- De turismo interno/ lazer,
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 29 de agosto de 2023
- De turismo interno/ lazer,
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
terça-feira, 28 de março de 2023
MORADAS FICTÍCIAS
Cada vez mais e só falando de Lisboa, vão-se descobrindo (devagarinho, que não há pressa nestas coisas) residências (????) que albergam três ou quatro famílias numerosas de imigrantes certamente entrados no país por vias legais . . . . .
ahh, . . . . estão aqui a sussurrar-me ao ouvido que outro dia descobriram um sítio onde estavam declarados a viver. . . . 4000 . . . não acredito . . . . . . estão agora a sussurrar-me outra vez que já encontraram mais situações, por exemplo na zona da Penha de França . . . . 2000 . . . .
NÃO ACREDITO, PRONTO!
AC
sábado, 22 de maio de 2021
E ESTES ?
Área de intervenção? Formação? Necessários ao país? E a saúde pública? Que redes de asiáticos estão aí a proliferar como cogumelos? Quantas licenças estão passadas e por quem e quantas mais estão a ser pedidas para esta treta da apanha da amêijoa japónica? Como olham para isto os departamentos do ministério do ambiente e a autoridade marítima ? E a GNR? E os negócios para Espanha? E a criminalidade associada a grande parte destes asiáticos, pessoal do Leste, brasileiros, etc., que deambulam pela Trafaria, Barreiro, Seixal, Rosário, Moita, Samouco, Montijo, Alcochete?
Ah, ….como dizia o Sócrates,….isso não interessa nada!
AC
sexta-feira, 7 de maio de 2021
AINDA a PROPÓSITO do CENSOS 2021
Há poucos dias fiz referência ao Censos 2021 e à simplicidade e facilidade em tratar deste assunto. E foi rápido, sem complicações, pelo menos cá em casa.
Surpreendeu-me, e não me devia ter surpreendido, que aparecessem dois campos pré-preenchidos, os respeitantes aos m2 quadrados da minha habitação e das garagens. E terminei esse post com a observação referente ao " Big Brother".
Tenho pensado um pouco mais nisto. Na fase da nossa vida temos quase todos cartões para uma série de coisas. O cartão para pagamentos multibanco que há cerca de 8 meses troquei antes de acabar o prazo de validade para ficar com um "touchlesss" por causa do "bicho". Depois, o de crédito Gold que não é usado há eternidades. O do ACP, o do Cidadão, o do "El Corte Inglês", a carta de condução, o multibanco da conta comum CGD com a minha mãe, e mais uns quantos como Circulo de Leitores, sócio disto e daquilo. Não tenho nenhum de lojas e etc. Ah, mais a caderneta da conta bancária comum com a minha mãe.
Depois, para comodidade pessoal, electricidade, gás, telefones, água, seguros, etc., etc., tudo em débitos directo. Acresce o fisco a remeter-me o IMI e etc.
Acresce a Via Verde, que é de uma grande comodidade, pois evito estar nas filas para pagamento do estacionamento em grandes superfícies, não paro nas portagens, não tenho de ir procurar as caixas de pagamento nas ruas. Tem um contra, sabem por onde ando, sempre!
Se, algures na máquina do Estado alguém fizer cruzamentos, sabem muito da minha vida.
Não me suscita dúvidas a necessidade de periodicamente devermos saber quantos somos. Parece haver quem se questione que estão dentro do rectângulo muitas pessoas que não têm a maioria destes cartões. Mas, mal que pergunte, quantos portugueses não têm cartão do cidadão?
No que respeita aos cidadãos que andam a apanhar amêijoa no Tejo, a esmagadora maioria em situação ilegal, isso não devia ser tratado e combatido com rigor e com vigor pelas autoridades, que continuam a fechar os olhos?
Para os de Odemira, ciganos, chineses, tailandeses, afegãos, africanos, não devia ser a mesma coisa? E porque continua a PSP e a GNR a não andar em cima da gentalha que conduz carros em estado deplorável, e que não ostentam no pára-brisas nada que indique a inspeção e o seguro a que os cidadãos estão obrigados? E a segurança do comum dos cidadãos que pode ser abalroado por gente desta? Só falta virem-me dizer que tudo isto é falta de respeito pelos direitos humanos, xenofobia, racismo, etc. Ah, porque se tratassem disto tudo que aposto que me diziam que tínhamos um estado polícia. Tenham vergonha.
Se falo nisto é exactamente também a propósito do CENSOS. Sim, que jeito tem quererem saber se aqueço a casa no Inverno? Se ouço bem ou entendo os outros, quando muita coisa fundamental não é feita para os milhares de outros que por cá andam alegremente, em grande parte ilegalmente ?
É que eu cada vez mais me revolto contra estes vigaristas que empregam toda a família, não asseguram a segurança dos cidadãos em geral, não combatem a criminalidade a sério a não ser os que roubem cebolas, que propiciem que bandidos que pedem desculpa por certas coisas a seguir tenham o desplante de dizer que nada viram, ou então a pouca vergonha dos indigentes que vivem com dificuldades em Paris.
Censos ? Proteção de dados pessoais ? Punição com coimas por dados inexactos ? Legalidade ? Constitucionalidade ?
