As vaias surgem num contexto de crescente insatisfação popular devido ao elevado custo de vida em Angola, coincidindo também com críticas generalizadas aos custos associados ao jogo particular com a seleção argentina.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
As vaias surgem num contexto de crescente insatisfação popular devido ao elevado custo de vida em Angola, coincidindo também com críticas generalizadas aos custos associados ao jogo particular com a seleção argentina.
domingo, 16 de novembro de 2025
terça-feira, 12 de agosto de 2025
terça-feira, 29 de julho de 2025
sexta-feira, 25 de julho de 2025
EM 50, MAIS QUE EM 500
Em 50 anos, Angola fez mais do que em 500 anos fez o colonialismo.
Creio que a frase supra retrata quase fielmente o que foi proferido pelo ex-guerrilheiro/ ex-combatente/ ex-ministro da defesa do ex-presidente Santos/ actual presidente de Angola durante a entrevista que concedeu antes de chegar a Portugal, para uma visita de Estado iniciada esta 6ª Feira.
A liberdade de expressão em Portugal está constitucionalmente protegida.
Voltando à declaração do actual presidente de Angola, e tendo bem gravadas as palavras dele, além da frase já referida, só posso sorrir.
Na entrevista concedida a um conhecido jornalista português referiu várias coisas e designadamente, a construção de muitas escolas, hospitais, estradas etc. FANTÁSTICO.
Começo pelo Portugal de outrora.
Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Timor-Leste, Brasil, Goa Damão e Diu foram sendo descobertos por nós, pelos portugueses de antanho. Portugal apropriou-se desses territórios, como por toda a parte fizeram a França, Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, etc. A chamada epopeia dos Descobrimentos.
D.João II e o seu confrade espanhol/ castelhano tiveram artes de dividir o mundo, o descoberto e o por descobrir.
Obviamente que durante séculos, porventura 200 a 300 anos, pouco mais se desbravou em África do que fracas incursões a partir da costa. Porventura no Brasil se andou mais para dentro. Aliás o ouro creio que confirma isso.
Umas décadas depois da independência do Brasil, Bismarck convocou a famosa Conferência de Berlim.
Discutiu-se em Berlim, de 15 de Novembro de 1884 a 26 de Fevereiro de 1885, basicamente três meses.
Mas já antes desta conferência, Bélgica e França por exemplo, porventura também o Grã-Bretanha/ Reino Unido, já tinham andado a olhar para os territórios Africanos, e a tratar de certas divisões de territórios.
Um dos exemplos foi a célebre divisão da grande região do Congo, o Congo - Leopoldville para a Bélgica ou para o seu Leopoldo de então, e o Congo - Brazzaville para França. Portugal continuou com os seus territórios.
Qual o fito da conferência de Berlim?
Formalmente, o ardiloso e hábil Bismarck convenceu vários países a reunirem-se em Berlim para ponderar e regulamentar a liberdade de comércio em África e, muito concretamente, o comércio em certas extraordinárias bacias Africanas como as do Congo e Níger, mas também e sobretudo, para deliberar sobre novas ocupações em África e assim regular o Direito Internacional Colonial.De Berlim resultaram várias coisas: reconhecimento/ confirmação da posse de vários territórios já existentes/ detidos por Estados Europeus, elaboração de muitos tratados de países Europeus / colonizadores relativamente a África, a Alemanha passando a administradora dos então Sudoeste Africano, Tanganica, Camarões e Togo, a Grã-Bretanha/ Reino Unido administradora da África Austral/ África do Sul como também de grande parte da África Oriental, a Bélgica e a França administradores das suas possessões, e o império Otomano vendo as suas possessões a começar a ir por água abaixo,
segunda-feira, 14 de outubro de 2024
NOMES de CIDADES e LOCALIDADES
quinta-feira, 25 de julho de 2024
ESTARÁ DOENTE ?
