Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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sábado, 15 de novembro de 2025
sexta-feira, 26 de setembro de 2025
FORA O QUE NÃO SE SABERÁ
Candidatos do PS assinaram candidatura independente de Filipe Araújo ao Porto.
Candidata a vereadora de Pizarro e outros candidatos do PS às Juntas estão entre proponentes da candidatura de Filipe Araújo à Câmara do Porto. Jorge Morgado, ligado à equipa de Pizarro, também.
Candidatos do PS assinaram candidatura independente de Filipe Araújo ao Porto.
Candidata a vereadora de Pizarro e outros candidatos do PS às Juntas estão entre proponentes da candidatura de Filipe Araújo à Câmara do Porto. Jorge Morgado, ligado à equipa de Pizarro, também.
Pizarro tem que ser eleito. Vale tudo.
AC
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
sexta-feira, 6 de junho de 2025
A DEGRADAÇÃO GALOPANTE
(notícia antiga do JN online) (sublinhados da minha responsabilidade)
O presidente da Câmara do Porto revelou, esta terça-feira, estranhar a abertura de tantas lojas de “souvenirs” (lembranças) em locais de destaque no centro da cidade. Rui Moreira recusa que o Porto seja transformado num “far-west” e insiste no fim do licenciamento zero.
Rui Moreira pede ao Governo poderes para regular lojas de souvenirs
“Como é possível, em sítios premium, de repente, abrirem determinadas lojas cujo produto da venda não parece suscitar o consumo dessas lojas?”, questionou o presidente da Câmara do Porto, insistindo que está de mãos atadas, uma vez que, devido ao licenciamento zero, a Autarquia só sabe que atividade vai funcionar numa loja quando esta abre.
“Muitas vezes, só sabemos que um estabelecimento noturno abriu, apesar das regras com a movida, depois de os espaços abrirem e quando os moradores vêm reclamar que há ruído. Não é normal que os presidentes de Câmara não possam ter relativamente à sua cidade, na regulação do comércio e das atividades económicas, qualquer capacidade de interferir para além do que está no PDM (Plano Diretor Municipal”, considerou Rui Moreira.
Manifestando-se preocupado com algo que “está a degradar a imagem da cidade”, Rui Moreira manifestou, assim, estranheza quanto ao facto de lojas que vendem “souvenirs” conseguirem receita suficiente para suportarem rendas de estabelecimento comerciais nobres do centro da cidade.
O autarca revelou, nesse sentido, que a sua estranheza não é única, informando que, em setembro do ano passado, foi contactado pelo então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, para lhe solicitar “um levantamento e o mapeamento” daquele tipo de lojas no Porto, referindo que estaria a ser efetuada uma investigação pela Procuradoria-Geral da República ao “boom” daquele tipo de comércio em Lisboa.
“Pedimos à Polícia Municipal. Há um ano, em 47 artérias do centro da cidade havia 181 lojas dessas. A preocupação então do ministro é que não parecia haver uma relação direta entre as vendas e as rendas, na medida em que se vão apropriando de locais 'premium' da cidade do Porto, o que não parece ser compaginável com o tipo de produtos que vendem. Há, de facto, um problema”, vincou.
Ainda assim, Rui Moreira recusou especular sobre eventuais “interesses ocultos” na proliferação das lojas de “souvenirs” no centro do Porto. “Não me compete avaliar se há interesses ocultos ou não. Apenas transmitir a preocupação que o Ministério da Administração Interna tinha e que acho que a maior parte dos cidadãos do Porto também tem”, referiu, para reforçar: “A burocracia não se acaba com tudo ao molhe e fé em Deus”.
“Tem-se procurado combater a burocracia pelos automatismos. Qual é o problema? Transforma-se a cidade num far-west, onde qualquer pessoa pode abrir qualquer atividade sem ter qualquer satisfação”, sustentou o autarca.
Manifestando-se “incomodado” com o encerramento da Livraria Latina, o presidente da Câmara do Porto responsabilizou sobretudo os hábitos de consumo dos cidadãos, que optam, cada vez mais, por compras online.
