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sábado, 1 de agosto de 2026

 

Só para recordar o que um homem sério e decente disse um dia, e que o maior vigarista que tivemos até agora e que suplantou o execrável professor, fingiu nunca ter ouvido.
Resultados à vista, incluindo um execrável xenófobo e racista.

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.

AC

sexta-feira, 3 de julho de 2026

INE,  IMIGRAÇÃO,  o COSTUME
Uns escrevem que é preciso o INE dar explicações sobre os números populacionais agora apresentados.
Don Mário Centeno quer que o INE revejo os métodos de cálculo para avaliar muitos mais anos.

Outros e bem, recordam a irresponsabilidade de uma cambada de malandros cujos resultados cada vez estão mais à mostra.
Outros são mais cáusticos e chamam nomes que me parecem igualmente adequados - FRAUDE, FRAUDE, FRAUDE.


A "coisa" tem números - já seremos 11,4 milhões e teremos pelo menos uma percentagem de 14% de estrangeiros e pelo menos bem mais de 600 000,00 de gente a mais da que se pensava andar por aí.

E digo mais, temos muito provavelmente 1 milhão e 600 000 de gente TODA ELA A AJUDAR A ECONOMIA NACIONAL e assim acalmar as angústias de muitos - ai se a imigração pára 

Claro que o inarrável Centeno diz que ele e o patrão sabiam exactamente tudo, quantos, onde, em que trabalhavam.
Será que tinham uma base de dados com as moradas de todos?

Como consequência do que andava a ser-nos vendido - nível de vida,  desemprego, dívida, habitação - estão provavelmente erradas. 

Digo eu - as calamidades no SNS não tem nada a ver com as "portas abertas" de Costa e ministros da administração interna (Carneiro, um deles) ?

Cada vez mais evidentes as vigarices, as narrativas, as mentiras, as irresponsabilidade, os falsos dados e os falsos resultados das políticas  de educação, saúde e habitação do passado recente.

Convergência com o rendimento médio da União Europeia?
Pelotão da frente?

Mas ainda há dúvidas de que convergimos menos para a União Europeia do que pensávamos?
Aparentemente até já a Roménia nos está a passar ou passou! 

Estamos excelentes na agricultura, na hotelaria, na restauração, na construção civil, nos serviços de limpeza (é ver centros de saúde, hospitais etc), não é verdade? Todos a ajudar a nossa economia.

Ah, mas os imigrantes é que salvam a sustentabilidade da segurança social, do sistema de pensões!
Será mesmo assim?

Não temos problema nenhum na nossa sociedadepois não?

Depois espantam-se que o execrável Chega cresça.

Aguardemos pelos próximo capítulos desta triste e deplorável telenovela.

Bom dia
Boa 6ª Feira, bom início de fim de semana.
Cuidado com o calor.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC

quinta-feira, 18 de junho de 2026

10 JUNHO - LUXEMBURGO

Se percebi correctamente, o actual Presidente da República durante a sua visita ao Luxemburgo no âmbito do programa das comemorações do 10 de Junho, falou sobre a questão da imigração e creio que, se percebi bem, equiparou os portugueses que nos anos 50 e 60 do século passado sairam do país para França, Alemanha, Suíça, etc. á imigração que tem inundado Portugal. 

Eu creio perceber o espírito, mas também creio que o PR está a ver as coisas de forma simplista para não dizer bem pior.

Fazia-lhe bem e era bom para a República, deixar-me de patetices, vacuidades, platitudes, e olhar a fundo a realidade, e ouvir por exemplo algumas coisas que o seu antecessor Jorge Sampaio foi dizendo, pessoa que tinha defeitos e qualidades como todos nós, pessoa de quem discordei em várias áreas, mas um concidadão DECENTE. Atento.

Fazia-lhe bem sr PR! Como a muitos outros.

AC

domingo, 31 de maio de 2026

A  PROPÓSITO DE QUESTÕES SOCIAIS
Em Portugal (como lá fora em muitos países, mas o que me interessa é sobretudo cá dentro) persiste (se não é que se está a agravar) esta mania de esconder problemas, de não ponderar, avaliar com rigor e verdade e decência e dignidade, muitos dos problemas sociais que nos afligem.

E desta forma, crescentemente, se foi alimentando as ideias extremistas, se foi criando e alimentando e engrossando por exemplo o Chega, no que teve papel determinante o político que conseguiu ser ainda pior que Sócrates

Político que, como sempre fez na vida, olha para o lado e assobia com aquele sorriso alvar como se nada tivesse a ver com o que mais desgraçadamente foi acontecendo a Portugal nos últimos anos.

Legitimamente, uns defendem imigração à Costa e Sanchez, completamente desbragada, outros defendem imigração à Ventura.
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, concordando, discordando, argumentando se me apetecer.
Neste caso discordo de ambos, do extremismo de ambos.

Há quem defenda que a imigração é absolutamente necessária, por razões várias, desde laboral, cultural, e até para salvar o dinheirinho da segurança social.

Seres humanos viverem (???) apinhados em contentores, ou em quartos, isso não interessa para nada.

Somos uma sociedade aberta, cosmopolita, inclusiva, multicultural etc e, portanto, que importa:

- seres humanos amontoados aqui e ali, desde Lisboa e outras cidades aos campos por todo o país

- certos empreendedores (???) na agricultura ou na construção civil abusarem de tudo e mais alguma coisa

- haver tráfico de seres humanos

- haver gente a conduzir (???) centenas de TVDE (desde carros de gama alta a Fiat Panda, de onde vem dinheiro para isso tudo?) que nem respeitam por exemplo as regras de circulação nas rotundas 

- haver centenas na apanha das amêijoas do Tejo nas barbas da Polícia Marítima ou da GNR, sendo irrelevante para os nosso poderes públicos as inerentes  questões de saúde pública, ou fuga aos impostos

- e uma longa fila de ETC.

Parece-me evidente que a imigração cria vários problemas. 
e alguns bem complicados, como por exemplo o engrossar de gente aos hospitais, ou o ressurgimento de bairros miseráveis. 

A vida não é preto e branco, nem é tudo igual em todo o lado ao mesmo tempo.

E quanto a segurança e a criminalidade, a vida também não é a preto e branco.
E não é como gritam os insuportáveis Ventura e sequazes mas também não como apregoa Luís Neves. Rigor a sério é coisa que desprezam.

Não estamos felizmente como por exemplo no Reino Unido quanto a criminalidade sexual, mas é bem provável que por cá existam coisas dessas. Claro que os indignados dirão que nem um caso.

É infelizmente uma realidade os defensores de visões extremas. Os especialistas. Os indignados, O komentariado televisivo.

E mal que pergunte, a PSP e a GNR fazem rondas habituais em todos os locais e bairros dos concelhos de Lisboa, Porto, Setúbal, Almada, Loures, Vila Nova de Mil Fontes, Castelo Branco, Seixal, Fogueteiro, Cova da Piedade, Pinhal Novo, Montijo, Camarate, Moita, Vila Franca de Xira, etc ?

