Muitos procuram ser isentos, não olham para as coisas na vida de forma enviesada ou mesmo sectária, para estar sempre de acordo com as suas bolhas, com os seus amigos e sequazes.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 22 de agosto de 2026
Muitos procuram ser isentos, não olham para as coisas na vida de forma enviesada ou mesmo sectária, para estar sempre de acordo com as suas bolhas, com os seus amigos e sequazes.
terça-feira, 5 de novembro de 2024
domingo, 3 de novembro de 2024
quinta-feira, 29 de agosto de 2024
Marcelo Rebelo de Sousa não marca presença na Universidade de Verão, mas não perdeu a oportunidade para desmontar a narrativa anti-imigração do Chega quando questionado pelos "alunos" sobre o referendo proposto pelo partido. "Ter presentes os estes números [da imigração] é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", nota o Presidente.
A pergunta feita por um dos alunos da Universidade de Verão foi: "Qual a análise que faz à recente proposta do referendo à imigração?", acrescenta ainda: "Qual o enquadramento constitucional e supraconstitucional?"
Na resposta escrita - e publicada esta quarta-feira no Jornal da Universidade de Verão -, Marcelo começa por dizer que "é fundamental, ao falar-se de imigração, numa Pátria como a nossa, que foi sempre de emigração, saber do que estamos a falar".
Daí o Presidente da República passa para a matemática: "Quantos são os imigrantes? Um milhão em quase onze milhões que são a população residente no nosso território físico."
"Desse milhão, quantos integram a comunidade brasileira e luso-brasileira? Porventura mais de trezentos mil, a crescerem rapidamente e a poderem ser acima de quatrocentos mil em 2026 ou 2027. Quantos ucranianos, de radicação antiga e vítimas da guerra? Setenta mil ou perto disso. Somados são perto de quarenta por cento do total", diz Marcelo Rebelo de Sousa.
Aos números de brasileiros e ucranianos, Marcelo soma comunidades "antigas e sólidas": britânicos, cabo-verdianos, angolanos e indianos que são duzentos mil. Juntando outros "europeus clássicos" como italianos e franceses, chegamos a "dois terços do total".
O chefe de Estado não esquece outros países africanos de língua oficial portuguesa e americanos, juntando-lhes aqueles que têm sido mais vítimas do discurso do Chega como os nepaleses e os bengali.
Além de nacionalidades, o Presidente aborda as religiões. "Destas todas comunidades, religiosamente qual a maioria? Cristã, de vários credos e Igrejas. Que peso têm muçulmanos, incluindo ismaelitas? Provavelmente, menos de dez por cento. Africanos uns, Asiáticos muito menos. Europeus e latino-americanos residuais. Resta aditar que a maioria é de nacionais de pátrias irmãs de língua portuguesa."
Posto isto, Marcelo termina desmontando que "ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela". Para bom entendedor…
domingo, 5 de maio de 2024
- ensaísta da nossa praça, com trabalho longo na fotobiografia, algum dele com qualidade,
- entra em transe sempre que lhe vêm à mente os,
- passou de fugitivo à guerra do Ultramar para belicista,
- disse estas coisas, com uma bonomia delirante e sem noção das asneiras que manda da boca para fora,
- alforreca bem comportadinha, que engole sem pestanejar todas as tretas que lhe colocam à frente,
- porque é um aldrabãozito confabulatório,
- iluminado ensaísta,
- ignorância e problemas cognitivos demonstrados,
- o que distingue os verdadeiros intelectuais é aquilo a que alguém chama consciência crítica,
- daqueles ex-revolucionários maoístas que optou por se integrar no conforto do sistema.
domingo, 11 de abril de 2021
L A R Á P I O
Do dicionário: ladrão, gatuno.
Mas, LARÁPIO (como hoje se escreve) foi também o nome de um pretor Romano e, nesses tempos, o pretor era juiz e, no caso, este juiz Romano era corrupto pois, em vez de ser imparcial na apreciação dos casos e decidir sentenças de forma isenta e clara, decidia as sentenças a quem melhor lhe pagasse. Isto, usando palavras de Ivo Rosa, a quem lhe comprasse a personalidade. O dito pretor chamava-se Lucius Antonius Rufus Appius, e costumava assinar as sentenças como L.A.R.Appius. Daí que o povo de então o chamasse LARAPIUS, e usasse este termo LARAPIUS como sinónimo de pessoas desonestas, de pessoas como ladrões e gatunos. E o termo ficou, até hoje.
AC
domingo, 3 de maio de 2020
Não, não me refiro a idade alguma.
Contando com os três dias deste Maio, perfaz um total de 48 dias confinado, preso, roubado na liberdade.
Compreendendo embora, parcialmente, a necessidade em me privarem temporariamente de vários direitos constitucionais.
Impedido de ver a minha mãe de 94 radiosas Primaveras, atenuando isto com duas conversas telefónicas diárias.
48 dias a assistir à descarada pouca vergonha de alguns que por dever de função deviam demonstrar isenção, dignidade, honestidade intelectual e que, tirando o ministro da economia, confirmam não ter categoria, ao não se retractarem disto ou daquilo, relativamente às várias coisas que correram mal até aqui.
48
AC
domingo, 31 de julho de 2016
Quem tem a gentileza de me visitar percebeu certamente que não morro de amores por Passos Coelho.
Vem isto a propósito do artigo do jornalista Filipe Santos Costa acerca das audiências dos partidos ao PR. Por ele convocados.
O artigo é só mais uma das muitas confirmações da justeza em não comprar o EXPRESSO há longo tempo.
Escreve o jornalista que Passos faltou à chamada do PR (verdade).
E que foi o único líder a assim proceder. Creio que está factualmente errado. Mas está o sangue "isento" a correr nas veias, nada a fazer.
A meu ver o líder do PSD fez mal em não ir a Belém. Muito mal, qual doença qual carapuça.
Para mim é um gesto parvo. Ponto final.
Estão de costas viradas? E a questão institucional, não conta, não interessa para nada? Adiante.
Quanto ao inefável jornalista, que eu tenha notado, António Costa não foi lá.
Ah, .......mas é o primeiro ministro, dirá o jornalista. Pois.
Quanto a outro partido, os melancias, estava convencido que a estridente deputada Apolónia era a chefe. Se é, faltou. Se não é, sorry.
Obviamente demito-o, perdão, vou continuar a não comprar o Expresso. Já chega vê-lo online.
AC
