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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

AS FRASES DEFINEM as REALIDADES?
OU os AUTORES e a SUA DESFAÇATEZ?

O BE factor de estabilidade?
O estado depauperado das redações?
AC

sexta-feira, 19 de abril de 2019

A PROPÓSITO dos OCS NACIONAIS
Como cidadão, e particularmente durante muitos anos da minha vida profissional sobretudo entre 1989 e 2006, que diariamente passei os olhos por jornais e fui vendo TV quando podia. 
Mas concretamente, por razões profissionais e naquele período, por cá e quando nas diferentes etapas da vida em que passei largos tempos em serviço fora do País, para lá de jornais e revistas muito do que fui lendo vinha na forma de resenhas de imprensa, quer as nacionais quer quando estive fora em que me chegavam ás mãos extensas e interessantes resenhas de imprensa (Bélgica, Holanda, EUA).
Nos EUA (Ago1998 e Ago2001) sobretudo durante 2000 e 2001, tive até o privilégio de conhecer e manter algum contacto com três pessoas directamente ligadas a "Think Tanks" com muitos "olhos" nas políticas caseira americana e internacional.
Aprendi muito.
Voltando aos OCS nacionais, e sendo apenas um comum cidadão que, por ter sido de alguma forma bafejado pela sorte na sua carreira profissional e por isso ter tido determinadas "vivências", a situação que me parece transversal aos "media" nacionais é, do meu ponto de vista naturalmente, cada vez mais fraquinha e por isso mesmo preocupante. 
Já escrevi no blogue muitas vezes o que penso quanto a uma sociedade sem OCS's livres, assertivos, e que informem, esclareçam, investiguem, não vou por isso repetir-me.
Admitindo sempre que posso estar errado, e como tenho escrito muitas vezes, considero uma grande parte dos jornalistas e jornais do presente muito fraquinhos para não ser hoje mais duro.
Desde os que se chamavam "....de referência" a outros, creio estar a assistir-se a uma pobreza franciscana. Péssimo para a sociedade Portuguesa.
E há vários anos que deixei de comprar jornais como fazia antigamente, e muito pouca TV vejo.
Mas ainda vou periodicamente gastando uns euros com jornais e revistas em papel pois, por vezes, quero ler aquilo a que a normal navegação pela NET não possibilita.
Um dos jornais que continuo a comprar regularmente é o - "Dia 15" que, na papelaria onde sou cliente há anos lá estão normalmente de manhã cedo alguns exemplares. Sai aos dias 15.
Não se trata de fazer publicidade, não conheço ninguém ligado ao jornal, mas até agora tem trazido matéria bem interessante e variada nos temas. Vale a pena comprar.
Para terminar, na contra-capa vem um interessante artigo onde se abordam aspectos da envolvente presente com reflexo na civilização Ocidental. Na parte final do artigo aborda-se a questão das mulheres e raparigas que foram indo para as zonas do Daesh.
No presente, coloca-se a questão do que fazer com essas mulheres e sobretudo as crianças, sendo certo que ninguém as obrigou a irem para lá.
Assistem-se hoje a coisas inacreditáveis, expressão minha, coisas que a autora do artigo bem coloca para ponderação. Interessante.
AC

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

UM DESAFIO AOS JORNALISTAS (para alterar "isto"......)

Desafio aos jornalistas, nos OCS, porque quanto a blogues, alguns vão procurando deslindar algumas coisas que parecem mais estranhas, vão denunciando casos e situações, e desigualdades.
E, como eu, muitos estranham muito do que se está a passar.
Uma das questões recorrentes na vida política nacional (lá fora existe muito disto também) é a constatação de que o amigo, o antigo colaborador, o familiar, o conjugue, etc, vão ao longo dos anos ocupando cargos junto dos seus protectores e familiares. 
A discursata na AR do rechonchudo ex-secretário de estado das finanças em dia não muito longínquo, dá bem nota do que é ser um  fiel cão de fila, muito reconhecido, e com o pão à mesa garantido.
Olhando para outro lado, de repente, na ordem do dia, está aí uma sucessão na EDP, que comprovará ou não este FADO!!!
Sim, os amigalhaços de faculdade.
Olhemos ao que está em preparação. 
E o que se passa na ERC? Finalmente parece que se vai compor, o quadro (presidente e mais 4 salvo erro) naturalmente, porque quanto ao resto veremos a seu tempo.
Existem várias curiosidades nestas coisas, e para nos centrarmos por exemplo apenas nos recentes e trágicos eventos, é ver as referências nos "media" sobre exonerações e nomeações. 
Sempre, como lhes é habitual, de uma superficialidade atroz e crescente, deplorável, sem entrar a fundo nos antecedentes, quer da coisa quer das pessoas exoneradas e nomeadas.