Bom dia, bom Domingo
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte
AC

terça-feira, 7 de abril de 2026

A    PROPÓSITO    de    IMIGRAÇÃO

Precisamos muito de imigrantes, mas mesmo muito, senão a economia pára. 

Os empresários precisam de muitos imigrantes!

Esta é a estafada frase que se houve a tantas "personalidades" (???), a tantos doutores, a tantos jornalistas, komentariado das bolhas, a tantos empresários (??), a tantos e tantos, incluindo o insuportável tagarela que se recolheu finalmente.

O habitual "mantra".

Julgo saber que no hospital de Vila Franca de Xira havia pelo menos uma médica cirurgiã oriunda de um país do Leste. 

No Hospital da Luz em Setúbal, trabalha uma médica Ucraniana. Já fui por ela atendido quando lá fui à urgência há quase dois anos.

Dois exemplos, e vários outros certamente existem por aí. De registar, a sua competência, o seu serviço, a sua integração.

Posso acrescentar outro, marido e filho da D. Alexandra (Moldava, ela há 15 anos em Portugal, eles há um pouco mais) que trabalham no âmbito da construção civil em áreas especializadas como "pladur", isolamentos diversos, pinturas e impermeabilizações. 

A D. Alexandra ajuda-nos cá em casa, como diria o "insuportável padreca", pois é feio dizer mulher a dias. 

Posso ainda acrescentar o cozinheiro Nepalês no restaurante de um amigo em Alcochete. E o cozinheiro nepalês no bar & bistro em Monsanto, à entrada na aldeia, no Baluarte onde estão os dois canhões e o parqueamento para autocarros e meia dúzias de carros..

Estes casos, e muitos outros semelhantes haverá, são exemplos eloquentes e bem-vindos, de ajuda à economia nacional, aos serviços, são gente com certas qualificações. Qualificações técnicas, umas quantas qualificações superiores.

Mas há muitas outras vertentes da questão. Ou estou enganado? 
Como sempre admito poder estar a ver mal as coisas.
Precisamos de gente qualificada? 

Obviamente, é também a minha opinião. Precisamos de visões distintas, e diferentes. Mas era preciso TAMBÉM que não se tivesse instilado em muitos portugueses - ah, isso não é para mim, é para pretos, asiáticos e outros. E os subsídios pouco diferentes de salários mínimos, e salários mínimos pouco diferentes de salários médios e um longo etc. respeitantes a empresários em que muitos nem empresários são da treta.

Mas por exemplo, se ao entrar num restaurante encontrar este aviso, que devo pensar?


Já aqui falei há bastante tempo do problema que se arrastou durante meses num conhecido restaurante em Alcochete que, durante esse tempo, não conseguiu arranjar um cozinheiro e mais um funcionário para a sala.

Apareceram vários portugueses, branquinhos de gema, alguns bem tatuados que, depois de se inteirarem do serviço e do que era oferecido como salário (sem contar de que tomariam ali as refeições todas) iam-se embora - não estou para trabalhar por 250,00 €.

Os 250 era o diferencial de então resultante da subtração entre o que ali receberiam e o que recebem de subsídios para estar sem nada fazer.

Felizmente para ele, apareceu-lhe depois um nepalês (que já acima referi) que cozinhava bem, e rapidamente se adaptou, e cozinha muito bem a comida tradicional portuguesa. Está no ponto!
Para a sala continua aflito.

Há poucos dias parece que o famoso "chefe" Rui Paula esteve na TV, entrevistado, e deixou bem claro como está o mercado de trabalho sobretudo tugas que não querem trabalhar. Lavar louça, arranjar a cozinha? Pudera!

Quando será que os deputados e governos olham seriamente e com honestidade intelectual para a imigração, para os salários, para os subsídios? E para as condições de integração das pessoas que pretendem vir viver para cá?

Quando será que se olha seriamente para o ensino, e se contraria o facilitismo, e se deixa de escarnecer sobre aqueles que têm a nobre missão de ensinar e formar os futuros adultos?

Ai que a economia pára!

Observo quem limpa nos hospitais privados e nas unidades de saúde do SNS. É esmagadora a predominância de negras e negros e  asiáticos.

Observo quem limpa e trabalha em restaurantes, pastelarias, cafés, salas de espectáculos. É esmagadora a predominância de negras e negros, asiáticos.

Observo quem serve em pastelarias, cafés, restaurantes, supermercados. É esmagadora a predominância de brasileiros e brasileiras.

Observo os condutores dos TVDE. É esmagadora a maioria de asiáticos e brasileiros.

Observo os funcionários nas diferentes lojas (???) da Baixa Lisboeta. É esmagadora a maioria de asiáticos. Não falam português nem querem.

Numa excelente pastelaria em Alcochete, meu habitual poiso matinal (abriu há 16 anos), os pasteleiros são a dona e . . . . um excelente profissional Ucraniano. Aqui está outro bom exemplo.


Deste quadro já com um certo tempo, destes milhões todos a inundar designadamente a Europa há décadas e décadas depois de 1945 e particularmente depois de 1950, quantos eram professores universitários, professores, consultores, enfermeiros, pasteleiros, farmacêuticos, engenheiros, etc.?

Estou a lembrar-me da minhas idas a Inglaterra (1969, 1981, 1989, 2001) e nomeadamente a Londres e observar quer eram os condutores de autocarros, os funcionários nos restaurantes, os dos serviços camarários, os do Metro, etc

Na zona onde resido há mais de cinco décadas, existem uns quantos imigrantes do Leste Europeu e alguns brasileiros que estão na área da construção civil, como pequenos empreendedores.

Ouvido de quem conhece o meio em causa, a qualidade dos serviços prestados (pintura, electricidade, remodelações) parece ser bem superior no pessoal do Leste Europeu que trabalha nesta área. Muito aldrabado em brasileiros.

Mas para terminar, a minha questão é esta, quer os direitolas e particularmente os execráveis extremistas como vários do Chega, quer esquerdalhada, acham muito bem que os trabalhos que não exigem qualificações especiais como muitos dos que acima referi sejam desempenhados por imigrantes, do Leste da antiga URSS, da Ásia, de África.
Portugueses branquinhos de gema a trabalhar nesses ofícios, isso é que não, a esses paguem-se-lhes subsídios todos e mais alguns para andarem na boa e vai ela.

É que o execrável Ventura está sempre a atirar com a história dos subsídios mas não refere a quantidade de branquinhos que vive disso, não é Leste, Ásia, África, Brasil.

Aos imigrantes sem ou quase sem competências é trabalhar a varrer o chão e outras tarefas. E pague-se pouquinho
E toca de os alojar (??) em contentores, ou em locais destinados a dois mas metam lá 30!
Isto não é racismo, OBVIAMENTE!
Isto não é atentado aos direitos humanos, pois não senhora Eurodeputada Mendes?

Mas as "estrelas" convidadas pelo "perdócio" avisam que para travar a imigração os Governos têm que travar a economia. NOTÁVEL!

Os direitolas e os esquerdalhos são pela multicultura, pela inclusão, pela integração, pelo combate ao racismo e xenofobia. Mas olhar às duras e muitas vezes inqualificáveis realidades a que submetem seres humanos isso é que não.

