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sexta-feira, 20 de junho de 2025

Sondagem: Almirante segura liderança, mas Marques Mendes aproxima-se
Gouveia e Melo, que até março vinha reforçando a sua posição nas intenções de voto, mantém a liderança, mas perde terreno para Marques Mendes. E numa segunda volta, também não teria a vida tão facilitada como antes se antecipava, conclui o barómetro de junho da Intercampus
.

Corro o risco de ser muito injusto no que vou escrever.

Mas, porque é que me fica a continuada sensação de que esta sondagem resulta, também, da eventual e fraterna e longa amizade com, a direcção cessante do PS e Costistas, todos nutrindo um especial carinho por António José Seguro?

AC

terça-feira, 12 de março de 2024

AS  SONDAGENS
As sondagens.
E os chefes das empresas de sondagens?
Quem são, porque vem acontecendo o que vem acontecendo, tanta pouca vergonha?
Para muitos haverá aqui sobretudo crescente incompetência, profissional e técnica.

Por mim há mais qualquer coisa.

O livrinho de LPM - Como mentem as sondagens - e que comprei mal saiu, ajudou-me a perceber mais algumas coisas sobre este assunto. Mas não diz tudo. 

Alguns aspectos são de certa forma aflorados, mas nada de muito incisivo quanto a, eventuais paixões ideológicas, interesses,  manipulação descarada, negócios. Aguardemos.
AC

terça-feira, 28 de novembro de 2023

MANIPULAÇÃO  MEDIÁTICA
Está bem estudada, por cá e lá fora.
Habitualmente consideram-se 10 passos, ou 10 tópicos, como quiserem, para uma bem sucedida manipulação mediática.

1 - Distrair. 
A estratégia da distração.
Desviar a atenção dos cidadãos do que é verdadeiramente importante e das decisões de elites políticas e económicas.
Inundar a sociedade com ninharias e procurar evitar que os cidadãos tomem consciência do que verdadeiramente se passa.

2 - Soluções, problemas. 
Criar problemas, oferecer soluções.
Por exemplo, criar crises para mais facilmente os cidadãos aceitarem retrocessos diversos.

3 - Gradualidade.
A estratégia da gradualidade.
Aplicar medidas por fases, a conta-gotas, para parecer menos doloroso.

4 - Adiar.
Adiar tudo, a estratégia de adiar o mais possível.
Apresentar medidas e decisões como dolorosas, inevitáveis, que terão de ser aplicadas, em futuro menos próximo. Cria-se a resignação.

5 - Adolescentes.
Dirigir-se ao público como criaturas de pouca idade.
E assim gradualmente obter reações sem juízo crítico.

6 - Emoções, reflexão.
Utilizar o aspecto emocional, muito mais que a reflexão.
Abusar dos aspectos emocionais, neutralizando assim juízos ponderados e críticos.

7 - Ignorância.
Manter o povo na ignorância e na mediocridade.
Quanto pior for a formação e cultura dos cidadãos mais facilmente serão manipulados. 

8 - Complacência.
Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.
Enfatizar certas modas, desvalorizar sentido crítico, esforços pessoais, valorização intelectual.

9 - Culpa pessoal.
Reforçar o sentimento de culpa pessoal.
Fazer crer aos cidadãos que são os verdadeiros culpados pelas desgraças e insuficiências na sociedade.

10 - Conhecimento.
Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmo se conhecem.
****************************************************
A manipulação mediática assume muitas formas.
No presente, opinião pessoal naturalmente, o que se está a passar com os ataques ao Ministério Público pode parecer que surge por causa do tal de "Influencer". Para algumas pessoas pode parecer ataque novo.

Pessoalmente, e depois de há tempos ter vasculhado certos arquivos de certos e famosos bloguistas, percebe-se que a coisa vem de muito longe. Nada de novo, apenas com algumas "entoações" ligeiramente diferentes. Objectivo continua o mesmo. Varia um pouco o mamar doce, por exemplo, de certos ortodoxos rendidos há anos aos corredores e tapetes dos salões Europeus.