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
A PROPÓSITO de ANGOLA
Já passaram décadas desde que, o então Alto-Comissário em Angola, general da Força Aérea Portuguesa Silva Cardoso, decidiu cessar as suas funções e, já em Lisboa, declarou aos orgãos de comunicação social:
"Já não acredito nos homens, principalmente nos políticos, e estou farto da mentira, das falsas promessas e das atitudes de fachada. Venho cansado da miséria, de ver o ódio, de ver o desespero. Venho cansado do egoísmo, da crueldade e da ambição desmedida"
AC
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Não sei se já reuniram algumas das várias comissões de ética e governance que há por aí e que, como há vários dias se noticiava nos OCS, iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois a isso obrigava a telenovela "Luanda Leaks".
Naturalmente para tratar daquilo que é usualmente conhecido por "damage control".
Mas, por outro lado e muito preocupante, passados tantos dias depois do primeiro anúncio das supra indicadas reuniões, os nossos OCS persistem em não elucidar os cidadãos comuns quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
Hipocrisia também quanto ao "trabalho" do rapazinho Pinto, adorado por umas e uns dado ser posto a nu algumas coisitas da "princesa Isabel" (que é flor que se não deve cheirar), mas que nada dizem sobre ele ter entrado por exemplo em clubes de futebol, federação e muitas outras coisas.
Isso já é malfeitoria? mas está tudo caladinho......
Ah, e naturalmente, que o rapazinho é um santo que tem vivido de esmolas toda a vida, tem aliás passado mal, tanto que teve de andar uns anos lá por fora, aos tombos, coitadito, enquanto lutava pela decência neste mundo.
E sem ninguém por trás a ampará-lo, TÁ CLARO!
AC
sábado, 25 de janeiro de 2020
Ah......até hoje, Sábado, 25 de Janeiro, parecia que um pouco por toda a parte estas comissões iriam reunir a curto prazo, e iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só, está-se perante aquilo que normalmente se designa por "damage control"
Por outro lado, dias depois do anúncio das supra indicadas reuniões, os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
AC
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Ah....parece que um pouco por toda a parte estas comissões vão reunir para a semana, e ouvir agora várias "personalidades", "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só = "damage control"
Os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia.
AC
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
> NO NOSSO CASO NÃO HÁ NADA QUE NÃO SEJA TRANSPARENTE.
> ALIÁS, TEM SIDO EM NÓS E OUTROS COMO NÓS QUE DIFERENTES REALIZADORES em HOLLYWOOD SE TÊM INSPIRADO PARA REALIZAR OS SUCESSIVOS "REMAKES" DO CLÁSSICO "HOMEM INVISÍVEL"
Aqui em Portugal, são todos transparentes, e clássicos.
Sempre tudo legal, umas vezes com sociedade com a mulher, outras vezes a mulher agiu sem dizer ao marido, outras vezes .........bem........não vale a pena.
Como diria o outro, também nisto somos dos melhores dos melhores.
Então em hipocrisia.......
Ah, ......e ainda aquela,........foi ministro,......não me passa pela cabeça.............
AC
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
Como cidadão comum, mas que tenho algumas células cinzentas, sempre me pareceu que na maioria das negociatas e nos deslumbramentos que se têm verificado em Portugal, e particularmente desde 1992 quando certos senhores combinaram com amigos estrangeiros trazer cá para dentro outra vez outros certos senhores, sempre me pareceu dizia que algumas coisas eram capazes de não ser nada transparentes.
A realidade dos últimos anos tem evidenciado que ás pessoas como eu parece assistir a legítima dúvida sobre certas negociatas de muitos de cá e de muitos que para cá vieram.
No dizer de Ana Gomes, muitos vieram para cá com fins duvidosos e Ana Gomes voltou a chamar à atenção para o silêncio que por cá grassa a propósito do que está a acontecer em Angola. Falou grosso.
Não tenho grandes dúvidas de que no que o governo Angolano agora está a concretizar haverá alguma vertente política contra Santos Pai e familiares. Mas não me parece que tenham legitimidade para se queixar. Como foi o passado dessa rapaziada?
O meu ponto é, não sabendo nem me interessando muito que razões e em que proporção assistem ao presidente e governo Angolano para atacar Isabel dos Santos, e que razões terá Isabel dos Santos no processo, o meu ponto é verificar de facto o silêncio sepulcral que grassa nos OCS nacionais. Lêem-se uns artigos de opinião, para satisfazer vaidades e fingir que se está atento ao assunto, mas .......