Eu, por lembrar que, com raras excepções nos trabalhos todos mais acima lembrados não se observam a lá trabalhar os de tez branquinha pura e que vários vivem muito provavelmente de subsídios, devo ser eu o racista e xenófobo ! De certeza!

Tenho de ir fazer uma coisa que não faço há mais de 40 anos: ir ter com um padre e confessar os meus pecados!

Quando em tempos Jorge Miranda defendeu que quem quiser imigrar para Portugal tem de saber falar português saltaram-lhe logo em cima Catarina Mendes e outra gentalha que, muito perturbada e indignada fica, e COMO SE SABE denuncia a cada semana que passa a magnífica vivência de imigrantes legais e ilegais amontoados em contentores ou num quarto, etc.

Não chamaram fasssissssstaaaaa a Miranda por puro acaso, ou por ser sogro da leitão. Mas toda a gente percebeu que o chamado pai da nossa Constituição afinal tem umas costelas fascistóides que nem o filho e a grande e soberba nora conseguem curar.

Tenham um bom dia. 
Aqui chove.
Saúde e boa sorte.

AC

sábado, 18 de outubro de 2025

. . . . . . . . . 
Em abril, a AIMA já tinha publicado um relatório intercalar que apontava para a mesma ordem de grandeza. Semanas mais tarde, Marcelo Rebelo de Sousa questionou abertamente esses números, apontando para as incongruências entre os dados da agência e os do Instituto Nacional de Estatística. “Algo não bate certo“, atirou então o Presidente da República.
. . . . . . . . . . . 

Adivinhem quem é que continua a não bater certo? 

É uma adivinha muito fácil !

AC

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Oficial: existem mais de 1,5 milhões de imigrantes em Portugal
Números da AIMA confirmam dados que Presidente contestou publicamente. Há mais de 1,5 milhões de estrangeiros a residir em território nacional. População imigrante quase quadruplicou em sete anos.

Ora vejamos:
1 - consideremos 2025 como terminado
2 - população imigrante quase quadruplicou em sete anos
3 - arredondemos para quadriplicou 
3 - 7 anos serão então: 2025, 2024, 2023, 2022, 2021, 2020, 2019
4 - ou seja, em 2018, existiriam cerca de 375 000 imigrantes

Agora, adivinhem quem era PM em 2017 e que medidas foram tomadas por esse PM? E que visitas curiosas esse PM realizou? E quem era o patético MAI?

As coisas têm sempre um início. Poucos querem saber.

Como habitualmente, muitos políticos (de todas as cores) e imensos jornalistas nunca querem (e não é por puro acaso) ir ao cerne das questões e apurar/ apontar responsabilidades. 

Ficam-se por apontar aos que estão num dado momento, esquecendo as origens e os passados. O costume, não saímos destas constantes desonestidades intelectuais.

Depois admiram-se e zangam-se, que os execráveis (opinião pessoal naturalmente), inchem, cresçam.

AC

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Para lembrar aos patetas do costume e ao execrável que apaga as parvoíces que escreve nas redes sociais 

AC

domingo, 27 de julho de 2025

IMIGRAÇÃO. ESTRANGEIROS. MARCELO
Já o escrevi muitas vezes e particularmente desde o início do seu segundo mandato presidencial. 
Já o disse muitas vezes em conversas com a família e com amigos.

Há anos que defendo quão pernicioso tem sido para Portugal Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República.
E isto depois de 4 anos do primeiro mandato em que, E MUITO BEM, levou a maioria de nós todos a interessar-se mais pela gestão do país, pela política, e a aproximar os cidadãos das instituições do Estado.

Um crédito enorme que granjeou, indesmentível, e que começou a estoirar logo pouco depois do início de 2020. 
Naturalmente que é a minha opinião, discutível como todas, mas a respeitar.

E não dou excessiva importância às palhaçadas constantes de se despir e vestir pateticamente nas praias, ou comer gelados, ou andar a roubar batatas fritas dos pratos das pessoas, ou a fazer de calceteiro, e muitas outras parvoíces, as quais deixam dúvidas sobre a sua sanidade mental. 

Nem dou excessiva importância a casos como, comentários sobre a hierarquia da igreja católica portuguesa e pedofilia, ou a nebulosidade de casos como o das gémeas (não ficar comprovado não quer dizer que não tenha acontecido, certo?), ou a inacreditável reação pública para com o filho, independentemente das críticas que se podem e creio devem fazer a esse estranho empreendedor (???) no Brasil.

O mais terrível para mim foram e têm sido, critérios variáveis, inconsequência, condecorações ao Kg, inócuas viagens ao estrangeiro, destruição de maiorias parlamentares como a maioria absoluta de António Costa, depois de ter andado com ele ao colo anos e anos. 
E que dizer quanto ao seu triste papel no referente às Forças Armadas?

Em síntese, tenho sido muito crítico de Marcelo, mas também referi ao longo do tempo coisas que, no meu entendimento naturalmente, fez bem, e que são/foram de aplaudir.

E é neste capítulo, do que tem feito bem na minha opinião e é de salientar e aplaudir, que me parece que fez bem em remeter para o Tribunal Constitucional (TC) a legislação que recebeu da Assembleia da República sobre desejados novos normativos quanto a estrangeiros.

Temos imigração descontrolada desde particularmente 2016. CLARAMENTE.

Não sou jurista, e a minha curiosidade pelo direito durante 2 anos (sem nunca ter pretendido mudar de profissão), não me conferem qualquer competência de análise quer quanto ao que foi enviado pela AR para Belém, quer quanto ao longo texto de Marcelo que li de fio a pavio, dando 15 dias para o Tribunal Constitucional se pronunciar.

Como ignorante jurídico, mas não completamente burro, e nada sensível a Venturas, Mortáguas e Tavares nem direitolas parvos, da leitura demorada que fiz fiquei com a sensação de que naquela desejada nova lei há coisas um bocado tortas. Estranhas.

É por isso que digo e repito, creio que Marcelo fez bem em recorrer à verificação do TC.  

A este propósito, imigração / estrangeiros, trago aqui dois aspectos, um que tem poucos dias e outro de 2017, durante as autárquicas. 
Um discurso que creio justo de Passos Coelho. 
Mas é claro, a comunicação social estava embevecida pelo virador de páginas, e nada verificava do que era propagandeado e até com mentiras, e Marcelo sempre a fingir que nada sabia nem que nada de estranho se passava. 
Resultados à vista.
O facto de há poucos dias é o de que Marcelo levantou dúvidas sobre elementos relativos a imigração/ estrangeiros. Sobre designadamente números.

Pelo que se lê por aí, o governo terá dado informações ao PR sobre este assunto. 
Há segurança e rigor quanto a números? Hummmmm . . . .

Nas audiências havidas em Belém claro que os vários representantes dos partidos terão apelado em sentidos diferentes à intervenção de Marcelo.

Quantos imigrantes/ estrangeiros estão em Portugal? Ao certo?
Ninguém sabe. Porquê?

