Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 10 de junho de 2025
sexta-feira, 12 de julho de 2024
Um bom amigo enviou-me há tempos esta laracha.
Isto tem a ver com uma realidade, naquela zona do mundo.
Trata-se de uma cidade junto da fronteira de vários países, pertencente à Ucrânia após a implosão da URSS.
Como já por mais de uma vez ao longo do tempo aqui referi, é importante olhar à história para tentar perceber o presente.
Repito, TENTAR PERCEBER.
Outra coisa é imaginar que isso possa justificar uma invasão.
Não justifica, opinião minha, naturalmente.
AC
sábado, 9 de novembro de 2019
Um dos aspectos importantes neste tipo de análise, e na procura de definição abrangente de diáspora, é o factor tempo.
É usual falar-se da diáspora de judeus, arménios, ciganos, negros, chineses, indianos, gregos, libaneses, palestinianos, vietnamitas e coreanos. Quanto aos curdos nunca se fala em diáspora.
Os curdos são uma das maiores minorias étnicas no mundo, sem Estado. Os números vão de 25 a 30 milhões, e uma parte enorme dessa gente anda no Sueste da Turquia. Erdogan nunca gostou, como aliás os seus antecessores.
Andarão outros na Síria, no Iraque, na Arménia. Do ponto de vista religioso sabe-se que neles coexistem tendências várias do Islão e, aparentemente, até outras crenças.
Os curdos sofreram os efeitos da implosão do antigo império Otomano, e daí para cá andam sempre em bolandas.
E a Turquia em particular nunca lhes deu descanso.
Os curdos, como muitos outros povos, sofreram e sofrem as consequências das múltiplas intervenções ao longo dos anos sempre na mira dos interesses de fora, de outrem.
É a vida, como diria o outro.
AC
sábado, 29 de junho de 2019
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Mas confesso de facto que, Berlusconi's e quejandos, ultra disto ou daquilo, me suscitam as maiores desconfianças enquanto cidadão.
A minha pergunta é esta:
E a criminalidade associada? Não? Apertem um pouco com eles e criminalidade automaticamente sobe na localidade, como acontece em outras áreas do Continente. Sim sim, não estou a inventar nada, só não é exposto. Basta fiscalizar ou seja perturbar o pouco que imagino que ganham............
Mas querem outro exemplo?
Porque não ir investigar quem anda pelos montes Algarvios ou nas serranias entre a Lousã e áreas de Beira-Baixa?. Só este exemplo, mas existem mais.
Quem fala esganiçadamente na AR não tem carros a travar estridentemente atrás de si, sendo aliás uma sorte não ter sido batido.
Teoria e realidade. Convinha usar lentes novas.
Mas mantenho, um País não deve ter regras?
Qual o limite para albergar outros?
Penso que é uma questão muito complexa até porque o cerne da questão é que se trata de seres humanos. Uma grande parte uns desgraçados.
Mas deixar entrar à toa, sem critério civilizado e guiado por valores inerentes à civilização ocidental, e depois, que condições, que entrosamento, que integração, que controlo?
Mas uma não tenho: muitos dos palradores que por aí andam não se debatem com realidade como acima apontei.
