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terça-feira, 5 de abril de 2022

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

TITULARES  de  ÓRGÃOS  de  SOBERANIA

VERSUS

CREDIBILIDADE e FUNCIONAMENTO das INSTITUIÇÕES

Tenho estado há semanas a reler muita coisa sobre o ocorrido nos últimos anos no nosso país. Nomeadamente sobre, as crises à volta da questão dos incêndios e não apenas desde 2017, eleições, defesa nacional, participação de forças das nossas Forças Armadas no âmbito de missões da NATO e da ONU na Ásia, África e Europa, a nossa dívida, segurança social, serviço nacional de saúde, industrialização do país, comunicação social.

Tenho andado a ler artigos, relatórios, entrevistas, reli alguns livros e parte de outros. Inquéritos à opinião pública, como por exemplo sobre a Nação e as questões de segurança e defesa. Reli discursos passados de titulares de órgãos de soberania. Reli algumas coisas sobre, roubos de armas ao longo dos anos incluindo as célebres 50 pistolas na PSP, sobre Tancos, sobre Lei de Programação Militar. Etc.

Do mais recente, ative-me à evolução política desenvolvida na Assembleia da República que resultou no chumbo da proposta de orçamento do Estado para o próximo ano, recordei as façanhas dentro dos partidos políticos e muito em particular no PCP, BE, PS, CDS, PSD e Chega. E, claro, a lamentável Miríade e o que estará por trás.

Tudo visto e ponderado confirma-se aquilo que de há muito penso e  que há muito me revolta. Cotejando inclusive sucessivas declarações de certos titulares de órgãos de soberania, estes e antecessores, aparecidas na comunicação social e não desmentidas, quase nada bate certo. É por demais evidente que continuamente se mente descaradamente aos cidadãos, a bandalheira institucional atingiu patamares deploráveis. Em vez de transparência há cada vez mais opacidade na vida pública, a vida pública está imensamente degradada. 

O que para mim é terrível, trágico, é a esmagadora maioria dos meus concidadãos nada se preocuparem com isto, nada se revoltarem com a mentira política constante, perfeitamente instalada, danosa para a nossa vida colectiva. 

Que importa, não é?

António Cabral (AC)

domingo, 31 de outubro de 2021

PAZ,    GUERRA,    PAZ

Não é pelo facto de estarmos formalmente em paz que podemos abandonar conceitos de defesa e de segurança.

Tal como não é por os carros serem hoje mais seguros que devemos esquecer as boas regras da condução.

Tal como não é por haver vacinas para praticamente tudo que devemos ser descuidados com a nossa saúde e segurança física.

Ah, a propósito de vacinas para quase tudo, infelizmente não há para tudo. 

Não existem, por exemplo, para afastar os energúmenos que nos infernizam a vida e nos entram em casa através das TV e Internet. Infelizmente, não há vacinas de decência e dignidade para inocular a gentalha habituada a servir-se em vez de servir a sociedade.

AC

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

AS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS   ( FA )

ANTES DO 25 de ABRIL de 1974, HAVIA UMA FRASE CÉLEBRE USADA PELOS GERONTES DE ENTÃO QUE DIZIA SALVO ERRO ASSIM: AS FA SÃO O ESPELHO da NAÇÃO.
VEM ISTO A PROPÓSITO DO QUE TIVE OPORTUNIDADE DE OUVIR HOJE DE TARDE NO PARLAMENTO, EM QUE, COM GRANDE VIGOR SE MENTE e SE ALDRABA EM MOTO CONTINUO.
PELO QUE VOU VENDO POR AÍ, E OUVINDO, FICA-ME UMA APREENSÃO CRESCENTE: AS FA CONTINUARÃO A SER O ESPELHO DA NAÇÃO?
RESPONDA QUEM SOUBER, MAS COMO CIDADÃO ANDO PREOCUPADO.
AC

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

PACIÊNCIA = PACHORRA = a que mais?
Bastou-me perturbar o meu sossego na aldeia durante pouco mais de 35 minutos ao fim da tarde para quase me insultar a mim próprio por ter tido tão disparatada decisão.
Vê-los aos berros, aos insultos a quase serem pouco de salão, com esgares de ódio contido, aumenta ou não aumenta, hipocrisia ou não, versos e palhaçadas, propõe ou vai propor  tudo aquilo isto é aquela amostra de ..............que lhe hei-de chamar?............pouca vergonha de todos os lados, fez-me imaginar que bela tarde deve ter sido a dos deputados.
Pelo "poucochinho"  a que assisti, nenhum me representou.
Imagino que no meio de tanta falta de vergonha, de sapos engolidos e falsidades várias, se devem imaginar de uns para os outros estar a ensinar os ignorantes, ou a dar bons conselhos, ou a corrigir os que erraram, a consolar-se mutuamente tão tristes são.
Uma coisa é para mim certa, não perdoo a pouca vergonha, nem a desconsideração vergonhosa para com os contribuintes, e não há já pachorra para suportar estes desaforos, porque fraquezas não são.
A sociedade está num estado lamentável.
Corrupção nas messes da Força Aérea, ou em unidades, sei lá! Qual é o espanto?
As Forças Armadas não são o espelho da Nação?
AC

Adenda das 2336h:
Pouco vi, como acima confesso. Mas ainda assim, sinceramente, perante tão mau espectáculo, só resta afivelar uma cara de paisagem e mandá-los, a TODOS, mentalmente, abaixo de Braga.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Qual é o principal problema de Portugal?
Todas as opiniões devem ser respeitadas.
Até por isso, desde longa data, que existem as mais díspares opiniões sobre qual é o principal problema do País, deste cada vez mais desgraçado Portugal.
Neste momento muitos dizem que é a austeridade. E que ela pode, deve, e será alterada, diminuída.
Aliás, os esganiçados e outros já "confirmaram" que a austeridade passou!!!
Oxalá, digo eu, mas como faço contas e julgo perceber em que é que assenta esta tristíssima economia........Qual página virada, o tanas!!
Outros dizem que é o ataque ao estado social. Outros circunscrevem a coisa. Dizem, é a educação, a formação. Outros, é o desemprego. É o crescer das desigualdades. É a legislação laboral. É o ataque ao SNS.
Será tudo o que quiserem.
Quanto à austeridade, ou quanto à semântica usada patetamente por alguns senadores para não dizer austeridade (!!), como lhe quiserem chamar, a questão não se resolve com SE's ou Quandos's, porque fazendo continhas e como pedimos $$$$$ para cobrir as despesas, temos é que reduzir despesas. O resto é conversa.
E se é verdade que temos gravíssimos problemas no estado social, na educação e saúde, na legislação laboral, desemprego muito elevado, desigualdades terríveis, para mim a questão primeira deste País, deste martirizado País, é a justiça.
Justiça que fosse JUSTIÇA, rápida, célere, directa, com equidade.
É por não haver justiça que se prende o que tirou uma cebolas da banca e desapareceu a correr, enquanto outros compram casas de milhões tendo apenas rendimentos de servidor do Estado, e por aí fora como toda a gente sabe. 
É por não haver justiça, verdadeira, que uns estão ás voltas com processos (e bem, creio), e alguns dos seus inspiradores ficaram com pecúlio enorme muito superior, e não conhecido à data do 25 de Abril de 1974. 
Foi milagre de certeza.
É da sua inexistência que grassam as desigualdades, que os monopólios existentes no País grassam, por exemplo. 
E já chega, porque a podridão é tanta que neste início fim de semana e com Sol não quero ficar mal disposto só por me lembrar da porcaria toda que por aí anda.
AC