Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
A PROPÓSITO de IMIGRAÇÃO
Precisamos muito de imigrantes, mas mesmo muito, senão a economia pára.
Os empresários precisam de muitos imigrantes!
Esta é a estafada frase que se houve a tantas "personalidades" (???), a tantos doutores, a tantos jornalistas, komentariado das bolhas, a tantos empresários (??), a tantos e tantos, incluindo o insuportável tagarela que se recolheu finalmente.
O habitual "mantra".
Julgo saber que no hospital de Vila Franca de Xira havia pelo menos uma médica cirurgiã oriunda de um país do Leste.
No Hospital da Luz em Setúbal, trabalha uma médica Ucraniana. Já fui por ela atendido quando lá fui à urgência há quase dois anos.
Dois exemplos, e vários outros certamente existem por aí. De registar, a sua competência, o seu serviço, a sua integração.
Posso acrescentar outro, marido e filho da D. Alexandra (Moldava, ela há 15 anos em Portugal, eles há um pouco mais) que trabalham no âmbito da construção civil em áreas especializadas como "pladur", isolamentos diversos, pinturas e impermeabilizações.
A D. Alexandra ajuda-nos cá em casa, como diria o "insuportável padreca", pois é feio dizer mulher a dias.
Posso ainda acrescentar o cozinheiro Nepalês no restaurante de um amigo em Alcochete. E o cozinheiro nepalês no bar & bistro em Monsanto, à entrada na aldeia, no Baluarte onde estão os dois canhões e o parqueamento para autocarros e meia dúzias de carros..
Estes casos, e muitos outros semelhantes haverá, são exemplos eloquentes e bem-vindos, de ajuda à economia nacional, aos serviços, são gente com certas qualificações. Qualificações técnicas, umas quantas qualificações superiores.
Como sempre admito poder estar a ver mal as coisas.
Mas por exemplo, se ao entrar num restaurante encontrar este aviso, que devo pensar?
Já aqui falei há bastante tempo do problema que se arrastou durante meses num conhecido restaurante em Alcochete que, durante esse tempo, não conseguiu arranjar um cozinheiro e mais um funcionário para a sala.
Mas as "estrelas" convidadas pelo "perdócio" avisam que para travar a imigração os Governos têm que travar a economia. NOTÁVEL!
Quando em tempos Jorge Miranda defendeu que quem quiser imigrar para Portugal tem de saber falar português saltaram-lhe logo em cima Catarina Mendes e outra gentalha que, muito perturbada e indignada fica, e COMO SE SABE denuncia a cada semana que passa a magnífica vivência de imigrantes legais e ilegais amontoados em contentores ou num quarto, etc.
AC
sexta-feira, 3 de abril de 2026
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
sábado, 19 de julho de 2025
A PROPÓSITO, IMIGRAÇÃO, QUALIFICADOS
A lei da nacionalidade, a imigração, a legal, a ilegal, a descontrolada, e a luta política, que, em vez de ser luta, devia ser tudo discutido, argumentado, analisado, olhado à realidade no terreno, debatido com honestidade intelectual seriedade e sem ideologias, mas tem sido tudo uma gritaria, mentiras de parte a parte, cabeça na areia, e ai Presidente veta isto.
Porventura terá coisas inaceitáveis, não li, não sou jurista, mas preocupa-me tido isto, toda esta forma de tratar os assuntos, e de permanentemente esquecer a realidade concreta de Portugal.
O que foi feito nos últimos 30 anos quanto a habitação pública? pelos sucessivos governos? E que preocupações dos sucessivos titulares dos órgãos de soberania PR e AR?
E a propósito disto recordei-me da ex-MRPP (será mesmo ex?) que há tempos na SIC Notícias salvo erro, sugeria que se fossem buscar palestinianos à faixa de Gaza pois são muito qualificados.
Em que se baseou a criatura para vomitar isto?
Demonstrou?
É como estamos, como continuamos, com esta gentalha, da esquerda à direita, nas suas bolhazinhas. Desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC
quinta-feira, 29 de agosto de 2024
Marcelo Rebelo de Sousa não marca presença na Universidade de Verão, mas não perdeu a oportunidade para desmontar a narrativa anti-imigração do Chega quando questionado pelos "alunos" sobre o referendo proposto pelo partido. "Ter presentes os estes números [da imigração] é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", nota o Presidente.