Talvez venha a haver mais exonerações. Agora, novo MAI foi recentemente empossado, novo chefe existe também na ANPC, além de novo responsável operacional dentro da ANPC, o que acarretou azia imensa a Marta Soares!!!
Era bom que alguém um destes dias se pusesse à procura da corneta do corneteiro do rei Afonso Henriques, o qual não tocou para se parar com o saque habitual naquelas épocas simplesmente porque o decapitaram na peleja.!!!! 
Por isso o saque na nossa sociedade prossegue no presente
Quando se tocará a "fim de saque"???
Claro que o sr Carlos César, do cimo do seu altíssimo pedestal, e outros, virão dizer - mas os nossos familiares, os amigos, antigos colaboradores, colegas de faculdade, funcionários do partido, não podem ocupar esses cargos
Claro que podem, e alguns o deverão fazer, pois certamente mérito e qualificações terão. Mas talvez uns concursos públicos, olhar sobretudo a qualificações, etc.

O problema é que essa gente têm famílias enormes e dezenas de amigos........e assim a coisa torna-se mais notada!!! 
Se mudarmos a cor, para vermelho, laranja, azul, verde por fora vermelho por dentro, encontramos basicamente o mesmo figurino.
As coisas deviam ser transparentes, seguir normas específicas estabelecidas, caso contrário ficará sempre uma névoa passível de considerar coisas como, proteccionismo, nepotismo, corrupção passiva (não escamoteio a activa), amiguismo. Névoa que se vislumbra com facilidade, quando legitimamente se observa que determinadas pessoas passam anos numa mesma estrutura, ou sempre ligadas a certos dirigentes, ou a rodar de cargos públicos para privados e retorno a públicos.

Tal como desconfio de dirigentes sindicais décadas a fio à frente de um sindicato. E por aí fora.
Chinesices da minha parte, certo? 
E a Tecnoforma? 
E as refeições dos bombeiros?
E o negócio dos meios aéreos alugados ao longo de anos para a época de incêndios?
E o SIRESP?
E o presidente a dizer que é cedo para conclusões sobre responsabilidades no âmbito dos incêndios, porque o MP está a investigar?
E a inacreditável demora nas averiguações a Tancos, sem consequências nenhumas à vista? Não dói a ninguém, excepto aos cidadãos comuns que cada vez mais se distanciam da vida pública perante tudo isto.
E a avaliação inexistente dos professores?
E as rendas excessivas?
E os PDM? E os vários inexistentes planos das autarquias?
E os pornográficos vencimentos nos órgãos autárquicos de Lisboa?
E?...E?....E?.....E?......

