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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

João Lourenço vaiado no Estádio 11 de Novembro antes do Angola–Argentina
As vaias surgem num contexto de crescente insatisfação popular devido ao elevado custo de vida em Angola, coincidindo também com críticas generalizadas aos custos associados ao jogo particular com a seleção argentina
.

Que injustos, tadinho do shôr presidente!
AC

domingo, 16 de novembro de 2025

Argentina vence Angola por 2-0 na celebração dos 50 anos da independência do país africano.

Se perguntarem a João Lourenço (actual presidente de Angola e um dos principais sequazes de Eduardo dos Santos), a culpa desta derrota é obviamente do colonialismo português que em 500 anos não construiu uma estrutura desportiva e futebolística decente em Angola.

Tenham um bom Domingo.
Saúde e boa sorte

AC

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Angola entre o "medo" e a "caça ao homem" depois dos tumultos que dividem o MPLA

ATÃO, Oh Presidente Lourenço?

Não é que me estou a recordar do que vi noticiado sobre o seu vómito perdão, discurso na entrevista antes de vir outro dia jantar com o seu colega português?

AC

sexta-feira, 25 de julho de 2025

EM  50,  MAIS  QUE  EM  500

Em 50 anos, Angola fez mais do que em 500 anos fez o colonialismo.

Creio que a frase supra retrata quase fielmente o que foi proferido pelo ex-guerrilheiro/ ex-combatente/ ex-ministro da defesa do ex-presidente Santos/ actual presidente de Angola durante a entrevista que concedeu antes de chegar a Portugal, para uma visita de Estado iniciada esta 6ª Feira.

A liberdade de expressão em Portugal está constitucionalmente protegida.

Creio que nos países outrora colónias portuguesas esta liberdade está igual e formalmente protegida.
 
Pessoalmente, em relação a alguns desses novos países, não estou certo do que acontece à liberdade depois de alguns exercícios de liberdade de expressão. 

Voltando à declaração do actual presidente de Angola, e tendo bem gravadas as palavras dele, além da frase já referida, só posso sorrir.

Na entrevista concedida a um conhecido jornalista português referiu várias coisas e designadamente, a construção de muitas escolas, hospitais, estradas etc. FANTÁSTICO.

Começo pelo Portugal de outrora.

Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Timor-Leste, Brasil, Goa Damão e Diu foram sendo descobertos por nós, pelos portugueses de antanho. Portugal apropriou-se desses territórios, como por toda a parte fizeram a França, Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, etc. A chamada epopeia dos Descobrimentos.

D.João II e o seu confrade espanhol/ castelhano tiveram artes de dividir o mundo, o descoberto e o por descobrir.

Obviamente que durante séculos, porventura 200 a 300 anos, pouco mais se desbravou em África do que fracas incursões a partir da costa. Porventura no Brasil se andou mais para dentro. Aliás o ouro creio que confirma isso.

Umas décadas depois da independência do Brasil, Bismarck convocou a famosa Conferência de Berlim. 

Discutiu-se em Berlim, de 15 de Novembro de 1884 a 26 de Fevereiro de 1885, basicamente três meses.

Mas já antes desta conferência, Bélgica e França por exemplo, porventura também o Grã-Bretanha/ Reino Unido, já tinham andado a olhar para os territórios Africanos, e a tratar de certas divisões de territórios.  

Um dos exemplos foi a célebre divisão da grande região do Congo, o Congo - Leopoldville para a Bélgica ou para o seu Leopoldo de então, e o Congo - Brazzaville para França. Portugal continuou com os seus territórios.

Qual o fito da conferência de Berlim?

Formalmente, o ardiloso e hábil Bismarck convenceu vários países a reunirem-se em Berlim para ponderar e regulamentar a liberdade de comércio em África e, muito concretamente, o comércio em certas extraordinárias bacias Africanas como as do Congo e Níger, mas também e sobretudo, para deliberar sobre novas ocupações em África e assim regular o Direito Internacional Colonial.

Claro que outras coisas foram tratadas. 
Como a navegação nos rios internacionais, outras questões de comércio internacional, tráfico de escravos, e muito para definir novas regras quanto a ocupações futuras de territórios Africanos.