A resposta das Mortáguas Tavares e quejandos é a de indicarem números reduzidos, e que não há problema nenhum.
Já o inarrável Ventura e outros da mesma laia se calhar duplicam números.

Claro que este granel/ estas incertezas/ estes desconhecimentos se deve EXCLUSIVAMENTE a Luís Montenegro e muchachos! 
Estiveram 11 meses em formal governação, e estão há pouco de novo formalmente a governar.

Para trás ESTAVA TUDO CERTINHO, não é verdade? 

2016 a 2024 TUDO CERTINHO, um SEF BRILHANTE, SEF BRILHANTEMENTE DESMANTELADO, CABRITA E CARNEIRO BRILHANTES, SUCEDENDO BRILHANTEMENTE A AIMA.

Só a seguir a Costa se ter pirado para a Europa é que tudo se desfez, tudo se desmoronou, como por encanto, Certo?
NÃO, . . . . ERRADO!

Pelo que se lê por aí, quer o INE quer a tal de AIMA andam a fazer contas e a coisa nunca mais acaba.

Seria de esperar diferente? Para melhor?
Quantos imigrantes entre legais e ilegais?
NÉPIA, mas não tem problema algum.

Ai o turismo, ai a economia, ai os empresários da hotelaria, ai . . . ai . . 

Lê-se por aí que o PR Marcelo teve e tem dúvidas quanto a números. 
Qualquer pessoa que pondere este assunto com seriedade e honestidade intelectual terá forçosamente dúvidas.
Tenho muitas dúvidas quanto aos estrangeiros que por cá andam, legal  e ilegalmente.

Mas onde eu não tenho dúvidas e Marcelo não as deveria ter, é sobre  isto: existe uma bagunça há anos. 
Mas ele não o diz, CLARO, quer ser amado, protege sempre a governação Costa!

Alguns chamam-lhe fragilidades: eu chamo bagunça, desnorte, descontrolo, ausência de meios, ausência de vontades, não se olhar seriamente à nossa soberania, e ter em conta aquilo que fomos, que devemos continuar a ser, com controlo e justiça e humanidade.

Mas além do muito que se (não) tem feito particularmente desde Dezembro de 2015, além da pouca vergonha de discussões estéreis e super ideológicas, temos ainda por parte de TODOS SEM EXCEPÇÃO na vida pública e não só, o não ponderarem com seriedade realidades e dificuldades.
E, para mim naturalmente, temos o maior escândalo.

O escândalo: o trabalho (??) na Assembleia da República.

O trabalho feito pelo PSD e Chega, não sei se a IL também meteu prego e estopa na legislação que aprovaram e remeteram a Belém é, porventura, um trabalho jurídico e político que parece configurar um fruto deplorável.

Posso estar enganado, mas creio que PS, BE, PAN, PCP, Livre votaram contra.

E o escândalo é para mim isto: a alta probabilidade da legislação remetida a Belém ser uma verdadeira MERDA, no plano da técnica jurídica, no plano dos princípios, no plano da legalidade, no plano Constitucional.

Mas o escândalo é muito a inércia do PS e toda a Tralha à sua esquerda (excluo da tralha o PCP, e estou à vontade para o escrever, pois pouco partilho do seu ideário) ficaram por votar contra.

Creio que votaram contra, mas o que é isso? Chega ? NÃO !

Quando até o ex-secretário geral do PS, Pedro Nuno Santos, reconheceu que muita coisa correu mal antes, não era obrigação do PS ter apresentado articulado para a legislação em causa que provavelmente não seria criticável como foi agora ?

Devia ter feito tudo, mesmo sabendo que o PSD (infelizmente) mais o execrável Chega (que democraticamente tenho de respeitar mas que me enoja) iriam provavelmente chumbar.
lamentável. Não chega ser contra! É preciso mostrar aos portugueses que tinham legislação melhor e que provavelmente passaria nos crivos de Belém e Raton.

Para terminar, saliento as judiciosas palavras de 2002 do então Presidente da República Jorge Sampaio sobre este tema.

Pois sr Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, o seu - se maltratamos seremos mal tratados - soa a chocho, é o seu estilo habitual, parecendo coisa virtuosa mas que na prática, opinião pessoal naturalmente, não passa de uma lamentável vacuidade.

Escute este seu antecessor. Por uma vez, caia em si!

Ou não percebe o significado de: 
- capacidade de integração
- portas abertas mas com moderação
- regras legais
- aquisição de nacionalidade
- exigirmos demonstração real de vontade de integração
- contrapartida da nossa abertura é a rejeição de isolacionismos religiosos e culturais
- que recusam os nossos valores
- respeitar a nossa ordem jurídica.

Já viu professor Marcelo, o que este perigosíssimo racista, xenófobo, afirmou e defendeu em 2002? 
QUE HORROR, que HORRÍVEL este decente socialista defendeu!

Pois eu entendo que é um discurso excelente, brilhante, e para esfregar com violência nas trombas de muitos trastes que vegetam por aí, titulares ou não de órgãos de soberania.

Desgraçado Portugal com estes titulares de órgãos de soberania.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 25 de junho de 2025

O de REFERÊNCIA

Sua Excelência a REFERÊNCIA

Noticiou sua excelência a referência (???)  que sobre os emigrantes ALTAMENTE QUALIFICADOS (???) está a coisa engendrada de forma a que não tenham de esperar dois anos para trazerem para cá a família.

Vai daí espetaram com esta fotografia para compor a notícia.

Cada um é livre de noticiar o que lhe apetece, e como lhe apetece. E há que respeitar isso. E respeitar as opiniões de outrem, com as quais se concordará ou não.

Isto dito, esta composição  - notícia + fotografia - é bem capaz de ser eloquentemente ilustrativa do estado de sua excelência a referência. É tão somente uma opinião.

Poderão alguns interrogar-se, porque não publicam a cara de alguém desses imensos altamente qualificados que por cá andarão?

Ah não, há legislação de proteção de dados e etc. Publicar a fotografia destes . . . . LIGEIRAMENTE mas apenas MUITO LIGEIRAMENTE MENOS QUALIFICADOS . . . . ah isso não faz mal, taditos! 

AC

domingo, 1 de junho de 2025

CONTINUAMOS   NISTO
PSP identifica 257 estrangeiros em centro comercial de Queluz encerrado há um mês
Edifício tinha sido alvo de operação a 19 de abril. Moradores ilegais reocuparam espaço e reabriram lojas
.

E a propósito disto, às centenas por todo o país, lembrei-me que há tempos o professor Jorge Miranda, insigne constitucionalista e um dos pais da nossa CRP, teceu considerações sobre imigração e, se estou bem recordado, pronunciou-se nesse âmbito particularmente quanto à nossa língua.

Não procurei, não conheço o teor completo da sua posição, tenho ideia de que Jorge Miranda terá referido algo sobre a necessidade dos imigrantes falarem a nossa língua. 

