Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 13 de junho de 2025
segunda-feira, 14 de junho de 2021
LIBERDADE, de EXPRESSÃO, de INFORMAÇÃO, de IMPRENSA.
E o sistema de justiça ?
Constituição da República Portuguesa (CRP):
Art. 34º - Inviolabilidade do domicílio e da correspondência
Este artigo define claramente que são invioláveis, e só ordem expressa judicial competente permite que essa inviolabilidade seja quebrada.
Art. 37º - Liberdade de Expressão e Informação
Define que tenho e todos temos, o direito a divulgar o que penso e a ser informado, e diz ainda - "o exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura".
Art. 38º - Liberdade de imprensa e meios de comunicação social
Define e diz que garante a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e criação dos jornalistas e ainda o direito dos jornalistas, nos termos da lei, ao acesso às fontes de informação e à proteção da independência e do sigilo profissionais. E o Estado deve assegurar a liberdade e a independência dos OCS perante o poder político e o poder económico.
Art. 39º - Regulação da comunicação Social
Determina que cabe a uma entidade administrativa independente (eh..eh...veja-se por exemplo a independência da ERC ao tempo de Azeredo Lopes) assegura nos OCS o direito à informação e a liberdade de imprensa, a independência perante os poderes político e económico, e o respeito pelos direitos, liberdades e garantias pessoais, bem como o confronto de diversas opiniões.
Vem tudo isto a propósito de muitas coisas mas, por agora a título de exemplo, duas "cenas":
> a "cena" de 2018, duas magistradas do MP, elementos da PSP, e a investigação/ diligências sobre dois jornalistas a propósito de certo processo, crimes, e segredo de justiça. Mais uma telenovela deste Portugalinho, pequenino, mas um torrãozinho de açúcar. Telenovela a que se juntaram declarações de vários incluindo o papagaio-mor.
> a cena da carta digital para nos proteger, assinada sem um pio pelo actual Presidente desta República.
Coisas notadas:
> Grande burburinho nos "media", de jornalistas e alguns comentadores, depois o burburinho e o assunto "passam"; sempre grandes burburinhos, rapidamente esquecidos.
> Para esta gente, a liberdade de imprensa, com respaldo e muito bem na CRP, é um valor absoluto. Será valor absoluto quando pelos OCS passam ás vezes crimes como por exemplo, violação do segredo de Estado ou violação do segredo de justiça?
> Será valor absoluto quando se fica com a evidência de em certos "media" se fazerem favores descarados ao governo que está ?
> Que se saiba os PSP da cena 2018 não efectuaram buscas domiciliárias nem terão furado o sigilo de comunicações.
> Pergunto-me se os jornalistas (olhe-se a certas reportagens da SIC por exemplo) não fazem mais ou menos ou exactamente o mesmo que os PSP terão feito?
> E quando os jornalistas fazem certas investigações, será que quem lhes passa certas informações que quase certamente e legalmente não devia passar, é sempre pro bono ?
> Se não estou equivocado, isto (2018) anda à volta do nauseabundo processo do e-toupeira que tem ligações com o mundo estranho e igualmente nauseabundo de negociatas futebolísticas e, não me admiraria, a roçar perigosamente o mafioso e a corrupção.
> E se olhássemos a muitos outros casos, que por aí se debatem e se arrastam, encontraríamos factos e dúvidas nauseabundas.
> Nunca se pronuncia sobre casos de justiça em andamento/ averiguação, ……...bem………..
Bem, respeitando, sempre, opinião de outrem, para mim que não sou jurista mas sempre me interessei por assuntos de justiça e em que os meus rudimentos de formação jurídica sempre me aguçam a curiosidade, o problema nº 1 do país como sempre considerei é o sistema de justiça, mais que a saúde e educação, pois é ele - um bom sistema de justiça, célere, e eficaz, não complacente com ninguém - que determina a igualdade entre os cidadãos, a igualdade de oportunidades, a igualdade de acesso através de políticas públicas que minimizem as desigualdades sociais, o desenvolvimento equilibrado do país sem negociatas obscuras a nível governamental e autárquico.
