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quinta-feira, 28 de setembro de 2023

PORTANTO . . . . 
Orabamosláver, portanto, na Madeira isto vai passar a ser proibido?
AC

terça-feira, 18 de maio de 2021

TEMPESTADE   PERFEITA  ?

Como é sabido, uma tempestade perfeita é um evento meteorológico nada favorável e que é drasticamente agravado por combinação rara de circunstâncias daí resultando um desastre de grande magnitude. Falo disto a propósito dos actuais Presidente da República, AR e governo, e deste realço António Costa e João Cravinho jr. E começo por recordar uma coisa do passado.

O QUE ESTÁ DIFERENTE,  HOJE ?

Olhe-se a este texto que recupero dos meus arquivos, e onde sublinho várias partes. Lembrei-me disto depois continuar a ouvir inanidades da parte de certos elementos do centrão, mas infelizmente não só. O que está diferente, hoje?

Forças Armadas São Ou Não Prioridade? 
PSD promoveu debate sobre Defesa , Quinta-feira, 19 de Outubro de 2000  
O presidente social-democrata, Durão Barroso, e o deputado Carlos Encarnação, ministro-sombra do PSD para a Defesa, receberam ontem no Hotel Tivoli, em Lisboa, o general Loureiro dos Santos, assim como Joaquim Aguiar, antigo assessor presidencial, e ainda o ex-ministro da Defesa Figueiredo Lopes, para falar sobre "Política de Defesa Nacional". A assistir estava uma constelação de "estrelas" das Forças Armadas (FA) a quem muitas das coisas que ali foram ditas não deve ter agradado.  

O que marcou o debate foi uma intervenção de Joaquim Aguiar, colunista do "Expresso" e ex-assessor dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares. Perante uma plateia de altas patentes, como os generais Espírito Santo, Loureiro dos Santos, Almeida Bruno ou Tomé Pinto, Aguiar fez questão de dizer claramente que havia prioridades mais importantes do que as FA em Portugal: "Estou completamente à vontade para vos dizer coisas extremamente graves.". E explicou o seu à vontade: "Não sou militar, não sou político."  

Durante uma hora, Aguiar deu uma lição de economia aos nervosamente irrequietos militares presentes (e aos poucos deputados que assistiam), explicando que, para haver modernização, era necessário que Portugal fosse capaz de "dominar ciclos de evolução económica como condição para produzir capacidades efectivas militares". Como isso não acontecia, e ainda por cima os aparelhos estatais caminhavam para a falência, era uma precipitação falar-se em reestruturação militar.  

Só depois Aguiar apontou baterias contra os políticos. Segundo o comentador, os partidos sabem muito bem que o "wellfare state" (expressão inglesa para Estado-Providência) tinha os dias contados. Mas, mesmo assim nada faziam para alterar o actual situação: "Todos os partidos prometem mais do mesmo, mas o mais do mesmo já não existe." O ambiente ficou pesado quando afirmou: "O dr. Durão Barroso sabe disto mas não faz nada."  

Era por isso mesmo que as coisas não funcionavam em Portugal. "Não eram feitas para funcionar" porque os políticos queriam que tudo ficasse na mesma. Daí que o comentador acabasse por concordar com o general Loureiro dos Santos, ao caracterizar o "Conceito Estratégico de Defesa Nacional" como "mudo" e "inútil". Porque, concluiu, "só serve para disfarçar"

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No dia 18 de Maio de 2021, de tarde, começou o chamado debate sobre as propostas de alterações do governo (formalmente são do governo, na prática deixam que se diga que é de João Gomes Cravinho, António Costa assobia para o ar como de costume, e na prática as alterações têm por trás conhecidas figuras, civis e militares, os chamados conselheiros escondidos com rabo de fora), e eu, a par das obrigações de avô para com o neto de três anos, assisti a quase tudo o que se passou na AR. Em vários casos, melhor, quanto a alguns deputados, basicamente perdi o meu tempo. Aliás foi quase um desperdício total.

