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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

ESTÃO ? ESTAVAM.......

Sim, falo de Coimbra, que é uma lição e oxalá outros aprendam.

AC

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

O  NÍVEL  da  ABSTENÇÃO

Estamos em 2021, já se comemoraram 47 anos passados sobre a revolta militar dos Capitães em 24 de Abril de 1974.

E não é que uns quantos senhores persistem nas suas palavrosas "boutades", denunciando sem margem para dúvidas que vivem num Portugal que não é o da esmagadora maioria dos portugueses?

Parece que, para certos personagens, continua difícil de entender que cada vez mais portugueses não votem. Para alguns era muito importante ter votado neste Domingo para permitir aos autarcas eleitos a capacidade de iluminados para gerirem os fundos Europeus. 

Para uns também iluminados, neste momento, o importante é a bazuca.

Nada de preocupações com coisas acessórias como, colocar o pão à mesa para a família, subida contínua do preço do gás da água e da electricidade, subida contínua e desenfreada dos combustíveis para viaturas, que os preços nas grandes superfícies não tenham subido muito ao mesmo tempo que o que está dentro das embalagens vá sendo menos, que cada vez mais se vendam menos jornais, que em certas cantinas as refeições se estejam a degradar, que o problema da natalidade em Portugal não é nada de especial e preocupante e que se resolve facilmente com migrantes em vez de se estimular as jovens famílias com políticas públicas, que seja rotineira a ausência de forças de segurança nas ruas a não ser surgindo súbitos ajuntamentos tipo Santos e Bairro Alto etc. Ficava aqui a noite toda a desfiar o rosário imenso das pequeninas coisas sem "importância" na sociedade. Mas não quero maçar as excelências.

Será talvez necessário fazer-lhes um desenho, para explicar a esta gentinha o porquê da contínua e brutal abstenção de basicamente 47%, a que podemos juntar os votos em branco e nulos, tudo perfazendo creio eu, mais de 50 % os que estão já cansados disto?

António Cabral (AC)

QUE GOZO

Que gozo me deu e ao velhote o pedante lá no Porto ter perdido a maioria absoluta

AC

AINDA  NÃO  PAROU  DE  RIR

QUEM?

Pedro Nuno Santos, de tal forma que já teve de massajar o ventre pois até já lhe dói a barriga de tanto rir depois de ver a cara patética de Medina. Se nada é certo na vida para além de que um dia todos falecemos, Medina pode tirar os cavalinhos da chuva quanto a pretensões a vir a chefiar o PS.

Pedro Nuno Santos ri a bom rir. E com ele o velhote. Pela minha parte deu-me um gozo tremendo ver que este patetinha ficou com a carinha mais que amarela. Ah, e dizem-me que António Costa gastou já uns euros da bazuca em pastilhas para a azia.

AC

domingo, 26 de setembro de 2021

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2021 - CANDIDATOS

JÁ VOTEI, CUMPRI O MEU DEVER DE CIDADÃO. EXERCI O MEU DIREITO.

ENCONTREI UMA SENHORA QUE ESTAVA ANGUSTIADA, INDECISA, E REVOLTADA COM O QUE FOI OUVINDO NA CAMPANHA E, QUE QUASE TODOS OS DIAS, FOI A CERTOS LOCAIS AQUI DA CIDADE PARA CONFIRMAR A "BELEZA" QUE CERTOS CANDIDATOS EVOCAVAM. 

PRESUMO QUE COMO ELA DEVEM ESTAR MUITOS CIDADÃOS. 

TENHAM UM BOM DOMINGO. VAMOS AGUARDAR PELOS RESULTADOS E VERIFICAR QUÃO SATISFEITOS ESTÃO OS MEUS CONCIDADÃOS.

AC

ELEIÇÕES  AUTÁRQUICAS  2021 

26 SETEMBRO

Antes de colocar os boletins na urna pense bem, pense em muitas das promessas (e mentiras ?) que ouviu. São realizáveis? Ou são a mais pura das mentiras? Pense nas promessas que lhe fizeram, anos atrás, várias vezes, sempre não cumpridas.

Pense bem, olhe bem para o que se passou nos últimos anos.

Tenha um bom, descansado e santo Domingo. Saúde.

AC

sábado, 25 de setembro de 2021

ELEIÇÕES  AUTÁRQUICAS  2021

DIA de REFLEXÃO !