Portanto, não sei, 
- se na sua cabeça está a defesa intransigente de que os imigrantes têm de falar a nossa língua, senão rua, 
- se esta eventual intenção/ posição visaria qualquer desejável preferência por imigrantes apenas oriundos do Brasil ou das nossas ex-colónias,
- se a sua posição aponta no sentido de haver política de inserção que inclua a obrigatoriedade de frequência de um número mínimo de anos de escolaridade para obtenção de alguma proficiência em português.

Certas criaturas de esquerda pronunciaram-se logo ou, dito em linguagem popular, saltaram-lhe em cima.

Desconheço se, por exemplo, a nora que é uma conhecida e  proeminente figura do PS lhe deu alguma tareia verbal em casa sobre este assunto.

Algumas criaturas, como aquelas que só bebem do fino, têm a cor mas vangloriam-se sempre de não ter o cartão da cor, entendem (legitimamente, todas as opiniões a respeitar) que Jorge Miranda deve ponderar de novo sobre o que disse. 

Algumas criaturas, creio que uma delas foi Ana Catarina Mendes, pronunciaram-se com algum cuidado, salientando que a língua não deve ser factor de exclusão.
E eu concordo com ela, não deve ser factor de exclusão.

Eu não conheço, como escrevi acima, o texto das declarações de Jorge Miranda, não vou perder tempo à procura.

Atrevo-me a presumir que não serei o único a desconhecer o "todo", pelo que arrisco presumir que houve e haverá por aí interpretações e comentários baseados, por um lado, em leitura literal das palavras do professor, por outro lado, na crença "que querem não discutida" de que a imigração é vital para a economia e deve haver portas abertas, escancaradas. E nada de refilar.

Quando se fala da imigração, vejo muitos encómios e pouco de alertas.
Há imigração legal, há imigração ilegal. 
Há tráfico humano. 
Há exploração, desumanidade, como verificado em imensos locais do país, e basicamente no Continente. 

Teoricamente, chegam à procura de melhor vida.
Mas não chegam muitos para se escapulir depois para a Europa mais acima?

Ninguém perguntou se os nossos emigrantes (sec XIX e XX) falavam alemão ou francês ou inglês. Creio que assim era.

Séculos atrás, houve portugueses a chegar ao Japão. De certeza que não sabiam a língua. Por acaso, ao que se sabe, a maioria viria a acabar muito mal!

Numa primeira aproximação, quem sai de um país para outro, em princípio fá-lo fundamentalmente por uma das seguintes razões:
em busca de uma vida melhor do que aquela que no seu país tem, 
- para fugir de guerra e/ ou perseguições políticas.

Obviamente que quem tenta fugir aos horrores não está preocupado com questões de língua! 
Isso será preocupação posterior. De imediato, logo que pode, foge.

Quem imigra para arranjar melhor vida, em princípio procurará integrar-se na nova sociedade de acolhimento mas deverá (opinião pessoal naturalmente) tratar de rapidamente se aperceber das questões culturais do país onde chega, e procurar ter em conta as regras dessa sociedade, e tentar aprender a língua local.
O domínio mínimo da língua do seu novo país facilitará certamente a integração. Jorge Miranda ter-se-á pronunciado por exemplo nesta perspectiva?

Esta coisa da língua é curiosa, digo eu.

À esquerda, PS, Livre, PAN, PCP, BE nunca vejo ninguém publicamente preocupado, escandalizado, com o que as televisões mostram, de asiáticos há que tempos por cá, com restaurantes (???) , ou as lojas nas ruas da Baixa Lisboeta, ou Martim Moniz, Almirante Reis etc., e não sabem uma palavra de português.
E quanto às normas de higiene e limpeza . . . . mas isto passa-se meses e anos e nada é travado!

Naturalmente, cada emigrante legal será ou não um caso diferente.
Por exemplo, pode chegar primeiro um chefe de família e a restante família vir dois ou três ou mais anos depois.

A família ser já só de adultos ou então, haver crianças/adolescentes e neste caso, além das questões inerentes a todos há o problema da escolaridade e aqui a língua é factor decisivo.

Enfim, isto é um tema que dá para discorrer sem parar, escrever o triplo dos textos do Novo e Antigo Tratamento.

Voltando ao que está no início.
Temos Queluz, temos dentro de várias localidades dos arrabaldes das cidades e das vilas, temos dentro de várias aldeias, temos dentro das cidades e vilas, temos Almada, Seixal, Montijo, Samouco, Alcochete, Barreiro, Sesimbra, Setúbal, Castelo Branco, . . . não deve haver um distrito sem problemas destes. 

Há dias, em Castelo Branco, observei indianos com o seu turbante preto a ajudar nas obras de recuperação de passeios. Em alguns sítios do distrito de Castelo Branco já vi indianos a distribuir botijas de gás.

A economia parará sem eles?

Onde está a inclusão, a integração, o tratamento digno na vertente do alojamento?

Aqui na cidade onde tenho a residência fiscal, são várias as vivendas e quintas onde estão alojados/ a viver (???) imensos imigrantes.

Como dizia uma certa criatura é fazer as contas.

Vejam, numa das vivendas que conheço, perto da minha residência fiscal, grande, dois pisos, garagem e salvo erro com sótão, as divisões serão cerca de pelo menos dez. Se, em cada, meterem colchões para 8 a 10 criaturas, dá oitenta a 100, certo?

Se cada criatura pagar 10 Euros, o senhorio recebe 800 a 1000 Euros!
Se for 50? . . . recebe . . . . 4000 a 5000!
Mas se for 100? . . . . . Pois . . . . etc.

As forças de segurança sabem disto?
A Câmara Municipal sabe disto?
A Junta de Freguesia sabe dito?

TODA A GENTE SABE DISTO, INCLUINDO AS DELEGAÇÕES PARTIDÁRIAS!

Vou ficar por aqui!

Ah, espera, a prioridade é capaz de ser, ou um inquérito sobre a  Spinunviva, ou a alteração da Constituição, ou a discussão sobre as agressões na final da Taça de Portugal, ou as traições das personalidades (???) que vejo nas capas de umas "coisas" em papel que observo nos escaparates quando vou jogar o Euromilhões.

Não saímos disto!
AC

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Estrangeiros com ordem de saída são menos de 0,7 % dos residentes.
Notificações a 18 mil imigrantes referidas pelo Governo são de processos dos últimos oito anos. Notificações para abandono não são expulsões.

Ora se até o "perdócio" afirma isto, a gritaria histérica de umas quantas e uns quantos é capaz de ser folclore patético, não?

AC

segunda-feira, 5 de maio de 2025

MOLDÁVIA  e  Coisas  da  Vida

Moldávia é uma ex-república da velhinha e, para alguns, saudosa URSS.

Vem isto a propósito evidentemente da situação internacional, política, geopolítica, mas sobretudo da vertente das pessoas comuns.

E Alexandra é uma pessoa comum. 

Tem nacionalidade portuguesa há 15 anos. 

O marido está cá há mais de quatro do que ela, ela veio depois dele estar a trabalhar na área da construção civil, mas nunca foi trolha ou coisa parecida. Empreendedor, se percebo bem aquilo que se costuma designar por "mestre de obras".

Ela veio definitivamente cerca de quatro anos depois dele.