Agora só estão mais eriçados porque está ao barulho o intrujão - mor.
Mas se olharmos para outras áreas, outros assuntos, podemos identificar a mesma linha de actuação.
Com e sem certos "famosos" assessores da comunicação!
Aguardemos.
AC

terça-feira, 4 de outubro de 2022

SONDAGENS
"Lula e Bolsonaro vão à segunda volta"

É só impressão minha ou, mais uma vez, as sondagens falharam e por muito ?

Sem poder tirar conclusões definitivas, naturalmente, cresce em mim a sensação de que os sucessivos falhanços e sobretudo por cá, tem também mais qualquer coisa que apenas um falhanço técnico. 
Mas vamos aguardar, com democrática paciência.
AC

sexta-feira, 24 de julho de 2020

AS  SONDAGENS
As sondagens agora divulgadas não me parece que tragam especiais novidades.
Respeitando, sempre, as opiniões diversas e divergentes, a minha é a de que se confirma o índice de bovinidade nacional.
E tudo assenta, creio eu, na bovina crendice nacional nas conversas dos encantadores de serpentes, particularmente de um que é um dos maiores vigaristas nacionais de todos os tempos.
É o que temos, e vejo muitos mas muitos dos meus concidadãos a iludir-se a iludir-se a iludir-se, à espera de milagres.
Sem perceberem as contas simples de matemática, se sobra de um lado é porque está a faltar em outro lado.
É como estamos.
AC

domingo, 2 de julho de 2017

A TRAGÉDIA,.....e o que É TRÁGICO
Acabei há pouco de ver aquilo que passou na RTP1 na passada sexta-feira, a reportagem de Sandra Felgueiras e o subsequente programa correlacionado.
Que concluir?
Que se desenrolou uma tragédia enorme com início em 17 de Junho passado, já todos sabíamos.
Mas ficamos mais convictos de que é TRÁGICO, TRÁGICO, o que a RTP revelou, e ficamos agora a saber mais coisas e, em consequência, temos uma melhor percepção do que é esta gentinha toda que nos desgoverna e desgraça há décadas. Sempre gente e familiares incluídos a gravitar à volta de uns quantos, à volta dos lugares que o OE paga.
Ocorre-me de imediato recomendar ao sr António Costa que, à semelhança do que mandou fazer ("O governo suspirou de alívio, pelo menos para já. Depois da tragédia dos fogos, a popularidade de António Costa não foi beliscada. Pelo menos é esse o resultado das primeiras análises dos “focus group” encomendadas pelo governo na sequência dos incêndios.") certamente por estar muito preocupado e isso constar das primeiras três prioridades URGENTÍSSIMAS e permanentes deste gov erno (estar sempre a estudar o comportamento dos tugas em relação à popularidade do tuga PM), que seja feita uma análise urgente para apurar a popularidade do senhor, e incluindo na FAUL, depois desta muito atrevida investigação de Sandra Felgueiras.
Recomendo aliás, também, que tenham uma conversinha com a jornalista..................lembrando ........quem lhe paga o vencimento mensal, ....................está bem de ver!!!
António Cabral (AC)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

AINDA a PROPÓSITO de TRUMP
Estive um pouco a ver alguns "episódios" jornalísticos caseiros, comentando (??) o que sucedeu nos EUA. Entre eles o jornalista Ricardo Costa, com a simplicidade e humildade que lhe são características.
Este senhor jornalista, a dada altura de uma das suas intervenções  mais ou menos se insurgiu contra todos os que se estão a atirar aos fazedores das sondagens. 
Disse, mais ou menos isto, que o site mais certeiro e consistente desde sempre previa 30% de possibilidades de Trump sair vencedor. Ah e que matematicamente 30 não era zero. 
Brilhante "tudólogo", "politólogo", "opinólogo"!
AC

