Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 28 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 28 de março de 2025
O primeiro-ministro apresentou queixa em tribunal por outdoors que o colocam ao lado de José Sócrates. Entre os especialistas, não é claro se está em causa um dano reputacional (jornal Público).
sábado, 9 de novembro de 2024
. . . . . . . .
Sim, o jornalismo é essencial a uma sociedade democrática e liberal.
Convém é saber que jornalismo não é o que fazem jornalistas, é uma actividade com regras e pressupostos, que precisa de jornalistas, sim, mas nem tudo o que os jornalistas fazem é jornalismo.
Actualmente, a esmagadora maioria da actividade dos jornalistas, de que é exemplo o que descrevo neste post, está muito longe de poder ser considerado jornalismo.
E, por isso, não tem qualquer valor social. (Henrique Pereira dos Santos)
terça-feira, 29 de outubro de 2024
A sra Alexandra Leitão continua a mostrar-se (opinião pessoal, naturalmente) sectária e cega pela ideologia.
terça-feira, 28 de maio de 2024
. . . . .
Este "discurso" é uma invenção.
Ninguém sabe exactamente o que é.
"exame prévio"?
Livros têm de ser reescritos: Lusíadas, Cid, Quixote, Sermões, Camilo, Eça, Castro e Aquilino têm de passar à lupa da nova moral.
Esperam-nos tempos sombrios.
suas opções são as únicas decentes!
quinta-feira, 9 de maio de 2024
(Republico um texto já com algum tempo)
PORQUÊ o BLOGUE ?
Chapéus há muitos
Chapéus há muitos e este é um deles.
Barretes enfia quem quiser. Depois queixem-se.
Este chapéu em cima e que fotografei em 2011 na terra Brasileira dos coronéis (Ilhéus) e Vasco Santana, inspiraram-me para o nome do blogue.
E, quanto a Facebook, Instagram, Twitter, etc. ?
Respeito quem opta por eles, mas não tenho nem nunca tive conta nessas e em outras redes sociais. Duvido que algum dia venha a ter.
Fico só com o blogue.
Aqui, tento fazer alguma coisa e, se falho, e tenho falhado, e falharei ainda certamente, pelo menos fico de certeza melhor do que aqueles que se acomodam, que tentam nada fazer e conseguem-no plenamente. Já abordei isto no passado. É o meu lema. Volto ao tema.
Ter um blogue, opinar e, adicionalmente, tentar não ser cerceado na informação, lendo cá dentro e lá fora, lendo, pesquisando.
Pois, pode ser, mas a minha experiência nesse campo (OCS) mostra bem como vamos de jornalismo, e fico-me por aqui, além do já referido supra.
Isto dito, não me parece que o - Chapéus há muitos - possa ser rotulado de ""alinhado"" seja com o que for, seja com quem for.
Tenho coluna vertebral. Não pratico "partidarite". Não sou político. Tenho opinião.
Respeitando sempre outrem.
Dou a mão à palmatória sempre que me é demonstrado com educação de que não vi bem uma coisa, que me enganei, que me precipitei, que mesmo sem o desejar quase possa ter agredido ou tenha sido injusto.
Mas, ao mesmo tempo, lembro-me do ratinho que, mijando no
oceano dizia - qualquer bocadinho pode ajudar.
A liberdade, e designadamente a de expressão e a de opinião, é porventura o primeiro mandamento da nossa convivência democrática.
Como referido no dia da minha emancipação bloguista em 11 de Dezembro 2013 (porque fui sempre muito bem acolhido no blogue de um bom amigo a que acima já aludi), decidi-me a criar um blogue muito motivado, também, pela minha amadora devoção à fotografia.
Não faço, não tenho que fazer, não farei combate político.
Mas não me calo mesmo que alguns francamente não gostem, que achem de mau tom.
O respeito pelos titulares dos órgãos de soberania é um assunto delicado e deve ter-se isso presente.
Mas respeito pouco ou a caminhar para o nada quem acintosa e sucessivamente a pouco respeito se dá e desperdiça capital político.
