quarta-feira, 13 de maio de 2020

QUESTÕES  DE  RIGOR
Quem sou eu para definir o caráter de um meu concidadão.
Isto dito, arrogo-me o direito de pensar sobre o que vai acontecendo à minha volta e, nomeadamente, no que se refere  aos poderes públicos, por uma razão inultrapassável, é que eles normalmente vão estragando cada vez mais a minha vida.
E isto vem a propósito de variadíssimas e sucessivas coisas acontecidas nos últimos meses.
Fico-me pela "cena" Novo Banco e os péssimos actores Costa e Centeno.
Sobre isto, alguns jornalistas lembraram as questiúnculas que ao longo dos anos sempre houve entre os PM e os ministros das finanças. Invernos de descontentamento e outras parvoíces.

Alguns, consideram que esta descarada ausência de vergonha na cara - a resposta que tenho para lhe dar não tem grande novidade relativamente à última vez que me fez a pergunta, ou seja, a auditoria está em curso e até haver resultados da auditoria não haverá qualquer reforço do empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução para esse fim”, constituiu uma cena altamente política.
Dá vontade de rir e ir vomitar a seguir, tanto pelo dislate desavergonhado do tal político, como pela qualificação proferida por muitos.

Estes péssimos actores ficam mal em todas as fotografias.
Na minha opinião, António Costa tinha mais que a obrigação de saber que os contratos ditavam que em Maio se transferiam euros para o buraco negro/ Novo Banco. Contrato, “ring a Bell” ?
António Costa tinha a obrigação de ter comportamentos de dignidade política e não fazer palhaçadas na AR, como constantemente interpreta.
Mário Centeno tinha a obrigação de alertar o PM de que tinha de cumprir o contrato. 
Ser dito com a maior desfaçatez que isso só aconteceria depois da auditoria falada pela péssima actriz, releva da demagogia mais ordinária, que é própria de pessoas sem qualquer categoria e coluna vertebral.
Um nojo, de uma ponta a outra.
AC

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