Do que ouvi a Cravinho e aos representantes do PS, PSD e CDS quero realçar o seguinte:
- ficou para mim confirmado que as relações entre o chefe dos chefes (CEMGFA) e os chefes da Marinha, Exército e Força Aérea não são nada famosas; e, claro, à boa maneira "Tuga", nunca se chamam os bois pelos nomes, e percebe-se isto perfeitamente até pela insistência e realce de que teve de haver um despacho especial do ministro para as coisas funcionarem no que à pandemia respeita; não é só o antigo governador do BP que esconde relatórios e situações, esta metodologia é prática corrente neste Portugal da transparência;

- o PSD manifestou-se vigorosamente contra qualquer governamentalização das FA, e arrotou com os seus pergaminhos nesta matéria; só dá vontade de rir para não chorar; não haverá nenhuma alma caridosa que lhes explique e relembre, que foi com Cavaco Silva e Fernando Nogueira que, depois da azia que tiveram ao verificar que na lista/ proposta de três nomes para o governo escolher um para chefiar a Marinha não vinha o nome que pretendiam, e alteraram posteriormente a legislação (é a que está em vigor), não sendo mais o ramo a indicar nomes para o governo escolher, mas o governo a escolher de entre todos os oficiais generais, apresentando a escolha ao presidente;

- para lá de breve referência por exemplo a falta de recursos humanos, fez-me aflição a argumentação PS, PSD, CDS sempre quase no domínio do teórico e das "boutades" e da vergonhosa sabujice, quase sem nunca apontarem detalhadamente as dificuldades concretas que se vivem nas FA; como me fez impressão ninguém se questionar - mas que DN queremos para o país? Alguns até falaram que bom o actual Conceito Estratégico de Defesa Nacional, com quase nove anos de idade;

- a lata com que se fala no parlamento - em nome do investimento que se faz nas Forças Armadas; roça o ordinário e pornográfico;

 - voltando à governamentalização, naturalmente ao conferir ao CEMGFA muito mais poderes a governamentalização acentua-se, independentemente da legislação respectiva não vir a ser alterada; o compromisso não escrito de rodar o CEMGFA alternadamente por oficiais dos três ramos, pode em certas alturas acabar; a legislação em vigor não precisa de ser alterada, serve perfeitamente os desígnios dos governos;

- A lata ordinária e desmesurada desta gente que fala em se ter apoiado no Conselho Superior de Defesa Nacional, e no Conselho de Estado (de facto receberam um doce beneplácito), assim (dizem) evidenciando a cautela e rigor colocados na preparação da proposta de alterações. 
Atiram sempre com (e são verdades) as frases tipo - o relacionamento institucional das Forças Armadas com o poder político democrático em matéria de designação das chefias militares impõe-se em nome de princípios e valores do regime democrático evitando bloqueios decisórios
Depois dizem - como têm as responsabilidades da condução da política de defesa nacional e administração das Forças armadas, estão satisfeitos com a legislação em vigor, pois chamam todos os oficiais generais de um dado ramo das FA onde se irá processar a mudança de chefe, e auscultados todos, um a um, escolhem e apresentam a escolha ao Presidente da República. Ficam e estão ufanos os políticos do PS e do PSD porque há anos que isto é assim, tudo clarinho de forma simples e operativa, uma previsão sobre quem nomeia, quem propõe e quem deve ser ouvido, e dizem que assim se mantém a co-responsabilização da Instituição Militar.

- Lata e desfaçatez é coisa que não falta à malta do CENTRÃO.
Não há nenhuma governamentalização na legislação em vigor quanto à designação e nomeação das chefias militares dos ramos das FA, uma vez que o processo é todo controlado agora pelo governo, e não como no passado, em que era cada ramo que apresentava uma lista ao ministro da defesa, que depois no seio do governo se escolhia um nome a propor ao Presidente da República 
Não há nenhuma governamentalização nessas nomeações quando tem de haver uma audição do CEMGFA e menos governamentalização existe quando o CEMGFA passar a ter os poderes quase todos.
Tudo isto é simples, e qualquer cidadão comum percebe que, obviamente, não há governamentalização nas escolhas dos chefes militares. Dizer que há e cada vez mais, é uma ofensa, é uma injúria, é deturpar o sentido da legislação em vigor!