Tenho poucas esperanças que os jornalistas queiram modificar profundamente este estado actual de grande podridão. 
Pois nem sequer se organizam, a sério, como classe.
Fico-me por estes exemplos adicionais: 
> o congresso de jornalistas realizado não há muito tempo e 19 anos depois do último (salvo erro); consequências/ melhorias concretas, para a classe, com reflexo para a sociedade? 
> crescente ausência de rigor e profundidade na abordagem de assuntos e na envergonhada investigação (de que existe muito pouca); 
> o caso, tempos atrás, dos 12 meses de Trump tão badalado nas TV e em papel e na rádio, é sintomático de ausência de estudo prévio e de rigor, quando essa inacreditável criatura ganhou a eleição em 8 de Novembro de 2016 mas só passou a ser presidente a 20 de Janeiro deste ano. 
> a quebra vertiginosa de vendas dos jornais em papel 
> a locução/ dicção inacreditáveis a que se assiste nas TV (i.e. Estados Unidos = Tados...)
É o que temos, quanto a rigor, manipulação, desinformação e alheamento.
Uma coisa é certa, e periodicamente o escrevo neste blogue, e o afirmo em conversas: democracia madura, equilibrada, diminuindo desigualdades, procurando incrementar segurança e progresso, exercendo-se os poderes públicos e a vida dos cidadãos num quadro constitucional respeitado, só existe com liberdade verdadeira e com OCS livres, independentes, organizados, exercendo o escrutínio e a investigação.
Temos aqui, portanto, um dos graves problemas nacionais.
Podem/ Querem os jornalistas inverter a situação presente?
E os partidos? Estão confortáveis com isto, não é?
António Cabral (AC)

sexta-feira, 23 de junho de 2017

OS POLÍTICOS (CÁ E LÁ FORA) E OS JORNALISTAS
Como em tudo na vida existem excepções.
Cingindo-me à prata da casa portuguesa, cada vez mais estou convicto que uma grande parte dos jornalistas não tem preparação, não faz por isso (talvez também em muitos casos não tenha oportunidade ou possibilidade), e a realidade a que se assiste é  um sem número de coisas despropositadas, histéricas, desajustadas, desequilibradas.
Tenho escassa experiência de contactos com os media, mas quanto à que tive estou crente que nunca me saí mal pois, caso contrário, bem teria sido zurzido pela hierarquia da instituição que representava.
Lembro-me até de um período em que senti claramente quão sedentos de fazer sangue estavam umas certas criaturas. Adiante.
O que aqui me importa é os jornalistas e, da minha experiência, quando para uma entrevista o entrevistado está bem preparado e não se excita com entrevistas nem microfones ou câmaras de TV, conhece bem as suas responsabilidades, e faz diariamente o seu trabalho, mas conhece igualmente muito bem as responsabilidades dos outros, por exemplo, as de um governo regional, claro que o entrevistador fica boquiaberto com certas respostas frontais e fundamentadas e, mais claro ainda, à noite no noticiário, os temas quentes que não eram da responsabilidade do entrevistado nem da instituição que representava, obviamente não foram passados. Sintomático.
Aprendi muito nessa altura. Nada me espanta no presente.
AC