Mas, antes de terminar, já repararam como se sucedem os casos e os burburinhos, cada um fazendo esquecer o anterior ? Fazendo esquecer a pouca vergonha anterior, ou a incompetência anterior, ou o nepotismo anterior, ou a nomeação anterior, ou a aflição política anterior ?
AC
sexta-feira, 25 de maio de 2018
É conhecida a cena dos ratos abandonando o navio com problemas sérios, na iminência de ir conhecer o fundo dos oceanos.
Lembrei-me disto ao ler que o inefável ministro da ciência assinou um papel contra si mesmo, contra o actual governo.
Ou estou a ver mal a coisa?
Claro que estou, não vai abandonar governo coisa nenhuma.
Mas é curiosa a atitude. Será interessante?
AC
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
"É costume classificar a arte paleolítica em três grupos:
> arte móvel - compreende as manifestações que ornamentam objectos que podem ser deslocados, quer objectos utilitários de uso precário, como zagaias e arpões, quer objectos de uso prolongado, como bastões furados, varetas, objectos de adorno individual, etc;
> arte parietal - abrange as manifestações que decoram paredes de grutas, sob a forma de pinturas, gravuras e por vezes esculturas de baixo-relevo;
> arte rupestre - compreende as manifestações que ornamentam superfícies de rochas situadas ao ar livre, horizontais ou inclinadas, normalmente sob a forma de gravuras".
Esta é uma definição geral, e pacificamente aceite ao nível científico.
Mas parece que, muito recentemente, os cientistas se têm deparado por esse País fora não só com algumas artes suas desconhecidas sobre as quais tentaram datação e outros exames, como sobretudo se têm deparado com inúmeros CROMOS, tipo ARTISTAS.
Tentaram datação por variados métodos, baseados: na radioactividade natural do branco-de-chumbo, no radio-carbono, na termoluminescência pela técnica da pré-dose, por irradiação com neutrões.
NADA.
Até que resolveram virar-se para os ditos cromos/ artistas e em vez de métodos baseados na radioactividade, experimentaram verificar o esqueleto.
Para espanto geral, descobriram que os artistas mais recentes não possuem coluna vertebral. Só compostos de colagénio!!!!
E esta, hein? (Fernando Pessa dixit)
AC
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
a DEFESA NACIONAL, e algumas "Coisinhas" Militares.
Como estabelece a CRP, Artº 120º, o PR é, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas, o tal que designo por irmão gémeo do PR.
É raro o dia que o PR não fale, não comente e, recentemente, discorreu sobre imensas coisas numa muito longa entrevista concedida a um dos jornalistas do "sistema". Nos últimos dias parece andar mais cauteloso, porque será?
Vou centrar-me numa pequena parte, as "coisinhas" militares.
Tancos, história mal contada, ou aldrabada, ou escondida, ou autêntica ópera bufa com já vi designar, falou muito sobre o que lá se passou e o que espera e, quase me pareceu, o que exige.
Noutra parte da entrevista o PR referiu ser importante o investimento económico e financeiro nas FA, pois isso acarreta desenvolvimento, e retorno económico.
Nada de especialmente novo nisto, mas nesta área o que é mesmo decisivo é, quer a efectiva transferência de tecnologia estrangeira para o nosso País, quer o desenvolvimento de indústrias nacionais que consigam depois ter um certo grau de exportação.
Como será importante, por exemplo, que o Arsenal do Alfeite consiga transformar-se e vir a fazer grande parte da manutenção dos submarinos nacionais (senão mesmo toda) e de estrangeiros.
O Presidente, por exemplo a propósito de Tancos, afirmou - "Se há responsabilidades, tem de haver responsáveis".