“Muitas das pessoas que estão indignadas nunca lá compraram um livro. Uma loja não é um papel de parede. É um sitio onde temos de ir. Isso leva a que este tipo de atividades extingam. Um presidente de Câmara nada pode fazer, pode apenas chorar como os outros. Tem muito a ver com as opções que os cidadãos fazem. Temos que perceber que ditamos o futuro de uma cidade através das nossas práticas de consumo. Se queremos comércio e restaurantes tradicionais temos que ser nós os consumidores”, sustentou.
O presidente da Câmara do Porto revelou, esta terça-feira, estranhar a abertura de tantas lojas de “souvenirs” (lembranças) em locais de destaque no centro da cidade. Rui Moreira recusa que o Porto seja transformado num “far-west” e insiste no fim do licenciamento zero.
Rui Moreira pede ao Governo poderes para regular lojas de souvenirs
“Como é possível, em sítios premium, de repente, abrirem determinadas lojas cujo produto da venda não parece suscitar o consumo dessas lojas?”, questionou o presidente da Câmara do Porto, insistindo que está de mãos atadas, uma vez que, devido ao licenciamento zero, a Autarquia só sabe que atividade vai funcionar numa loja quando esta abre.
“Muitas vezes, só sabemos que um estabelecimento noturno abriu, apesar das regras com a movida, depois de os espaços abrirem e quando os moradores vêm reclamar que há ruído. Não é normal que os presidentes de Câmara não possam ter relativamente à sua cidade, na regulação do comércio e das atividades económicas, qualquer capacidade de interferir para além do que está no PDM (Plano Diretor Municipal”, considerou Rui Moreira.
Manifestando-se preocupado com algo que “está a degradar a imagem da cidade”, Rui Moreira manifestou, assim, estranheza quanto ao facto de lojas que vendem “souvenirs” conseguirem receita suficiente para suportarem rendas de estabelecimento comerciais nobres do centro da cidade.
O autarca revelou, nesse sentido, que a sua estranheza não é única, informando que, em setembro do ano passado, foi contactado pelo então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, para lhe solicitar “um levantamento e o mapeamento” daquele tipo de lojas no Porto, referindo que estaria a ser efetuada uma investigação pela Procuradoria-Geral da República ao “boom” daquele tipo de comércio em Lisboa.
“Pedimos à Polícia Municipal. Há um ano, em 47 artérias do centro da cidade havia 181 lojas dessas. A preocupação então do ministro é que não parecia haver uma relação direta entre as vendas e as rendas, na medida em que se vão apropriando de locais 'premium' da cidade do Porto, o que não parece ser compaginável com o tipo de produtos que vendem. Há, de facto, um problema”, vincou.
Ainda assim, Rui Moreira recusou especular sobre eventuais “interesses ocultos” na proliferação das lojas de “souvenirs” no centro do Porto. “Não me compete avaliar se há interesses ocultos ou não. Apenas transmitir a preocupação que o Ministério da Administração Interna tinha e que acho que a maior parte dos cidadãos do Porto também tem”, referiu, para reforçar: “A burocracia não se acaba com tudo ao molhe e fé em Deus”.
“Tem-se procurado combater a burocracia pelos automatismos. Qual é o problema? Transforma-se a cidade num far-west, onde qualquer pessoa pode abrir qualquer atividade sem ter qualquer satisfação”, sustentou o autarca.
Manifestando-se “incomodado” com o encerramento da Livraria Latina, o presidente da Câmara do Porto responsabilizou sobretudo os hábitos de consumo dos cidadãos, que optam, cada vez mais, por compras online.
“Muitas das pessoas que estão indignadas nunca lá compraram um livro. Uma loja não é um papel de parede. É um sitio onde temos de ir. Isso leva a que este tipo de atividades extingam. Um presidente de Câmara nada pode fazer, pode apenas chorar como os outros. Tem muito a ver com as opções que os cidadãos fazem. Temos que perceber que ditamos o futuro de uma cidade através das nossas práticas de consumo. Se queremos comércio e restaurantes tradicionais temos que ser nós os consumidores”, sustentou.
Quantos dos meus concidadãos se incomodam com este crescente estado de coisas?
Nada de xenofobia, e de racismo mas, quando é que se olha seriamente para estas coisas?
AC
segunda-feira, 15 de julho de 2024
O PORTO e a SEGURANÇA
Ainda há poucos dias li notícias sobre operações várias das polícias no encalço de grupos de criminalidade e designadamente bandos da droga.
