Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 3 de março de 2026
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
A SEPARAÇÃO de PODERES
Como ao longo do tempo aqui no blogue algumas vezes referi, sempre me interessei por questões do direito, da justiça. Não sou jurista, mas as circunstâncias da vida ditaram que eu tenha uma noção básica de assuntos de direito e, concretamente, umas noções mínimas de direito constitucional e de ciência política.
Isto dito e presente a nossa CRP, concretamente o Art. 2º, a República Portuguesa é um Estado de Direito Democrático, baseado na...........separação e interdependência de poderes................
Isto recordado, e depois de a propósito dos 40 anos da morte de Sá Carneiro ouvir uma arengas sobre justiça, a que acrescem as palhaçadas envolvendo uma série de pantomineiros que se têm por espertalhaços, tenho estado, MAIS UMA VEZ, a olhar para múltiplos aspectos no âmbito da justiça no meu País. E, entre outras coisas por onde tenho andado a "navegar" e a consultar apontamentos pessoais, embiquei uma vez mais no tema Conselho Superior da Magistratura (CSM).
E lá voltei a contar a sua composição que dá o seguinte:
Presidente (Presidente do STJustiça)
Vice-Presidente
2 Vogais designados pelo Presidente da República
7 Vogais eleitos pela Assembleia da República
6 Vogais eleitos pelos Magistrados Judiciais.
E isto dá, se ainda sei somar, 9 elementos nomeados politicamente num quadro de 17 ou seja, a maioria é nomeada pelos poderes políticos.
Será que assim é assegurada uma verdadeira separação de poderes?
Hummmm........
António Cabral (AC)
sábado, 8 de agosto de 2020
Quer o actual PR, como agora anda a ser noticiado que diz que respeita a decisão judicial, quer o PM e outros pândegos, quer vários dos seus antecessores de todas as cores, comentam muitas vezes decisões judiciais dizendo, no mínimo, que RESPEITAM.
Posso portanto inferir que outras houve e haverá que não lhes mereceram /merecerão respeito algum.
É isto? Que tal ler a CRP ?
AC
quarta-feira, 27 de março de 2019
Nada acontece de repente.
Não estou a falar de um súbito descarrilamento de comboio, ou de um rebentamento de um pneu, ou das pornográficas farsas à volta da BANCA, ou das pornográficas farsas a que se assiste nas comissões parlamentares de inquérito, etc.
Estou a referir-me à sociedade, ás enormes fragilidades do tecido estrutural do País.
À bovinidade com que a maior dos meus concidadãos aceita tudo.
E a propósito de bovinidade, não faz também muita impressão a cada dia que passa verificar que na dita comunicação social nacional cada vez são mais os "artistas" e "escribas" que se arrogam o direito de controlar?
Em que parte da CRP há respaldo para isso?
Noticiar, artigos de opinião, artigos de investigação (raríssimos), sim.
Agora, orgão controlador?
E já agora, repararam na mansidão dos OCS quanto à escandaleira das nomeações em família, em que já no estrangeiro se dão ao luxo de gozar com este desgraçado rectângulo?
AC