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

JORNALISTAS
Quem tem a gentileza de me ler desde os tempos em que escrevia num blogue que me acolheu durante anos, o blogue de quem tem por mim consideração, sabe que independentemente de por vezes o fazer de uma forma menos feliz, nas minhas ás vezes desajeitadas palavras sempre procurei (e isso continuo a porfiar, não querendo dizer que já não erro) ser isento nas minhas opiniões. Sempre dentro do meu lema - "Se tentaste fazer algum coisa e falhaste, estás bem melhor se tentaste nada fazer e conseguiste."
Uma democracia para ser equilibrada, sadia, consolidada, civilizada, ocidental, não pode deixar de ter órgãos de comunicação social livres e independentes, não pode deixar de ter partidos políticos, não pode deixar de ter liberdade de expressão e de opinião, não pode deixar de ter separação de poderes efectiva, não sobreviverá sem um sistema de justiça eficaz e célere que faça doer a sério a quem quer que seja que não cumpra a Lei (é o que está a acontecer, não é?).
Algumas vezes fui amigavelmente questionado sobre se não serei por vezes cáustico, azedo, etc.
Certamente que algumas vezes o fui já, provavelmente continuarei no futuro a ser aqui ou ali menos feliz em algumas apreciações mas, diz-me o tempo que vai decorrendo, não me tenho enganado assim tanto.
Nunca fui de consensos pastosos, e tenho a certeza que na carreira nunca fui, por exemplo, desbocado, desabrido, desleal, desligado da procura do rigor, creio que nunca me esqueci do que é subordinação mas nunca fui submisso, e com a ajuda amiga de alguns lutei sempre por me melhorar nos defeitos e deficiências, não deixando de ter uma atitude proactiva e assertiva.
Vem tudo isto a propósito dos jornalistas, dos "media/ OCS".
Estou-me borrifando para se lá fora é a mesma coisa ou mesmo pior. Interessa-me cá dentro.
E cá dentro, seja a propósito do que quiserem, muita culpa tem a esmagadora maioria dos jornalistas em tudo o que de mau persiste no nosso País. 
E para o voltar a demonstrar não é preciso recorrer aos arquivos e ás poucas vergonhas, basta só olhar aos exemplos de agora. 
Reparar em confissões deste calibre- "......Sim, nós jornalistas poderíamos ter investigado todas as consequências daquela mudança da lei. Era o que se teria feito num tempo em que os cidadãos em geral estavam dispostos a pagar pela informação. Este é um exemplo de como a falta de dinheiro e, por causa dele, a falta de tempo no jornalismo deixa que algumas notícias só cheguem à luz do dia pela voz de quem não é jornalista o que está longe de garantir a defesa dos cidadãos).
Ou reparar ainda naquele jornalista que uns dizem ser especialista em assuntos militares e que prima por uma gritante ausência de rigor, como se vê no texto em que noticiava que o governo já se decidiu quanto ao futuro comandante da Marinha. 
Ou reparar nas subserviências de outros que, constante e conscientemente servem projectos pessoais de certos políticos sempre semi-mascarados com a chancela do serviço a Portugal.
Só de facto destas prendas, muitos mais nada são que tristes pés de microfone, que sempre servem políticos e militares. Diz o povo "dá cá o meu".
Que Justificação para isto?
Talvez colagénio a mais nas costas, notícias encomendadas, demasiadas conferências, "vernissages" com DDTs e quejandos, desprezo obstinado pelas regras deontológicas/ profissionais.
Mas, naturalmente, posso estar completamente enganado.
Ah, e já agora, é como aquela outra situação, quando se fala com um funcionário nosso conhecido de uma certa instituição muito poderosa no País - é pá, ......sabemos tudo,......mas não pode ir para a frente,.......a investigação tem que ficar congelada......sabe como é!
AC

