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terça-feira, 28 de novembro de 2023

Do Expresso ONLINE, igual coro da narrativa.
"…..O tema tem suscitado enorme controvérsia. Esta terça-feira, no Público, a procuradora-geral adjunta, Maria José Fernandes, pôs o dedo na ferida, num exercício crítico notável sobre o funcionamento do Ministério Público. “Acontece haver quem entenda a investigação criminal como uma extensão sobre outros poderes, sobretudo os de natureza política. Daí que sejamos surpreendidos, de vez em quando, com buscas cuja utilidade e necessidade é nenhuma”, escreveu. E ironizou: “procuradores que não hesitem em meios de recolha de prova intrusivos, humilhantes, necessários ou não, são o top da competência”. . . . 

Quanto a competências, isenção, nada de manipulação, nada de rigor quanto aos códigos por exemplo, mais um exemplo dos ataques, bem evidente a coordenação. A mesma estratégia. 
Aparentemente, irá haver processo interno contra a sra adjunta.
Teremos aqui uma futura PGR?
Uma coisa me parece evidente, a lista de idiotas úteis é longa.
AC
MANIPULAÇÃO  MEDIÁTICA
Está bem estudada, por cá e lá fora.
Habitualmente consideram-se 10 passos, ou 10 tópicos, como quiserem, para uma bem sucedida manipulação mediática.

1 - Distrair. 
A estratégia da distração.
Desviar a atenção dos cidadãos do que é verdadeiramente importante e das decisões de elites políticas e económicas.
Inundar a sociedade com ninharias e procurar evitar que os cidadãos tomem consciência do que verdadeiramente se passa.

2 - Soluções, problemas. 
Criar problemas, oferecer soluções.
Por exemplo, criar crises para mais facilmente os cidadãos aceitarem retrocessos diversos.

3 - Gradualidade.
A estratégia da gradualidade.
Aplicar medidas por fases, a conta-gotas, para parecer menos doloroso.

4 - Adiar.
Adiar tudo, a estratégia de adiar o mais possível.
Apresentar medidas e decisões como dolorosas, inevitáveis, que terão de ser aplicadas, em futuro menos próximo. Cria-se a resignação.

5 - Adolescentes.
Dirigir-se ao público como criaturas de pouca idade.
E assim gradualmente obter reações sem juízo crítico.

6 - Emoções, reflexão.
Utilizar o aspecto emocional, muito mais que a reflexão.
Abusar dos aspectos emocionais, neutralizando assim juízos ponderados e críticos.

7 - Ignorância.
Manter o povo na ignorância e na mediocridade.
Quanto pior for a formação e cultura dos cidadãos mais facilmente serão manipulados. 

8 - Complacência.
Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.
Enfatizar certas modas, desvalorizar sentido crítico, esforços pessoais, valorização intelectual.

9 - Culpa pessoal.
Reforçar o sentimento de culpa pessoal.
Fazer crer aos cidadãos que são os verdadeiros culpados pelas desgraças e insuficiências na sociedade.

10 - Conhecimento.
Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmo se conhecem.
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A manipulação mediática assume muitas formas.
No presente, opinião pessoal naturalmente, o que se está a passar com os ataques ao Ministério Público pode parecer que surge por causa do tal de "Influencer". Para algumas pessoas pode parecer ataque novo.

Pessoalmente, e depois de há tempos ter vasculhado certos arquivos de certos e famosos bloguistas, percebe-se que a coisa vem de muito longe. Nada de novo, apenas com algumas "entoações" ligeiramente diferentes. Objectivo continua o mesmo. Varia um pouco o mamar doce, por exemplo, de certos ortodoxos rendidos há anos aos corredores e tapetes dos salões Europeus.

Agora só estão mais eriçados porque está ao barulho o intrujão - mor.
Mas se olharmos para outras áreas, outros assuntos, podemos identificar a mesma linha de actuação.
Com e sem certos "famosos" assessores da comunicação!
Aguardemos.
AC

sábado, 1 de outubro de 2022

A  MANIPULAÇÃO  MEDIÁTICA

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos nunca pensa nesta questão.

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos engole tudo o que ouve e lê nos OCS.

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos não dá conta que diariamente se desenvolvem estratégias de manipulação e que os levam a apoios inconscientes.

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos se deixa distrair, deixa que lhes desviem a atenção do que é importante na sociedade e na vida de todos nós, e são assim inconscientemente levados a que não se interessem por nada relevante. Não pensam.

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos não se apercebe que nos vão impondo medidas várias, graduais, para assim disfarçar sacrifícios que nos esperam.

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos se deixa infantilizar, bastando atentar como políticos em directo ou através de OCS colocam os assuntos de maneira emocional de modo a neutralizar a racionalidade. Aquilo a que muitas vezes chamo "bovinidade".

Continuo convicto que a maioria dos meus concidadãos se mantém na ignorância geral, convicta que tudo cai do Céu, que tudo se há-de resolver com a graça de Deus. 

E assim cresce a complacência. 

E assim infelizmente crescem execráveis Venturas e afins.

Oxalá eu esteja enganado.

AC