- Mas ainda quanto a desfaçatez é a notável peça de retórica sobre as dimensões que ficam definidas com as alterações propostas, e a subida falta de vergonha na cara ao dizer-se - precisamos de desenvolver mecanismos para pensar o que queremos para as Forças Armadas como um todo. Este é o momento para criarmos condições legislativas para as suas capacidades serem plenamente postas ao serviço de Portugal. Aguardemos.
António Cabral

sexta-feira, 29 de maio de 2020

OS POLÍTICOS NÃO SÃO TODOS IGUAIS
Mas uma boa parte deles cada vez me repugna mais.
Vem isto a propósito do actual chefe do CDS.
Ostenta na lapela o símbolo do Colégio Militar.
Do que sei, não será habitual pessoas formadas naquela instituição serem acintosamente desrespeitadoras das normas sociais.
Sua Exa e mais uma série de acólitos mostrou-se na TV a comer num sítio apertado, todos juntinhos, nem um com máscara à vista ou viseira em cima dos móveis. Todos muito juntinhos.
É o que temos como aspirantes a dirigentes do país.
Desgraçado Portugal.
AC 

domingo, 26 de abril de 2020

O  DEPUTADO
Creio que ouvi bem na TV, ontem, que o deputado do CDS que botou discurso saiu do hemiciclo antes de começar a ser tocado o Hino Nacional.
Se corresponde exactamente à realidade, então não é preciso dizer mais nada, fica tudo esclarecido.
Repito, se foi exactamente assim, então, à esquerda e à direita, estamos a assistir a posturas bem lastimáveis.
Podem atazanar quem quiserem.
As pessoas decentes, não radicais, que nunca se vendem, que têm coluna vertebral e não cartilagem, que pensam pela sua cabeça, e que nunca foram "Maria vai com as outras", sabem dar valor ás coisas essenciais, sabem dar valor ao essencial que Abril representa, sabem o que são valores na vida, na sociedade, valores a preservar, sempre, independentemente do que pedantes carecas ou de cabelos brancos digam e escrevam.
AC

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

CRIMINOSO ?  MAS, .... ESQUECIDO ?
O Presidente da República veio com ar zangado dizer publicamente que não é criminoso, isto a propósito de Tancos e de alguém ter posto a circular que existe um papagaio-falante, e que poderia ser ele. 
E veio dizer de forma tão enfática que quer que isso fique muito claro, que não é criminoso.
Pessoalmente, não posso dizer, a propósito de Tancos ou outra coisa qualquer, se Marcelo Rebelo de Sousa é ou não é criminoso.

Mas o concidadão Marcelo Rebelo de Sousa não me pode é obrigar a esquecer-me de tudo aquilo que se conhece do seu percurso de vida, da sua maneira de ser, de quão ardiloso e maquiavélico acho que é. 
O famoso prato de culinária que referiu anos atrás é porventura o menor dos imbróglios. Mas muito elucidativo da criatura.
Que há muito mais para se perceber que é um bocado como o outro, que ia em cima da rã, que acabou por se lembrar do seu modo de vida e maneira de ser, e picou!
Marcelo também não muda. Pode é disfarçar. 
E depois, ainda por cima, chegam sempre pessoas, como Sá Fernandes, - Ah, o meu cliente não se referia ao Presidente.
Então oh Sá Fernandes, é segredo profissional só para um lado? Então a quem se referia?
Cá estamos sempre naquele discurso do respeitinho, não incomodar as altas excelências.

Nesta telenovela Tancos Marcelo não será criminoso, mas tenho a certeza de que periodicamente é uma criatura muito esquecida.
Esquecimentos muito convenientes, escudando-se em silêncios, ou na separação de poderes mas só quando lhe dá jeito.

Olhemos ao caso do seu irmão gémeo, o chamado Comandante Supremo das Forças Armadas.
Este irmão gémeo, que curiosamente tem também o nome Marcelo Rebelo de Sousa (os registos hoje em dia permitem estas coisas) passa a vida a perorar com aquele ar enternecido e comovido, que os militares Portugueses são os melhores dos melhores.
OS MELHORES dos MELHORES.
Deve até já estar agastado com Cravinho, que se lhes refere como Ronaldos como lá fora terá sabido são por vezes crismados.  

