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terça-feira, 10 de junho de 2025

GLOBALIZAÇÃO. TERRORISMO. MIGRAÇÃO 
Presidente dos EUA, Donald Trump, proibiu a entrada no país de cidadãos de 12 países, entre os quais a Guiné Equatorial, para “proteger” o país de “terroristas estrangeiros”, segundo uma proclamação publicada pela Casa Branca na quarta-feira. O objetivo é impedir que aconteça em solo norte-americano “o que aconteceu na Europa”.

Nota Prévia:
Presente o que sempre me guiou na vida, este "cabelinhos alaranjados" irrita-me, repugna-me, não passa de um desprezível traste, que muito vem contribuindo para este mundo completamente enlouquecido. 
Mas também não é ele o principal culpado do estado de coisas mundial, embora me queiram fazer crer que tudo o que está mal é por culpa dele.

Isto referido, gostava de perguntar por exemplo à menina Greta ou outra criatura do mesmo calibre, duas coisas:
- quem lhes paga? Soros, alguém do género, do chamado mundo ocidental, ou da Rússia, ou da China?
- quanto à entrada de estrangeiros, que me indicasse que normas vigoram por exemplo, no Irão, Arábia Saudita, Hungria, Polónia, Austrália, Nova Zelândia, Islândia, Dinamarca, Afeganistão, China, Ucrânia, Singapura, etc.

Nesta segunda questão, há que não esquecer que tanto falamos de países onde a democracia vigora nuns quantos, enquanto em outros estão, ditaduras, teocracia, terrorismo de Estado, etc. 

Bom dia.
Tenham um bom feriado.
Saúde e boa sorte.
António Cabral

sexta-feira, 12 de julho de 2024

 

Um bom amigo enviou-me há tempos esta laracha.

Isto tem a ver com uma realidade, naquela zona do mundo.

Trata-se de uma cidade junto da fronteira de vários países, pertencente à Ucrânia após a implosão da URSS.

Como já por mais de uma vez ao longo do tempo aqui referi, é importante olhar à história para tentar perceber o presente.

Repito, TENTAR PERCEBER.

Outra coisa é imaginar que isso possa justificar uma invasão.

Não justifica, opinião minha, naturalmente.

AC

sábado, 9 de novembro de 2019

CURDOS
A propósito dos curdos, a propósito da recente operação militar norte-americana contra Abu Bakr al-Baghdadi deixando curdos ao abandono, lembrei-me de várias coisas, da geopolítica a diásporas.
Diáspora é um termo que normalmente não coloca problema algum por exemplo em relação aos judeus mas, olhando a outros grupos étnicos ou religiosos, torna-se difícil fazer uma clara distinção entre migrações e diáspora, ou entre minorias e diáspora.
Um dos aspectos importantes neste tipo de análise, e na procura de definição abrangente de diáspora, é o factor tempo.
É usual falar-se da diáspora de judeus, arménios, ciganos, negros, chineses, indianos, gregos, libaneses, palestinianos, vietnamitas e coreanos. Quanto aos curdos nunca se fala em diáspora.
Os curdos são uma das maiores minorias étnicas no mundo, sem Estado. Os números vão de 25 a 30 milhões, e uma parte enorme dessa gente anda no Sueste da Turquia. Erdogan nunca gostou, como aliás os seus antecessores.

Andarão outros na Síria, no Iraque, na Arménia. Do ponto de vista religioso sabe-se que neles coexistem tendências várias do Islão e, aparentemente, até outras crenças.
Os curdos sofreram os efeitos da implosão do antigo império Otomano, e daí para cá andam sempre em bolandas.
E a Turquia em particular nunca lhes deu descanso.
Os curdos, como muitos outros povos, sofreram e sofrem as consequências das múltiplas intervenções ao longo dos anos sempre na mira dos interesses de fora, de outrem.
É a vida, como diria o outro.
AC

sábado, 29 de junho de 2019

COMPLETAMENTE ERRADO
Temos de ser práticos. É impossível que venham todos”, disse o Dalai Lama.
ERRADO. Cabem cá todos, venham, não há problema algum.
AC

sexta-feira, 15 de junho de 2018

ESCREVE o JORNALISTA RICARDO COSTA,
,,,,,,,,,Uma nova política que, além de pretender expulsar dezenas de milhares de refugiados que já se encontram em solo transalpino, vai fechar as portas aos refugiados que maioritariamente chegam do norte de África..........

Para começar, sei pouco sobre a política actual em Itália. 
Mas confesso de facto que, Berlusconi's e quejandos, ultra disto ou daquilo, me suscitam as maiores desconfianças enquanto cidadão.
Isto dito cada vez me intriga mais esta avalanche que está ser atirada por tanta gente no sentido de que a Europa tem de receber toda a gente. Toda a gente.
Coloquei a bold vermelho parte do escrito do irmão do actual PM.

A minha pergunta é esta:
- sendo inquestionável, do meu ponto de vista naturalmente, que todas as pessoas devem ser tratadas com dignidade, independentemente da sua situação, cor da pele etc, então um País e designadamente Europeu não tem o direito de controlar entradas?
Por este andar talvez seja então de considerar verter a Europa para África e África para solo Europeu. Tipo transvase.

Isto não tem nada de xenofobia é apenas derivado do que constato na vida real. 
Dou um exemplo: centenas de "pessoal" do Leste e não só, vagueando em carros inacreditáveis de aspecto e conservação, que passam sob o nariz da GNR como me farto de ver e que nada controla, pessoal que é mais que andrajoso de aspecto, creio que dormem em camaratas algures e casas degradadas no casco velho de localidades a Sul de Lisboa, saem para a apanha da amêijoa e para outras coisas, deixam lixo por todo o lado e rebentam com infra-estruturas como se vê à beira rio e nada de reações por parte da Câmara Municipal local, etc, podia estar aqui a desfiar .......

E a criminalidade associada? Não? Apertem um pouco com eles e criminalidade automaticamente sobe na localidade, como acontece em outras áreas do Continente. Sim sim, não estou a inventar nada, só não é exposto. Basta fiscalizar ou seja perturbar o pouco que imagino que ganham............

Politica de emigração? Não brinquem comigo. 
Mas querem outro exemplo? 
Porque não ir investigar quem anda pelos montes Algarvios ou nas serranias entre a Lousã  e áreas de Beira-Baixa?. Só este exemplo, mas existem mais.
O povo é sereno, não é. 
Quem fala esganiçadamente na AR não tem carros a travar estridentemente atrás de si, sendo aliás uma sorte não ter sido batido.

Teoria e realidade. Convinha usar lentes novas.
Quanto aos alarves que andam lá por Itália são certamente alarves que, sobre democracia e direitos do ser humano entre outras coisas devem rir-se alarvemente.
Mas mantenho, um País não deve ter regras? 
Qual o limite para albergar outros? 
Penso que é uma questão muito complexa até porque o cerne da questão é que se trata de seres humanos. Uma grande parte uns desgraçados.
Mas deixar entrar à toa, sem critério civilizado e guiado por valores inerentes à civilização ocidental, e depois, que condições, que entrosamento, que integração, que controlo?
Tenho muitas dúvidas. Imensas.

Mas uma não tenho: muitos dos palradores que por aí andam não se debatem com realidade como acima apontei. 
AC