Interessa-me a vida, a minha, a dos meus, a dos meus concidadãos, as ideias, os princípios e os valores.
Preocupa-me a infelicidade de milhões mas a começar nos portugueses cá dentro e os da diáspora.
Preocupam-me, as desigualdades gritantes e muitas persistem em Portugal, tal como a pouca eficácia de instituições como por exemplo o sistema de justiça nacional cujo desfecho é, muitas das vezes, caricato, deplorável mesmo.
Estou completamente farto de tanta pouca vergonha, dos múltiplos exemplos da podridão que prosseguem mas sempre resguardados nos pareceres que nunca dão a conhecer aos cidadãos.
Repulsa pelos abusos, demagogia, cinismo, desfaçatez, e ainda por uns quantos que dadas as suas importantes mas temporárias funções na sociedade se têm como devendo estar acima da LEI.
Todos têm que se explicar, prestar contas, explicar as decisões com frontalidade e transparência. Coisa que não se vê.
A democracia tem regras que, sempre que as coisas desagradam a certa gentinha, fazem por esquecer. Como anda acontecendo, outra vez e outra vez.
Preocupa-me muito a vida e futuro dos das faixas etárias que actualmente têm entre 10 e 20 como os meus netos, os de 30, 40 e 50 anos. Quase todos nascidos depois do 25 de Abril.
Preocupa-me que muitos (presumo, mas não devo estar muito errado) não se revejam em nenhum partido actual.
Preocupa-me, e eu senti-o, que não consigam participar efectivamente a não ser que se metam em "jotas" ou em certas áreas nas autarquias, ou em certas organizações capturadas.
Preocupa-me o simplismo que hoje se vê muito, o - ou és por mim ou estás contra mim -, ou só subirem aqueles que dizem "amém" aos chefes!
Continuarei a acompanhar o que se passa no mundo, darei a minha opinião, tentarei continuar assertivo e o mais rigoroso possível, e mesmo com as "SS" e as "LL" ás vezes a reclamarem, não me dobro nem me sento.

continuar sempre que possível a escrever diariamente.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024
Manuel Cabral de Sousa, estudante de Direito, 21 fev. 2024
No ano em que se celebram 50 anos do 25 de Abril e de experiência, assimilada em inúmeras campanhas eleitorais, seria expectável que se notasse um significativo acréscimo de qualidade pelo menos ao nível da organização dos debates. Contudo, considero que tal não aconteceu de forma considerável, especialmente com este “novo” modelo de debates, devendo o mesmo ser abandonado ou, no mínimo, repensado
Em primeiro lugar, partindo do aspecto mais básico, o problema surge, desde logo, com a duração definida para os debates. Os vinte e cinco minutos primeiramente estipulados para a realização de um debate eleitoral são manifestamente insuficientes para esclarecer o eleitorado sobre as grandes medidas que cada partido propõe levar a cabo.
Deste modo, abre-se caminho à demagogia, à discussão pouco concreta, a propostas irreais, à não clarificação de ideias, a acusações e interrupções, a jogos políticos, entre outras questões que não dignificam este espaço (já para não falar de temas completamente alheios ao debate e que também acabam por ser discutidos).
A solução passaria, logicamente, pelo aumento da duração dos debates (o que já tem vindo a acontecer progressivamente), mas também pela aposta em debates específicos sobre os temas mais estruturantes, preferencialmente com mais do que dois partidos representados (densificando o tema em discussão e permitindo ao eleitor ter uma melhor visão comparativa). Discordo totalmente da ideia de que os debates mais curtos são mais “consumíveis” e mais eficientes na transmissão de propostas para o eleitorado. Acredito mesmo que seria mais proveitoso ter uma sequência de debates temáticos, entre todos os partidos e durante um período de tempo bastante superior ao que temos presenciado, do que os “combates” a que temos assistido.
