sexta-feira, 8 de maio de 2020

OPERAÇÃO PSP  ao TRÁFICO de ARMAS
As televisões, melhor, os telejornais, continuam engraçados.
OPERAÇÃO na GRANDE LISBOA, foi o título.
Depois, quem está atento ao que a locutora foi dizendo, lá ouvimos, Loures, Arruda dos Vinhos, Prior Velho.
Quem não está atento fica com noção errada sobre a coisa.
É assim em tudo.

Outro exemplo:
Desordem num lar de estudantes ou pousada de juventude, nunca se sabe bem em que é que pensões foram/ são transformadas..................16 feridos, ou 1 ferido 16 envolvidos, nunca se sabe com rigor.
Aparato do costume, polícia, bombeiros, várias viaturas, grande aparato sempre, mas origens da zaragata e nacionalidades NÉPIA.
Os do costume a pagar.

Outro exemplo:
Polícia vai prender alguém, certamente por excelente comportamento em sociedade, os poucos agentes idos para cumprir a coisa  foram cercados........Por quem? Nunca é dito.
Exemplos não faltam disto.

Depois admiram-se de surgirem bestas
Irão aumentando, face à ausência de rigor no tratamento das questões /assuntos/ problemas, face ao laxismo, face à ignorância pelos direitos vertidos na CRP, irão surgindo cada vez mais bestas, nunca "Chega" o que já existe.
Porque, na realidade, existem muitos problemas que se arrastam anos e anos com a total complacência de governos, magistrados, deputados, autarcas e naturalmente autoridades porque estas, cada vez mais, é real, se sentem legalmente desprotegidas para actuar.
Existem muitas populações que se queixam anos e anos e os problemas não são encarados com realismo. Medo real não combatido e populismo eleitoral, uma combinação trágica e sempre explosiva.
Se em muitos dos que para cá arribam ilegalmente, em muitos dos que cá sempre viveram, há/ haverá cumpridores da lei, há/ haverá imensos que não cumprem. O resto é demagogia.
Basta ir a praças/ mercados municipais, basta ir ás repartições públicas, etc.
Ou zona do Cercal no Alentejo é ficção?
Ou Elvas é ficção?
Ou o que assisti em 2009 no Hospital dos Capuchos foi ficção?
Estou farto de actores futebolistas e comentadores transformados em deputados, estou farto de actores transformados em deputados, mas igualmente farto dos meninos e das meninas que cantam bem mas vivem longe dos problemas das classes médias e baixas.
AC


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