No fim desses "concílio" ficou claro o normativo quanto a regras oficiais da colonização.
Acabaram os direitos históricos por exemplo reclamados por Portugal mas não só pelo nosso país.
Ficou definida a questão do território e, portanto, da necessidade de efectiva ocupação territorial. Ocupação do interior e já não apenas o bordejar das costas.

De Berlim resultaram várias coisas: reconhecimento/ confirmação da posse de vários territórios já existentes/ detidos por Estados Europeus, elaboração de muitos tratados de países Europeus / colonizadores relativamente a África, a Alemanha passando a administradora dos então Sudoeste Africano, Tanganica, Camarões e Togo, a Grã-Bretanha/ Reino Unido administradora da África Austral/ África do Sul como também de grande parte da África Oriental, a Bélgica e a França administradores das suas possessões, e o império Otomano vendo as suas possessões a começar a ir por água abaixo, 

Um dos resultados da conferência, apontando ao tratar depois de ocupar território, foi também Portugal apresentar o famoso mapa cor-de-rosa, que viria a ter o desfecho conhecido. A ligação Angola Moçambique finou-se.
A Grã-Bretanha queria (nunca conseguiu) fazer coisa idêntica em África, mas no sentido Norte-Sul. O seu grande explorador Cecil tinha isso em mente.
 
Voltando ao presidente Angolano e às suas frases já citadas, parece-me indiscutível que até finais dos anos 50 do século XX as nossas colónias viviam num estado deprimente, quanto a desenvolvimento e justiça social. A este propósito, recordo o que se passou na minha família.

Os meus pais, partiram para Luanda comigo em Março de 1948, tinha eu cerca de três meses. O meu infelizmente já falecido irmão e mais novo que eu, nasceu em Luanda. 
Estupidamente, embora eu tenha percebido mais tarde as razões, a minha mãe destruiu o documento de identificação dele, onde estava bem identificado - branco de segunda!

Continuando.
É sobretudo no início de 1960 que se começa a olhar mais seriamente para os territórios em África. E veio a guerra.

Creio indesmentível que em 1974 Luanda, Lourenço Marques e outras cidades em Angola Moçambique e Cabo Verde nada deviam aos tempos de 1950. E os interiores também não.
Mas subsistia muito por desenvolver, Angola e Moçambique sobretudo são territórios imensos.

Em síntese, e porventura com algum lapso mas procurando ser isento, durante séculos pouco ou nada fizemos como aliás outros colonizadores, mas a situação alterou-se muito nos últimos 30/35 anos antes do 25 de Abril de 1974. 
TARDE. 
JÁ ERA MUITO TARDE. 
E A CASMURRICE DE SALAZAR E CAETANO PIORARAM TUDO AINDA MAIS.

O sr presidente de Angola, no seu estilo aparente de sereno estadista mas não conseguindo esconder a sua arrogância, podia ter sido mais rigoroso.

Podia por exemplo ter dito que muito se foi fazendo em Angola de 2000 até ao presente.
Que construíram pouco desde a independência em 1975 até 2000, apesar da imensa e intensa ajuda por parte de Cuba, URSS e China.

E podia, sobretudo, ter decoro e lembrar-se que há muitos portugueses que viajam constantemente para Luanda, e têm a noção rigorosa do que hoje é Luanda a partir de pouco depois do centro finório das elites e da redoma onde vive enclausurado, tal como vivia o seu antecessor dos Santos. 
Um pouco de decoro e de menor arrogância não lhe ficavam mal.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

ANGOLA
NOMES de CIDADES e LOCALIDADES
Antigos, e actuais

Silva Porto  - Kuito
Nova Lisboa  - Huambo
Teixeira de Sousa  - Luau
Sá da Bandeira  - Lubango
Roçadas  - Xangongo
Luso  - Luena
São Salvador  - Mbanza Congo
Serpa Pinto  - Menongue
Pereira d'Eça  - Ngiva
Ambrizete  - Nzeto
Henrique de Carvalho  - Saurimo
Santo António do Zaire  - Soyo
Carmona  - Uíge
Moçamedes  - Namibe
Vila Nova da Armada  - Nankova
Porto Alexandre  - Tombua

AC

quinta-feira, 25 de julho de 2024

ESTARÁ DOENTE ?