Em segundo lugar, existe uma abordagem pobre em relação aos programas eleitorais e à estrutura de cada partido. Além dos já falados casos de partidos que no dia 5 de fevereiro ainda não tinham programas apresentados, o que considero completamente irrazoável, entendo que não há um escrutínio mediático suficiente sobre eles. Atendendo a que o tempo de debate é escasso, devia haver maior pressão sobre este instrumento, que é pouco divulgado e escrutinado de forma bastante superficial. Na minha opinião, não chega ao cidadão comum, de forma clara, o essencial do que cada partido promete e como o irá concretizar (ainda que os meios à disposição para tal sejam cada vez mais abundantes).
Para além desta necessidade de maior desafio ao que cada partido anuncia no seu programa, penso que também se devia apostar num exercício de comparação e difusão prévia dos diferentes programas dos partidos, anteriormente aos debates, de modo a tornar a discussão frente a frente mais concreta, idealmente passando por uma clarificação objetiva.
Quanto à estrutura de cada partido, os nomes constantes das listas devem ser publicitados e escrutinados, de maneira que os eleitores conheçam mais detalhadamente quem compõe as listas de cada distrito (e não só quem as encabeça) e que, ultimamente, os poderão representar.
Em terceiro lugar, acredito que a moderação tem sido ineficaz na condução dos debates, dando aso a divergências na alocação dos tempos, à permissão de interrupções sucessivas, acusações infundadas, permitindo divagações e deixando passar muitas vezes em branco ideias por clarificar e propostas por explicar.
Sou apologista de uma moderação mais rígida, tanto na estrutura do debate como na respetiva condução, preferencialmente menos flexível. Não se pode permitir que os debates continuem a ter os problemas que enunciei anteriormente. Principalmente, deve haver um esforço sério para forçar a explicação concreta de propostas dúbias, não as deixando por clarificar.
Deixo também uma nota elogiosa para o fact checking, que tem sido essencial para o escrutínio do discurso de cada candidato. É certamente alarmante a quantidade de imprecisões e mentiras proferidas pelos participantes ao longo da campanha, mas seria inegavelmente mais danoso se tal não se apurasse.
Outra questão importante diz respeito aos “partidos pequenos”, ou seja, aos partidos sem assento parlamentar. Há um certo abandono destes partidos com o qual, de certa forma, nos conformámos todos. Seja por razões mais ou menos justificáveis, a meu ver, esta rejeição cria uma barreira para que novos projetos políticos prosperem minimamente (sendo que há sempre espaço para eles, especialmente atendendo ao facto de que existem posições políticas por explorar em Portugal). Bem sei que existe o famoso “debate dos partidos pequenos”, mas este não constitui uma integração real destes partidos, mais parecendo um freak show do que uma porta para a ascensão dos mesmos.
Finalizando o tema, tenho presente a realidade do quão maçador pode ser o “consumo” de material e propaganda política, sobretudo para quem não procura, convive ou tem tempo para este mundo. Ainda assim, é claro que o caminho não pode ser este e estruturalmente existem meios mais dinâmicos, completos e eficientes que ajudam a cumprir os fins a que os debates se propõem.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
Publicado por Vital Moreira
Era um manifesto excesso e um fator de incerteza jurídico-penal criminalizar a "discriminação política ou ideológica" no chamado hate speech.
Felizmente, triunfou o bom-senso político!
terça-feira, 13 de junho de 2023
Em Democracia é importante, senão mesmo decisivo, aceitar,
segunda-feira, 22 de maio de 2023
A PROPÓSITO de LIBERDADE
Liberdade, valor fundamental, caminha-se para cinco décadas que foi recuperado para os portugueses.
Mas, se atentarmos bem nos últimos anos, a liberdade está em muitos casos a caminhar mais para o formal que o real.
A Constituição da República Portuguesa estabelece a liberdade de expressão.
Mas, não há já sintomas de que, depois de expressas, a liberdade de opinião, a liberdade de pensamento, se encontram aqui e acolá pequenas limitações, seja no que deixa de aparecer nos OCS, seja na indiferença e mesmo completo desprezo pelos poderes públicos?