Ainda a propósito de Tancos li - O Presidente da República tem alguns poderes especificamente previstos em matéria militar, que foram alargados mais tarde, pontualmente, em revisão constitucional, mas o facto de ser Comandante Supremo das Forças Armadas não é acompanhado de um conjunto de poderes que existem onde o sistema de governo é presidencialista e não semi-presidencial. Portanto, cabe largamente ao Presidente da República interpretar o que é ser Comandante Supremo das Forças Armadas fora daqueles poderes que estão expressamente previstos na Constituição e, daí, eu dizer que fui até ao limite.
Portanto, e é o meu ponto aqui, o PR e o seu irmão gémeo falam muito de responsabilidades, no caso deles até de já terem ido ao LIMITE, visitaram Tancos pelo menos duas vezes, visitam militares lá fora, evocam a aviação naval, evocam o Instituto de Socorros a Náufragos, lisonjeiam a Marinha e por aí fora, mas há coisas que como cidadão me deixam um pouco pensativo.
É que somam-se as notícias sobre problemas complicados no Arsenal do Alfeite de índole sobretudo financeira, diz-se designadamente no DN que há mãozinhas tenebrosas por trás da coisa, e uns apontam responsabilidades aos homens das finanças, outros aos homens no chamado ministério da defesa dita nacional, e o PR e o seu irmão gémeo parece que, repito, parece que nada fazem?
Não se indignam, com o que se passa no Arsenal do Alfeite?
Parece-me esquisito mas, neste País de marinheiros, perdão, de banhistas manhosos, parece-me apenas esquisito porque já nada me espanta. Como esquisito me parece o silêncio de certos partidos.
AC
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Quem tem a gentileza de me ler desde os tempos em que escrevia num blogue que me acolheu durante anos, o blogue de quem tem por mim consideração, sabe que independentemente de por vezes o fazer de uma forma menos feliz, nas minhas ás vezes desajeitadas palavras sempre procurei (e isso continuo a porfiar, não querendo dizer que já não erro) ser isento nas minhas opiniões. Sempre dentro do meu lema - "Se tentaste fazer algum coisa e falhaste, estás bem melhor se tentaste nada fazer e conseguiste."
Uma democracia para ser equilibrada, sadia, consolidada, civilizada, ocidental, não pode deixar de ter órgãos de comunicação social livres e independentes, não pode deixar de ter partidos políticos, não pode deixar de ter liberdade de expressão e de opinião, não pode deixar de ter separação de poderes efectiva, não sobreviverá sem um sistema de justiça eficaz e célere que faça doer a sério a quem quer que seja que não cumpra a Lei (é o que está a acontecer, não é?).
Algumas vezes fui amigavelmente questionado sobre se não serei por vezes cáustico, azedo, etc.
Certamente que algumas vezes o fui já, provavelmente continuarei no futuro a ser aqui ou ali menos feliz em algumas apreciações mas, diz-me o tempo que vai decorrendo, não me tenho enganado assim tanto.
Nunca fui de consensos pastosos, e tenho a certeza que na carreira nunca fui, por exemplo, desbocado, desabrido, desleal, desligado da procura do rigor, creio que nunca me esqueci do que é subordinação mas nunca fui submisso, e com a ajuda amiga de alguns lutei sempre por me melhorar nos defeitos e deficiências, não deixando de ter uma atitude proactiva e assertiva.
Vem tudo isto a propósito dos jornalistas, dos "media/ OCS".
Estou-me borrifando para se lá fora é a mesma coisa ou mesmo pior. Interessa-me cá dentro.
E cá dentro, seja a propósito do que quiserem, muita culpa tem a esmagadora maioria dos jornalistas em tudo o que de mau persiste no nosso País.
E para o voltar a demonstrar não é preciso recorrer aos arquivos e ás poucas vergonhas, basta só olhar aos exemplos de agora.