Cambada de malandros, vigaristas, corruptos activos, corruptos passivos, desonestos, fantoches, criminosos, abusadores dos seus poderzinhos funcionais. Sociedade equilibrada, igualdade de tratamento ? POIS !
Como agora vou constatando a propósito do lar e da minha mãe, onde obtenho o mais ensurdecedor silêncio às minhas perguntas, endereçadas à DGS, à delegação de saúde e por aí fora. Fazem o que querem e não dão respostas a ninguém.
António Cabral (AC)
sexta-feira, 30 de abril de 2021
PANDEMIA….ÉS CULPADA!
Odemira foi um dos Concelhos que regrediu no Plano de Desconfinamento por decisão do governo, apoiado no aumento da percentagem de infectados e no risco de transmissão do vírus.
Sem sombra para qualquer dúvida, a culpa é da pandemia. E só da pandemia, pois nada do que se passa na sociedade portuguesa, nada do desnorte e da incompetência dos poderes públicos, nada das mentiras constantemente propaladas acerca de inclusão e integração, nada disso e de muito mais explica o que se passa em Odemira e por quase toda a parte do território Continental, das grandes cidades aos campos.
Pois não foi na grande cidade do sr Medina que se encontraram meses atrás "hostels" e outras agremiações atulhadas de imigrantes e migrantes? Claro que agora já está tudo resolvido! Como se constata andando na Praça da Figueira, ou Almirante Reis acima!
Vou socorrer-me de uma frase das que o pantomineiro e grande bandido que já foi PM usava com frequência nos debates na Assembleia da República - isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a apanha da azeitona, a apanha do tomate, a apanha da castanha, as fainas da cebola, da batata, da cereja, do mirtilo, do pinhão, da amêndoa, da pêra rocha, das maçãs de Alcobaça, etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc…………………- isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a construção civil, a limpeza das ruas, as pequenas e médias empresas de limpezas para supermercados e hospitais e etc., os camiões de recolha de lixo nas cidades e vilas e aldeias, as empresas de segurança, etc., etc., etc., etc., e é verificar que tipo de funcionários por lá se encontram - isso não interessa para nada -
Trabalho Sazonal aos montes, que os portugueses a quem anunciam o eldorado há anos não aceita - isso não interessa para nada -
Política de segurança social, inspeções de trabalho, inspeções da ASAE, …………POIS! - isso não interessa para nada - Ilegais? Não senhor, tudo controlado, tudo incluso, tudo em bom estado sanitário, tudo fiscalizado, tudo jóia, …….além de que Portugal não é um Estado polícia!
Resultados à vista, mas apenas porque a culpa é da pandemia, até porque - isso não interessa para nada -
AC
terça-feira, 16 de junho de 2020
Ps: alguém poderia fazer o favor de explicar à criatura como não cair tão frequentemente no ridículo, no caricato?.
sábado, 2 de junho de 2018
Não há muito tempo ouvi no rádio do carro uma notícia relatando uma concentração de milhares em frente a SBento.
Existirão no nosso País dezenas de milhares de pessoas estrangeiras, indocumentadas. Muitos, ao que parece, trabalhando. Ao que se ouviu no rádio, vários descontarão para a segurança social. Ainda do rádio, ouvi culpar este governo.
Não sei onde anda a realidade, a rigorosa.
O nº supra referido não me admira, cheira-me até estar muito por defeito. Muitos trabalharão, imagino, em condições nada dignas.
Descontam? O que lhes pagam?
A máquina do Estado sabe disto tudo ou não?
Este governo é culpado?
Naturalmente que terá culpas, tem de certeza, mas todos os anteriores de todas as cores também.
Porque os políticos nacionais especializaram-se, entre outras coisas, na grandiloquência, nas grandes tiradas, alguns vão até lá fora apoiar os "compagnons" mas depois, convenientemente, esquecem-se e disfarçam essas épocas.
É sabido que muitos dos que nos invadem são fugidos de desgraças nas suas terras de origem.
Mas, isso deve implicar que um Estado soberano não tenha regras, que não filtre estas invasões aparentemente pacíficas, investigue se, por exemplo, não chega também criminalidade?
E, independentemente das tragédias de outrem, enquanto sociedade, não temos o direito de controlar, mesmo de rejeitar?
Por exemplo, "e Fazendo um suponhamos", entram 2000 especialistas em pavimentar ruas e auto-estradas.
Precisamos de todos? De alguns? É a nossa sociedade que os deve reconverter? E os nosso desempregados, não deverão ter prioridade?
Os senhores governantes continuam a fingir que é melhor para muitos estar a receber subsídio de desemprego em vez de trabalhar, que muitas empresas se calhar abusam de vários dos que por aí andam aos tombos e aceitam portanto qualquer miséria, sendo mal tratados, e muito mais se passará, e os governantes nada fazem além de berrar na AR, de dar entrevistas ao DN e outros, empurrando tudo com a barriga gorda dos almocinhos e acusando sempre os antecessores.
Não admirará que estejamos, quase, a chegar ao culpado de tudo, o corneteiro de Afonso Henriques que, por ter sido decapitado na peleja, já não pôde tocar a " fim do saque".
Saque que continua nos dias de hoje.
António Cabral (AC)