Mas, depois, quando vamos espiolhar coisas concretas, reparamos que Marcelo assobia para o lado. É o que legitimamente posso concluir.
Vejamos o caso das promoções dos militares.
As promoções têm regras ou melhor, antes da actuação passiva e activa de uma cambada de malfeitores do PSD CDS e do PS e com a conivência de todos os deputados dos outros partidos durante várias décadas atrás, as promoções tinham regras, e uma das básicas era a de que quando se dava uma vaga num dado quadro de pessoal, desencadeava-se o respectivo processo administrativo, com passos diversos, e o militar viria a ser promovido, contando a sua antiguidade desde a data em que se verificara a dita vaga.
Mesmo antes da tristemente célebre Troika em que a responsabilidade da sua vinda para cá é do famigerado José Sócrates Pinto de Sousa, as coisas começaram a ficar um pouco tortas. 
Mas desde a Troika, e agora os geringonças do PS fazem igual ou pior, as coisas chegaram a um ponto inacreditável. O que se arrasta há anos.

Qualquer pessoa que se debruce sobre esta problemática com seriedade não pode deixar de se interrogar: sobre isto, em concreto, quantas vezes Marcelo e Marcelo já se insurgiram, A SÉRIO, com o PM António Costa?
QUANTAS? 
Já? e se Já, como exigiram Marcelo e Marcelo a resolução destes problemas?
Ah, dizem alguns, ele é um querido, discursa a dizer que o próximo governo vai ter muito que trabalhar no que se refere às Forças Armadas, vai logo a correr aos hospitais ver militares feridos, etc.

Pois, pela minha parte podem guardar essas atitudes todas naquele sítio que bem sabem a que me estou a referir.
Balelas, porque resolver as coisas concretas da vida das pessoas em tempo útil, acabar com esta pouca vergonha por parte do governo, isso é que Marcelo e Marcelo não fazem.
E agora António Costa e seus muchachos andam a falar eleitoralmente que vai haver promoções militares.
Nem chega a ser uma descarada ausência de vergonha na cara, é UM NOJO.
Balelas e lindos discursos. 
Lindos discursos, sempre muito aplaudidos por chefias com as luvas calçadas.
Pela minha parte, como cidadão, votei em Marcelo e já o expliquei no passado porque legitimamente o fiz.
No presente, cada vez mais me encanta menos.
É esquecido?
É demagógico?
É pelo menos tudo isto. 
Tenho muitas críticas quanto à sua actuação como Presidente da República, mas continuo a considerar que o seu desempenho é globalmente positivo.
Como Comandante Supremo das Forças Armadas........devia ver-se ao espelho .............e ter vergonha, muita vergonha.

António Cabral (AC)



 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BANCA, SEGUROS, CMVM, BP, etc, etc
Vejo escrito - "As arquitecturas de governação não mudam as pessoas nem alteram os incentivos".
Não sou banqueiro, financeiro, deputado, ministro, político, economista, gestor, jornalista, regulador, mas creio que a frase acima tem muito de certeiro.
Não conheço em detalhe nem vou perder tempo a ler o plano maravilhoso encomendado pelo governo socialista/ ministro Centeno a um grupo de "sábios" liderado/coordenado/ dirigido pelo ex-CMVM Carlos Tavares. Ouvi coisa breve na TV, dele e de Centeno, quando cheguei ao quarto de hotel vindo da praia. 
Ficou-me no ouvido a palavra - "comportamental".
De facto - "comportamental" -  é bem capaz de estar aqui o problema, mas em outro sentido, ELES não mudam, não querem mudar, e os arranjinhos são sempre os do costume e com a tropa do costume. Por isso estamos nisto.
Mas, como tenho razoável memória e razoáveis arquivos, isto tudo trouxe/ recordou-me para primeiro plano o "amor" de Centeno ao actual governador do BP, os "amores" entre o governador do BP e o ex-CMVM, e a nomeação/ prorrogação de mandato do actual governador do BP determinada a seu tempo pelo governo de Passos Coelho, o célebre (??) governo "pafiano".
E, claro, também veio logo à memória, as pouca vergonhas do BES e respectivo empório conhecido e desconhecido, o BPN e a parte de tutano que deixaram de fora, a CGD em que PS e esquerdas (e aqui é que é espantoso o conluio do BE e PCP) trataram de esconder as pouca vergonhas praticadas entre 2000 e 2015 com a grande benção deste espantoso sistema jurídico português.
Isto tudo cheira mal, mesmo a trampa, mas da mais putrefacta. 
Cultura política? Demagogia? Vingança ao retardador? Ausência de princípios?  Ignorância político-constitucional?  Desequilíbrio de poderes? Ou é para entreter e já agora um cargo para Tavares? 
E Marcelo, ainda não se pronunciou?
Isto cheira a podre.
AC