Reparar em confissões deste calibre- "......Sim, nós jornalistas poderíamos ter investigado todas as consequências daquela mudança da lei. Era o que se teria feito num tempo em que os cidadãos em geral estavam dispostos a pagar pela informação. Este é um exemplo de como a falta de dinheiro e, por causa dele, a falta de tempo no jornalismo deixa que algumas notícias só cheguem à luz do dia pela voz de quem não é jornalista o que está longe de garantir a defesa dos cidadãos).
Ou reparar ainda naquele jornalista que uns dizem ser especialista em assuntos militares e que prima por uma gritante ausência de rigor, como se vê no texto em que noticiava que o governo já se decidiu quanto ao futuro comandante da Marinha.
Ou reparar nas subserviências de outros que, constante e conscientemente servem projectos pessoais de certos políticos sempre semi-mascarados com a chancela do serviço a Portugal.
Só de facto destas prendas, muitos mais nada são que tristes pés de microfone, que sempre servem políticos e militares. Diz o povo "dá cá o meu".
Que Justificação para isto?
Talvez colagénio a mais nas costas, notícias encomendadas, demasiadas conferências, "vernissages" com DDTs e quejandos, desprezo obstinado pelas regras deontológicas/ profissionais.
Mas, naturalmente, posso estar completamente enganado.
Ah, e já agora, é como aquela outra situação, quando se fala com um funcionário nosso conhecido de uma certa instituição muito poderosa no País - é pá, ......sabemos tudo,......mas não pode ir para a frente,.......a investigação tem que ficar congelada......sabe como é!
AC
terça-feira, 24 de maio de 2016
MANHATTAN
Em virtude da carreira, estive pela primeira vez nos EUA em 1994. Uma reunião/ estadia de uma semana. Norfolk, Virginia Beach, o hotel, alguns restaurantes, e os aeroportos em New York e Norfolk, foi o que fugazmente conheci nos intervalos das reuniões de trabalho.Vem isto a propósito da reviravolta com que me tenho entretido na minha garagem.
Objectos, livros, mapas, documentos, pastas de arquivo, roupas, brinquedos dos outrora miúdos. Memória.
Voltei aos EUA em 1998, 15 de Agosto, estive lá três anos, regressando a Lisboa a 31 de Agosto de 2001, onze dias antes da tragédia.
Costumo dizer em ar de graça/ humor negro, que esperaram que eu regressasse.
Nos mapas, nas fotografias, nos apontamentos, nas anotações sobre museus e passeios, tenho memória de Manhattan, e do que conheci, razoavelmente bem.
Manhattan tem uma conhecida história, e a curiosa passagem para novos senhores da terra.
Mas o nome Manhattan está associado, também, a desenvolvimento tecnológico e, na sua sequência, a eventos trágicos, de consequências verdadeiramente inimagináveis e horríveis.
Em Setembro de 1942, foi criado o "Manhattan Engineer District", que era um organismo de engenharia militar com a missão última de promover o fabrico da bomba atómica.
Laboratórios já anteriormente existentes, designadamente em universidades, vieram a ficar subordinados aquele organismo.
Tudo foi incluído no conhecido programa alargado com o nome "Manhattan Project", que veio a ser um empreendimento gigantesco. GIGANTESCO.
Vieram a ser criados/ implantados 3 centros nucleares: "Oak Ridge", para construir um reactor nuclear piloto, "Los Alamos", para investigação e projecto de bombas atómicas, e "Hanford Engineer Works", para construção de reactores nucleares.
Como se sabe, foram lançadas 3 bombas em 1945: a primeira, foi de ensaio, a 16 de Julho, em Alamogordo, no Novo México. Terá espantado, horrorizado, mas..........
Duas, foram depois largadas sobre cidades no Japão, a 6 e 9 de Agosto salvo erro. Com os efeitos hediondos conhecidos.
AC
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Os órgãos de comunicação social, e particularmente os jornais.