Ainda há poucos dias li notícias sobre operações várias das polícias no encalço de grupos de criminalidade e designadamente bandos da droga.
Recorrente.
Recorrente esse caso, o da droga, com os colaterais que são as notícias sobre certos bairros onde a miséria humana grassa, nas mais diversas variantes.
- se percebi bem o que li, parece existir um conjunto de questões legais e administrativas que dificultam a solução do problema que terá de passar, creio, por desalojamento dessa gentalha do local em causa, arranjar solução para os instalar e integrar; integração, é possível?
Agora, sobre um prédio abandonado numa dada avenida do Porto são reportados receios e incidentes vários.
As pessoas andam, obviamente, cada vez mais apavoradas.
Li a notícia duas vezes.
Coisas que me chamaram à atenção:
- o que agora é noticiado tem anos de existência, é do conhecimento das autoridades,
- sempre terá havido alertas às diferentes autoridades, designadamente as polícias, a autarquia, o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), a proteção civil, o NPISA (Núcleo de Planeamento e Intervenção a Pessoas em Situação de Sem-Abrigo),
- está em causa um elevado número de indivíduos que assalta, provoca distúrbios, faz corridas ilegais, entrega-se a práticas ilícitas as mais diversas,
- está no centro da coisa um edifício que foi/é do Estado, esteve dado à Direção de Recrutamento Militar, está abandonado e é ilegalmente ocupado por gentalha,
- está no centro da coisa um edifício que foi/é do Estado, esteve dado à Direção de Recrutamento Militar, está abandonado e é ilegalmente ocupado por gentalha,
- se percebi bem o que li, parece existir um conjunto de questões legais e administrativas que dificultam a solução do problema que terá de passar, creio, por desalojamento dessa gentalha do local em causa, arranjar solução para os instalar e integrar; integração, é possível?
O que parece estar a passar-se evidencia uma certa demora em olhar o assunto de frente, com rigor e determinação.
Entretanto, a população vive assustada.
Isso interessa?
Se calhar nada, ainda não estão a tratar das próximas eleições autárquicas. De qualquer maneira, o sr Moreira já não se pode recandidatar.
AC
Ps: Hoje no JN, mais uma notícia de violência, agressão a turistas, na zona da chamada "movida", por gentalha suspeita de ligação ao tráfico de droga. O costume. Com os nossos brandos costumes isto nunca vai abrandar, quanto mais acabar.
terça-feira, 31 de março de 2020
É NORMAL? HUM.................!
É normal Trump dizer uma coisa e a seguir o seu contrário?
Penso que é.
Porquê? Porque estou perfeitamente convicto de que é espertalhão, não é burro, mas é um anormal, impreparado, incoerente, cretino, a adjectivação aplicável é infinda, por isso fico por aqui.
É normal um PM mentir e aldrabar? É!
Como António Costa, por cá têm sido vários ao longo de décadas, e os jornalistas e políticos apaniguados acham que são uns excelentes e habilidosos políticos!!!!!!!!! E lá por fora passa-se muito do mesmo.
É normal haver autarcas que se julgam acima do comum dos cidadãos e acima da lei e acima de tudo?
Não devia ser mas acontece muito.
No caso do autarca Rui Moreira as suas frequentes irritações
demonstram, na minha opinião naturalmente, a falta de categoria de que se afirma possuidor.
Que um autarca discorde disto ou daquilo penso que é legítimo e normal e faz parte do processo democrático, mas deve assentar em factos demonstráveis e legislação em vigor. E deve haver coerência de procedimentos.
No caso presente da sua irritação perante mais uma declaração pública da inefável criatura comparada a orquídeas, a ser verdade que nunca foi contactado sobre essa eventualidade, está então com bastante razão para se irritar.
Se o cordão sanitário é ou não uma boa medida isso é outra conversa, é com os técnicos na área da saúde, não sei nem tenho de saber, nem ele Rui Moreira.
É normal a sucessão de afirmações disparatadas em certas pessoas?
É o que se verifica, sobretudo naquelas pessoas que tendo trepado na vida sempre dentro das camarilhas nunca perceberam percebem ou perceberão que os cargos que ocupam são temporários, e que devem servir e não servir-se.