A que assistimos durante estas campanhas, sim campanhas, pois muito antes da fase oficial de campanha eleitoral, como sempre, todos andam nas ruas a gritar e a espalhar panfletos (para o Pacheco Pereira guardar), de mão em mão, ou nas caixas de correio de cada um. Que aconteceu?

Salvo melhor opinião, eleitoralismo bafiento, muitas vezes nojento, incoerente, vergonhoso nas promessas, desonesto intelectualmente e não só, na esmagadoramente maioria dos casos com cartazes inacreditáveis nos mais diversos aspectos, com debates em rádios locais e nas TV muitas vezes verdadeiramente confrangedores.

Nestas semanas de bombardeamento demagógico não segui com toda a atenção o que se foi passando. Mas alguma coisa fui observando. 

Os resumos apresentados na TV por Ricardo Araújo Pereira foram eloquentes. Não cobriram as 308 autarquias, mas foi muito elucidativo.

Afonso Costa, perdão, António Costa foi sendo acusado
 de eleitoralismo, quer da parte da esquerda quer da direita. A meu ver com boa parte de razão. Mas especificamente sobre António Costa, amanhã, Domingo, talvez escreva qualquer coisa. 

Votar é um direito. Por cá ninguém é obrigado a ir votar mas, na minha perspectiva, este em simultâneo dever devia ser obrigatório. Devemos ser livres, mas particularmente de pensar e ponderar.

A sensação que me dá, mais uma vez nestas eleições, é que a maioria está anestesiada. Vou aguardar pelos resultados da votação, oxalá eu esteja enganado.

Em grande parte dos debates e em muitas das promessas, demagogos de todas as cores voltaram a falar no problema da habitação. Os Lisboetas, amanhã, é quase certo que vão dar poder a Medina, o tal fantástico autarca amigo de Salgado e companhia que, quanto a habitação, é fazer as contas ás promessas em anos sucessivos. É ver a concretização das promessas. Mas parece que os Lisboetas apreciam este tipo de gente.

Dos demagogos de todas as cores, para lá da habitação, o que ficou desta campanha? Sim, eu sei que posso andar distraído e ter tomado pouca atenção aos demagogos. Mas, pessoalmente, tenho uma noção razoável sobre os concelhos de, Lisboa, Cascais, Porto, Oeiras, Alcochete, Montijo, Idanha-a-Nova, Penamacor e Castelo Branco.

Isto dito, depois de ouvir uns quantos demagogos, ocorrem-me sobre esses territórios várias questões sem qualquer importância como por exemplo, os planos directores municipais, as contas financeiras das autarquias, o património cultural, os serviços públicos de higiene e limpeza e o que se constata nas ruas, as cantinas de certas escolas, as disciplinas nas escolas sem professores, os prédios abandonados, o estado dos autocarros dos transportes públicos, o atirar de milhares de euros para colectividades e outros às portas das eleições, a segurança nas ruas e, muito em particular, as trafulhices.

Tudo coisas sem grande importância, nomeadamente as trafulhices. Interessante o artigo do Público sobre a mulher de um conhecidíssimo ex-autarca muito apreciado pelo falecido Jorge Coelho. Tudo ninharias, tudo sem importância. Mas há tantas!

O que tivemos nesta campanha? Basicamente o mesmo de sempre, mas para pior.
AC

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA

Refiro-me à vergonhosa campanha de António Costa. Se ele e os seus correligionários que já vieram dizer que as acusações que lhes fazem são injustas, principalmente o sr Carneiro, se eles tivessem visto os dois primeiros programas de Ricardo Araújo Pereira, talvez então tivessem um pingo de vergonha na cara e ficassem calados. Mas, como é público e notório, não têm pingo nenhum de vergonha na cara, nem se calam com as promessas mil. Promessas que, aparentemente,  excedem já a bazuca. Ou seja, a seguir à bazuca, tiros de pólvora seca!

A colectânea apresentada nesses programas, aliás longe de cobrir as 308 câmaras municipais, é eloquente, e só intelectualmente desonestos negam aquilo que é evidente e descarado, o agitar explicitamente os dinheiros da bazuca em favor das autarquias que o PS tem dominado e das que quer conquistar. Até a minha idosa vizinha na aldeia percebe.

