Caso remonta a novembro de 2025, quando Rui Cristina afirmou não destinar qualquer quantia para dar habitação a "cidadãos locais pertencentes a uma determinada etnia". Autarca diz que é "perseguição".
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Caso remonta a novembro de 2025, quando Rui Cristina afirmou não destinar qualquer quantia para dar habitação a "cidadãos locais pertencentes a uma determinada etnia". Autarca diz que é "perseguição".
sábado, 29 de novembro de 2025
A propósito das eleições na Guiné-Bissau, escrevi há poucos dias este texto.
ELEIÇÕES NA GUINÉ BISSAU
Aí está mais um acto eleitoral.
Não faço a menor ideia nem do resultado que surgirá das eleições, nem se serão livres.
A história desde a independência mostra um trajecto lastimável. Naturalmente que é culpa nossa, integral!
Creio que as suspeitas de continuar Estado dominado por interesses obscuros continuam. Narcotráfico uma delas.
Independentemente do colonialismo português, creio que não erro muito se disser que a história naquela zona da África sempre foi dominada por lutas entre as etnias.
Como falar de um chão comum a mandingas, manjacos, papéis, fulas, felupes, balantas, bijagós, nalus, e até mestiços cabo-verdianos e libaneses que por lá também andam?
Aguardemos.
Na sucessão de notícias relativas aquele país (???) relata-se que a oposição terá ganho as eleições, por outras palavras, segundo as actas eleitorais EMBALÓ embalou para perdedor.segunda-feira, 26 de maio de 2025
Por que raio não explicaram que o grupo de pessoas referidas na notícia eram todas originárias ou da Finlândia, ou da Noruega ou da Suécia, ou da Dinamarca?
Sempre esta falta de rigor nas notícias que nos chegam através dos nossos queridos órgãos de comunicação social!
Adoráveis órgãos de comunicação social, que nunca nos enganam, que nunca nos vigarizam, que nunca nos mentem, que nunca nos escondem as verdades doa a quem doer.
AC
sábado, 28 de dezembro de 2024
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
PALÁCIO do GELO, VISEU
Na quietude aqui na aldeia, perto da lareira, a ler o meu livro, eis que sou sobressaltado: resolveram agora ligar o televisor e . . . . . tiros, para já 1 morto, pelo menos 3 feridos desconhecendo-se a gravidade, grupos rivais /gangues . . . . e sobressaltado que fui, reagi a quente.
Ah . . . não estão a dizer quem foi . . . . está visto que foram grupos rivais, quase de certeza são C . . . Ups, não posso dizer, nada de dizer estas coisas.
Eu, que conheço muito razoavelmente Viseu e redondezas, sei perfeitamente que não há por lá ninguém do que possam estar a pensar.
"Desliga por favor o televisor, não quebres o sossego".
AC
terça-feira, 8 de março de 2022
Ah, … é que por lá falam Russo
Bem, esta desculpa linguística, esta convocação de nacionalismos, foi muitas vezes invocada no passado como justificação para certos actos belicosos.
Entre muito exemplos, recordo Otto von Bismarck que a usou logo depois de ser empossado como Chanceler.
No que respeita á muitas vezes chamada "mother Russia", tem no seu seio imensas origens. No tempo da URSS ainda um pouco mais.
Socorrendo-me dos meus arquivos, no meio de infindáveis revistas e mapas da "National Geographic" encontrei por exemplo este quadro. Sinteticamente e usando as expressões em inglês, temos de considerar etnias e minorias várias e que no quadro agrupam em 6 categorias : "Indo-European", "Uralic", "Altaic", "Caucasian", "Paleo-Siberian" e "Other categories". Seguem-se as diversas subdivisões.
