quem disse?
Disse ele, ora essa e, portanto, é certamente verdade.

A lei da greve é má? Não sei.
As condições de trabalho na CP são horríveis? 
Não sei mas, arriscaria, se calhar não são assim tão más, devem ganhar menos mal para conseguirem sempre aguentar greves atrás de greves.

Ou é a CGTP que tem muito dinheiro e lhes paga? 
Não sei, mas gostava de saber. 
De saber isso e conhecer as tabelas salariais de todos os trabalhadores na CP, mas não só o salário base, tudo o resto que entra para o recibo mensal. Incluindo os dias em que ao longo de cada mês n-ao têm de ir ao trabalho.

A terminar, parece-me evidente que certas áreas, certos grupos, certos partidos, estão cada vez mais a querer ganhar na rua o que não ganham nas urnas para as suas cores.

Que votantes burros, devem achar!
AC

sábado, 10 de maio de 2025

Sindicato considera "muito estranho" serviços mínimos na greve da CP e critica Governo: "É vergonhoso"
À TSF, Luís Bravo diz que "a pressão mediática" criada pelo Governo levou ao decreto de serviços mínimos e diz que "é a primeira vez" que existem numa greve parcial
.

Para esta gentalha, os milhares de portugueses, trabalhadores, idosos, humildes, crianças, doentes, valem zero, ZERO.

Cada vez mais me parece que na CGTP seguem o conselho de Maria Antonieta (Comam brioches) naturalmente adaptado aos tempos de hoje ou seja - Serviços Mínimos? Era o que faltava, vão a pé!

AC

sexta-feira, 9 de maio de 2025

Miguel Sousa Tavares: “Quando os trabalhadores da CP fazem sistematicamente greve nas piores alturas, fazem também pouco dos portugueses”
Miguel Sousa Tavares critica a nova greve dos trabalhadores da CP, defende que o caso chegou a um ponto extremo: "isto é fazer pouco dos portugueses" e que a empresa deve ser liquidada e transformada numa outra empresa pública
.

Mas quem, de facto, se interessa pela maioria dos cidadãos comuns?
Vacuidades, tiradas gongóricas, gritaria, isso há muito, de Belém a S. Bento, passando pela CGTP, pela UGT, pelas sedes partidárias, pelas redações dos OCS!
TUDO VAZIO DE CONTEÚDO.

AC

domingo, 17 de novembro de 2024

A DESFAÇATEZ DESTA CRIATURA

André Pestana: "Os alunos não são prejudicados de forma irreversível por greves pontuais"

Esta  criatura considera que os trabalhadores, já que perdem a remuneração do dia, têm o direito a escolher o dia em que a paralisação acontece.
Naturalmente que sim, mas se escolhessem (é o sindicato que escolhe e todos ficam contentinhos) um dia a meio da semana, teriam o meu olhar de respeito. 
Pelo que andam a fazer, 6ª Feiras ou colados a feriados, não me merecem respeito nenhum.

E quanto a greve pontual, o meu neto de seis anos e meio (1º ano) vai na 5ª ou 6ª sexta - feira sem aulas.
AC