Têm cá um filho a nora. 

O filho está especializado em "pladur" e revestimentos interiores mais especiais tais como pavimentos. Ele e o pai, dizem-me, compraram uma vivenda pequena no campo, muito velha, a cair de podre, demoliram tudo e construíram uma casa nova. A agora no apagão não tiveram problemas pois, por razões profissionais, têm um gerador.

Alexandra passou a ser há pouco mais de dois meses "a senhora que ajuda cá em casa" (Louçã dixit).

Alexandra é 15 anos mais nova do que eu, soube depois. Quando a vi, imaginei que tinha 5 a 6 anos mais do eu. Boa presença física, alta e magra, mas no rosto marcas de sofrimento. 

O que fazem certas sociedades às pessoas. O que fazem as enormes dificuldades da vida.

Alexandra aceitou o salário mensal proposto que, pelo que sabemos, é um pouco acima do preço médio aqui na zona praticado. 

Alexandra combinou connosco isto - minha senhora, se algum dia, daquele que está acertado (4ªF) a senhora tiver que estar ausente, a senhora paga-me na mesma. Por outro lado, se algum dia eu de repente não puder vir a senhora não me paga.

Ficámos espantados mas felizes com a postura de Alexandra, pessoa simples, que sabe o que quer, lutadora, decentíssima, muito profissional e cuidadosa. Uma mulher simples, comum, exalando experiência de vida dura, exalando dignidade.

Estamos muito satisfeitos. Creio que ela também, e fica surpresa quando lhe oferecemos coisas para levar para casa, sempre alimentação.

AC

domingo, 13 de abril de 2025

UMA ÁRVORE NÃO É UMA FLORESTA

Sim, eu sei, sei que uma árvore não é uma floresta.

Sim, eu sei, sei que uma árvore, ou duas, ou três, mesmo umas quantas mais árvores, NÃO constituem uma floresta.

A floresta é coisa imensa, e há-as de diversos tipos, digo assim.

A Floresta Negra na Alemanha, por exemplo, é uma coisa.

As florestas no Norte da Suécia e da Finlândia e da Noruega são outra coisa, bem diferente.

As floretas Siberianas outra coisa.

A zona de Shenandoah na Virginia é outra coisa ainda mais diferente, colossal nas suas cores e imensidão.

Sim, eu sei que umas quantas árvores não constituem uma floresta.

Mas também sei que, se as árvores forem crescendo mas, sobretudo, se mais árvores do mesmo tipo forem paulatinamente plantando, daqui a uns anos o arvoredo começa a aproximar-se de uma  floresta.

Vêm estas palavras a propósito do meu dia de Sábado, 12 de Abril de 2025.

A notícia chegou-nos na véspera, já noite avançada. Por essa razão, estivemos no Sábado a partir das 0930 horas nas capelas mortuárias / Centro Funerário da Servilusa, na avenida dos EUA.

Cumprimos o nosso dever para com a amiga (cunhada de uma senhora, figura pública muito conhecida em Lisboa) de meninice da minha mulher e, depois, estava a barriga a dar horas, tínhamos de comer alguma coisa. Mais tarde, depois de comer, aliviámos o espírito assistindo a um pequeno concerto de música polifónica sacra, na igreja dos Mártires na rua Garrett, Lisboa. 

Portanto, tivemos de atravessar a ponte Vasco da Gama e percorrer de carro e a pé certas zonas da cidade de Lisboa.

Do Centro Funerário, fomos descer a avenida Almirante Reis directos à Praça da Figueira onde deixámos o Smart no parque subterrâneo. Descemos portanto, de carro, parte da avenida de Roma, Praça de Londres, zonas em redor do Instituto Superior técnico, Avenida Almirante Reis, Martim Moniz, Praça da Figueira.

Depois, andámos a pé, e observámos com atenção, a Praça da Figueira, várias ruas transversais às do Ouro Prata e Augusta, Rossio, rua do Carmo, rua Nova do Almada, rua Garrett, Chiado, largo Luís de Camões.

E o que fomos observando?

Da ponte Vasco da Gama observámos a imensidão (70/ 80 ou mais?) de barcos (???) dos grandes empreendedores imigrantes (todos obviamente legais) das amêijoas japónicas, actividade que constitui uma das maiores alavancas da economia portuguesa.

Ao descer a Almirante Reis, os prédios espectaculares de há 60/ 70 anos e, a ver pelas pacatas pessoas nas varandas, devem certamente estar com uma família normal por andar/ apartamento. 

No Martim Moniz, a caminho da Praça da Figueira . . . o habitual!

Ao começar a entrar na Praça da Figueira consegui, sem excessiva dificuldade, abrir caminho por entre tuk-tuks e táxis e gentalha que acha que no meio da estrada é que é o seu lugar, e meter então o Smart no parque subterrâneo.

Andando pelas ruas da Baixa (Ouro, Prata, Augusta e várias transversais, fomos por três vezes abordados por escumalha perguntando em voz baixa se precisávamos de marijuana ou cocaína.

Nesta Baixa, é cada vez mais rasca (opinião pessoal naturalmente) o ambiente, quer olhando para as lojas (???) de "souvenirs "(???), quer olhando para a gentalha em cima das trotinetes ou com lençóis no chão e exposição de . . . . . coisas que pretendem vender.

Ruas, Nova do Almada mas, sobretudo, Garrett e algumas transversais , Carmo e Chiado e Largo Luís de Camões, com ambiente turístico (???) explosivo isto é, montanhas de gente, na maioria com todo o ar de, CERTAMENTE, gastar por cá muito dinheiro. Muito bom para a economia TUGA!

Fiquei muito bem impressionado. Vi naquilo tudo um lindo e promissor futuro. Como sempre, admito poder ter reparado mal em todas as coisas e situações.

Ah, certamente por acaso, não me cruzei com um único polícia. Admito que talvez por ser hora da paparoca, pois comecei a andar a pé cerca das 1145 horas ao emergir do parque subterrâneo, e entrámos num restaurante na zona do Chiado seriam pelo menos 1330 horas.

António Cabral  (AC)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

A PROPÓSITO de SALÁRIOS, EMPREGO

Emprego, imigração, dignidade, qualificações são algumas das coisas que me assaltaram o espírito depois de me aperceber que houve
associações de pescadores do Norte que exigiram, um "pedido de desculpa" dos deputados António Filipe (PCP) e José Soeiro (BE), por terem considerado profundamente graves declarações daqueles deputados, que as proferiram acerca de mão-de-obra estrangeira a laborar no setor das pescas.

Essas associações insurgiram-se com esses deputados e consideraram que eles desconhecem o setor, e desconsideraram o esforço de centenas de armadores que lutam diariamente para manter as suas empresas em funcionamento. Li centenas! 
Serão centenas os armadores portugueses no sector das pescas?
Adiante!

Tudo se passou na AR durante um debate sobre uma proposta governamental para alterar os requisitos de acesso à profissão da atividade profissional dos marítimos bem como as regras quanto à nacionalidade dos tripulantes a bordo dos navios de pesca.

