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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente (UNRWA) elevou para 104 o número de trabalhadores mortos pela ofensiva israelita contra a Faixa de Gaza, incluindo um morto por bombardeamento no sábado.

Isto foi há dias.
Infelizmente já deve pecar por defeito.

Sem ninguém querer ofender, eu arrisco presumir que a maioria dos meus concidadãos não andará muito preocupado com as coisas a que o supra alude. 
No dizer de um público e notório aldrabão político, não são coisas que interessam aos portugueses.

Estou a referir mais uma notícia sobre as tragédias que naquela zona ocorrem, e não param, porque me chamou à atenção a referência ao nº 104.
Mas, em Gaza, quantas pessoas são pagas pela ONU?
Quem são e o que fazem, faziam?
Eu gostava de perceber. 

Em Gaza como em muitos outros pontos do globo terrestre. 
Então em relação ás ONG por esse mundo fora, cada vez me convenço mais que é um poço sem fundo.
Eu gostava de perceber.

Escorrem milhões para todo o lado. Controlo?
Eu gostava de perceber.
AC

terça-feira, 29 de agosto de 2023

A  PROPÓSITO . . . . . . (1)
- De turismo interno/ lazer, 
- do estado da economia e dos aldrabões, 
- e de mulheres e igualdade de género.

Podendo ter cirandado . . . . . . . . (ver A Propósito …(0)

Em anterior e primeiro texto comecei pelo turismo interno.
Agora sigo para o tema mulheres, igualdade de género

Vem isto na sequência de uma surpresa que tive durante a estadia de alguns dias no dito estupendo e reconfortante alojamento.

A surpresa aconteceu de manhã bem cedo no primeiro e maravilhoso pequeno almoço.
A jovem, elegante, magríssima e muito bonita rapariga (não lhe perguntámos a idade) que nos apoiou no serviço, falava um português fraco mas que, pelo que irão ver a seguir, tem de se considerar de facto um português muito razoável.

Com isto de migrantes, refugiados, etc., a primeira coisa que me ocorreu foi - ucraniana - mas não. 
E veio a enorme surpresa, para nós evidentemente.

Em resumo, trabalhava naquele luxuoso e pequeno alojamento turístico há pouco mais de três meses.
Estava encantada, e vou resumir o que ela nos disse. 
ENCANTADA!

Com o acolhimento, por todo o lado.
Com o acolhimento, ali.
Com a afabilidade da maioria das pessoas.
Com o ambiente geral.
Com a comida.
Com o clima.
Com o trabalho, e colegas portuguesas.
Com o respeito que sentia da parte da generalidade das pessoas.
Com o tratamento, a dignidade e consideração para com ela.
Com a SEGURANÇA que sentia.

Não é de admirar o encantamento manifestado.

À pergunta - onde nasceu? . . . . - IRÃO!

Depois disto, quando reforcei perguntas, 
- e como se sente aqui, como mulher?
. . . . 
ARREGALOU os OLHOS, largo sorriso, olhou para cima, mãos juntas sobre o peito!
Mais clara não podia ser.

Fala um português muito satisfatório para quem está cá há pouco tempo, fala um inglês muito bom.
Grata surpresa.

Oxalá a vida aqui lhe corra sempre bem. 
Por nós, se Deus quiser, voltaremos a esse magnífico alojamento no Minho.
AC

segunda-feira, 24 de abril de 2017

OH Srs POLÍTICOS, então, NÃO DIZEM NADA ?
(retirado do DN, sublinhados meus)
"O governo reconhece que Portugal "não é destino preferencial" e que tem de "informar melhor" os refugiados sobre os seus deveres
Nos últimos dois meses duplicou o número de refugiados, recolocados em Portugal ao abrigo das quotas definidas pela União Europeia (UE), que abandonaram o nosso país. Do total de 1255 acolhidos, principalmente no último ano, 474 deixaram as instituições que os receberam, quase 40%, uma das taxas mais elevadas dos designados "movimentos secundários". Em fevereiro, um levantamento feito pelo DN junto às maiores instituições de acolhimento, dava conta que os abandonos ultrapassavam os 200 casos.
Destes refugiados, a maior parte sírios, atualmente em fuga, 147 foram entretanto detetados, alguns mesmo detidos, pelas autoridades de outros países, principalmente Alemanha e França, mas também a Bélgica, Suécia e Holanda, e estão obrigados a regressar. Um deles já o fez, mas os restantes 326 ainda estão em paradeiro desconhecido. Todas as despesas do retorno - designado retoma a cargo - são da responsabilidade de Portugal
."

Um regabofe, um descontrolo. Quais segurança, adaptação, integração, verificação, acompanhamento, etc.
AC

terça-feira, 19 de abril de 2016

SE NECESSÁRIO, PORTUGAL PODE DUPLICAR NÚMERO DE REFUGIADOS A RECEBER
O que terão pensado os refugiados que olharam para o nosso messias no papel de Primeiro-Ministro?
Milhares de desgraçados fogem, do Norte de África e de países na Ásia, e querem vir para a Europa, melhor, para os países da UE.
Fogem da miséria, da guerra e, na esmagadora maioria dos casos, em esquemas de tráfico humano, exploração, violência. Violentados.
Espera aí, não querem vir para todos os países Europeus, vamos lá a ver se encaramos as realidades.
Quantos refugiados querem vir para Portugal, em vez da Suécia, Alemanha, França, Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Holanda?
Bom, passando agora ás discursatas dos políticos e dos titulares de órgãos de soberania, cada vez estou mais enojado com tudo isto. Desde logo  com a tragédia humana que, ou assobiamos para o lado ou fingimos, quanto à resolução da tragédia, agora é que vai ser.
Acolher desgraçados. Tudo bem. E onde está a planificação, o planeamento, para assistência,  o apoio, acompanhamento nos primeiros anos? Integração?
É que ouço estas almas caridosas todas e começo logo a olhar para o que por cá se passa há vários  anos nos diferentes casos de sucesso de integração que conheço!!!!!!
Podia começar por pensar nas pessoas que vivem (???) nos bairros periféricos da grande Lisboa, onde a PSP só lá vai com quase todos os efectivos. Parecido para o Porto. Que tal Setúbal?
Podia pensar na integração e onde vivem (???) aqueles apanhadores de amêijoas (legais, escrutinados?) que se encontram espalhados pelas zonas de Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Seixal.
Claro que podemos duplicar o número de refugiados mas, agora que releio as suas palavras, oh senhor Presidente da República, porque não triplicar, ou mais? Já agora como exemplificou o Papa Francisco, e já que o messias PM não conseguiu trazer nenhum da Grécia,  em vez de andar para aí com conversa fiada e demagógica, porque não vai buscar de Falcon 12 pessoas (Sírios? Afegãos?) e os instala no Palácio de Belém?
Já agora, um outro para mordomo na sua casa em Cascais? Coisas práticas, concretas, menos conversa fiada e muito demagógica, que tal?
Olhe não quero parecer egoísta, mas por favor aqui no prédio onde moro é que não.
Já tivemos no R/C anos de dissabores com romenos e outros, e a PSP periodicamente à porta.
Ah, e como referi num post, até levámos recentemente com um edital assinado por juiz relativo ao que um deles andou a fazer no Algarve. Aqui era a última morada conhecida. Pois, eficácia a 100%.
Portugal, mais uma vez, no seu melhor!
AC