O 25 de Abril de 1974 foi designadamente celebrado na Avenida da Liberdade por muitos milhares de portugueses. A descida da Avenida da Liberdade comandada pelos do costume.
Do que vi nos jornais e revistas e em blogues (este ano andei por Setúbal) em vários cartazes se viu "estamos aqui" ou - Não estava lá mas estou aqui" - misturados com muitos outros cartazes com óbvias conotações políticas, conotações a partidos mais à esquerda, à CGTP, etc.
Vi excelentes recordações sobre a memorável data que modificou Portugal para bem melhor, e designadamente por exemplo sobre o saudoso e decente como poucos - Salgueiro Maia.
Apercebi-me também de alguns cartazes que são eloquente demonstração do baixíssimo nível de certa (muita?) gente e que aqui não reproduzo.
Da leitura de jornais e revistas e blogues ressaltam várias coisas, várias opiniões, e designadamente que na Avenida da Liberdade houve forte participação de juventude.
Pessoas jovens, portanto, nascidas muito depois do 25 de Abril.
Será que essas centenas de jovens ouviram ou leram o discurso do PR Seguro na AR e as referência explícitas que ele fez aos jovens?
Pessoalmente estou convencido que uma grande maioria dos jovens não pensa nem reage exactamente como aqueles donos da verdade e do 25 de Abril anunciam que eles pensam e agem e reagem e defendem.
Aguardemos.
Vivo bem no nosso regime, desgostoso por muita coisa que permanece mal e que não é culpa do 25 de Abril mas sim dos que ao longo do tempo se serviram dos cargos que legitimamente ocuparam, em vez de terem servido a comunidade/ sociedade portuguesa.
Viva o 25 de Abril, viva Portugal.
António Cabral (AC)
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