quarta-feira, 16 de julho de 2025

BOA  CAMA,  BOA  MESA

Há muitas maneiras para avaliar como vamos de turismo. 

Refiro-me ao turismo nacional e, concretamente, ao fruir de alguns dias em terras portuguesas e nomeadamente na área do Continente.

O ano passado, para alguns dias de férias e banhocas Algarvias no hotel onde (fará agora 13 anos salvo erro) costumo ir espairecer um pouco, já os preços escaldaram mais que em 2023, ano que já aqueceu muito a carteira. Os preços deste ano escaldam, quase fazem cair a pele. Portanto, e como vem acontecendo desde 2021, vão-se cortando os dias de permanência.

Mas ao que quero concretamente referir-me é outra coisa.

Desde sobretudo 2001 tenho podido mas cada vez menos tempo, andar por alguns sítios "simpáticos", com preços a puxar um pouco para o "carote". Por isso, nos últimos anos os devaneios vão sendo menos.

Ao olhar agora para o livrinho dei-me conta que num dos muito bons poisos onde estive em 2022, o preço actual da estadia basicamente duplicou.

Oh sr Ventura, não é de certeza por causa da imigração selvagem dos últimos anos, a descontrolada, e alguma ilegal.

FOGO, quase duplicou! Se já era caro, como designar agora?

Para grandes males grandes remédios. 

Em casa sai-me barato!

AC

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