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terça-feira, 7 de outubro de 2025

LISURA, DECÊNCIA versus LEGALIDADE
Ética e moralidade? Isso não interessa para nada!

Tomou posse o novo governador do Banco de Portugal, sucedendo a Mário Centeno.
Legalmente, legitimamente, como sucedeu com antecessores, Mário Centeno fica no BdP a ganhar o seu modestíssimo vencimento. E, provavelmente, para chatear.

Há dias, se a memória não me falha, Centeno tinha dito que não tinha feito nomeações de última hora. POIS!
Basta olhar a factos!

Mesmo leigo, ignorante destas coisas, não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para perceber da vigarice que publicamente se nega. Dir-se-á, outros antecessores fizeram o mesmo. POIS!
A estatura neste caso mede-se facilmente. . . . . pela altura física. 

Mesmo leigo, ignorante destas coisas, não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para perceber que a honestidade intelectual dita que nomeações e decisões estruturais não deviam ser tomadas a dias de terminar um mandato. No BdP, num governo, numa empresa.

A honestidade intelectual é mais um dos bens escassos na política nacional e na pesada máquina do Estado.

A justificação tuga neste tipo de matérias e com certa gentalha, é sempre a mesma - aqueles meninos também fizeram o mesmo!

Este caso é só um dos exemplo eloquentes em como Portugal continua a caminhar para a irrelevância e o abismo. Mas sempre prenhe de pavões. E também de parvalhões. Opinião pessoal, naturalmente.

AC

quinta-feira, 20 de maio de 2021

A  PROPÓSITO do NOVO  BANCO

Novo Banco e as vigarices habituais, querendo fazer crer aos cidadãos que só surgiram há pouco tempo.

Contratos secretos? Elucidam bem sobre estes senhores que viram páginas e mudam de lugar, dizendo e fazendo coisas no lugar anterior que agora dizem ao contrário e querem que se faça de modo diferente ao que eles fizeram no passado muito recente.

O que se passou hoje, na CPI que decorre na AR, não sei como deve ser classificado. Refiro-me aquela criatura, o pedinte que vive de esmolas no Brasil, tem de seu uma moto quatro.

Lamento que os deputados até tenham aguentado ser achincalhados cerca de uma hora. A dignidade que devia ser apanágio da AR impunha acabar com aquela palhaçada rapidamente. No máximo 30 minutos foram de certeza suficientes para constatar o ordinário com quem tentavam falar lá no Brasil. Ordinário é pouco!

Cada cabeça sua sentença. Este episódio e mais os anteriores de Berardo a LFVieira e companhia ilimitada, são bem demonstrativos da podridão a que se deixou chegar ou a que levaram Portugal.

Estado exíguo? Só?

AC