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GNR apreende mais de uma tonelada de amêijoa japonesa em Alcochete
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Setúbal apreendeu na quinta-feira 1100 quilos de amêijoa japonesa, no concelho de Alcochete, apanhadas e transportados de forma ilegal, foi este sábado anunciado.
Em comunicado, o Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Alcochete, dá conta da apreensão, no dia 14 de março, de 1100 quilos de amêijoa japonesa (Ruditapes phippinarum), no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação de fiscalização da apanha e transporte de bivalves.
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos, e elaborado os respetivos autos de contraordenação, por falta de documento de registo.
Depois de verificação higiossanitária, as amêijoas serão destruídas, adianta a GNR, lembrando que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higiossanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas.
Por isso mesmo, é "fundamental" o documento comprovativo da origem dos bivalves, para prevenir a sua introdução de forma irregular no consumo.
GNR apreende mais de dois mil quilos de amêijoa no Samouco e identifica 107 pessoas
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
A Guarda Nacional Republicana apreendeu 2272 quilos de amêijoa japonesa e identificou 107 pessoas de nacionalidade estrangeira na localidade do Samouco, no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação especial de prevenção criminal naquela zona.
Em comunicado, a GNR explica que a ação desenvolvida na terça-feira pelo Destacamento Territorial do Montijo, na praia do Samouco, estava direcionada para a atividade de apanha de bivalves na bacia do Tejo, com o objetivo de promover ações de fiscalização para as questões relacionadas com a apanha da amêijoa.
Durante a operação foram elaborados cinco autos de contraordenação por excesso de tempo de permanência em território nacional, nove por irregularidade no tamanho da apanha do bivalve, um por falta de documento de registo de transporte e dois por falta de licença/autorização para o exercício da pesca.
A operação contou com o reforço da estrutura do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Setúbal, do Destacamento de Intervenção (DI) de Setúbal, do Comando Territorial de Beja, através do Destacamento de Trânsito de Beja, da Unidade de Intervenção (UI) da Guarda Nacional Republicana através do Grupo de Intervenção e Ordem Pública (GIOP) e da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras (UCCF).
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
"A GNR relembra que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higio-sanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas, sendo o documento comprovativo da origem fundamental para a prevenção da introdução de forma irregular no consumo", refere aquela autoridade no comunicado esta quarta-feira divulgado.








