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terça-feira, 25 de junho de 2024

sii sempre gentile e umile . . .
ricorda, signori si nasce,
non si diventa!

                            Totó

Gentil, humilde . . . nasce-se senhor . . . 
RIP.

Exactamente, aplica-se inteiramente ao meu desaparecido amigo.
Aplica-se, igualmente, a outros.
Mas há muitos que não passaram e passam de vermes.

AC

quinta-feira, 2 de março de 2023

quinta-feira, 2 de abril de 2020

UM  GRANDE  SENHOR
Todos temos defeitos e qualidades.
Todos, ao longo da vida, teremos tomado decisões que mais tarde venhamos a reconhecer que foram bem patetas.
Penso que isto tudo se me aplica mas, o que quero referir, é que o estou a escrever a propósito de um concidadão mais velho do que eu, e que foi o meu/ nosso Presidente de República eleito após o famigerado e detestável PREC.
Do muito pouco que vejo no televisor (excepto alguns filmes) assisti com imenso prazer à entrevista que ontem o general Ramalho Eanes concedeu a uma jornalista da RTP que com frequência devia medir melhor as palavras.
Eanes demonstrou a meu ver, mais uma vez, o que é honestidade intelectual, seriedade, calma, lucidez, amor ao próximo, honradez.
Independentemente de algumas coisas mais que dispensáveis ao longo da sua vida, por exemplo um dos negativos pontos altos que foi a "cena" do PRD (para mim obviamente em grande parte por retribuição do ódio que Soares lhe votava), demonstrou o que é ser um grande senhor.
Muitas criaturas que se pavoneiam na nossa vida pública deviam olhar para este exemplo de seriedade.
UM GRANDE SENHOR.
AC

domingo, 4 de fevereiro de 2018

GENERAL RAMALHO EANES
Como todos nós, ao longo da sua vida este nosso primeiro Presidente da República pós 25 Abril algumas coisas desejaria não ter feito.
Mas tenho um grande respeito por este homem de bem, intelectualmente honesto, humilde, honrado, com coluna vertebral e não colagénio no sítio das vértebras.

Como têm existido poucos na nossa história recente.
Procurou sempre servir, e creio que nunca se serviu, ao contrário de uma esmagadora maioria das chamadas elites.
António Cabral