sábado, 29 de abril de 2017

FORÇAS de SEGURANÇA e SINDICALISMO
Há pouco tempo a ministra da Administração Interna foi à AR e terá causado (??) algum escândalo. 
Disse ela, e até agora não reparei que isso tenha sido refutado pelos inúmeros e inefáveis sindicatos da PSP, - 88 polícias faltam todos os dias ao trabalho para funções sindicais e num ano houve 31 mil faltas sindicais
Os números são eloquentes, assustadores. 
Eu digo mesmo, são pornográficos, mas a isto, o próprio PM António Costa nada diz, os geringonças todos pouco ou nada dizem.
O comentador mor nada diz, também!
Estão todos irmanados na pouca vergonha, os comentadores encartados com avenças nos OCS, os comentadores mais assanhados da AR, o intrujão - mor e o comentador - mor que diariamente fala mais que uma vez caladinho ficou.
Sobre este último, porque consequência da estrita separação de poderes, TÁ CLARO.
E assim segue Portugal, cantando e rindo.
A propósito de rir, já dei uma gargalhada mal abri o computador: o sr Crato, ex da Educação, diz que Passos é herói nacional. 
Panteão JÁ, para ele, para o afectuoso, para Catarina e Mortágua, para Costa, Jerónimo, Heloísa, ETC. LINDO
AC

quarta-feira, 15 de março de 2017

PORTUGAL NÃO TEM SALVAÇÃO
Sim, acham que estou a exagerar?
Vejamos alguns exemplos:
> Assunção Cristas, qual Pilatos, assobia para o ar e diz, com a vózinha mais doce deste mundo, que nada teve a ver com as questões bancárias no governo PAF;
> o Intrujão-mor, diz que não gosta de faenas, touradas, mas vai/ foi a umas quantas e etc, como bem se sabe;
> na PSP, são 14 ou 15 os sindicatos; e muita gentinha a fazer trabalho político nas horas normais de qualquer trabalhador;
> quanto à base aérea das Lajes, basta ler as trocas de palavreado entre o governo regional e o famoso ministro dos negócios estrangeiros para se ficar com uma ideia de como as coisas sérias de um País são tratadas;
> no plano do sistema de saúde, pelo que se lê e é certamente verdade, a menos que o mail do PS Guarda seja inventado pelos russos, ameaça-se o ministro da saúde por ele não nomear boys; um dos aspectos interessantes do email é ver quem foram, dentro da máquina PS, os destinatários para conhecimento, o que só confirma muita coisa do passado e do presente (futuro?);
> o Presidente da República já começou a dar umas caneladas no sistema de Justiça; não deve ter nada a ver com certo passado;
> O Dr Núncio continua embrulhado numa "salganhada" tremenda, coisa que para um simplório entra pelos olhos dentro que nem tudo estará bem contado; e isto à parte, evidentemente, de tudo aquilo que o sistema e o regime em que vivemos permite legalmente fazer e sobre o qual nada existe a dizer ou criticar mas, de facto, parecem coisas a mais.

Bem, vou ficar por aqui, a lista que se me apresenta não tem fim, e está a cheirar-me tão mal,......ah......mas talvez seja do caixote do lixo que está com os restos do almoço, restos de espinhas e etc......
AC

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

AI EU SOU TÃO IMPARCIAL
Formalmente é a 2ª figura do ESTADO.
Mas creio que tem sido, no plano político e da honestidade intelectual, e parece assim querer continuar, patético, parcial, petulante e grotesco.
Naturalmente, digo eu, o PSD e o CDS mas sobretudo o primeiro, continuam com uma azia tremenda por causa do surgimento da geringonça. 