sábado, 12 de novembro de 2016

A PROPÓSITO DE TRUMP
A eleição de TRUMP não pode deixar descansado nenhum ser humano com decência, que pense pela sua cabeça, que se preocupa com o estado do planeta, que se preocupe com a auto-mutilação da Europa, que respeite enfim o seu igual para lá da fé, credo, origem social, género, cor da pele.
E uma pessoa decente respeita impõe-se ao respeito e exige ser respeitada, sabendo perfeitamente que só esta bovinidade do politicamente correcto que floresce por aí finge que somos todos da mesma fôrma. 
Não somos todos da mesma fôrma mas o que nunca deve ser esquecido é que sendo diferentes SOMOS TODOS DO MESMO BARRO.
Uma pessoa decente, com coluna vertebral, creio que não se deixará iludir pela "esquerdalhice", pela "direitice", pelo politicamente correcto, pelos media indigentes que se proclamam constantemente prisioneiros dos "direitolas" mas que, vai-se a ver, estão presos por esses mas idem por muitos "esquerdolas". 
Muitos dos actores parecem-me sobretudo "esquerdolas" e outros percebe-se bem que se vendem por pouca coisa. 
Jornalistas com coluna vertical há mas são poucos. 
A maioria parecem-me pés de microfone o que é uma chatice, pois democracia sem "media" forte e o mais independente possível é democracia doente.
Adiante.
O meu ponto aqui é, por hoje, para coisas simples e insignificantes comparativamente com as questões sérias que nos devem preocupar.
Por exemplo, uma das vozes sempre encostada a certos sectores TUGAS detentores da superioridade moral e encostada a certas outras coisas que se sabe, estará muito incomodado porque, parece, e deve corresponder à verdade, o vice-presidente eleito tratará de dirigir a equipa TRUMPTISTA no processo de transição e, provavelmente, e em parte pode compreender-se digo eu, a maioria de quem trabalha na Casa Branca e em toda a máquina do estado nos EUA irá mudar de trabalho depois de 20 Janeiro próximo. 
Não tem sido sempre assim?
Obama não fez o mesmo? E os anteriores?
Mas toca de criar um alarido brutal arregimentando as gentinhas do costume.
E por cá?
Não fazem infelizmente todos o mesmo?
Não há Portas a fotocopiar centenas de documentos, que mais tarde quando são precisos consultar não se encontram?
Não há direitolas a fazer estas coisas?
Não há esquerdolas a fazer o mesmo?
Haja pachorra para esta..........como é que parece dizia o rei D. Carlos...........ah.........................CHOLDRA.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O excesso mata qualquer ideia de carisma” e “enfraquece
Creio que este desavergonhado pantomineiro tem razão na declaração/ conselho ao actual PR.
Mas como não tem vergonha na cara, nenhuma, continua a fingir que as sucessivas e inacreditáveis provas de vida imediatamente a seguir a cada lambada que leva na justiça, perdendo até agora todas as tentativas para fugir ao seu vergonhoso e reprovável trajecto, que também ele anda há muito no excesso. E ilude-se com o seu pequenino carisma de enganar pategos.
Enfim, é o que temos quanto a televisões e sobretudo a TVI, onde pontifica um pavão de cabelo encaracolado que vai pagando o passado como pode, é o que temos quanto a estes vários pés de microfone a que chamam jornalistas.
É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma questão de, no mínimo, decência.
Nos meus zappings, depois de um fim de semana complicado, encontrei várias "delícias". Para o meu gosto, naturalmente, outros entenderão óptimo.
Por exemplo - ....... Em relação aos comentadores estão em falta muitas declarações de interesses. Para que o grande público perceba de onde procedem e ao que vêm. A bem de uma ecologia intelectual mais pura na arena da liberdade de opinião e expressão. “
Salvo melhor opinião, creio que o senhor "provedor dos leitores" Paquete de Oliveira tem uma certa razão. Mas, naturalmente, posso estar enganado; porquê só agora esta chamada de atenção?
Quando é certo que há anos existem comentadores nas TV, sabendo-se na maioria dos casos,  com uma certa segurança, quais as suas inclinações ideológicas, quais os seus "caminhos".
Mas, esperando não ter estado muito desatento, chamada de atenção equivalente nunca terá sido feita para os directores de informação, e para os jornalistas principais de cada canal televisivo. Para já não falar em directores de jornais e por aí fora.
Ou no caso dos jornalistas, isso já não interessa nada?
Não interessa saber o seu percurso profissional, para por exemplo, recordar que estiveram na casa civil do presidente A ou B? Ou como diz um certo senhor, isso e muito mais é tudo natural, apenas continuaram com a sua carreira? Olhe-se ao panorama e medite-se.
AC

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Coisas do meu Portugal contemporâneo.
* todos nos enganamos, mas há questões de decência, de coerência, com os diabos;
* Nicolau Santos, teve há dias a desfaçatez de afirmar que desde 1975 que não rebentavam bombas em Portugal.
* António Costa mostra-se agastado com o facto de as eleições legislativas serem só em Setembro/ Outubro, esquecendo-se de comparar com o que se passou na passagem do primeiro governo Sócrates para o segundo, e que foi semelhante ao que agora se verifica.
* O dirigente máximo da TAP fala agora em reestruturar a companhia, repondo-a ao que devia ser; bem, então o que foi fazendo nos últimos anos......reconhece que foi asneira?
* Já tive ocasião de voltar a ouvir declarações do ministro da economia; será que este senhor se esqueceu que existe CRP, onde está consignado o direito à greve? Estou à vontade para falar disto, pois tenho as maiores reservas quanto a muitas das greves ultimamente encetadas, mas a nossa vida é enquadrada, não pode deixar de ser enquadrada, por normas, por regras. 
* Chiça,.......que gentinha esta,.......toda,......quase toda.
AC