O representante comunista referiu que - "se os armadores pagassem bons salários, tinham trabalhadores nacionais e estrangeiros interessados". E abordou a velha questão da mão-de-obra barata.
Independentemente desta afirmação, a realidade é que parece haver muitos estrangeiros interessados.

O bloquista proferiu as coisas do costume.

Do que me apercebo, do lado dos armadores vieram afirmações diversas e particularmente referência a de que os trabalhadores imigrantes são pagos acima do salário médio nacional. 

Referiram ainda - a verdade é que não há portugueses interessados em trabalhar na pesca". Bem, isto não é novidade, nas pescas, na restauração, na hotelaria, etc.

Portanto, há vários anos que nas pescas recorrem a muitos trabalhadores / pescadores indonésios pois há escassez de mão-de-obra de trabalhadores portugueses.
E creio que li afirmações como - os indonésios têm por cá "condições dignas" de trabalho, mais o pagamento de viagens de ida e volta, mais alojamento e alimentação, e ainda uma remuneração nunca inferior ao salário mínimo nacional.

Posso ter estado distraído mas não vi posteriores posições/ comentários /esclarecimentos dos ditos deputados.

Gostava de saber o que pensam os ditos deputados e outros sobre isto.

Gostava particularmente que houvesse investigação séria sobre isto.
Mas não há, nem do ministério do Trabalho, nem de deputados, nem do fisco, nem de jornalistas (???). 

Temos, como sempre, umas atoardas breves na AR, ou umas atoardas para jornalista ouvir, e quanto às realidades concretas nada se aprofunda, esclarece.
É Portugal.
AC

sábado, 18 de janeiro de 2025

SOL,  OPINIÃO….… colhe tempestades!

A Mouraria e toda a baixa de Lisboa está infestada de traficantes de droga…

EDGAR  CLARA
8 de Janeiro 2025

A tempestade que caiu sobre a minha paróquia – a Mouraria – leva-me a escrever estas breves linhas. Gostaria de não ter de o fazer, mas penso que, em democracia, não podemos deixar de introduzir no debate público factos relevantes sobre o tema, para não deixarmos que as pessoas sejam usadas como armas de arremesso político.
Cheguei à Mouraria há catorze anos! Era, então, um bairro com alguma vida, mesmo que a decair, mas, enquanto edificado arquitetónico, mais parecia saído da Segunda Grande Guerra. Era um monte de ruínas… As pessoas eram o centro da vida do bairro… as pessoas eram… e continuam a ser! Já era, também, um bairro multicultural, não há dúvida.
Não posso ficar indiferente às opiniões que algumas virgens ‘comentadeiras’ arrependidas fizeram dos acontecimentos ocorridos há algumas semanas: a Polícia encostou contra a parede uma centena de novos portugueses… (no passado habitavam por aqui os cristãos-novos, agora são os portugueses-novos).
Temos de ser rigorosos e definir com exatidão quem eram aqueles homens que estavam encostados contra a parede: emigrantes ou novos portugueses? Se eram novos portugueses, são cidadãos da República Portuguesa e, portanto, estão debaixo das leis da mesma República, sem exceção.
Estar encostado contra a parede é normal na Mouraria.
Em catorze anos, já vi inúmeras vezes a polícia a encostar homens e mulheres contra a parede. Vi a polícia entrar em casas à procura de droga! Vi crianças a chorar, a subir pelos polícias acima para não prenderem os pais…
Umas vezes encontraram droga, outras não! Umas vezes levaram-nos presos, outras não!
Nunca vi um único partido político a defender a dignidade dos antigos portugueses ou dos portugueses de sempre. Nunca vi uma única ‘comentadeira’ defender as crianças de tamanho espetáculo. Algumas destas crianças nasceram e foram criadas na prisão de Tires… porque Tires tem uma Creche para os filhos das presas!
Em catorze anos, já vi menores de catorze anos darem à luz um filho e a fumarem droga.
Se queremos que diga o que tenho visto em catorze anos de Mouraria não o conseguirei fazer nesta coluna… Tenho pena de não me darem oportunidade de o fazer… mas a Mouraria não é, de facto, o aglomerado de santos que temos pintado. A Mouraria e toda a baixa de Lisboa, infestada que está de traficantes de droga que, afinal, não passa de uma massa de folhas de louro prensadas, misturadas com caldos Knorr e caca de galinha.
Se abrirmos as notícias, num breve clique, podemos ler tudo o que não pude escrever aqui: a máfia bengali, as casas sobrelotadas, as lojas fantasma sem clientes, o novo português adolescente que morreu queimado num ‘hotel’ ilegal – a senhoria não sabia de nada…
Em boa hora, o presidente da Junta de Freguesia decidiu, em julho deste ano, debater com os habitantes da freguesia a violência e o medo com que vivem os moradores!

Que se note que em toda a Mouraria, depois dos problemas enumerados, não tem um único gabinete de assistentes sociais ou programas específicos para lidar com este fenómeno.
Se formos todos, todas e todos honestos, reunimos os factos e não as narrativas do que tem acontecido na Mouraria nos últimos anos. Vamos conseguir fazer uma boa caldeirada… mas não será de bacalhau
!

Por mão amiga acabei de tomar conhecimento deste texto e nele sublinho algumas passagens.
Presumo que nenhum exagero existe nestas afirmações.
Claro que nenhum partido e nomeadamente à esquerda do PSD comentará isto.

O presidente da Junta de Freguesia lá do sítio, que há uns meses publicamente se revoltou com o que se continuava a passar, calou-se. 
Nunca mais abriu o bico. Ordens do partido?

Tudo para debaixo do tapete. Como de costume.
Manifestações sim, enfrentar os problemas não!
E assim continuamos.
AC

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Da HONESTIDADE INTELECTUAL
Honestidade intelectual e rigor são alguns dos bens cada vez mais escassos.

Como faço questão de sempre recordar mas, sobretudo, de praticar, respeito SEMPRE a opinião de outrem. Umas vezes concordo outras discordo.

Vêm estas palavras a propósito do legítimo anúncio a convocar a manifestação entretanto ocorrida, anúncio que li por aí e transcrevo.

"A partir das 15h00, com início na Alameda Afonso Henriques, descida da Almirante Reis até ao Martim Moniz. Contra o racismo e a xenofobia. Em defesa da liberdade e da dignidade".

Vou ficar a aguardar que os mesmos anunciantes se pronunciem pelas facadas entretanto ocorridas naquela seguríssima zona de Lisboa que, ao que ouvi nas TV, foram distribuídas entre "amigalhaços" de etnia oriental/ asiática. Felizmente parece que não houve mortes.

Pela minha parte vou ficar também a aguardar que o inarrável Ventura comente a sua ESTRONDOSA MANIFESTAÇÃO.
Ainda não tenho a certeza, mas parece que só por malvadez as TV mostraram uma pequeníssima franja de 3 ou 4 dezenas de tipos da que terá sido uma grande manifestação, quase a comparar-se com a famosa da Alameda nos idos de 75.

Enfim, é como estamos e continuamos.

