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sábado, 22 de agosto de 2026

COERÊNCIA, ISENÇÃO, HONESTIDADE 
A vida é como é, e não há grande volta a dar!

É a realidade.

Muitos seres humanos comportam-se com honestidade intelectual, apreciam a vida/ o que os rodeia, e observam tudo com rigor e isenção, procuram pela verdade, por ela se orientam, estudam e aprofundam na medida do possível e do seu saber. Independentemente de terem a sua posição ideológica comportam-se com isenção.

Muitos, e interessa-me particularmente o meu Portugal e o regime de direto democrático (e a CRP que lhe subjaz) onde felizmente vivo, juntam informação, estudam-na, não se deixam enganar.

Muitos respeitam, SEMPRE, a opinião de outrem, com ela concordem ou discordem. Assim procedo.
Quando me engano, erro, lembro-me sempre do grande cidadão Bento de Jesus Caraça e reconheço, emendo.

Muitos procuram ser isentos, não olham para as coisas na vida de forma enviesada ou mesmo sectária, para estar sempre de acordo com as suas bolhas, com os seus amigos e sequazes. 
Com a clubite ideológica.

Há até alguns que periodicamente se mostram ligeiramente discordantes das suas bolhas, dos seus correligionários só para expressarem independência. E disso fazem gala pública.

Depois bebem o seu bom whisky com os seus, os do costume e sorriem-lhes enquanto os sossegam  - não pensem que mudei, aquilo que escrevi era só para dar ar de discordante, mas continuo convosco, e espero que me continuem a dar as várias mordomias, e outras regalias, como convites para trabalho remunerado e "pro bono" mesmo sem ter cartão. Estou sempre convosco!

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias

AC

terça-feira, 5 de novembro de 2024

“Trump transformou as empresas de sondagens num rebanho”

Escreve o Público
Imagino que ande perto da realidade.

Mas que tal escrever, com ISENÇÃO, sobre as sondagens TUGA?
Que tal escrever sobre o endosso do NYT e outros?

Enfim, o costume.

Será que se admirarão de, cada vez menos venderem exemplares do "perdócio", e de cada vez mais haver menos assinaturas digitais?

Eu leio aquilo que bom amigo me envia e deste "perdócio" leio muito pouco.
AC

domingo, 3 de novembro de 2024

"Adoráveis" jornalistas nacionais!

Entre a Guerra e a Paz, Israel prefere a guerra!
Escreveram no Público!

Não estará longe da realidade, é a minha convicção mas . . . . 

Que tal também outras frases?

- Entre dois Estados ou um só, Israel prefere que exista apenas ele.
- Entre dois Estados ou um só, Irão e outros querem riscar Israel.
- Entre a guerra e a paz o Irão prefere a guerra.
- Entre a guerra e a paz o Hamas prefere a guerra.
- Entre a guerra e a paz o Hesbolath prefere a guerra.
- Entre a guerra e a paz, o Iémen prefere a guerra.
- Entre a guerra e a paz, os EUA preferem viajar incessantemente para apresentar planos de paz e não falham no auxílio.
- Entre a guerra e a paz, a Rússia exorta à paz, mas por traz não falha nos apoios.
- Entre a guerra e a paz, o Líbano prefere ser governado pelo Hesbolath.
- Entre a guerra e a paz a ONU apela sempre à paz, mas desconhece para onde na realidade vai o seu dinheiro, e o que fazem ou não fazem os capacetes azuis.

Entre a isenção, o rigor, e o facciosismo qual privilegiam? 

Eu privilegio condenar, SEMPRE, todas as violências, e a guerra.
Se me enganar emendo, reconheço, como o digno Bento de Jesus Caraça.

AC

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

A PROPÓSITO do APREGOADO APURADO SENTIDO de RIGOR (???) do ACTUAL PRESIDENTE da REPÚBLICA

(lido na TSF)
PR detalha números da imigração para desmontar discurso do Chega
Marcelo Rebelo de Sousa responde por escrito aos alunos da Universidade de Verão do PSD para lembrar que, ao "falar-se de imigração", é preciso "saber do que estamos a falar". "Ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", vinca o Presidente

Marcelo Rebelo de Sousa não marca presença na Universidade de Verão, mas não perdeu a oportunidade para desmontar a narrativa anti-imigração do Chega quando questionado pelos "alunos" sobre o referendo proposto pelo partido. "Ter presentes os estes números [da imigração] é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela", nota o Presidente.

A pergunta feita por um dos alunos da Universidade de Verão foi: "Qual a análise que faz à recente proposta do referendo à imigração?", acrescenta ainda: "Qual o enquadramento constitucional e supraconstitucional?"

Na resposta escrita - e publicada esta quarta-feira no Jornal da Universidade de Verão -, Marcelo começa por dizer que "é fundamental, ao falar-se de imigração, numa Pátria como a nossa, que foi sempre de emigração, saber do que estamos a falar".