Quando a propósito dos nossos mega processos e das nossas mega vergonhas e mega roubalheiras e mega corrupção estão constantemente nos jornais fugas de informação e quebras de segredo de justiça, ainda não vi uma linha concreta sobre o despacho de sentença 519/19 de 23 de Dezembro de 2019, processo 3301/2019-C, do tribunal provincial de Luanda, sala do cível E, administrativo 1ª secção, um processo extenso, folhas e folhas.
E é ler a listagem de empresas e cruzamentos e de banca Angolana e não só. Talvez daí o silêncio.
Elucidativo este black-out.
AC
sábado, 4 de janeiro de 2020
É, é cada vez mais giro observar como as instituições Portuguesas passam a estar muito atentas a factos novos,...........sempre depois das borrascas, sim, porque as trafulhices antes do rebentar completo das borrascas, dos escândalos, "isso não interessa para nada", como dizia o Sócrates.
No caso concreto que me leva a escrever estas linhas é o Banco de Portugal estar agora muito atento a “factos novos” sobre a super idoneidade de Isabel dos Santos, apertada que está em Luanda.
Eles trocam sempre informações................depois, e com muito juízo querem e certamente vão agora... AGORA.... fazer um "juízo" sobre a adequação da acionista angolana do EuroBic. Só para rir.
quarta-feira, 17 de abril de 2019
OS QUE DEVEM REPATRIAR OS CAPITAIS NO ESTRANGEIRO*
José Eduardo dos Santos: USD 7,9 Bilhiões
Hélder Manuel Viera Dias Júnior“Kopelipa”: USD 2, 6 bilhiões
Leopoldino Fragoso do Nascimento «Dino»: USD 1,8 bilhiões
Manuel Domingos Vicente: USD 3,8 bilhiões
Isabel dos Santos Dokolo: USD 12,7 bilhiões
Tenente-Coronel Leonardo Lidinikeni (ex-oficial de escolta presidencial): USD 314,3 milhões
José Lima Massano: USD 1.2 bilhiões
José Filomeno dos Santos “Zenú”: USD 1,9 bilhiões
José Leitão da Costa e Silva: USD 842,7 milhões
José Maria (ex-chefe da Inteligência Militar): USD 854,3 milhões
Jean-Claude Bastos de Morais: USD 2,5 bilhiões
Armando da Cruz Neto: USD 213,7 milhões
Álvaro Sobrinho: USD 1,7 bilhiões
Elísio de Figueiredo(Embaixador): USD 1,8 bilhiões
António Pitra Neto: USD 578 milhões
Higino Lopes Carneiro: USD 1,2 mil milhões
Carlos Hendrick Silva; USD 243,2 milhões
General Fernando Araujo: USD 283,1 milhões
Empresário António Mosquito e o Bancário Sebastião Lavrador: USD 213,8 milhões
Marcel Kruse: USD 348,2 milhões
Empresario e político Joaquim David: USD 854,9 milhões
Administrador da Sonangol Abílio Sianga: USD 743,7 milhões
Bancário Mário Palhares: USD 843,8 milhões
Aguinaldo Jaime; USD 412,8 milhões
António França “Ndalu” USD 312,9 milhões
Amaro Taty: USD 232,9 milhões
Diretor da ASCORP Noé Baltazar: USD 743,9 milhões
Desidério Costa: USD 621,9 milhões
Isaac dos Anjos: USD 312,8 milhões
Faustino Muteka: USD 532,1 milhões
Carlos Hendrick: USD 198,8 milhões
António Vandúnem: USD 317,5 milhões
Manuel Augusto da Fonseca(Sonangol): USD 429,2 milhões
Orlando Veloso (ex-PCE da Sonangol Imobiliária): USD 512,7 milhões
José Carlos de Castro Paiva, (ex-Administrador não-executivo da Sonangol): USD 312,1 milhões
José Pedro de Morais: USD 542,7 milhões
General Pedro Neto: USD 286,9 milhões
Dumilde Rangel: USD 213,5 milhões
Santana André Pitra: USD 267,4 milhões
Hendrick Vaal Neto: USD 265,2 milhões
Fernando da Piedade dias Santos Nandó: USD 623,7 milhões