Um dos primeiros exemplos que me recordo foi o que se passou há anos com o livro de Rui Mateus, que uma certa mão invisível de cor rosa tratou de conseguir que desaparecesse de circulação.
Foi um dos primeiros sintomas da prepotência, do abuso de poder, do quero posso e mando, do frisar que agora Portugal é meu.
O nosso presente apresenta-nos piores indícios, as nuvens começam a ficar demasiado escuras, ou melhor, rosáceas.
AC
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
Chapéus há muitos
Chapéus há muitos e este é um deles.
Este chapéu em cima que foi fotografado em 2011 na terra Brasileira dos coronéis (Ilhéus), e Vasco Santana, inspiraram-me para o nome do blogue.
E, quanto a Facebook, Instagram, Twitter, etc. ?
Respeito quem opta por eles, mas não tenho nem nunca tive conta nessas e em outras redes sociais. Duvido que algum dia venha a ter.
Fico só com o blogue.
Aqui, tento fazer alguma coisa e, se falho, e tenho falhado, e falharei ainda certamente, pelo menos fico melhor de certeza do que aqueles que se acomodam, que tentam nada fazer e conseguem-no plenamente. Já abordei isto no passado. É o meu lema. Volto ao tema.
Ter um blogue, opinar e, adicionalmente, tentar não ser cerceado na informação, lendo cá dentro e lá fora, lendo, pesquisando.
Pois, pode ser, mas a minha experiência nesse campo (OCS) mostra bem como vamos de jornalismo, e fico-me por aqui, além do já referido supra.
Isto dito, não me parece que o - Chapéus há muitos - possa ser rotulado de ""alinhado"" seja com o que for, seja com quem for.
Sou alinhado sim, na procura do rigor embora admita ter falhado aqui ou ali, na procura do esclarecimento factual, porfiando a isenção, sempre sem intolerância, reconhecendo quando erro.
Tenho coluna vertebral. Não pratico "partidarite". Não sou político. Tempo opinião.
Respeitando sempre outrem.
Dou a mão à palmatória sempre que me é demonstrado com educação de que não vi bem uma coisa, que me enganei, que me precipitei, que mesmo sem o desejar quase possa ter agredido.
Mas, ao mesmo tempo, lembro-me do ratinho que, mijando no
oceano dizia - qualquer bocadinho pode ajudar.
A liberdade, e designadamente a de expressão e a de opinião, é porventura o primeiro mandamento da nossa convivência democrática.
Como referido no dia da minha emancipação bloguista em 11 de Dezembro 2013 (porque fui sempre muito bem acolhido no blogue de um bom amigo a que acima já aludi), decidi-me a criar um blogue muito motivado, também, pela minha amadora devoção à fotografia.
Não faço, não tenho que fazer, não farei combate político.
Mas não me calo mesmo que alguns francamente não gostem, que achem de mau tom.
O respeito pelos titulares dos órgãos de soberania é um assunto delicado e deve ter-se isso presente.
Mas respeito pouco ou a caminhar para o nada quem acintosa e sucessivamente a pouco respeito se dá e desperdiça capital político.
Interessa-me a vida, a minha, a dos meus, a dos meus concidadãos, as ideias, os princípios e os valores.
Preocupa-me a infelicidade de milhões mas a começar nos portugueses cá dentro e os da diáspora.
Preocupam-me, as desigualdades gritantes e muitas persistem em Portugal, tal como a pouca eficácia de instituições como por exemplo o sistema de justiça nacional cujo desfecho é, muitas das vezes, caricato, deplorável mesmo.
Estou completamente farto de tanta pouca vergonha, dos múltiplos exemplos da podridão que prosseguem mas sempre resguardados nos pareceres que nunca dão a conhecer aos cidadãos.
Repulsa pelos abusos, demagogia, cinismo, desfaçatez, e ainda por uns quantos que dadas as suas importantes mas temporárias funções na sociedade se têm como devendo estar acima da LEI.