Daí o Presidente da República passa para a matemática: "Quantos são os imigrantes? Um milhão em quase onze milhões que são a população residente no nosso território físico."

"Desse milhão, quantos integram a comunidade brasileira e luso-brasileira? Porventura mais de trezentos mil, a crescerem rapidamente e a poderem ser acima de quatrocentos mil em 2026 ou 2027. Quantos ucranianos, de radicação antiga e vítimas da guerra? Setenta mil ou perto disso. Somados são perto de quarenta por cento do total", diz Marcelo Rebelo de Sousa.

Aos números de brasileiros e ucranianos, Marcelo soma comunidades "antigas e sólidas": britânicos, cabo-verdianos, angolanos e indianos que são duzentos mil. Juntando outros "europeus clássicos" como italianos e franceses, chegamos a "dois terços do total".

O chefe de Estado não esquece outros países africanos de língua oficial portuguesa e americanos, juntando-lhes aqueles que têm sido mais vítimas do discurso do Chega como os nepaleses e os bengali.

Além de nacionalidades, o Presidente aborda as religiões. "Destas todas comunidades, religiosamente qual a maioria? Cristã, de vários credos e Igrejas. Que peso têm muçulmanos, incluindo ismaelitas? Provavelmente, menos de dez por cento. Africanos uns, Asiáticos muito menos. Europeus e latino-americanos residuais. Resta aditar que a maioria é de nacionais de pátrias irmãs de língua portuguesa."

Posto isto, Marcelo termina desmontando que "ter presentes estes números é ter presente a diferença entre a realidade e discursos ou narrativas sobre ela". Para bom entendedor

O actual Presidente da República, mais uma vez, quis dar uma lição de rigor. 
Esta foi sobre imigrantes em Portugal, e soma-se a muitas outras questões/ lições de rigor no seu passado de multi comentador diário, desde as suas iniciais declarações sobre os abusos sexuais de membros da igreja católica que depois foi tentando disfarçar, às contas da Presidência, a formulações sobre Forças Armadas, etc. Bem . . . . 

Começo por aquilo em que entendo (opinião pessoal naturalmente) se pode dizer que o Presidente esteve bem. Onde considero esteve bem.

É sempre bom procurar-se ser rigoroso, e neste sentido fez bem em salientar que há realidades e existem depois narrativas. Várias, muito lamentáveis ou mesmo deploráveis.
Narrativas, nomeadamente mas não só as da parte de André Ventura e sequazes.
Portanto, entre outros aspectos, falar-se com rigor e, naturalmente, com verdade e isenção se deve falar.

Mas bem vistas as coisas, o professor constitucionalista e comentador não esteve muito bem (opinião pessoal, naturalmente).

Primeiro e crasso erro (opinião pessoal, naturalmente): com a sua mania de tudo comentar, de querer ser amado por todos deu, mais uma vez, palco mediático a André Ventura para continuar a vir a público arengar a sua narrativa.

Esta criatura aproveita tudo para estar sempre à frente das câmaras TV.
Sendo no essencial correcto este discorrer do Presidente, a realidade é que dá alimento a Ventura.
Penso que teria sido preferível estar calado, deixar Ventura a falar sozinho. 

Dirão, mas não se deve marcar oposição a Ventura? 
A minha muito clara opinião, deve, eu faço-o, individualmente, mas os titulares de órgãos de soberania devem fazê-lo se procurarem ser rigorosos. 
Na minha opinião, discutível naturalmente, em regra são apenas politicamente correctos, o que considero errado.

Disse depois que residem em Portugal quase onze milhões. Eu tenho sérias dúvidas que saibamos com rigor esta dimensão.

Na altura da Troika disse-se que sairam de Portugal centenas de milhares. Voltaram?
Onde está a contabilização rigorosa dos que terão regressado?
E continuam a sair?

Onde está a contabilização rigorosa dos que têm entrado legalmente, pelos aeroportos, pelos portos, pelas fronteiras terrestres?

Onde está a estimativa o mais rigorosamente possível dos que aguardam nas filas da AIMA e nas lojas de cidadão?

E a estimativa sobre os que por aí andam e nem sequer vão a essas filas?

Ou esquece-se os que entram a salto, ao longo da raia?
Ou esquece-se os que passam as malhas das embarcações da Guardia Civil espanhola?
Ou esquece-se do escassíssimo controlo das nossas costas?

Finalmente, e como é costume, o Presidente que quer ser amado por todos, ficou-se pelo politicamente correcto e fofinho do costume.

Podia ter dito/ escrito que eventuais aumentos de criminalidade ou alguma criminalidade não tem mais origem em certas etnias ou classes sociais minoritárias residentes no país.
Podia, mas não era fofinho, certo?

As narrativas de Ventura sobre a criminalidade não têm respaldo na realidade. 
Mas negar que também existe alguma criminalidade no seio dos imigrantes, é alimentar Ventura.