Dezenas e dezenas de etnias e minorias: Latvian, Lithuanian, Byelorussian, Russian, Polish, Ukrainian, Bulgarian, Tajik, Ossetian, Kurdish, Armenian, Moldavian, German, Greek, Estonian, Finish, Karelian, Komi, Komi-Permyak, Lapp, Mari, Mordvinian, Udmurt, Hungarian, Khanty, Mansi, Nennets, Nganasan, Selkup, Azerbaijani, Kazakh, Kirghiz, Turkmen, Uzbek, Balkar, Bashkir, Chuvash, Gagauz, Karachay, Karakalpak, Kumyk, Nogay, Tatar, Tuvan, Yakut, Altay, Dolgan, Khakas, Shor, Uygur, Buryat, Kalmyk, Even, Evenki, Nanay, Negidal, Orochi, Udegey, Ulchi, Georgian, Dagestan, Agul, Avar, Dargın, Lak, Lezgian, Rutul, Tabasaran, Tsakhur, Abkhaz, Adygey, Chechen, Cherkess, Ingush, Kabardin, Chukchi, Koryak, Itelmen, Ket, Nivkh, Yukagir, Jewish, Korean, Eskimo.
Em 1990 a "National Geographic" (a que se refere este mapa) identificava 145 milhões de Russos. Por outro lado, algumas minorias já quase não existiam nessa época (Negidal = pouco mais de 500).
Enfim, a realidade, século XXI, e a guerra aí está. Ponto!
PUTIN, já estamos no século XXI, porra, século XXI!
AC
terça-feira, 1 de março de 2022
A PROPÓSITO DESTA GUERRA INACREDITÁVEL
Escrevi no passado dia 25 de Fevereiro um longo texto com as minhas conjecturas, interrogações, perplexidades.
A dada altura escrevi isto - Mas vou cingir-me apenas a 1800 para cá, cingir-me à geografia e olhar por exemplo para outra zona, para o mapa Africano, observo as fronteiras da, Argélia, Líbia, Egipto, Mauritânia, Níger, Mali, Sudão, Guiné Equatorial, Quénia, Tanzânia, Somália, Angola, Zâmbia, Namíbia, Botswana. Várias dessas fronteiras foram traçadas a régua e esquadro: são linhas rectas!
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Porque é que os jornais e as TV omitem a palavra cigano, omitem esta coisa dos casamentos com menores?
AC
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
DIÁLOGO das CIVILIZAÇÕES
Diálogo das civilizações, coisa muito bonita.
Mas, consegue, de facto, realmente, iludir eternamente o peso da história mesmo sabendo que ela pouco se repete? Consegue iludir a geografia?............ Hummmmm........
Olhando ao que se vai passando na envolvente externa.............
AC
domingo, 27 de dezembro de 2020
A GNR e o POLITICAMENTE CORRECTO,
Ah e já agora, o desaforo do costume!!
Quando se passam os olhos pelas gordas nos online, surgem sempre títulos interessantes. Aparentemente, cerca de 50 pessoas, que eu suspeito serem de uma certa etnia, intocável, na zona de Alter-do-Chão, estarão em confraternização há vários dias, contra todas as regras impostas pelo governo. A isto nada diz o sr Eduardo Cabrita, a isto nada diz o sr António Costa, a isto nada diz o sr Marcelo Rebelo de Sousa.
A isto, pelo que se lê, a GNR terá dito mais ou menos o seguinte - ah, não temos meios!!!!!!!!!
Não estão a ver a rapaziada ministerial a mandar cumprir as normas por si decididas, pois não?
Não estão a ver o Comandante - Geral da GNR a mandar cumprir essas normas, e a perigar o seu cargo, pois não?
A vida não está fácil e há que salvaguardar o emprego. E assim os esquerdalhos e os direitalhos ficam todos calados e satisfeitos.
É Natal, ninguém leva a mal.
AC
sexta-feira, 8 de maio de 2020
As televisões, melhor, os telejornais, continuam engraçados.
OPERAÇÃO na GRANDE LISBOA, foi o título.