Passaram várias horas e, a menos que esteja distraído não conheço comentários.
Estranho.

A criatura que comenta tudo e mais um par de botas, comenta até a forma como estão a decorrer as reuniões governo/ partidos sobre o OE 2025, fala do imaginável e do inacreditável, sempre para criar factos e assim desviar as atenções do que não lhe convém, mantém-se agora calado quanto às declarações do Presidente Angolano João Lourenço, declarações firmes, sem tibiezas, e que metem num saco todos os demagogos defensores do pagamento de reparações.

Sim, Portugal foi um dos países Europeus colonizadores da Ásia, África e Américas.

Mas talvez se deva olhar às coisas com realismo, rigor, equilíbrio, NUNCA ESQUECENDO QUE, COMO COLONIZADORES, CERTAMENTE QUE HÁ SÉCULOS MUITOS PORTUGUESES FIZERAM O QUE NÃO DEVIAM TER FEITO.
Ponto final.

AC

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Todos nós fizemos parte do sistema
(João Lourenço, presidente, Angola)
Tal como por cá, é tudo a mesma coisa, mais grama menos grama.
AC

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

 A PROPÓSITO de ANGOLA

Já passaram décadas desde que, o então Alto-Comissário em Angola, general da Força Aérea Portuguesa Silva Cardoso, decidiu cessar as suas funções e, já em Lisboa, declarou aos orgãos de comunicação social:

"Já não acredito nos homens, principalmente nos políticos, e estou farto da mentira, das falsas promessas e das atitudes de fachada. Venho cansado da miséria, de ver o ódio, de ver o desespero. Venho cansado do egoísmo, da crueldade e da ambição desmedida"

AC

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

COMISSÕES  de  ÉTICA  e  de GOVERNANCE........................
Não sei se já reuniram algumas das várias comissões de ética e governance que há por aí e que, como há vários dias se noticiava nos OCS, iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois a isso obrigava a telenovela "Luanda Leaks".
Naturalmente para tratar daquilo que é usualmente conhecido por  "damage control".
Não faço a menor ideia se houve reuniões, até porque vários dos publicamente expostos e que eu já designei pelos "entalados" se demitiram.
Mas, por outro lado e muito preocupante, passados tantos dias depois do primeiro anúncio das supra indicadas reuniões, os nossos OCS persistem em não elucidar os cidadãos comuns  quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
Hipocrisia também quanto ao "trabalho" do rapazinho Pinto, adorado por umas e uns dado ser posto a nu algumas coisitas da "princesa Isabel" (que é flor que se não deve cheirar), mas que nada dizem sobre ele ter entrado por exemplo em clubes de futebol, federação e muitas outras coisas. 
Isso já é malfeitoria? mas está tudo caladinho......
Ah, e naturalmente, que o rapazinho é um santo que tem vivido de esmolas toda a vida, tem aliás passado mal, tanto que teve de andar uns anos lá por fora, aos tombos, coitadito, enquanto lutava pela decência neste mundo. 
E sem ninguém por trás a ampará-lo, TÁ CLARO!
AC

sábado, 25 de janeiro de 2020

COMISSÕES  de  ÉTICA  e  GOVERNANCE
Ah......até hoje, Sábado, 25 de Janeiro, parecia que um pouco por toda a parte estas comissões iriam reunir a curto prazo, e iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só, está-se perante aquilo  que normalmente se designa por "damage control"
Ops,..... ora bem, se calhar já não vão ouvir todas ou certas das personalidades, .......ou vão?,..... mesmo tendo começado as auto-demissões dos "entalados"?
Por outro lado, dias depois do anúncio das supra indicadas reuniões, os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
AC

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

COMISSÕES  de  ÉTICA  e  GOVERNANCE
Ah....parece que um pouco por toda a parte estas comissões vão reunir para a semana, e ouvir agora várias "personalidades", "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só = "damage control"
Os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia.
AC

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

AI SE O RIDÍCULO MATAVA.....
"A empresária Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente angolano e considerada a mulher mais rica de África, está a ser investigada, a par de várias figuras da elite angolana, há mais de oito anos pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal por branqueamento de capitais, num inquérito" ...................
AC
TRANSPARENTE
> NO NOSSO CASO NÃO HÁ NADA QUE NÃO SEJA TRANSPARENTE.