Os programas de Ricardo Araújo Pereira propiciaram também para quem anda distraído, mostrar a pouca vergonha daquilo a que chamam também um partido político. Chega de pouca vergonha. Um nojo.

AC

A  PROPÓSITO  DAS  ELEIÇÕES

As eleições, para Presidente da República, legislativas, autárquicas, são inerentes à democracia e ao Estado de Direito. 

É o dia que que todos somos iguais. Apenas nesse dia, no dia da eleição, pois cada voto conta, e nenhum é melhor ou mais importante que o voto do cidadão que esteve junto da assembleia de voto e urnas, antes e depois de outro cidadão.

Apenas nesse dia somos todos iguais.

Porque, se todos somos da mesma "massa", a realidade é que as formas são diferentes, e não me refiro ao útero, refiro-me ás condições sociais. Refiro-me ao acesso às oportunidades. refiro-me ao acesso à saúde, educação, habitação, alimentação, justiça.

Mas devíamos ser todos iguais perante a LEI. Como se verifica em Portugal, essa não é a realidade.

Para cada eleição, é suposto cada cidadão ponderar como lhe corre a vida profissional e familiar, ponderar na segurança e limpeza das ruas, nas dificuldades relativamente a habitação, educação dos filhos, saúde, carestia da vida, sustento da família, que resposta obtém aos problemas do país/ sociedade/ local onde vive.

Mas a realidade em Portugal é complexa e começa a aproximar-se do trágico, a maioria dos cidadãos está anestesiada e parece gostar de se sentir vigarizada. 

A maioria das pessoas não equaciona os problemas da sua vida e da colectividade, não pondera porque acontecem certas coisas.

A maioria das pessoas em Portugal esquece que ao colocar o boletim de voto ele já não volta a sair da urna. Esquecem que o voto tem consequências para, pelo menos, nos 4 anos seguintes.

Por favor meus caros concidadãos, não fiquem em casa, vão votar, ponderem bem antes de votar.

AC

A  PROPÓSITO  DAS  ELEIÇÕES

Meus caros concidadãos, POR FAVOR, peço-vos, IMPLORO-VOS, neste próximo Domingo não confundam as urnas de voto com as vossas sanitas.

Depois de colocarem os boletins de voto já nada há a fazer. IMPLORO-VOS, pensem bem antes de preencher e depositar os boletins de voto.

Se descontentes com o que se passa no nosso país, no local onde se vive, pensem seriamente, ponderem bem antes de votar. 

Nas urnas não há autoclismo!

António Cabral (AC)

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

AS ELEIÇÕES  AUTÁRQUICAS  2021

Nota prévia: como já referi em outro texto sobre o assunto, não tenho dedicado grande atenção a debates entre candidatos. Tenho neste momento uma noção razoável acerca dos "combates" entre as candidaturas em Almada, Montijo, Lisboa, Setúbal e Porto. Quanto ao Porto, tenho indicações diversas sobre a cidade, muito concretas, dada a informação privilegiada de familiares e amigos muito próximos que lá vivem.

Isto dito e salvo melhor opinião, no essencial continuamos na mesma. Demagogia, propaganda, mentira, ordinarice aqui e acolá, o governo em campanha descarada com o intrujão - mor na sua habitual e descarada ausência de vergonha na cara. Ah, e sempre surgindo notícias sobre investigações em autarquias.

Todos ou quase todos prometem mil coisas, um estilo de - agora comigo é que vai!

Quase todos consideram e falam sobre o problema da habitação. Dizem alguns que é o principal problema do país. Eu persisto, não é, a justiça o sistema de justiça esse sim, é o principal problema do país. A habitação, a saúde, a educação sim, são áreas decisivas da vida em colectividade. Mas sem ordem, sem justiça, sem combate eficaz ás desigualdades nunca iremos lá. Não é com Afonso Costas perdão, António Costas que nos safamos. E quão edificante justificar posições como agora o fizeram os rapazes do Tribunal Constitucional (TC). O engraçado disto, é ter sido António Costa a ter falado que o TC podia por exemplo estar em Coimbra. Aguardemos pelos capítulos seguintes.
AC

Ps: para já não falar das inúmeras competências que, formalmente, as autarquias municipais têm, e para não falar daquelas que algumas se "esquecem" de exercer. Agora com bazucadas ainda mais interessante vai ser.