Todos têm que se explicar, prestar contas, explicar as decisões com frontalidade e transparência. Coisa que não se vê.
A democracia tem regras que, sempre que as coisas desagradam a certa gentinha, fazem por esquecer. Como anda acontecendo, outra vez e outra vez.
Preocupa-me muito a vida e futuro dos das faixas etárias que actualmente têm entre 10 e 20 como os meus netos, os de 30, 40 e 50 anos. Quase todos nascidos depois do 25 de Abril.
Preocupa-me que muitos (presumo, mas não devo estar muito errado) não se revejam em nenhum partido actual.
Preocupa-me, e eu senti-o, que não consigam participar efectivamente a não ser que se metam em "jotas" ou em certas áreas nas autarquias, ou em certas organizações capturadas.
Preocupa-me o simplismo que hoje se vê muito, o - ou és por mim ou estás contra mim -, ou só subirem aqueles que dizem "amém" aos chefes!
Continuarei a acompanhar o que se passa no mundo, darei a minha opinião, tentarei continuar assertivo e o mais rigoroso possível, e mesmo com as "SS" e as "LL" ás vezes a reclamarem, não me dobro nem me sento.
Isto dito, nada mais,..............pintassilgos não são pardais.

continuar sempre que possível a escrever diariamente.
segunda-feira, 21 de março de 2022
OPINIÕES
Mas, democraticamente, seja quem for que opine publicamente, tenha a importância que tiver na sociedade, discordar, e/ ou concordar, sempre.
AC
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
terça-feira, 19 de outubro de 2021
19 OUT 1921 - Noite Sangrenta - I República
Passam 100 anos sobre este trágico/ deplorável acontecimento, em que entre vários outros, dois relevantes actores do 5 de Outubro de 1910 foram assassinados tanto quanto se sabe por gentalha com ligações fortes à Carbonária e à "formiga branca".
Pouco mais de três anos antes fora assassinado Sidónio Pais.
Menos de 5 anos depois o 28 de Maio de 1926. Quantos falam deste acontecimento de há 100 anos, nos nossos jornais, rádios e canais de televisão?
Olho para o texto da CRP sobre liberdade de expressão, liberdade de opinião, etc., e cada vez me interrogo mais sobre certos silêncios no Portugal contemporâneo. Silêncios, agendas selectivas, quase só publicar artigos e cartas ao director de amigalhaços ou militantes apaniguados.
Da I República vem-me à memória coisas que sei de fonte segura ainda que não as tenha vivenciado. Mas aconteceram.
Um tio da minha idosa (96) mãe, homem importante na implantação da República, em Portalegre, foi preso por diferentes razões políticas e em diferentes alturas, e mantido em cativeiro vários meses no forte de S. Julião onde, na maré cheia, a água do mar inundava parte das masmorras. Aí apanhou artrite reumatóide, problemas pulmonares e etc.
Tempos tutelados por arruaceiros autênticos terroristas a mando de certos senhores. Tempos complexos a vários níveis, sociais, económicos, de segurança, etc. Tempos de lutas inacreditáveis, no plano político, lutas também envolvendo constantemente as Forças Armadas de então e a força de segurança GNR que, gradualmente e sobretudo a partir do assassinato de Sidónio Pais, foi crescendo em poder político e de meios humanos e materiais.
A tal ponto, e como primorosamente José Medeiros Ferreira escreveu, que em 13 de Maio de 1922, FINALMENTE, por decreto, foram suprimidas as tropas da GNR de Artilharia, de metralhadoras pesadas, e reduzidos os efectivos de Cavalaria e de Infantaria.
Hoje, com estes silêncios, sim porque não é só com o 19OUT1921, com a censura democrática a avançar lentamente, até já me interroguei se não haverá já por aí "dentes de ouro".
AC
sexta-feira, 23 de julho de 2021
terça-feira, 27 de abril de 2021
25 ABRIL 2021