> ALIÁS, TEM SIDO EM NÓS E OUTROS COMO NÓS QUE DIFERENTES REALIZADORES em  HOLLYWOOD SE TÊM INSPIRADO PARA REALIZAR OS SUCESSIVOS "REMAKES" DO CLÁSSICO "HOMEM INVISÍVEL"

Aqui em Portugal, são todos transparentes, e clássicos.
Sempre tudo legal, umas vezes com sociedade com a mulher, outras vezes a mulher agiu sem dizer ao marido, outras vezes .........bem........não vale a pena.

Como diria o outro, também nisto somos dos melhores dos melhores.
Então em hipocrisia.......
Ah, ......e ainda aquela,........foi ministro,......não me passa pela cabeça.............
AC

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

A Propósito do Arresto de Bens da empresária Angolana Isabel dos Santos
Como cidadão comum, mas que tenho algumas células cinzentas, sempre me pareceu que na maioria das negociatas e nos deslumbramentos que se têm verificado em Portugal, e particularmente desde 1992 quando certos senhores combinaram com amigos estrangeiros trazer cá para dentro outra vez outros certos senhores, sempre me pareceu dizia que algumas coisas eram capazes de não ser nada transparentes.
A realidade dos últimos anos tem evidenciado que ás pessoas como eu parece assistir a legítima dúvida sobre certas negociatas de muitos de cá e de muitos que para cá vieram.
No dizer de Ana Gomes, muitos vieram para cá com fins duvidosos e Ana Gomes voltou a chamar à atenção para o silêncio que por cá grassa a propósito do que está a acontecer em Angola.  Falou grosso.
Não tenho grandes dúvidas de que no que o governo Angolano agora está a concretizar haverá alguma vertente política contra Santos Pai e familiares. Mas não me parece que tenham legitimidade para se queixar. Como foi o passado dessa rapaziada?
O meu ponto é, não sabendo nem me interessando muito que razões e em que proporção assistem ao presidente e governo Angolano para atacar Isabel dos Santos, e que razões terá Isabel dos Santos no processo, o meu ponto é verificar de facto o silêncio sepulcral que grassa nos OCS nacionais. Lêem-se uns artigos de opinião, para satisfazer vaidades e fingir que se está atento ao assunto, mas .......
Quando a propósito dos nossos mega processos e das nossas mega vergonhas e  mega roubalheiras e mega corrupção estão constantemente nos jornais fugas de informação e quebras de segredo de justiça, ainda não vi uma linha concreta sobre o despacho de sentença 519/19 de 23 de Dezembro de 2019, processo 3301/2019-C, do tribunal provincial de Luanda, sala do cível E, administrativo 1ª secção, um processo extenso, folhas e folhas.
E é ler a listagem de empresas e cruzamentos e de banca Angolana e não só. Talvez daí o silêncio.
Elucidativo este black-out.
AC