E aqui, parece-me, o actual titular primeiro do orgão de soberania Assembleia da República tem bastante razão.
Dizer o contrário, roça a desonestidade intelectual.
É compreensível que PSD e CDS estejam irritados com o modo como as coisas estão a acontecer.
Num País decente, e Portugal vem sendo transformado por estes políticos todos numa indecência a todos os níveis (política, fiscal, equidade, desigualdades, corrupção, forças armadas, forças policiais, ambiente, impostos, regras da democracia etc), o arranjar de soluções governativa e de maioria parlamentar deve sempre decorrer no âmbito do parlamento. Foi isso que aconteceu, nada a dizer contra por parte de quem for honesto intelectualmente. 
Penso exactamente assim.
Outra coisa é, por exemplo, a nomeação do presidente da AR que, digo eu, devia caber ao partido mais votado indicar um nome mas, obviamente, a ter que negociar com os outros partidos. 
E no seio do PSD, mau grado uma quantidade relevante de gentinha de mau porte que por lá nada, existem pessoas com categoria, com isenção, com cultura democrática, com honestidade intelectual.
Mas o intrujão-mor quis esmagar o PSD. 
É legítimo, mas é mais um factor indiciador dos porquês de Portugal ser cada vez mais um País indecente.
Voltando a Ferro Rodrigues, se, a meu ver, tem toda a razão em salientar ao PSD (nunca é demais) que a maioria é outra, já o seu comportamento parcial, evidente durante várias sessões, mostra bem o trauliteirismo a que se chegou.
E digo trauliteirismo quando vejo o sr Fero Rodrigues dizer que as regras são outras.
Não, não são outras, são as mesmas.
Exactamente as mesmas que possibilitam, e bem, mesmo delas eu discorde, arquitecturas políticas como a actual.
Além disso, digo patético porque, por exemplo, o sr Ferro Rodrigues a propósito de uma decisão da dirigente do CDS (que pessoalmente muito questiono) vem publicamente dizer que aquilo pode colocar em causa a separação de poderes. Essa agora?
Mais Américo Tomázismo deve ser dificil de encontrar.
Claro que a criatura, ainda deve estar nos tempos do MES ou pior, além de que pouco deve perceber de direito constitucional. 
Foi uma cadeira que muito me entusiasmou.
Hoje em dia toda a gente vai pedir batatinhas ao PR. Adiante.
A questão aqui, parece-me, é que cabe constitucionalmente ao PR não só velar pelo regular funcionamento das instituições como, sobretudo, olhar aos parâmetros todos que definem uma democracia constitucional, um estado de direito. 
Um deles é, certamente, o respeito pelas minorias, o respeito pelas oposições.
Ou será que estou a interpretar mal a CR, Art. 120º? 
E, se em vez do que explicita a alínea d) do Art.133º, o PR preferir exercer uma influência recatada, não pública, junto da AR e designadamente junto do presidente da AR, actualmente uma figura muito discutível face aos seus comportamentos, incluindo certas frases em entrevistas? Pode não pode?
Oh sr presidente da AR Ferro Rodrigues, talvez uma reciclagem não lhe fizesse mal.
AC

Em tempo ("picado" do Henri Cartoon)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

CONTINUO A DIZER, NADA ME ESPANTA
Não me espanta a vitória da criatura nos EUA. 
Não me espanta a pouca vergonha do francês que visita as actrizes de motoreta.
Não me espanta a pouca vergonha da telenovela caseira do momento e sobretudo, o atirar dos argumentos jurídicos para a fogueira, na ânsia (e que julgo conseguirão) de queimar e fazer assim desaparecer da vista pública a porcaria de décadas que envolve todos os pantomineiros da nossa desgraça.
Não me espanta que ele tenha morrido como não me espanta o local onde faleceu. Só me admira que não tenha acontecido mais cedo.
Não me espanta, finalmente, ver entrar no meu clube (não é de futebol) um baixinho de barbicha protagonista discutível das maiores pouca vergonhas do nosso sistema. Eu sei e gosto disso, que o meu clube, a 7 dias de perfazer 150 anos, tem tradições e oxalá assim se mantenha, de grande liberdade e respeito pela diferença. Eu sei mas, desculparão, talvez não fosse de exagerar.
Nada me espanta.
AC

segunda-feira, 2 de maio de 2016

TERNURENTOS...TERNURENTOS...TERNURENTOS...