Salomão Xirimbimbi: USD 312,8 milhões
Fátima Jardim (ex-Ministra das Pescas): 121,5 milhões
Álvaro Carneiro (ex-director adjunto da Endiama): USD 276,9 milhões
Ramos da Cruz: USD 163,8 milhões
Gomes Maiato: USD 285,8 milhões
Joanes Andre: 693,7 milhões
João Eduardo dos Santos: USD 412,4 milhões
Marta dos Santos: USD 1,2 bilhiões
Bento Kangamba: USD 203,7 milhões
Gonçalves Muandumba: USD 175,8 milhões
Luiz Paulino dos Santos (ex-governador do Bié): USD 86,3 milhões
Paulo Kassoma: USD 126,3 milhões
Empresário Rui Santos: USD 1,8 bilhiões
Mário António (Adm. da GEFI): USD 83,9 milhões
Silva Neto (ex-administrador da Sonangol Distribuidora): USD 453,8 milhões
Júlio Bessa (ex-Ministro das Finanças): USD 113,7 milhões
Paixão Franco: 163,8 milhões
Kundi Payhama: USD 217,8 milhões
General Furtado: USD 198,4 milhões
Ismael Diogo: USD 59,3 milhões
Augusto Tomás; USD 846,1 milhões
Generoso de Almeida; USD 213,6 milhões
General Cirilo de Sá: USD 147,1 milhões
Paixão Junior: USD 241,7 milhões
General Adolfo Razoilo: USD 162,4 milhões
Bornito de Sousa(actual vice-presidente da república): USD 317,4 milhões
Gilberto Lutukuta: USD 98,8 milhões
José Pedro de Morais: USD 312,8 milhões
Empresário Fernando Borges: USD 134,2 milhões
José Lopes; USD 73,9 milhões
Irmãos Ceita: USD 421,7 milhões
Irmãos Pacavira e afortunados da elite governativa do país que apostam em negócios pessoais com fundos de estado e são os únicos que se beneficiam das riquezas do país através do roubo desmedido.
terça-feira, 25 de setembro de 2018
Como cidadão, regozijo-me por, aparentemente, as relações com Angola estarem a melhorar.
Quero acreditar que houve importante trabalho por baixo da mesa por parte da Presidência da República e do Governo.
À parte a questão do traje à chegada a Luanda, uma palhaçada inaceitável, surgiram uns quantos a tratar apenas do tema do traje piroso do PM e outros, quais mastins, na defesa apenas porque sim e gritando LOAS pela notável visita a Luanda.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Piroseira à parte, só imbecis desprezarão a visita em causa, e o seu significado real. O trabalho de António Costa e outros não deve ser desprezado.
A anunciada visita a Lisboa, em Novembro, por parte do presidente Angolano, creio que ajudará a perceber melhor como estão de facto as coisas.
Agora, mais uma vez e infelizmente, exagera-se e de que maneira.
Por exemplo:
> 11 acordos bilaterais - sim, assinados, é positivo, mas as coisas não se alteram no terreno por toque de varinha mágica; vai decorrer muito tempo, até que as dificuldades para as empresas Portuguesas comecem a diminuir; quase todas a quem Angola deve imenso,
> regularização de dívidas Angolanas a empresas Portuguesas - é um caso concreto, e não será por varinha mágica que Angola de repente acumule divisas estrangeiras, o que foi um factor decisivo para os constrangimentos que subsistem, para os não pagamentos, para a impossibilidade de efectuar transferências;
> fim da dupla tributação nas transações comerciais - óptimo sinal de mudança, mas vai demorar um pouco a completar a legislação, a burocracia, dos dois lados,
> aumento de voos Luanda - Lisboa - aguardemos, para observar a realidade TAP e da companhia Angolana.
Em síntese, passo decisivo, mas calma, aguardemos.
AC