E também há excelentes exemplos no seio dos imigrantes.
Conheço concretamente um caso, o de um cozinheiro nepalês, que cozinha maravilhosamente bem comida tradicional portuguesa. 
Em Alcochete.

Enfim, pela minha parte, não alimento desprezíveis, e é preciso não baixar a guarda, mas evite-se dar-lhes "alimento"!
António Cabral (AC)

domingo, 5 de maio de 2024

FRASES  DELICIOSAS
(para mim naturalmente)

Vem isto a propósito de certos comentadores que, como muitos, desconhecem a palavra "isenção" e nunca procuram ser rigorosos, custe isso o que custar, doa-lhes mesmo face às suas legítimas (e a respeitar, mas obviamente discutíveis) posições ideológicas ou de acomodação na vida. 

São frases de um comentador conhecido, que respeito e considero, frases retiradas de um longo texto seu a propósito de outro comentador também conhecido, mas que nunca cita o primeiro e autor do texto de onde retirei as frases. Como o alvo do texto nunca identifica os seus alvos fico sem referir nomes nenhuns.

Aqui ficam.

- ensaísta da nossa praça, com trabalho longo na fotobiografia, algum dele com qualidade, 

- entra em transe sempre que lhe vêm à mente os, 

- passou de fugitivo à guerra do Ultramar para belicista, 

- soltou-se o Clausewitz que vive dentro dele,

- disse estas coisas, com uma bonomia delirante e sem noção das asneiras que manda da boca para fora, 

- alforreca bem comportadinha, que engole sem pestanejar todas as tretas que lhe colocam à frente, 

- porque é um aldrabãozito confabulatório,

- iluminado ensaísta,

- ignorância e problemas cognitivos demonstrados, 

- alforrecas de pacotilha,

- o que distingue os verdadeiros intelectuais é aquilo a que alguém chama consciência crítica, 

- daqueles ex-revolucionários maoístas que optou por se integrar no conforto do sistema.

AC

domingo, 11 de abril de 2021

L A R Á P I O 

Do dicionário: ladrão, gatuno.

Mas, LARÁPIO (como hoje se escreve) foi também o nome de um pretor Romano e, nesses tempos, o pretor era juiz e, no caso, este juiz Romano era corrupto pois, em vez de ser imparcial na apreciação dos casos e decidir sentenças de forma isenta e clara, decidia as sentenças a quem melhor lhe pagasse. Isto, usando palavras de Ivo Rosa, a quem lhe comprasse a personalidade. O dito pretor chamava-se Lucius Antonius Rufus Appius, e costumava assinar as sentenças como L.A.R.Appius. Daí que o povo de então o chamasse LARAPIUS, e usasse este termo LARAPIUS como sinónimo de pessoas desonestas, de pessoas como ladrões e gatunos. E o termo ficou, até hoje.

AC

domingo, 3 de maio de 2020

- 48 -
Não, não me refiro a idade alguma.
Contando com os três dias deste Maio, perfaz um total de 48 dias confinado, preso, roubado na liberdade.
Compreendendo embora, parcialmente, a necessidade em me privarem temporariamente de vários direitos constitucionais.
Impedido de ver a minha mãe de 94 radiosas Primaveras, atenuando isto com duas conversas telefónicas diárias.
48 dias a assistir à descarada pouca vergonha de alguns que por dever de função deviam demonstrar isenção, dignidade, honestidade intelectual e que, tirando o ministro da economia, confirmam não ter categoria, ao não se retractarem disto ou daquilo, relativamente às várias coisas que correram mal até aqui.
48
AC

domingo, 31 de julho de 2016

OS CHAMADOS JORNAIS DE REFERÊNCIA
Quem tem a gentileza de me visitar percebeu certamente que não morro de amores por Passos Coelho.
Vem isto a propósito do artigo do jornalista Filipe Santos Costa acerca das audiências dos partidos ao PR. Por ele convocados.
O artigo é só mais uma das muitas confirmações da justeza em não comprar o EXPRESSO há longo tempo.
Escreve o jornalista que Passos faltou à chamada do PR (verdade).
E que foi o único líder a assim proceder. Creio que está factualmente errado. Mas está o sangue "isento" a correr nas veias, nada a fazer.
A meu ver o líder do PSD fez mal em não ir a Belém. Muito mal, qual doença qual carapuça.
Para mim é um gesto parvo. Ponto final.
Estão de costas viradas? E a questão institucional, não conta, não interessa para nada? Adiante.
Quanto ao inefável jornalista, que eu tenha notado, António Costa não foi lá.
Ah, .......mas é o primeiro ministro, dirá o jornalista. Pois.
Quanto a outro partido, os melancias, estava convencido que a estridente deputada Apolónia era a chefe. Se é, faltou. Se não é, sorry.
Obviamente demito-o, perdão, vou continuar a não comprar o Expresso. Já chega vê-lo online.
AC