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domingo, 23 de novembro de 2025

quarta-feira, 16 de julho de 2025

BOA  CAMA,  BOA  MESA

Há muitas maneiras para avaliar como vamos de turismo. 

Refiro-me ao turismo nacional e, concretamente, ao fruir de alguns dias em terras portuguesas e nomeadamente na área do Continente.

O ano passado, para alguns dias de férias e banhocas Algarvias no hotel onde (fará agora 13 anos salvo erro) costumo ir espairecer um pouco, já os preços escaldaram mais que em 2023, ano que já aqueceu muito a carteira. Os preços deste ano escaldam, quase fazem cair a pele. Portanto, e como vem acontecendo desde 2021, vão-se cortando os dias de permanência.

Mas ao que quero concretamente referir-me é outra coisa.

Desde sobretudo 2001 tenho podido mas cada vez menos tempo, andar por alguns sítios "simpáticos", com preços a puxar um pouco para o "carote". Por isso, nos últimos anos os devaneios vão sendo menos.

Ao olhar agora para o livrinho dei-me conta que num dos muito bons poisos onde estive em 2022, o preço actual da estadia basicamente duplicou.

Oh sr Ventura, não é de certeza por causa da imigração selvagem dos últimos anos, a descontrolada, e alguma ilegal.

FOGO, quase duplicou! Se já era caro, como designar agora?

Para grandes males grandes remédios. 

Em casa sai-me barato!

AC

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

LINHAS TORTAS e LINHAS DIREITAS

Ontem, ao jantar, para celebrar a premonição do sr António Costa - que cairia no dia em que precisasse do PSD - abri esta garrafa. Bebi com gosto, e o jantar estava óptimo.

AC

terça-feira, 21 de setembro de 2021

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

CHEIAS e   DONOZINHO  DAQUILO
As cheias e as chuvadas, ou o contrário, mais as descargas das barragens, tiveram as habituais consequências nas baixas de Gaia e Porto.
O outrora comentador na TV e desde há uns anos presidente da Câmara Municipal do Porto, cada vez mais demonstra vaidade extrema e ser homem de humores variados e zangas periódicas.
Na sequência do transbordar do Douro atirou flechas a toda a gente.
É típico dos birrentos. E típico dos birrentos e egoístas como na cidade vai demonstrando com quem com ele mais de perto trata,  não gosta que outros ocupem palcos onde ele gosta de estar e se possível sempre sozinho. Concretamente, na TV.
Vem isto a propósito das frechadas que atirou ao capitão do porto, oficial que,  pelo que vejo, não se ficou e fez muito bem.
Este episódio é típico do Portugalinho aristocrático e do respeitinho  serôdio tão ao gosto dos ricos e onde nadam os Moreiras e outras espécies.
Certos senhores, que gostam muito de espadanar para todo o lado, esquecem muitas vezes de se informar melhor antes de abrirem a boca. E frequentemente esquecem-se de ver se tem representantes em certos organismos.
Ao que leio tudo indica ser o caso.
Mais um triste e inchado de soberba. 
O sr Moreira é capaz de não saber que, muito antes dele se passear pelo Porto, que há muitas décadas existe e funciona o tal Centro de Previsão e Prevenção das Cheias do Douro (CPPCD). E que tal centro tem uma certa composição.
Claro que ás vezes, diz-me a experiência de vida, alguns representantes não se esforçam muito e não dão cavaco a quem de direito. Desconheço se por acaso isso aqui também sucedeu.
Detalhes certamente sem importância para o sr Moreira.
AC