É normal o que Marcelo disse acerca da zanga de Rui Moreira?
A normalidade das coisas em democracia é entendida de diferentes formas e há que respeitar isso.
Eu, porventura mais desajeitadamente do que ele, o vá referindo constantemente nos meus desabafos, aqui no blogue, em família, com amigos e conhecidos. Procuro ser e creio que sou coerente.
Já Marcelo gosta de dourar a pílula. Ir buscar o homem da OMS para atenuar as zangas cá no burgo, parece-me um pouco deslocado, quando creio que o senhor tem sido mais que um "Graça Freitas" nas sucessivas declarações.
Quer o da OMS quer por cá os PS incluindo Graça Freitas, o que foi sendo dito foi basicamente - "isso não chega cá", "estamos a fazer tudo", "não há problema malta" - o que a realidade tem em boa parte desmentido.
Esta coisa de afirmar com aquele sorriso irritante - "Hoje sabemos que o processo é este e queremos ter o máximo de elementos sobre a sua situação" fala por si, caracteriza bem o personagem, se de caracterização precisasse.
É como estamos.
É normal? É, no sentido de que a descarada ausência de vergonha na cara desta gente toda é uma constante.
AC
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
A PROPÓSITO de RUI MOREIRA
Como sempre, respeito as opiniões alheias, mesmo discordando.
Vem isto a propósito do autarca do Porto (que não conheço pessoalmente, mas de quem tenho referências de pessoas do Porto que o admiram), uma das pessoas públicas porventura mais "inchadas" e, pelo seu comportamento, para os olhos dos outros cada vez mais dá a sensação de se considerar como dono da cidade do Porto.
O "burguês da Foz" como alguns o designam por exemplo nos OCS, vai mostrando tiques vários e em que o tique autoritário não é o menor.
Um dos senhores públicos que mais gosta que lhe tenham "respeitinho", esquecendo-se que para se merecer respeito é necessário, antes de mais, dar-se ao respeito.
Basta recordar algumas das suas querelas públicas.
É um senhor que amofina facilmente, e em quase tudo que lhe desagrada parece ver um ataque soez à sua política autárquica.
Esquece-se, parece, da indispensável e democrática diferença de opiniões e da liberdade de expressão.
Como sempre, respeito as opiniões alheias, mesmo discordando.
Vem isto a propósito do autarca do Porto (que não conheço pessoalmente, mas de quem tenho referências de pessoas do Porto que o admiram), uma das pessoas públicas porventura mais "inchadas" e, pelo seu comportamento, para os olhos dos outros cada vez mais dá a sensação de se considerar como dono da cidade do Porto.
O "burguês da Foz" como alguns o designam por exemplo nos OCS, vai mostrando tiques vários e em que o tique autoritário não é o menor.
Um dos senhores públicos que mais gosta que lhe tenham "respeitinho", esquecendo-se que para se merecer respeito é necessário, antes de mais, dar-se ao respeito.
Basta recordar algumas das suas querelas públicas.
É um senhor que amofina facilmente, e em quase tudo que lhe desagrada parece ver um ataque soez à sua política autárquica.
Esquece-se, parece, da indispensável e democrática diferença de opiniões e da liberdade de expressão.
Agora anunciou um amplo museu na cidade e, por estas coisas, aliás creio que dignas de elogio, mais se vai convencer do seu desígnio majestático à superfície da terra.
Haja paciência para aturar este e outros autarcas.
Sobretudo quando se insultam nas assembleias municipais, como vou sabendo sobre algumas autarquias na margem Sul do Tejo.
AC
Haja paciência para aturar este e outros autarcas.
Sobretudo quando se insultam nas assembleias municipais, como vou sabendo sobre algumas autarquias na margem Sul do Tejo.
AC
(lembro a propósito de arte e museus, esta "arte" em baixo, e o que dizia meu pai que tinha formação em Belas Artes - não troces, não insultes, lembra-te que não tens formação para compreender - e de facto não tenho formação mas, respeitando isto, acho que se enquadra bem na categoria de mamarracho e eu faria melhor, pelo menos quanto ao rádio, e à peça de mármore.