sábado, 4 de janeiro de 2020

CADA VEZ MAIS DELICIOSO

É, é cada vez mais giro observar como as instituições Portuguesas passam a estar muito atentas a factos novos,...........sempre depois das borrascas, sim, porque as trafulhices antes do rebentar completo das borrascas, dos escândalos, "isso não interessa para nada", como dizia o Sócrates.
No caso concreto que me leva a escrever estas linhas é o Banco de Portugal estar agora muito atento a “factos novos” sobre a super idoneidade de Isabel dos Santos, apertada que está em Luanda.
E, também interessante, ver o silêncio da rapaziada por Lisboa que pode estar metida nos imbróglios. Ana Gomes bem grita, pena faltar-lhe um pouco de credibilidade, mas que ela deve estar a apontar para os sítios certos...........
Eles trocam sempre informações................depois, e com muito juízo querem e certamente vão agora... AGORA.... fazer um
 "juízo" sobre a adequação da acionista angolana do EuroBic. Só para rir.
Mas é natural que isto seja assim, basta ir verificar os passados décadas atrás, desde os lugares em Espanha em negócios ruinosos para a banca nacional até se chegar ao topo agora. Nada de surpreendente, só se surpreendem os poucos que, eventualmente tirem por um bocadinho os olhos do futebol, das telenovelas, etc.
Vou portanto, como cidadão português, ter um fim de semana mais descansado, depois de ficar a saber que o Banco de Portugal e o seu Governador estão muito atentos.
Ah, e certamente que o guru Louçã vai falar sobre o assunto e dar directrizes.
AC

quarta-feira, 17 de abril de 2019

A N G O L A
Agora que a inefável e cada vez mais pandega ministra da dita justiça elogia a excelência das relações com Angola, agora que de certeza as dívidas ás empresas portuguesas lá trabalhando estão certamente quase bem resolvidas, agora que o presidente Angolano tentou que o antecessor não viajasse na companhia aérea Portuguesa, lembrei-me desta mensagem que há tempos recebi de um amigo. Obvia e certamente por distração minha não vi nos OCS nacionais (como diria o "entertainer" - os melhores dos melhores) nada acerca disto.
Ou será FAKE NEWS?
AC

OS QUE DEVEM REPATRIAR OS CAPITAIS NO ESTRANGEIRO*
José Eduardo dos Santos: USD 7,9 Bilhiões
Hélder Manuel Viera Dias Júnior“Kopelipa”: USD 2, 6 bilhiões
Leopoldino Fragoso do Nascimento «Dino»: USD 1,8 bilhiões
Manuel Domingos Vicente: USD 3,8 bilhiões
Isabel dos Santos Dokolo: USD 12,7 bilhiões
Tenente-Coronel Leonardo Lidinikeni (ex-oficial de escolta presidencial): USD 314,3 milhões
José Lima Massano: USD 1.2 bilhiões
José Filomeno dos Santos “Zenú”: USD 1,9 bilhiões
José Leitão da Costa e Silva: USD 842,7 milhões
José Maria (ex-chefe da Inteligência Militar): USD 854,3 milhões
Jean-Claude Bastos de Morais: USD 2,5 bilhiões
Armando da Cruz Neto: USD 213,7 milhões
Álvaro Sobrinho: USD 1,7 bilhiões
Elísio de Figueiredo(Embaixador): USD 1,8 bilhiões
António Pitra Neto: USD 578 milhões
Higino Lopes Carneiro: USD 1,2 mil milhões
Carlos Hendrick Silva; USD 243,2 milhões
General Fernando Araujo: USD 283,1 milhões
Empresário António Mosquito e o Bancário Sebastião Lavrador: USD 213,8 milhões
Marcel Kruse: USD 348,2 milhões
Empresario e político Joaquim David: USD 854,9 milhões
Administrador da Sonangol Abílio Sianga: USD 743,7 milhões
Bancário Mário Palhares: USD 843,8 milhões
Aguinaldo Jaime; USD 412,8 milhões
António França “Ndalu” USD 312,9 milhões
Amaro Taty: USD 232,9 milhões
Diretor da ASCORP Noé Baltazar: USD 743,9 milhões
Desidério Costa: USD 621,9 milhões
Isaac dos Anjos: USD 312,8 milhões
Faustino Muteka: USD 532,1 milhões
Carlos Hendrick: USD 198,8 milhões
António Vandúnem: USD 317,5 milhões
Manuel Augusto da Fonseca(Sonangol): USD 429,2 milhões
Orlando Veloso (ex-PCE da Sonangol Imobiliária): USD 512,7 milhões
José Carlos de Castro Paiva, (ex-Administrador não-executivo da Sonangol): USD 312,1 milhões
José Pedro de Morais: USD 542,7 milhões
General Pedro Neto: USD 286,9 milhões
Dumilde Rangel: USD 213,5 milhões
Santana André Pitra: USD 267,4 milhões
Hendrick Vaal Neto: USD 265,2 milhões
Fernando da Piedade dias Santos Nandó: USD 623,7 milhões
Salomão Xirimbimbi: USD 312,8 milhões
Fátima Jardim (ex-Ministra das Pescas): 121,5 milhões
Álvaro Carneiro (ex-director adjunto da Endiama): USD 276,9 milhões
Ramos da Cruz: USD 163,8 milhões
Gomes Maiato: USD 285,8 milhões
Joanes Andre: 693,7 milhões
João Eduardo dos Santos: USD 412,4 milhões
Marta dos Santos: USD 1,2 bilhiões
Bento Kangamba: USD 203,7 milhões
Gonçalves Muandumba: USD 175,8 milhões
Luiz Paulino dos Santos (ex-governador do Bié): USD 86,3 milhões
Paulo Kassoma: USD 126,3 milhões
Empresário Rui Santos: USD 1,8 bilhiões
Mário António (Adm. da GEFI): USD 83,9 milhões
Silva Neto (ex-administrador da Sonangol Distribuidora): USD 453,8 milhões
Júlio Bessa (ex-Ministro das Finanças): USD 113,7 milhões
Paixão Franco: 163,8 milhões
Kundi Payhama: USD 217,8 milhões
General Furtado: USD 198,4 milhões
Ismael Diogo: USD 59,3 milhões
Augusto Tomás; USD 846,1 milhões
Generoso de Almeida; USD 213,6 milhões
General Cirilo de Sá: USD 147,1 milhões
Paixão Junior: USD 241,7 milhões
General Adolfo Razoilo: USD 162,4 milhões
Bornito de Sousa(actual vice-presidente da república): USD 317,4 milhões
Gilberto Lutukuta: USD 98,8 milhões
José Pedro de Morais: USD 312,8 milhões
Empresário Fernando Borges: USD 134,2 milhões
José Lopes; USD 73,9 milhões
Irmãos Ceita: USD 421,7 milhões
Irmãos Pacavira e afortunados da elite governativa do país que apostam em negócios pessoais com fundos de estado e são os únicos que se beneficiam das riquezas do país através do roubo desmedido.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