quarta-feira, 18 de maio de 2016

AS SONDAGENS.  A CONFIANÇA

Que confiança merecem as sondagens em Portugal?
Não sei bem; pessoalmente duvido muito delas. E não só pelos resultados que se têm verificado por ocasião de acto eleitorais. Falta saber quem são os donos, que ligações têm aos partidos, TODOS, etc.
De acordo com a AXIMAGE, recentemente, a confiança dos portugueses nas instituições é baixa.
Parece que se basearam em 600 inquirições. E interrogaram as pessoas acerca de 8 "grupos" a saber, Forças Armadas, escolas e professores, comunicação social e jornalistas, igreja e padres, governo, tribunais e justiça, Assembleia da República.
Por fim, como instituição ???? , perguntaram acerca de conhecidos e colegas"!!!!!!
Não percebo nada deste assunto, mas não me custa admitir que as empresas de sondagem tenham mais um menos um grupo alargado de pessoas a quem periodicamente interroguem sobre os mais diferentes assuntos.
Repito, não percebo nada da matéria mas, 600 é o número importante, decisivo, fiável? E a distribuição pelo País?
O primeiro lugar no "podium" foi atribuído a colegas e conhecidos!!!!!!
2º lugar para as FA
3º escolas e professores
A partir daqui tiveram nota negativa, atendendo a que se pretendia classificar de 0 a 20.
4º comunicação social e jornalistas
5º governo
6º igreja católica e padres
7º Assembleia da República
8º Tribunais e justiça
Conclusão global, pouca confiança nas instituições. Não será de espantar. Nem as notas negativas.
Interessante também que, segundo a AXIMAGE, sejam eleitores PS que confiam mais em jornalistas.
Depois, "etonant" democratas-cristãos confiarão pouco em padres e igreja católica, e eleitores do Bloco de Esquerda esses sim, confiam em padres e igreja. Interessante, contra-senso?
Repito, nada percebo de sondagens e das técnicas envolvidas.
Isto dito, sempre achei falácia à normalmente elevada consideração pelos Presidentes da República (excepto o cessante, mas não admira), e por todos aqueles que não têm de tomar decisões com imediata repercussão na vida das pessoas.
Além disso, a justiça não são só os tribunais, OCS e jornalistas não é bem a mesma coisa, tal como escolas e professores, tal como igreja e padres.
Bem, pela sondagem, fico ciente que posso um destes dias ver Francisco Louçã e Catarina Martins a comungarem!!!!!
Quanto às Forças Armadas é sempre a mesma coisa, boa posição nas sondagens. Significa o quê? Alguns militares ficam tão contentinhos!!!
CONFIANÇA? A sério, em quê?
AC