Depois, quem está atento ao que a locutora foi dizendo, lá ouvimos, Loures, Arruda dos Vinhos, Prior Velho.
Quem não está atento fica com noção errada sobre a coisa.
É assim em tudo.
Outro exemplo:
Desordem num lar de estudantes ou pousada de juventude, nunca se sabe bem em que é que pensões foram/ são transformadas..................16 feridos, ou 1 ferido 16 envolvidos, nunca se sabe com rigor.
Aparato do costume, polícia, bombeiros, várias viaturas, grande aparato sempre, mas origens da zaragata e nacionalidades NÉPIA.
Os do costume a pagar.
Outro exemplo:
Polícia vai prender alguém, certamente por excelente comportamento em sociedade, os poucos agentes idos para cumprir a coisa foram cercados........Por quem? Nunca é dito.
Exemplos não faltam disto.
Depois admiram-se de surgirem bestas.
Irão aumentando, face à ausência de rigor no tratamento das questões /assuntos/ problemas, face ao laxismo, face à ignorância pelos direitos vertidos na CRP, irão surgindo cada vez mais bestas, nunca "Chega" o que já existe.
Porque, na realidade, existem muitos problemas que se arrastam anos e anos com a total complacência de governos, magistrados, deputados, autarcas e naturalmente autoridades porque estas, cada vez mais, é real, se sentem legalmente desprotegidas para actuar.
Existem muitas populações que se queixam anos e anos e os problemas não são encarados com realismo. Medo real não combatido e populismo eleitoral, uma combinação trágica e sempre explosiva.
Se em muitos dos que para cá arribam ilegalmente, em muitos dos que cá sempre viveram, há/ haverá cumpridores da lei, há/ haverá imensos que não cumprem. O resto é demagogia.
Basta ir a praças/ mercados municipais, basta ir ás repartições públicas, etc.
Ou zona do Cercal no Alentejo é ficção?
Ou Elvas é ficção?
Ou o que assisti em 2009 no Hospital dos Capuchos foi ficção?
Estou farto de actores futebolistas e comentadores transformados em deputados, estou farto de actores transformados em deputados, mas igualmente farto dos meninos e das meninas que cantam bem mas vivem longe dos problemas das classes médias e baixas.
AC
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
O estado lamentável a que Portugal chegou é diariamente evidenciado pelas mais variadas "cenas", factos, broncas, posturas, denúncias. Autoridade do Estado? Está de férias!!!!
Há dias escrevi umas linhas sobre a morte violenta ocorrida na 2ª circular em Lisboa mas particularmente sobre a cambada de energúmenos que abunda por todo o lado.
Pelos OCS ficou-se a saber que energúmenos vários decidiram afrontar a polícia e, sobretudo, entrar com as suas motos no cemitério, que é um recinto onde se deve ter recato e onde se deve lembrar com respeito os que deixam de estar junto dos vivos, prestando-lhes uma última homenagem.
Energúmenos é chamar-lhes muito pouco.
AC
sábado, 17 de março de 2018
"O melhor de nós todos, o melhor dos melhores" (mais ou menos o que Marcelo diz de Guterres em estilo - obrigado por não teres concorrido a PR, e responde o amigo - estás doido, o pântano fica tu com ele, eu andei a preparar-me há anos para outros voos, para agora viver no luxo...) veio a Lisboa com aquele ar cada vez mais enfatuado participar numa cerimónia na mesquita erigida em Lisboa.
Pessoalmente entendo que foi uma cerimónia importante para a sociedade portuguesa, e é crucial que exista e se aprofunde na nossa sociedade um clima de paz, de respeito mútuo, entre todos os cidadãos que aqui vivem, no respeito pelos valores que a CRP estabelece.
Isto dito, é bom ter-se presente o que corre no nosso sangue. E certamente que existem traços muçulmanos, árabes, espanhóis, e por aí fora.
