
Presumo que o que acima reproduzo corresponde à realidade ou seja, que o governo português, na sua legítima acção executiva, decidiu apoiar a reabilitação de uma fortaleza existente em Luanda, Angola, a qual presumo estará num estado calamitoso.
Antes de prosseguir, há sempre dinheiro para muita coisa legitimamente questionável mas, para pagar melhores vencimentos a militares ou forças de segurança, ou tratar de que os modernas bombas para diabéticos sejam distribuídas, ou preparar as celebrações a Camões, ou para unidades de saúde familiar, ou olhar às corporações de bombeiros, já não há.
Antes de prosseguir, há sempre dinheiro para muita coisa legitimamente questionável mas, para pagar melhores vencimentos a militares ou forças de segurança, ou tratar de que os modernas bombas para diabéticos sejam distribuídas, ou preparar as celebrações a Camões, ou para unidades de saúde familiar, ou olhar às corporações de bombeiros, já não há.
Continuando.
Do que se lê em cima há ainda uma particularidade apontada e que é a recuperação da fortaleza para nela posteriormente ser instalado um Museu, que as autoridades Angolanas designarão, ao que parece como Museu da Libertação Nacional de Angola.
Por fim, há umas linhas sobre o que a criatura que momentaneamente capitaneia (??) o Palácio das Necessidades terá bolsado em Luanda. Por razões higiénicas passo à frente dessa parte.
Não é de agora, pouco ou muito, há sempre dinheiros dos nossos impostos cuja aplicação é quase sempre pouco compreendida.
Por fim, há umas linhas sobre o que a criatura que momentaneamente capitaneia (??) o Palácio das Necessidades terá bolsado em Luanda. Por razões higiénicas passo à frente dessa parte.
Não é de agora, pouco ou muito, há sempre dinheiros dos nossos impostos cuja aplicação é quase sempre pouco compreendida.
Muitas vezes até nem temos notícia dos desvarios.
Muitas vezes porque a quem competia promover a transparência nunca o faz, porque nada explicam, porque nada justificam.
Muitas vezes porque a quem competia promover a transparência nunca o faz, porque nada explicam, porque nada justificam.
Pesporrência e arrogância sempre absolutas.
Quando li isto questionei-me: este dinheiro será bem ou mal empregue? Não sei, ninguém explicou ou melhor, eventualmente por inépcia minha, não encontrei explicação.
Ficaram-me as dúvidas seguintes:
- a fortaleza estava em bom ou mau estado quando da independência de Angola?
- Se estava em bom estado não consigo compreender esta pornográfica generosidade socialista, generosidade sempre com o dinheiro dos outros. Generosidade a que Marcelo, julgo, não terá votado um segundo a comentar.
- Se já estava em mau estado, porque carga de água temos de o recuperar agora? Por mim, isto é mais do que inconcebível que Portugal gaste dinheiro naquilo quando estamos aqui com tantas aflições.
Quando li isto questionei-me: este dinheiro será bem ou mal empregue? Não sei, ninguém explicou ou melhor, eventualmente por inépcia minha, não encontrei explicação.
Ficaram-me as dúvidas seguintes:
- a fortaleza estava em bom ou mau estado quando da independência de Angola?
- Se estava em bom estado não consigo compreender esta pornográfica generosidade socialista, generosidade sempre com o dinheiro dos outros. Generosidade a que Marcelo, julgo, não terá votado um segundo a comentar.
- Se já estava em mau estado, porque carga de água temos de o recuperar agora? Por mim, isto é mais do que inconcebível que Portugal gaste dinheiro naquilo quando estamos aqui com tantas aflições.
Portanto, como ninguém certamente explicará os contornos deste deboche socialista iremos ter certamente dentro de alguns anos um local para em Angola insultarem os portugueses.
É para mim indesmentível que ao longo da nossa história, COM OS OLHOS E VALORES DE HOJE, aconteceram imensas coisas altamente reprováveis. Como aconteceu com imensos senão TODOS os países.
Mas da nossa história muito temos com que nos honrar e muito temos para celebrar.
Mas da nossa história muito temos com que nos honrar e muito temos para celebrar.
Este governo esbanja dinheiro com isto e outras coisas como agendas para isto e para aquilo.
E pagar aos médicos e enfermeiros e assistentes operacionais?
E celebrar decentemente Camões?
E os nossos diversos e necessitados museus, não mereciam ter parte substancial desses 34 milhões?
E os nossos diversos e necessitados museus, não mereciam ter parte substancial desses 34 milhões?
Ah, segredam-me aqui ao ouvido que, qualquer dia, a luminária criatura que decidiu isto é capaz de mandar gastar uns milhares ou milhões a mandar construir pranchas de surf.
O que ocorre é isto: um nojo.
O que ocorre é isto: um nojo.
António Cabral
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