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quarta-feira, 29 de abril de 2026

25 ABRIL - PORTUGAL - JUVENTUDE 

O 25 de Abril de 1974 foi designadamente celebrado na Avenida da Liberdade por muitos milhares de portugueses. A descida da Avenida da Liberdade comandada pelos do costume.

Do que vi nos jornais e revistas e em blogues (este ano andei por Setúbal) em vários cartazes se viu "estamos aqui" ou - Não estava lá mas estou aqui" - misturados com muitos outros cartazes com óbvias conotações políticas, conotações a partidos mais à esquerda, à CGTP, etc.

Vi excelentes recordações sobre a memorável data que modificou Portugal para bem melhor, e designadamente por exemplo sobre o saudoso e decente como poucos - Salgueiro Maia.

Apercebi-me também de alguns cartazes que são eloquente demonstração do baixíssimo nível de certa (muita?) gente e que aqui não reproduzo.

Da leitura de jornais e revistas e blogues ressaltam várias coisas, várias opiniões, e designadamente que na Avenida da Liberdade houve forte participação de juventude.

Pessoas jovens, portanto, nascidas muito depois do 25 de Abril.

Será que essas centenas de jovens ouviram ou leram o discurso do PR Seguro na AR e as referência explícitas que ele fez aos jovens?

Pessoalmente estou convencido que uma grande maioria dos jovens não pensa nem reage exactamente como aqueles donos da verdade e do 25 de Abril anunciam que eles pensam e agem e reagem e defendem.

Aguardemos.

Vivo bem no nosso regime, desgostoso por muita coisa que permanece mal e que não é culpa do 25 de Abril mas sim dos que ao longo do tempo se serviram dos cargos que legitimamente ocuparam, em vez de terem servido a comunidade/ sociedade portuguesa.

Viva o 25 de Abril, viva Portugal.

António Cabral (AC)

domingo, 12 de julho de 2020

DONO  DISTO  TUDO
Mais uma vez, escarrapachado nos OCS o que poderá vir a ser uma acusação a Ricardo Salgado. LAMENTÁVEL.
Estou à vontade, pois tenho uma péssima opinião sobre essa criatura.
Estou convencidíssimo que se trata de um grande bandido.
Mas convinha provar, e andar a espalhar coisas nos OCS não prova nada.
Há coisas extremamente difíceis de concretizar. Sobretudo em Portugal, com a legislação super garantística criada, e não por acaso que foi engendrada e posto em letra de lei, incluindo a velha questão do ónus da prova sempre em favor da malandragem.
Por exemplo, Miterrand não está cá, nem Soares, para confirmarem o que combinaram fazer (e foi feito) para, por exemplo, uma certa família regressar a Portugal.
Há uma grande diferença entre bancários e banqueiros ("banquier", em Francês).
Se um grande "Banquier" (sim, Francês) em privado conta determinadas coisas, devo não acreditar no que ele diz como foi a génese dessa questão?
Outra coisa, para mim uma falácia, a questão do que aconteceu  a famílias ricas do Estado Novo que sairam do País particularmente depois do 11 de Março de 1975.
Criaram a narrativa de que, depois das ESTÚPIDAS nacionalizações nesse tempo/ PREC, essas famílias ficaram na penúria. 
Há muitos anos que sei que os bebés não chegam de Paris em bico de cegonha.
Como se determinados impérios feitos por exemplo no Brasil  fossem possíveis assim do zero absoluto.
Como se antes de 25 de Abril de 1974 não houvesse pessoas com propriedades lá fora, estou a lembrar-me, por exemplo, que outros países também têm sobreiros.
Como se antes do 25 de Abril de 1974 não existisse Suíça.
Enfim aguardemos.
AC

sexta-feira, 28 de junho de 2019

28 JUNHO 2017.  TANCOS
Publicado nesta data um comunicado a informar o assalto a Tancos, a dar conhecimento aos Tugas que uns depósitos / paióis tinham sido arrombados/ roubados.
Quase logo de seguida, foi bramado aos Céus e aos Incréus que doesse a quem doesse tinha que ser tudo apurado, tudo mas mesmo tudo.
Como não têm vergonha na cara, como tentam que os portugueses TODOS sejam e se comportem como uns tolos, como pensam que todos os portugueses são desmemoriados e amnésicos, dois anos depois exigem a si próprios estarem caladinhos. 
Faz-se de morto, fazem-se de mortos.
Patético, patéticos. 
São titulares mas é de uma despudorada e descarada ausência de qualquer vergonha na cara.
Sobre esta telenovela que nem a pior mexicana conseguia ser pior que esta "made" in Portugal, com um "starring" maravilhoso, desde várias estrelas nos ombros, a inchados de pesporrência, a homens de gabinete, a donos disto tudo, a políticos vergonhosos, tudo parecendo muito mafioso, lembrei-me deste trecho:
Elucidativo. 
Sobretudo quando formos rever os depoimentos de vários militares na CPI na AR e formos, também, reler certos escritos evocando coisas bem patéticas.
E é preciso acrescentar ou melhor, recordar, pois andam vários esquecidos ou a fazer-se esquecidos e que é o seguinte: que militar com coluna vertebral, militar digno (que são a esmagadora maioria dos oficiais sargentos e praças das FA), sabe que  está subordinado, sabe bem o que é subordinação, mas também sabe o que é submissão e detesta a submissão, e não encobre canalha, civil ou militar. 
Desgraçado País.
AC