POLÍTICA EXTERNA. RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Como cidadão, regozijo-me por, aparentemente, as relações com Angola estarem a melhorar.
Quero acreditar que houve importante trabalho por baixo da mesa por parte da Presidência da República e do Governo.
À parte a questão do traje à chegada a Luanda, uma palhaçada inaceitável, surgiram uns quantos a tratar apenas do tema do traje piroso do PM e outros, quais mastins, na defesa apenas porque sim  e gritando LOAS pela notável visita a Luanda.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Piroseira à parte, só imbecis desprezarão a visita em causa, e o seu significado real. O trabalho de António Costa e outros não deve ser desprezado.
A anunciada visita a Lisboa, em Novembro, por parte do presidente Angolano, creio que ajudará a perceber melhor como estão de facto as coisas.
Agora, mais uma vez e infelizmente, exagera-se e de que maneira.
Por exemplo:
> 11 acordos bilaterais - sim, assinados, é positivo, mas as coisas não se alteram no terreno por toque de varinha mágica; vai decorrer muito tempo, até que as dificuldades para as empresas Portuguesas comecem a diminuir; quase todas a quem Angola deve imenso,
> regularização de dívidas Angolanas a empresas Portuguesas - é um caso concreto, e não será por varinha mágica que Angola de repente acumule divisas estrangeiras, o que foi um factor decisivo para os constrangimentos que subsistem, para os não pagamentos, para a impossibilidade de efectuar transferências; 
> fim da dupla tributação nas transações comerciais - óptimo sinal de mudança, mas vai demorar um pouco a completar a legislação, a burocracia, dos dois lados,
> aumento de voos Luanda - Lisboa - aguardemos, para observar a realidade TAP e da companhia Angolana.
Em síntese, passo decisivo, mas calma, aguardemos.
AC