Recordam-se?
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
Recordam-se?
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
É neste excelente e muito saudável viveiro no Tejo que os magníficos ameijoeiros de nacionalidade diversa mas sobretudo asiáticos e que são grandes impulsionadores da economia portuguesa, recolhem as fantásticas e saborosas amêijoas que, dizem, vão na maioria para Espanha, fugindo ao fisco, ao controlo sanitário, e etc.
segunda-feira, 2 de maio de 2022
E A POUCA VERGONHA CONTINUA
DEZENAS E DEZENAS DE BARCOS, CADA VEZ MAIS BARCOS, CERTAMENTE TODOS FISCALIZADOS, TODOS LEGAIS, TODOS EM ÓPTIMAS CONDIÇÕES.
DEZENAS E DEZENAS DE "EMPREENDEDORES" QUE TANTA FALTA FAZEM À ECONOMIA DO PAÍS. INTEGRAÇÃO MARAVILHOSA NA SOCIEDADE PORTUGUESA.
UM BRILHANTE EXEMPLO DO QUE PARECE SER A ACÇÃO DE FISCALIZAÇÃO, A ACÇÃO DE DISSUASÃO, DE VÁRIAS ORGANIZAÇÕES, COMO OS DEPARTAMENTOS DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS, DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, DA AUTORIDADE MARÍTIMA. UM ENCANTO.
EM TODO O ARCO RIBEIRINHO SUL DO TEJO ISTO É CADA VEZ MAIS ESCANDALOSO.
AC
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
A POUCA VERGONHA AUMENTA
A pouca vergonha continua, a pouca vergonha aumenta. Mais uma vez refiro, a vergonha que se passa no Tejo. As bases deles são maioritariamente na Margem Sul, Seixal, Moita, Rosário, Montijo, Samouco, Sarilhos Grandes, Alcochete. São os ameijoeiros. Deles, 99,99 % são estrangeiros. Do Leste Europeu (romenos, russos, búlgaros etc), brasileiros, asiáticos. Vivem e dormem (!?!?) aos montes nos casebres velhos em péssimo estado de conservação nos cascos velhos das localidades. Conduzem carros em péssimo estado de conservação. A GNR passa por eles e, à vista dos transeuntes, nunca os manda parar para verificação dos documentos nomeadamente quanto a inspeções e seguros. Algumas pessoas olham para os parabrisas dessas limousines e ficam logo elucidadas. Uns poucos, com evidentes sinais de serem controladores da corja, conduzem viaturas um pouco menos ordinárias. Conheço de vista um que conduzia um BMW 525, com aqueles escapes que mais parecem um cano de esgoto tal a dimensão. Ninguém os questiona. Há muito tempo que não assisto a pesagens das amêijoas à frente de toda a gente.
Presumo que seja este tipo de negócio (que muitos dizem vai maioritariamente para Espanha) que também contribui para a economia nacional.
Presumo que é este tipo de negócio que muito contribui para a saúde pública na sociedade.
Presumo que é com este tipo de gente que vamos melhorar os nossos problemas de trabalho, emprego, natalidade, etc.
Entretanto temos por aí na chamada máquina do Estado coisinhas como : ministério do ambiente, ministério da administração interna, GNR, autoridade marítima, SEF, polícia marítima, capitania do porto de Lisboa, autarquias, tudo atento a este e outros problemas.
Como dizia um alarve conhecido - isto não interessa para nada.
Além disso, nas incontáveis dezenas de tipos que andam nisto não deve haver um único que por cá esteja ilegal, não é verdade? E questões de criminalidade nem pensar, não é verdade? Dizem até certas pessoas - deixe-os andar nisto porque se forem travados a criminalidade nestes locais aumenta logo!
E assim estamos neste Portugal à beira mar plantado!
AC
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
(LIDO POR AÍ)
"Os titulares do caso de corrupção nos negócios do Estado com a Octapharma fizeram escutas telefónicas aos ex-secretários de Estado da Saúde Manuel Pizarro e Francisco Ramos, mas não recolheram provas que permitissem acusá-los de crime.
O Ministério Público (MP) concluiu que a Octapharma manteve o domínio do fornecimento de hemoderivados, durante mais de uma década, não por culpa daqueles governantes do PS, mas da "inércia" ou "ineficiência" do Estado".





