Mostrar mensagens com a etiqueta investimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta investimento. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

A  PROPÓSITO  DE  ESCASSEZ  DE  ÁGUA

Mais ou menos há um ano houve uma escassa notícia sobre um projecto grande que alguém tinha congeminado para a zona de Alcácer do Sal.

Era para cultura do Abacate! Coisa nada exigente quanto a água!

Nunca mais ouvi falar nisto. 
Ou melhor eu não dei conta disso, mas se calhar não mais se falou no assunto.
Avançou, não avançou, o que fez a Câmara Municipal, o que fizeram as tutelas?

Como estamos destes e de outros investimentos do mesmo tipo, sorvedouros de águas ?

Claro que é mais barato e cómodo andar diariamente de microfone na mão a correr pateticamente por todos os sítios onde o inquilino em Belém passa diariamente a vida, para ouvir-lhe as "inarráveis boutades", para não ser mais rigoroso na definição do que de facto são!

AC

sexta-feira, 3 de maio de 2024

PARCERIAS  PÚBLICO-PRIVADAS

Penso que certas criaturas deviam ler com atenção o artigo de Nazaré da Costa Cabral sobre este assunto, publicado na página 31 do Negócios.pt de 26 de Abril de 2024.

AC


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

DEFESA NACIONAL e os MALABARISTAS do COSTUME
Costa prometeu mais investimento em Defesa
(retirado de jornal Público; apenas o título a rosa é o do jornal; o primeiro é meu; os sublinhados são da minha responsabilidade)
Tenho estado a recordar coisas recentes vindas a público. 
Uma é esta.
Num discurso no passado dia do Estado-Maior General das Forças Armadas, não sei se por algum assessor lhe ter mostrado o boneco em baixo, sem contudo lhe explicar que não real e de cá, mas sim que é um boneco muito antigo publicado nos EUA,
o primeiro-ministro reafirmou que a intenção é a de fazer crescer as despesas “de defesa até atingir 1,66% do PIB em 2024” o que, acrescentando fundos comunitários, pode chegar a “1,98% do PIB nesse mesmo ano.
Um investimento que para Costa “encerra uma grande exigência e constitui para o país um enorme desafio. Mas é um desafio que deve ser encarado como uma oportunidade”, disse no discurso perante os vários chefes das Forças Armadas. É uma “oportunidade para modernizar e reforçar as capacidades das Forças Armadas, na medida em que a protecção do interesse nacional assim o exige. Mas, ao mesmo tempo, apostando em capacidades de duplo uso que venham ao encontro de outras necessidades do país”, disse
Sempre que possível, deve-se investir nas Forças Armadas e na Defesa Nacional de uma forma que crie oportunidades de robustecimento do sistema científico e tecnológico e da indústria nacionais, favorecendo a criação de emprego qualificado no país, estimulando as exportações, desenvolvendo e valorizando as nossas infra-estruturas, dinamizando, enfim, a nossa economia", acrescentou.
Já no que diz respeito à aposta integrada no reforço da defesa a nível europeu, o primeiro-ministro considera que esta tem sofrido “avanços extraordinários, em particular no último ano”. Para António Costa, o empenho de Portugal no reforço da área da defesa europeia é estratégico, apesar de, admite, o “alcance provavelmente só ao longo dos próximos anos poderemos apreciar plenamente”.
Além das missões no exterior, aos militares, o primeiro-ministro agradeceu “o apoio às populações, em particular em situações de emergência que obrigam ao reforço da nossa protecção civil, designadamente no âmbito do sistema de gestão integrada dos fogos rurais”.


Este PM, como muitos dos seus antecessores, canta bem mas pouco encanta, a mim pelo menos nada encanta.
Porque fica a sensação de mais uma aldrabice pomposa?
Na fotografia que apareceu nos jornais parece legítimo pensar que o PM estava ainda muito contraído ao assistir ao desfile militar, quase dando a impressão de ainda lhe doer o estômago. Qualquer coisa que comeu e lhe fez mal, algum petisco da zona de Tancos?

Estando a passar em região pelos arquivos recentes, escrevo isto tudo sobre coisa relativamente recente depois de, mais uma vez, verificar a crescente incoerência entre os discursos pomposos e a realidade. Como é o caso da lástima em que se encontra o hospital das Forças Armadas.
Sobre isto, o actual comandante supremo das Forças Armadas devia ser forte.
AC

sábado, 18 de março de 2017

NUNCA COMPREENDERÃO ou
INVESTIMENTO, CRESCIMENTO, e os RADICAIS
Recentemente, esteve em Lisboa integrando um grupo vasto de conferencistas, um português que é conceituado professor lá fora. Nome, Ricardo Reis.
Pelo que observei, duas das mais curiosas intervenções, ou interessantes, ou estimulantes, ou preocupantes, foram debitadas por ele e por Daniel Bessa.
O que disse Ricardo Reis? Que havia alguns estrangeiros a ponderar se haviam de investir em Portugal ou não, e nessa sequência este conferencista português mostrou-se preocupado, e disse à plateia que o que se vem passando em Portugal continua sem alteração. As palavras são minhas. 
Ricardo Reis pensa que, como continua a não se cortar a sério na despesa, foi com os antes de Centeno, com Centeno, e assim irá continuar no pós Centeno e, portanto, quem vier investir vai ter pela frente sempre manhosas formas de o taxarem o mais possível, de lhe aumentar o mais possível os impostos e, depois, no seio dos políticos habituais, os autores dessas proezas serem carimbados com o título de génios.
Ricardo Reis dizia então que os que arriscam nestas condições TUGAS (palavras minhas) são investidores burros.
Os paupérrimos actores que por cá temos, como por exemplo, Tiago, Catarina, Galamba, Costa, Jerónimo, Mortágua, Centeno, Trigo Pereira, dirão cobras e lagartos de gente como Ricardo Reis, talvez até que é inacreditável como em Londres ainda lhe pagam o salário.
É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A propósito de economia, investimentos, desenvolvimento.

Alguns, periodicamente regressam aos arquivos pessoais, ou de amigos, pesquisando aleatoriamente ou a propósito de tema específico. No caso, tenho andado a folhear jornais antigos e outros relativamente recentes, disponibilizados por um amigo a propósito de"obras". Há pouco, "encalhei" no suplemento de economia do Expresso de 12 de Abril deste ano, página11.
Lá está o PETI, plano estratégico dos transportes e infraestruturas, uma listagem de investimentos prioritários até 2020.
Pode dizer-se que é uma agendazinha deste governo (pois são só 6 anos)? Não faço ideia.
O que gostava de saber é que estudos profundos foram feitos pelo prisma AEA (de que já falei em posts anteriores) para lançar tudo isto. Deve ser pouco diferente dos estilosos anteriores, há décadas lançando rodovias e outras tretas sem visão profunda pelo País, num todo.
Cereja em cima do bolo, acerca das obras, e olhando à referência já citada, a linha do Norte teve já 17 anos de sucessivas modernizações, com um custo de 1300 milhões de euros, encurtando a viagem Lx-Porto em 55 minutos.
É fazer as contas, como dizia o outro. Dá 23,64 milhões de euros por cada minuto poupado. Leram bem!
Por estas e muitas outras ao longo de décadas é que estamos como estamos. Quase de rastos. Mas sempre deu para gaúdio de pantomineiros darem várias voltas ao planeta no total das suas exóticas viagens!
AC