AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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domingo, 3 de maio de 2026
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
JORNALISMO
A qualidade dos jornalistas em Portugal (interessa o que lá fora também se passa), designadamente os que nos entram em casa pelo televisor quando a medo se liga o aparelho, particularmente "pivots" de telejornais, é cada vez mais de molde a deixar de ver noticiários. E eu já vejo muito poucos, e cada vez menos TV.
Mais vale rádio, o cheiro não é tão nauseabundo.
Os jornalistas devem informar, transmitir factos, histórias, alertar para programas culturais, para eventos vários, e deixar que as pessoas fiquem a saber de factos, confirmados. É preciso, é indispensável, investigar e confirmar e, depois, informar, e não adoptar copianço de redes sociais.
Os jornalistas não são guardiões do governo que está.
Os jornalistas não têm de evitar as coisas incómodas para o governo que está.
Os jornalistas não devem ser subservientes, sabujos, lacaios, autênticos cães amestrados como se verifica cada vez mais nas TV's e em vários jornais. Aliás e, salvo melhor opinião, alguns jornais que caricatamente costumam ser designados de "referência", estão nitidamente transformados em guardiões de certos partidos.
E o engraçado é a propaganda constante tendente a fazer crer aos incautos que são aos milhões, que a maioria das TV e jornais estão dominados por "direitolas".
E a continuação deste estado de coisas é trágico, porque não há democracia sem comunicação social independente, assertiva, que investigue, que alerte. Sem OCS dignos e livres com jornalistas com coluna vertebral, a democracia fica coxa, doente.
A qualidade dos jornalistas em Portugal (interessa o que lá fora também se passa), designadamente os que nos entram em casa pelo televisor quando a medo se liga o aparelho, particularmente "pivots" de telejornais, é cada vez mais de molde a deixar de ver noticiários. E eu já vejo muito poucos, e cada vez menos TV.
Mais vale rádio, o cheiro não é tão nauseabundo.
Os jornalistas devem informar, transmitir factos, histórias, alertar para programas culturais, para eventos vários, e deixar que as pessoas fiquem a saber de factos, confirmados. É preciso, é indispensável, investigar e confirmar e, depois, informar, e não adoptar copianço de redes sociais.
Os jornalistas não são guardiões do governo que está.
Os jornalistas não têm de evitar as coisas incómodas para o governo que está.
Os jornalistas não devem ser subservientes, sabujos, lacaios, autênticos cães amestrados como se verifica cada vez mais nas TV's e em vários jornais. Aliás e, salvo melhor opinião, alguns jornais que caricatamente costumam ser designados de "referência", estão nitidamente transformados em guardiões de certos partidos.
E o engraçado é a propaganda constante tendente a fazer crer aos incautos que são aos milhões, que a maioria das TV e jornais estão dominados por "direitolas".
E a continuação deste estado de coisas é trágico, porque não há democracia sem comunicação social independente, assertiva, que investigue, que alerte. Sem OCS dignos e livres com jornalistas com coluna vertebral, a democracia fica coxa, doente.
Perguntas por fazer? Uma lista enorme..........
Incomodar SExas?.......que horror....... Nem pensar...............
Questões relevantes? Ui, deixa isso...............
As aldrabices, as pouca vergonhas dos últimos meses continuam a ficar muito convenientemente fora das preocupações dos ditos jornalistas e das suas chefias.
Desgraçado País, desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC
As aldrabices, as pouca vergonhas dos últimos meses continuam a ficar muito convenientemente fora das preocupações dos ditos jornalistas e das suas chefias.
Desgraçado País, desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC
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