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
CHEIAS e DONOZINHO DAQUILO
As cheias e as chuvadas, ou o contrário, mais as descargas das barragens, tiveram as habituais consequências nas baixas de Gaia e Porto.
O outrora comentador na TV e desde há uns anos presidente da Câmara Municipal do Porto, cada vez mais demonstra vaidade extrema e ser homem de humores variados e zangas periódicas.
Na sequência do transbordar do Douro atirou flechas a toda a gente.
É típico dos birrentos. E típico dos birrentos e egoístas como na cidade vai demonstrando com quem com ele mais de perto trata, não gosta que outros ocupem palcos onde ele gosta de estar e se possível sempre sozinho. Concretamente, na TV.
Vem isto a propósito das frechadas que atirou ao capitão do porto, oficial que, pelo que vejo, não se ficou e fez muito bem.
Este episódio é típico do Portugalinho aristocrático e do respeitinho serôdio tão ao gosto dos ricos e onde nadam os Moreiras e outras espécies.
Certos senhores, que gostam muito de espadanar para todo o lado, esquecem muitas vezes de se informar melhor antes de abrirem a boca. E frequentemente esquecem-se de ver se tem representantes em certos organismos.
Ao que leio tudo indica ser o caso.
Mais um triste e inchado de soberba.
O sr Moreira é capaz de não saber que, muito antes dele se passear pelo Porto, que há muitas décadas existe e funciona o tal Centro de Previsão e Prevenção das Cheias do Douro (CPPCD). E que tal centro tem uma certa composição.
Claro que ás vezes, diz-me a experiência de vida, alguns representantes não se esforçam muito e não dão cavaco a quem de direito. Desconheço se por acaso isso aqui também sucedeu.
Detalhes certamente sem importância para o sr Moreira.
AC
segunda-feira, 10 de junho de 2019
PORTO, MURALHAS FERNANDINAS
O Porto é uma das várias cidades do meu País que me fascina.
Por várias razões, por diferentes aspectos.
Tanto quanto julgo saber, e a propósito do título, terá sido ao tempo de D. Afonso IV que foi mandado construir-se uma defesa amuralhada para tentar proteger o Porto.
O nome de muralhas Fernadinas advém de ter sido completado no seu reinado ( D. Fernando) o que antes fora iniciado.
Entre muralha e torres a distâncias variadas, estamos a falar de 11 a cerca de16 metros de altura.
Complicado de escalar.
Das muralhas Fernandinas há a reter, por exemplo, os Guindais, certas portas, o postigo do carvão, a Torre Maior.
Um dos muitos interesses da cidade é este, é passear pelos restos das muralhas, é o interesse para quem aprecia o seu País, a sua história, os séculos sobre nós passados, o património edificado.
AC
O Porto é uma das várias cidades do meu País que me fascina.
Por várias razões, por diferentes aspectos.
Tanto quanto julgo saber, e a propósito do título, terá sido ao tempo de D. Afonso IV que foi mandado construir-se uma defesa amuralhada para tentar proteger o Porto.
O nome de muralhas Fernadinas advém de ter sido completado no seu reinado ( D. Fernando) o que antes fora iniciado.
Entre muralha e torres a distâncias variadas, estamos a falar de 11 a cerca de16 metros de altura.
Complicado de escalar.
Das muralhas Fernandinas há a reter, por exemplo, os Guindais, certas portas, o postigo do carvão, a Torre Maior.
Um dos muitos interesses da cidade é este, é passear pelos restos das muralhas, é o interesse para quem aprecia o seu País, a sua história, os séculos sobre nós passados, o património edificado.
AC
quarta-feira, 4 de julho de 2018
ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA
Ora aqui está um exemplo resultante da especulação imobiliária, mas no interior profundo.
Como só querem Lisboa e Porto esta luxuosa moradia com quintal privativo e excelente vista está por habitar há muito tempo.
E logo quando andam tantos por aí que bem mereciam ir morar neste tipo de apartamento!!!!
AC
Ora aqui está um exemplo resultante da especulação imobiliária, mas no interior profundo.
Como só querem Lisboa e Porto esta luxuosa moradia com quintal privativo e excelente vista está por habitar há muito tempo.
E logo quando andam tantos por aí que bem mereciam ir morar neste tipo de apartamento!!!!
AC
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