Tenham uma boa semana. Saúde e boa sorte
AC

terça-feira, 12 de novembro de 2024

90% da mão de obra imigrante no turismo do Algarve é do Brasil, Índia e Nepal
Maioria dos trabalhadores estrangeiros que trabalha no setor do turismo algarvio procura melhores condições de vida e estabilidade financeira. Apenas 8% são “altamente qualificados”
.

NÃO ACREDITO.
Não pode ser verdade.

8 % ?

Não, não é isto que desde o inquilino em Belém a ministros deste e dos governos de Costa, a jornalistas, a comentadeiras, eu ouço há vários anos.

Não pode ser verdade, devem ser pelo menos 50% altamente qualificados, como aliás eu constatei este Verão no Algarve.
Altamente qualificados!

AC

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

A PROPÓSITO do APREGOADO APURADO SENTIDO de RIGOR (???) do ACTUAL PRESIDENTE da REPÚBLICA

(lido na TSF)
PR detalha números da imigração para desmontar discurso do Chega
Marcelo Rebelo de Sousa responde por escrito aos alunos da Universidade de Verão do PSD para lembrar que, ao "falar-se de imigração", é preciso "saber do que estamos a falar". "Ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", vinca o Presidente

Marcelo Rebelo de Sousa não marca presença na Universidade de Verão, mas não perdeu a oportunidade para desmontar a narrativa anti-imigração do Chega quando questionado pelos "alunos" sobre o referendo proposto pelo partido. "Ter presentes os estes números [da imigração] é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", nota o Presidente.

A pergunta feita por um dos alunos da Universidade de Verão foi: "Qual a análise que faz à recente proposta do referendo à imigração?", acrescenta ainda: "Qual o enquadramento constitucional e supraconstitucional?"

Na resposta escrita - e publicada esta quarta-feira no Jornal da Universidade de Verão -, Marcelo começa por dizer que "é fundamental, ao falar-se de imigração, numa Pátria como a nossa, que foi sempre de emigração, saber do que estamos a falar".

Daí o Presidente da República passa para a matemática: "Quantos são os imigrantes? Um milhão em quase onze milhões que são a população residente no nosso território físico."

"Desse milhão, quantos integram a comunidade brasileira e luso-brasileira? Porventura mais de trezentos mil, a crescerem rapidamente e a poderem ser acima de quatrocentos mil em 2026 ou 2027. Quantos ucranianos, de radicação antiga e vítimas da guerra? Setenta mil ou perto disso. Somados são perto de quarenta por cento do total", diz Marcelo Rebelo de Sousa.

Aos números de brasileiros e ucranianos, Marcelo soma comunidades "antigas e sólidas": britânicos, cabo-verdianos, angolanos e indianos que são duzentos mil. Juntando outros "europeus clássicos" como italianos e franceses, chegamos a "dois terços do total".

O chefe de Estado não esquece outros países africanos de língua oficial portuguesa e americanos, juntando-lhes aqueles que têm sido mais vítimas do discurso do Chega como os nepaleses e os bengali.

Além de nacionalidades, o Presidente aborda as religiões. "Destas todas comunidades, religiosamente qual a maioria? Cristã, de vários credos e Igrejas. Que peso têm muçulmanos, incluindo ismaelitas? Provavelmente, menos de dez por cento. Africanos uns, Asiáticos muito menos. Europeus e latino-americanos residuais. Resta aditar que a maioria é de nacionais de pátrias irmãs de língua portuguesa."

Posto isto, Marcelo termina desmontando que "ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela". Para bom entendedor

O actual Presidente da República, mais uma vez, quis dar uma lição de rigor. 
Esta foi sobre imigrantes em Portugal, e soma-se a muitas outras questões/ lições de rigor no seu passado de multi comentador diário, desde as suas iniciais declarações sobre os abusos sexuais de membros da igreja católica que depois foi tentando disfarçar, às contas da Presidência, a formulações sobre Forças Armadas, etc. Bem . . . . 

Começo por aquilo em que entendo (opinião pessoal naturalmente) se pode dizer que o Presidente esteve bem. Onde considero esteve bem.

É sempre bom procurar-se ser rigoroso, e neste sentido fez bem em salientar que há realidades e existem depois narrativas. Várias, muito lamentáveis ou mesmo deploráveis.
Narrativas, nomeadamente mas não só as da parte de André Ventura e sequazes.
Portanto, entre outros aspectos, falar-se com rigor e, naturalmente, com verdade e isenção se deve falar.

Mas bem vistas as coisas, o professor constitucionalista e comentador não esteve muito bem (opinião pessoal, naturalmente).

Primeiro e crasso erro (opinião pessoal, naturalmente): com a sua mania de tudo comentar, de querer ser amado por todos deu, mais uma vez, palco mediático a André Ventura para continuar a vir a público arengar a sua narrativa.

Esta criatura aproveita tudo para estar sempre à frente das câmaras TV.
Sendo no essencial correcto este discorrer do Presidente, a realidade é que dá alimento a Ventura.
Penso que teria sido preferível estar calado, deixar Ventura a falar sozinho. 

Dirão, mas não se deve marcar oposição a Ventura? 
A minha muito clara opinião, deve, eu faço-o, individualmente, mas os titulares de órgãos de soberania devem fazê-lo se procurarem ser rigorosos. 
Na minha opinião, discutível naturalmente, em regra são apenas politicamente correctos, o que considero errado.

Disse depois que residem em Portugal quase onze milhões. Eu tenho sérias dúvidas que saibamos com rigor esta dimensão.

Na altura da Troika disse-se que sairam de Portugal centenas de milhares. Voltaram?
Onde está a contabilização rigorosa dos que terão regressado?
E continuam a sair?

Onde está a contabilização rigorosa dos que têm entrado legalmente, pelos aeroportos, pelos portos, pelas fronteiras terrestres?

Onde está a estimativa o mais rigorosamente possível dos que aguardam nas filas da AIMA e nas lojas de cidadão?

E a estimativa sobre os que por aí andam e nem sequer vão a essas filas?

Ou esquece-se os que entram a salto, ao longo da raia?
Ou esquece-se os que passam as malhas das embarcações da Guardia Civil espanhola?
Ou esquece-se do escassíssimo controlo das nossas costas?

Finalmente, e como é costume, o Presidente que quer ser amado por todos, ficou-se pelo politicamente correcto e fofinho do costume.

Podia ter dito/ escrito que eventuais aumentos de criminalidade ou alguma criminalidade não tem mais origem em certas etnias ou classes sociais minoritárias residentes no país.
Podia, mas não era fofinho, certo?

As narrativas de Ventura sobre a criminalidade não têm respaldo na realidade. 
Mas negar que também existe alguma criminalidade no seio dos imigrantes, é alimentar Ventura.

E também há excelentes exemplos no seio dos imigrantes.
Conheço concretamente um caso, o de um cozinheiro nepalês, que cozinha maravilhosamente bem comida tradicional portuguesa. 
Em Alcochete.

Enfim, pela minha parte, não alimento desprezíveis, e é preciso não baixar a guarda, mas evite-se dar-lhes "alimento"!
António Cabral (AC)