A pergunta feita por um dos alunos da Universidade de Verão foi: "Qual a análise que faz à recente proposta do referendo à imigração?", acrescenta ainda: "Qual o enquadramento constitucional e supraconstitucional?"
Na resposta escrita - e publicada esta quarta-feira no Jornal da Universidade de Verão -, Marcelo começa por dizer que "é fundamental, ao falar-se de imigração, numa Pátria como a nossa, que foi sempre de emigração, saber do que estamos a falar".
Daí o Presidente da República passa para a matemática: "Quantos são os imigrantes? Um milhão em quase onze milhões que são a população residente no nosso território físico."
"Desse milhão, quantos integram a comunidade brasileira e luso-brasileira? Porventura mais de trezentos mil, a crescerem rapidamente e a poderem ser acima de quatrocentos mil em 2026 ou 2027. Quantos ucranianos, de radicação antiga e vítimas da guerra? Setenta mil ou perto disso. Somados são perto de quarenta por cento do total", diz Marcelo Rebelo de Sousa.
Aos números de brasileiros e ucranianos, Marcelo soma comunidades "antigas e sólidas": britânicos, cabo-verdianos, angolanos e indianos que são duzentos mil. Juntando outros "europeus clássicos" como italianos e franceses, chegamos a "dois terços do total".
O chefe de Estado não esquece outros países africanos de língua oficial portuguesa e americanos, juntando-lhes aqueles que têm sido mais vítimas do discurso do Chega como os nepaleses e os bengali.
Além de nacionalidades, o Presidente aborda as religiões. "Destas todas comunidades, religiosamente qual a maioria? Cristã, de vários credos e Igrejas. Que peso têm muçulmanos, incluindo ismaelitas? Provavelmente, menos de dez por cento. Africanos uns, Asiáticos muito menos. Europeus e latino-americanos residuais. Resta aditar que a maioria é de nacionais de pátrias irmãs de língua portuguesa."
Posto isto, Marcelo termina desmontando que "ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela". Para bom entendedor…
domingo, 16 de junho de 2024
QUE NOS DIZ ISTO SOBRE PORTUGAL?
“No AE Passos Manuel, mais de 230 alunos dos cerca de 1400 inscritos (portugueses e de outras nacionalidades) não falam a língua portuguesaNos AE Gil Vicente, Escolas Olaias e Nuno Gonçalves a proporção é a mesma: mais de 200 alunos não falam português e correspondem a cerca de metade ou mais dos alunos de outras nacionalidades.
As famílias têm também muita dificuldade em entender os procedimentos porque muitas vezes não estão traduzidos na língua mãe. Temos muitas famílias de nacionalidades diferentes que nem inglês sabem falar e isso tem sido muito difícil na comunicação». Grande parte são do Bangladesh, Índia e Nepal.
No AE Passos Manuel – que é constituído por seis estabelecimentos: cinco Escolas do 1.º Ciclo com Jardim de Infância (Gaivotas, Luísa Ducla Soares, Maria Barroso, Padre Abel Varzim e S. José) e uma Escola com 2.º e 3.º Ciclos e Secundário (EBS Passos Manuel) – estão estudantes de mais de 50 nacionalidades. O AE Laranjeiras tem inscritos neste ano letivo alunos de 47 países e o AE Quinta de Marrocos é frequentado por estudantes de 44 nacionalidades.”
terça-feira, 14 de novembro de 2023
“Com que necessidade?”. Rui Rio questiona objetivo de novo SEF de legalizar 600 mil imigrantes até março
O número, que como o antigo líder da oposição recorda representa quase 6% da população portuguesa, coloca enormes reservas a Rui Rio, sendo que este economista deixa quatro questões: “Com que critério? Com que objetivo? Com que necessidade? Com que capacidade de os acolher decentemente?”.
sábado, 17 de março de 2018
"O melhor de nós todos, o melhor dos melhores" (mais ou menos o que Marcelo diz de Guterres em estilo - obrigado por não teres concorrido a PR, e responde o amigo - estás doido, o pântano fica tu com ele, eu andei a preparar-me há anos para outros voos, para agora viver no luxo...) veio a Lisboa com aquele ar cada vez mais enfatuado participar numa cerimónia na mesquita erigida em Lisboa.