terça-feira, 29 de setembro de 2015

FRAUDES, ENGANOS, TRAPAÇAS, CONTO do VIGÁRIO
A vida contemporânea (e não terá sido assim, nos tempos anteriores?) vai mostrando com uma periodicidade terrível a malvadez a que os "Zé Povinhos" cá dentro e lá fora é constantemente submetida. Presumo que da segunda metade do século passado até ao presente, a safadeza tem aumentado exponencialmente.
É o aquecimento global galopante, afinal talvez não seja bem assim. Quando eu era pequeno, concretamente com 8 anitos (estão praticamente mais 60 em cima) os peixes gordos faziam terrivelmente mal (mas lá dispensarem-me daquele purgante chamado óleo de fígado de bacalhau...), agora serão óptimos para o colesterol.
Nunca fumei, e existem muitos como eu e desses, vejo amigos com cancros no pulmão. O planeta está sujo, o planeta não está tanto assim.
São as letrinhas pequeníssimas dos contratos com a banca e com as seguradoras, etc. Era a banca forte e saudável que agora.......
É a pouca vergonha, embora toda jurídicamente limpinha, das subidas e poucas descidas dos combustíveis. Bom, a lista é infindável, a realidade é que o povão, cá e lá fora, é constantemente enganado, vigarizado. Creio que Portugal é membro de pleno direito do clube onde mais se engana.
Por vezes leva tempo a descobrir-se.
Agora anda aí o sururu acerca da pouca vergonha que a VW terá vindo a promover em boa parte dos seus veículos. Não que os carros sejam frangotes, não, mas as emissões é que serão bem superiores ao anunciado.
Mas, digo eu, ignorante destas e de muitas outras coisas, e em relação à questão da VW, a rapaziada das organizações que sempre se esganiça nestas ocasiões, terá acordado só agora? Nunca ninguém se interrogou se seria tecnicamente possível estar sempre a conseguir diminuir as emissões? Pergunto eu!
Mas, também, vem logo uma rapaziada esganiçar-se acerca da falta de regulação disto e daquilo, da auto-regulacão, da demissão dos estados das suas obrigações, etc.
Pessoalmente, que creio conhecer razoavelmente a sociedade a que pertenço, penso que a pouca vergonha é uma constante. Não é de agora, nem por causa da Troika ou dos que ainda nos desgovernam. Portugal não tem, continua a não ter emenda. Reguladores? Regulação? Auto-regulação?
Não pretendo ofender ninguém, mas era bom verificar por onde passaram nos últimos 30 a 45 anos os senhores e senhoras que foram os responsáveis por comissões disto e daquilo, pelos reguladores, pelos alto comissariados, pelas empresas todas que tantos lucros (eh...eh) dão ao País, dos que foram chefes de gabinete deste e daquele e por onde singraram a seguir, e por aí fora na lista enorme da pouca vergonha nacional.
Se olhassem à história........bastava começarem em 1700.
Ao menos as minhas fotografias não enganam. Saem da D90 para arquivo e não há tratamento algum. No meio de tantas que tiro, creio que lá vou conseguindo melhorar qualquer coisa.
A terminar, acho imensa piada ás espantações que vou detectando. Cá e lá fora.
Como se não houvesse no globo, sempre, a gula pelo dinheiro, o lucro abusivo, a fraude fiscal, o quem vier atrás que feche a porta, os cartões de visita cada vez mais cheios de ??!!!:: e onde poucas vezes se poderá escrever apenas....Senhora, ou Senhor.
Espantam-se, talvez porque acreditem ainda que os bebés chegam de Paris, via cegonha!!!!
Veja-se os bons frutos das regulações de Bruxelas sobre a UE, por exemplo.
Haja paciência.
AC
PS: a propósito de fraudes; hoje, finalmente com mais algum tempo para mim e menos preocupado com outras coisas, ocupei cerca de meia hora a olhar para resultados dessas sondagens diárias e não só.
Repito, também não percebo nada do assunto. Mas posso especular?
Cá para mim uma parte dos resultados que nos atiram para cima é para ver se mobilizam pessoas das actuais oposições. Por outras palavras, números martelados. A base auscultada é pouca, falível......Vão dar uma volta.
Disse-me um amigo conhecedor, por tlm enquanto estava a começar este post, que as indicações internas dos principais partidos não jogam com esses números martelados. Sendo duro, é fraude.
Sendo politicamente correcto, ah,.....faz parte do jogo.
Depois admiram-se que as mentalidade perdurem.


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Fascinante, de qualquer perspectiva: a política a sério

As eleições no UK deram os resultados que deram. Vai haver agora o desfiar das várias razões e das inúmeras certezas dos comentadores do reino TUGA. Ainda não me apercebi do valor concreto da abstenção. De qualquer forma, parece-me que uma coisa não será temerário afirmar: uma grande parte dos eleitores naquelas ilhas preferem apostar em coisas mais palpáveis que nos idealistas das promessas constante e muitas vezes vãs, e que os outros devem pagar. No UK está tudo bem?. Tenho a certeza que não, e questiono-me sobre alguns anúncios e medidas que poderão vir a atingir muitas pessoas. Há e haverá certamente desigualdades e muita coisa por corrigir. Mas as pessoas falaram e, aparentemente, a maioria não se estará a deixar iludir tanto como outrora. Embora na discursata de Cameron existam coisas que........Adiante, por último os opinadores, os institutos de opinião, toda uma parafernália sempre instalada junto dos poderes, corredores, banquetes, jantarinhos, com ares de superioridade. Parece que se espalharam um bocado, mas haverá certamente quem venha dizer - nah, até acertaram em quase tudo, foi só uma questão de 2 a 3% o que faz muita diferença. É mais ou menos como já várias vezes aconteceu por cá. Um amigo meu, mais retorcido que eu e muitos, diz que por cá alguns falham porque comentam também o mundo do futebol. É capaz!!

AC