Mas também se não deve perder de vista que uma sociedade não vive quotidianamente em paz, equilibrada, estável, saudável, se além da lei primeira que é a CRP o tecido jurídico não estiver adequado e, sobretudo, se as leis e os cidadãos cumpridores não forem respeitados, pelo Estado e pelos outros, independentemente da fé, do género, da ideologia, da cor da pele.
A desculpabilização constante do que fazem certas etnias, certos grupos, a pressão excessiva sobre instituições do Estado como as forças de segurança, é para mim intolerável, e a diferença de tratamento para com o comum cidadão branco não ajuda nada a que certas coisas sejam vistas com bons olhos.
Por exemplo: todos pagam IMI? todos pagam as rendas? As contas da electricidade? Todos saem da escola aos 12 anos?
António Guterres veio falar de que em Portugal tem mais ou menos havido "investimento" e por isso existe paz social, e que em outros países nem tanto. Só lhe faltou dizer, portanto, que foi por isso que um maluco branco verdadeiro ANIMAL massacrou pessoas na Suécia, ou que ocorreram os atentados terroristas em França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, coisas exactamente derivando da falta do tal "investimento"
É capaz de haver no senhor Guterres algum excesso de superficialidade.
Ou será porque em New York o obrigam a comer só no McDonald's, ou no Starbucks, e já não tem ajudas de custo para os bons restaurantes, tipo River Café ?
Basta ler um bom livro ou mesmo até um simples Atlas sobre civilizações e diásporas para se aperceber o que ao longo da história mundial tem ocorrido.
Por exemplo, no tocante a diásporas, em inglês para dar um toque de conhecimento - jewish, armenian, gypsy, black, chinese, indian, irish, greek, lebanese, palestinian, vietnamese, korean - para não tornar longa a lista.
Some-se o que sucedeu/ sucede de extermínios como, por exemplo, o acontecido com os peles vermelhas nos EUA, com os negros nesse país, com o apartheid na África do Sul, com as etnias na Malásia ou na Indonésia, ou com um dos maiores exemplos de ódio e racismo que é o que se passa na India (tão democrática) das castas. E se olharem para os curdos, shiitas, sunitas, e etc, então a coisa fica ainda mais engraçada.
Na sociedade portuguesa, que apesar de tudo quase parece um "oásis", não está tudo bem no tocante a etnias, fé, género, cor da pele e integração de quem vem de fora.
Mas parece-me que existe, TAMBÉM, muita coisa mal em relação à defesa do cidadão comum.
Que, só por acaso, só por acaso, é a maioria, uma maioria que por isso mesmo deve ser respeitadora das minorias todas, repito, TODAS, mas que deve ser igualmente respeitada. A começar pelo Estado e por esses senhores como Guterres e Sampaio e Marcelo.
Os problemas são só num sentido?
É só o lamentável caso de alguns brancos contra ciganos, negros, chineses, muçulmanos, etc?
Não existe o contrário? Ai existe e não é pouco.
E o caso dos sírios, salvo erro, que vieram e desapareceram depois?
Sobre isso o lacrimoso nada diz. Já para não falar dos rapazelhos iraquianos que deram de "frosques" depois das agressões em Ponte de Sor.
Enfim, modas, falta de carácter, superficialidade, falta de noção das realidades concretas, e o politicamente correcto.
Defender o cidadão comum cumpridor, enquanto condómino, enquanto contribuinte, enquanto numa fila no supermercado ou no banco ou na unidade de saúde familiar ou na farmácia, ou quando arruma o carro em espinha salvaguardando espaço para outro carro, ou não ocupando mesa na pastelaria antes de chegar a sua vez de ser atendido, tudo isso são parvoíces.
NÃO INTERESSA NADA, como diria José Sócrates.
É o que temos.
Mas nem todos merecemos, nem as actuais dificuldade várias, nem estes bacocos que se arrastam há décadas por mordomias, e discursam sempre do alto da sua superioridade (??!!??)
AC