Pessoalmente entendo que foi uma cerimónia importante para a sociedade portuguesa, e é crucial que exista e se aprofunde na nossa sociedade um clima de paz, de respeito mútuo, entre todos os cidadãos que aqui vivem, no respeito pelos valores que a CRP estabelece.
Isto dito, é bom ter-se presente o que corre no nosso sangue. E certamente que existem traços muçulmanos, árabes, espanhóis, e por aí fora.
Mas também se não deve perder de vista que uma sociedade não vive quotidianamente em paz, equilibrada, estável, saudável, se além da lei primeira que é a CRP o tecido jurídico não estiver adequado e, sobretudo, se as leis e os cidadãos cumpridores não forem respeitados, pelo Estado e pelos outros, independentemente da fé, do género, da ideologia, da cor da pele.
A desculpabilização constante do que fazem certas etnias, certos grupos, a pressão excessiva sobre instituições do Estado como as forças de segurança, é para mim intolerável, e a diferença de tratamento para com o comum cidadão branco não ajuda nada a que certas coisas sejam vistas com bons olhos.
Por exemplo: todos pagam IMI? todos pagam as rendas? As contas da electricidade? Todos saem da escola aos 12 anos?
António Guterres veio falar de que em Portugal tem mais ou menos havido "investimento" e por isso existe paz social, e que em outros países nem tanto. Só lhe faltou dizer, portanto, que foi por isso que um maluco branco verdadeiro ANIMAL massacrou pessoas na Suécia, ou que ocorreram os atentados terroristas em França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, coisas exactamente derivando da falta do tal "investimento"
É capaz de haver no senhor Guterres algum excesso de superficialidade.
Ou será porque em New York o obrigam a comer só no McDonald's, ou no Starbucks, e já não tem ajudas de custo para os bons restaurantes, tipo River Café ?
Basta ler um bom livro ou mesmo até um simples Atlas sobre civilizações e diásporas para se aperceber o que ao longo da história mundial tem ocorrido.
Por exemplo, no tocante a diásporas, em inglês para dar um toque de conhecimento - jewish, armenian, gypsy, black, chinese, indian, irish, greek, lebanese, palestinian, vietnamese, korean - para não tornar longa a lista.
Some-se o que sucedeu/ sucede de extermínios como, por exemplo, o acontecido com os peles vermelhas nos EUA, com os negros nesse país, com o apartheid na África do Sul, com as etnias na Malásia ou na Indonésia, ou com um dos maiores exemplos de ódio e racismo que é o que se passa na India (tão democrática) das castas. E se olharem para os curdos, shiitas, sunitas, e etc, então a coisa fica ainda mais engraçada.
Na sociedade portuguesa, que apesar de tudo quase parece um "oásis", não está tudo bem no tocante a etnias, fé, género, cor da pele e integração de quem vem de fora.
Mas parece-me que existe, TAMBÉM, muita coisa mal em relação à defesa do cidadão comum.
Que, só por acaso, só por acaso, é a maioria, uma maioria que por isso mesmo deve ser respeitadora das minorias todas, repito, TODAS, mas que deve ser igualmente respeitada. A começar pelo Estado e por esses senhores como Guterres e Sampaio e Marcelo.
Os problemas são só num sentido?
É só o lamentável caso de alguns brancos contra ciganos, negros, chineses, muçulmanos, etc?
Não existe o contrário? Ai existe e não é pouco.
E o caso dos sírios, salvo erro, que vieram e desapareceram depois?
Sobre isso o lacrimoso nada diz. Já para não falar dos rapazelhos iraquianos que deram de "frosques" depois das agressões em Ponte de Sor.
Enfim, modas, falta de carácter, superficialidade, falta de noção das realidades concretas, e o politicamente correcto.
Defender o cidadão comum cumpridor, enquanto condómino, enquanto contribuinte, enquanto numa fila no supermercado ou no banco ou na unidade de saúde familiar ou na farmácia, ou quando arruma o carro em espinha salvaguardando espaço para outro carro, ou não ocupando mesa na pastelaria antes de chegar a sua vez de ser atendido, tudo isso são parvoíces.
NÃO INTERESSA NADA, como diria José Sócrates.
É o que temos.
Mas nem todos merecemos, nem as actuais dificuldade várias, nem estes bacocos que se arrastam há décadas por mordomias, e discursam sempre do alto da sua superioridade (??!!??)
AC