ARMÉNIO e as CATARINAS
Arménio para a Catarina mais baixinha....."....há pouco disse à Catarina que se pararem com a austeridade podem contar connosco"......
A Catarina mais pequenina - ".....nem mais um passo atrás...."
A outra Catarina, para o tio Arménio..." também podem sempre contar connosco"......
Uns queridos.
AC

ACERCA DE PASSOS COELHO....
Será que o homem se enxerga?
Nenhum assessor lhe sussurra ao ouvido, qualquer coisa do género - "já não há ninguém a ouvir-te,"............"estás a ser parvalhão"......
AC

Acerca da Ministra do Mar
Ai que quadro tão querido, ternurento, ver a chegada da sardinha......que emoção. Mas coisas concretas quanto a quotas......
Será que a senhora anda a tentar disfarçar, para que ninguém na boa imprensa atire para o ar - Oh Sra Ministra, não disse que as greves no porto de Lisboa acabaram, que está tudo catita?
Ternurenta.
AC

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Primeiro dia de Inverno. O dia mais pequeno. Portugal como sempre, ou pior.
Que título para post!
Depois de o acabar de escrever parei uns segundos e, de facto, confesso, nem sei bem como o qualificar.
Mas fica, "PRONTOS"......
Aqui, onde moro, um nevoeiro terrível. Nevoeiro que começou ontem ao fim da noite, quando atravessei a ponte Vasco da Gama. Durante a noite e esta manhã, do nevoeiro não apareceu nenhum D.Sebastião. Em vez disso, temos mais uma conta calada para os contribuintes se tramarem. O costume. Uma das prendas de Natal chama-se BANIF. Portanto, Portugal cada vez pior.
Podem vir argumentar com o que quiserem, só olho aos factos.
Os anteriores meninos esconderam a coisa anos a fio, por cima do tapete, para debaixo do tapete, assobiaram. Durante esse tempo, o senhor dos cabelos e barbas brancas, só por acaso do PS, nunca soube de nada, nunca desconfiou de nada!!
Agora o actual inquilino de S.Bento resolveu o que resolveu.
Agora, os senhores deputados parece prepararem mais uma comissão de inquérito, para brilharem as e os patetas do costume. Resultados? Ai que bem preparados estavam. Quanto ao resto, tudo na sarjeta.
Entretanto, alguns jornalistas entretêm-se a escrever o que lhes vem à cabeça, na ânsia de arranjar títulos que aumentem as vendas. Mas iludem-se.
Porque cada vez se compram menos jornais aos que andam há décadas a comer (e etc) e beber nos mesmos sítios dos que concebem e executam as pouca vergonhas conhecidas, e as desconhecidas, ainda.
Podem escrever que uns vão surfar isto e aquilo, que os debates vão ser duros, etc.
A realidade é uma só, triste, terrível, e que é, andarmos há pelo menos 30 anos a fingir que somos o que não somos, a viver com a corrupção, mas sempre a dizer de muitos que são estimáveis e qualificados. Assentar um rumo para o País, isso é que não.
Qualificados são, para rebentar com Portugal,  para nos roubar, para ter construído uma teia de códigos e outras normas que tudo permitem e safam a banditagem.
Venham-me dizer que sou muito cáustico, que sou muito duro com políticos e jornalistas. Venham, venham, sou eu que estou enganado.
AC
PS: a propósito de Inverno

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A PODRIDÃO NÃO PARA
Dois exemplos:
- o contratado para vender o NOVO BANCO (terá sido neste nome que o novo messias se inspirou para o discurso de posse?) está a ganhar um montão de dinheiro. Aparentemente, a fazer fé nos OCS o que é coisa muito perigosa, está a ganhar o mesmo que auferia na CGD. Nada contra, pois os vencimentos obscenos dentro deste podre sistema tem sido sempre mais ou menos assim. A minha pergunta é só, porque tinha que ser ele? Para mim é estranho.

- a ex-ministra da Educação, durante o seu mandato, contratou por ajuste directo um senhor famoso (????) irmão de outro também muito famoso (?????) para um trabalhinho.
A coisa parece que correu mal, pois se bem recordo, não acabou o trabalho, recebeu, e pronto. Parece que terá tido que devolver dinheiro.
A senhora, pois tudo parecia esquisito, foi condenada em 1ª instância. Agora, noticiam os jornais com a profundidade e investigação habituais, a relação de Lisboa absolveu-a, porque não houve dolo, não houve intenção. E o advogado da senhora considerou “inequívoca” a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa LINDO. Só se esqueceu de lembrar o trajecto da juíza que, segundo se descobre por aí, tem uma independência a toda a prova.

É isto o Portugal do presente. Preparar sempre gentinha, para democraticamente aparecerem a prazo nas estruturas do Estado e do poder. TUDO SEMPRE POR BAIXO DA MESA, PERDÃO, POR CIMA, POR CIMA.
AC