Tenho dito e escrito, repetidamente, que uma sociedade nunca será equilibrada, decente, saudável, livre, sem OCS interventivos, que noticiem sem adjectivação, que tenham depois colunas de opinião, que investiguem.Antes de 25 de Abril de 1974 havia censura, lápis azul.
No presente, não creio que exista lápis, materialmente. Mas não há censura? Seja de lápis azul, laranja, vermelho, azul, ou rosa? Cada vez tenho mais dúvidas.
E não me refiro ao recente caso do jornalista da RTP1 sobre o qual saltaram a pés juntos os puros e éticos da superioridade moral do PS. Os jornalistas não são casta à parte, são escrutináveis, são criticáveis. Mas certas reações desmascaram bem certos exaltados, certos esganiçados, certas esganiçadas.
É sabido que existem grupos dominando os OCS, com pouca transparência isto é, não é 100% dado a conhecer ao cidadão comum, quem de facto detém o quê, quem está por trás.
No que se refere aos jornais, vários desapareceram já.
Quando se olha para as tiragens, tempos houve de radiosos dias de SOL. Décadas atrás, o Expresso terá chegado a tiragens de 140000 exemplares, o DN um pouco abaixo (100 ou 110 mil) e o do Norte, o JN, teria tido tiragens talvez até superiores ao Expresso. Foi há 25 ou 30 anos?
E as exorbitâncias dos jornais ditos desportivos mas que, na realidade, quase só são sobre o futebol?
Os tempos mudaram.
Os estudiosos destas coisas avançam com justificações várias.
Todas certamente verdadeiras, embora a ponderação de cada um dos factores ou justificações seja porventura muito discutível.
Mas, com o passar dos tempos, com o desaparecimento de vários jornais, com o desprestigio de vários canais de televisão, estando a rádio em parte cativada também, e estando grupos económicos detentores de vários OCS, grupos que têm por trás muita gente ligada aos partidos e aos negócios e á promiscuidade que larva na nossa sociedade, o problema do emprego dos senhores jornalistas complicou-se.
Ao complicar-se, até porque a formação é capaz de em termos gerais não ser famosa, aumentou a superficialidade, a adjectivação de notícias, a auto-censura, a censura concreta de muitos factos e eventos, a subserviência, a má preparação, as caixas de ressonância, a gestão de agendas pessoais.
Pela minha parte, há muito que deixei de comprar o Expresso e o Público por sistema, coisa que fazia no passado. Ás vezes abro uma excepção. Raramente.
E não é por questão económica, pois essa despesa ainda posso suportar, mas a qualidade e tudo aquilo que acima apontei desgostaram-me bastante. Houve em tempos jornais de referência. Dizer isso, hoje, só por brincadeira ou tonteria.
Apercebo-me muito mais e melhor sobre o País, e o mundo, pela blogosfera navegando na Internet.
Quanto ás tiragens dos jornais, creio que números de 2014 indicavam, relativamente ao acima referido, quebras da ordem dos 50% para o Expresso, e muito superiores a 50% para DN, JN, Público.
O Correio da Manhã, no seu estilo próprio, creio que continua a aguentar-se. Mesmo os desportivos, penso que tiveram melhores dias.
Que panorama, portanto? MAU. A sociedade disso se ressente.
A esperança deve ser a última coisa a morrer. Aguardemos. Mas estamos numa fase muito má desta nossa democracia. Ou estou enganado?
AC
PS: já agora um aparte acerca da SIC; estou a exagerar ou aquilo já nem um tostão furado vale?
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
E, já agora, para referir caso real, recordo também uma pessoa conhecida, anos atrás perguntada sobre o que reverteria para a faculdade respectiva e para o País das suas constantes idas ao estrangeiro (congressos, etc) que me respondeu, com a maior das naturalidades - "isso é para o meu curriculum".
Continuo a ver muita gente esganiçada, aos gritos, sempre sem dúvidas. De políticos a cidadãos comuns.
Uma pena, porque constato que muito continua na mesma.




